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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

SUGESTÃO P/ LEITURA - DEZEMBRO/2015

1-  O ESPIRITISMO, A MAGIA E AS SETE LINHAS DA UMBANDA (Leal de Souza): Uma das primeiras obras a detalhar aspectos da Umbanda_ religião nascida no início do século XX sob a direção espiritual do Caboclo das Sete Encruzilhadas. E não há retrato mais fiel  de uma época do que o depoimento colhido diretamente de cronistas que atuaram, na imprensa diária. Este livro retrata os tempos heróicos em que a umbanda, mesmo tendo conquistado os corações do povo por sua atuação na caridade e pela força de suas curas "miraculosas", ainda constituía um caso de polícia, tal a censura que se impunha aos cultos afrobrasileiros. Com a familiaridade de quem participava de uma das tendas umbandistas criada pelo próprio Caboclo das Sete Encruzilhadas, Leal de Souza apesenta a cada crônica um tema relevante: médiuns curadores, materializassões, sessões de copo/prancheta e mesa, cura da obsessão, feitiçaria e macumba, as sete linhas da umbanda, despachos, guias e protetores, kardecismo e a linha branca da umbanda... o autor registrou uma primorosa contribuição histórica à história da Umbanda.


2. O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (Annie Proulx): Jack Twist e Ennie Del Mar são dois jovens que se conhecem no verão de 1963, após serem contratados para cuidar das ovelhas de Joe Aguirre em Brokeback Mountain. Jack deseja ser cowboy e está trabalhando no local pelo 2º ano seguido, enquanto que Ennie pretende se casar com Alma tão logo o verão acabe. Vivendo isolados por semanas, eles se tornam cada vez mais amigos e iniciam um relacionamento amoroso. Ao término do verão cada um segue sua vida, se casam e têm filhos, porque é isso que os vaqueiros fazem. Mas ao longo de muitos anos e de frequentes separações, essa relação se torna a coisa mais importante de suas vidas, e eles fazem tudo que podem para preservá-la. Numa linguagem deslumbrante que nos fica na cabeça, a autora conta a difícil e perigosa relação relação entre dois vaqueiros, que sobrevive a tudo, menos à intolerância violenta do mundo. 


3. NÃO ESTAMOS ABANDONADOS (Eliana Coelho Machado): João Pedro e seus irmãos foram criados sem limite. Todos podiam fazer o que bem entendessem com a conivência dos pais, que não admitiam opinião alheia na educação dos filhos. Em uma madrugada, ele e a namorada sofrem um acidente. Tem início a grande jornada redentora de um jovem, como tantos outros, em busca de entendimento e reparação de erros. Ajudado por benfeitores que trabalham na equipe iluminada de Schellida, João Pedro começa sua reforma íntima e conhece de perto a iluminada mentora, que o orienta e estimula a prosseguir no caminho do bem.Neste livro, João Paulo apresenta um pouco do trabalho que Schellida e sua equipe desenvolvem na espiritualidade, nos mostrando que, verdadeiramente, não estamos abandonados.


4. REFORMA ÍNTIMA SEM MARTÍRIO (Wanderley S. Oliveira): As ações em favor doa aperfeiçoamento espiritual dependem de uma relação pacífica com nossas imperfeições. Como gerenciar a vida íntima sem adicionar o sentimento e sem entrar em conflito consigo mesmo? Este livro é um alerta para os desejos de santificação imediata e um roteiro de transformação íntima sem martírio. A capacidade de administrar o mundo objetivo torna-se cada dia mais precisa e rica de tecnologia, todavia, a inabilidade na gerência do mundo íntima é comprovada a todo instante pelos atestados de descontrole e insatisfação que o ser humano tem demonstrado em sua vida pessoal. Estas são reflexões de pacificação e estímulo na aceitação ativa da realidade com propósitos transformadores. Um alerta para os desejos na santificação imediata e saltos evolutivos. Esvaziar-se de si e recomeçar, são palavras chave no processual trabalho da reforma íntima.

