terça-feira, 3 de março de 2009

 "O grande mal da maioria dos seres (espíritas, católicos, evangélicos e de todas as outras religiões) é não conseguir conservar o equilíbrio nos momentos em que somos colocados à prova. Evoluir é conseguir vencer a si próprio... mas com o tempo as pessoas vão tomando consciência de seus pontos fracos e tentam se melhorar. Assim, aos poucos, as dores vão ficando menos doídas e as ofensas já não são levadas às últimas consequências.
(...)
A oração sincera não conhece barreiras. Não é preciso olharmos para a pessoa para que a oração faça efeito, o espírito sente as vibrações dirigidas a ele em qualquer lugar em que se encontre. A distância só existe para os corpos materiais, nunca para os espíritos. É preciso muito cuidado quando pressentimos que se aproxima o despreendimento de uma pessoa muito querida.
Se as pessoas em torno se entregam ao desespero, à blasfêmia ou ao inconformismo, o efeito sobre o doente é muito ruim. É como se todos atirassem-lhe dardos de ira e revolta naquele momento tão delicado, quando tudo o que a pessoa necessita de fato, é de pensamentos de paz, pensamentos que a ajudem a manter a harmonia interior."
Livro: O sono dos hibiscos (Lygia Barbiére Amaral)

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