terça-feira, 3 de junho de 2014

A REFORMA ÍNTIMA INCOMODA

Quando damos nossos primeiros passos na reforma íntima, via de regra causamos o interesse daqueles que nos são mais próximos, nossa transformação se traduz em alegria para alguns e inquietações para outros. Essa transformação nos hábitos e costumes e na maneira de como entendemos e vivemos no mundo, causa desconforto em muitos companheiros de jornada que ainda situam-se refratários ao chamamento do Alto, independente de sua rotulagem religiosa. Quando mudamos para melhor isso incomoda nossos companheiros encarnados e desencarnados que ainda regalam-se nas facilidades e prazeres que a vida terrena nos proporciona.
A curiosidade sobre nós.
Há uma aura de curiosidade que cerca o Espiritísmo e os espíritas; quando dizemos que somos espíritas as reações logo aparecem e quase todas da mesma maneira. Há pessoas que lançam um olhar de curiosidade e perguntam logo se vemos os espíritos, se onde frequentamos tem tambores, velas e toda a ritualística característica de nossos irmãos da Umbanda ou demais religiões de ancestralidade africana, aí respondemos que somos espíritas kardecistas, (como se houvesse outro tipo de Espiritísmo). Há aqueles que se apavoram e crêem que somos ligados ao demônio, há aqueles que já querem saber se eles estão com alguma entidade ou coisa parecida, tem aqueles que sendo também espíritas nos perguntam em que centro vamos e quais são as nossas mediunidades, sempre tem uma pergunta ou um espanto, sintomas de uma curiosidade natural do ser humano diante das interrogações frente a fronteira da vida corpórea.
Viver no mundo ou viver para o mundo
O Espiritísmo é assim, abre-se uma cortina e todo um universo de conhecimento se desdobra diante de nós, diante disso nosso desafio é se vivemos para esse mundo ou se vivemos no mundo para nossa evolução. Há sempre uma batalha interna que noz faz pender para um e para outro lado dessa balança, é sempre um exercício de equilibrar-se, cair, levantar-se e tornar a equilibrar-se novamente. De um lado a nossa ancestralidade troglodita, de outro a jornada inexorável para a angelitude, somos nós que imprimimos peso e vontade nessa balança íntima.
Kardec e a fogueira
Quando o professor Kardec publicou o Livro dos Espíritos em 18 de abril de 1857, inaugurou uma nova etapa da existência humana na Terra, a promessa de Jesus sobre a vinda do Consolador Prometido havia se concretizado. Logo após a publicação do livro, as críticas e dificuldades surgiram de forma contundente, entretanto Kardec não esmoreceu, publicou mais livros, hoje conhecidos como o Pentateuco. Da Espanha Kardec recebeu a encomenda de duzentos exemplares de seus livros, quando os livros chegaram em Barcelona, foram apreendidos pelas autoridades aduaneiras por ordem do Bispo de Barcelona, que condenou os livros à fogueira da inquisição, e em 9 de outubro de 1861 todos os livros apreendidos foram queimados em praça pública, esse fato deu uma repercussão enorme ao Espiritísmo e acabou servindo de propaganda à nova doutrina que se estabelecia.
É preciso queimar nossas vaidades.
Assim como a fogueira no velho circo romano consumia os cristãos primitivos e acendia a fogueira da curiosidade e admiração dos espectadores sobre aquela nova religião, o Cristianismo, assim como a fogueira do Auto de Barcelona imprimiu novos olhares à obra de Kardec, torna-se necessário também que diante da nossa praça pública, queimemos nossas vaidades e nosso orgulho. Essa tarefa não é fácil, entretanto a Doutrina Consoladora nos é ferramenta de infinitos recursos em nossa auto redenção, o trabalho em benefício dos outros se demonstra como eficaz método de reflexão sobre o nosso papel no mundo, a Caridade portanto é o asfalto que pavimenta a estrada da evolução, e a maior Caridade que se pode fazer com a Doutrina é sua divulgação.“Aquele que me confessar e me reconhecer diante dos homens, eu também o reconhecerei e confessarei diante de meu Pai que está nos céus.” Mateus 10:32
Retirado do site http://lelaetcc.wordpress.com/

terça-feira, 15 de abril de 2014

AÇÃO DAS TREVAS EM GRUPOS ESPÍRITAS

   Na mensagem abaixo não consta o autor e nem mesmo o Centro Espírita no intuito de preservar sua identidade e, assim sendo, evitar represálias daqueles que não crêem na vida após a morte. Encaminho a vocês para que repassem àqueles que acreditam e, principalmente, àqueles que fazem algum trabalho em alguma casa espírita.
   Infelizmente, muitos de nós acreditamos que pelo simples fato de sermos espíritas as “portas do paraíso” já estão escancaradas (hum....) e deixamos que nosso ego fale mais alto em nossos trabalhos quando deveríamos deixar que apenas o AMOR e a HUMILDADE fossem nosso guia.

   “Prezados irmãos. Que Jesus nos abençoe e nos fortaleça no seu amor.
   Quando nos propomos a falar da Ação das Trevas nos Grupos Espíritas, antes de tudo precisamos saber de quais Espíritos estamos falando, porque a grande maioria de Espíritos obsessores que vêm às Casas Espíritas são mais ignorantes do que propriamente maldosos.
   No livro “Não há mais tempo” de Agnaldo Paviani, organizado pelo Espírito Klaus, nós publicamos uma comunicação de um verdadeiro representante das organizações do mal e percebemos que há uma grande diferença entre o que nós classificamos como Espíritos obsessores e os verdadeiros representantes das trevas.
      Eu estava presente na reunião na qual essa entidade se manifestou. Quando o Espírito incorporou a doutrinadora disse: “Seja bem vindo meu irmão!”.
   Ele respondeu:  " em primeiro lugar não sou seu irmão, em segundo lugar eu conheço o seu sentimento. Sei que você não gosta nem das pessoas que trabalham com você na casa, que dirá de mim que você não conhece. Por isso duvido que eu seja bem vindo aqui”.
   Ela ficou um tanto desconsertada, porém, disse:  "mas meu irmão, veja bem, isto aqui é um hospital”. Ele respondeu: “muito bem, agora você vai dizer que eu sou o doente e que você vai cuidar de mim, não é isto”. Ela disse: “Sim”.
   “Pois bem, e quem garante para você que eu sou um doente? Só porque eu penso diferente de você. Aliás, o que a faz acreditar que possa cuidar de mim? Quem é que cuida de você? Porque suponho que quando alguém vai cuidar do outro, este alguém esteja melhor que o outro e, francamente, eu não vejo que você esteja melhor que eu. Porque eu faço o mal? Porque sou combatente das idéias de Jesus? Sim, é verdade, mas admito isto, enquanto que você faz o mal tanto quanto eu e se disfarça de espírita boazinha”.
     Outro doutrinador disse: “meu irmão, é preciso amar”.
   O Espírito respondeu: “acabou o argumento. Quando vocês vêm com esta ladainha que é preciso amar é que vocês não têm mais argumentos”.
    “Mas o amor não é ladainha meu irmão”.
    “Se o amor não é ladainha por que o senhor não vai amar o seu filho na sua casa? Aliás, um filho que o senhor não tem relacionamento há mais de 10 anos. Se o senhor não consegue perdoar o seu filho que é sangue do seu sangue, como é que o senhor quer falar de amor comigo? O senhor nem me conhece.
   Vieram outros doutrinadores e a história se repetiu até que, por último, veio o dirigente da casa e com muita calma disse: “Não é necessário que o senhor fique atirando estas verdades em nossas faces. Nós temos plena consciência daquilo que somos. Sabemos que ainda somos crianças espirituais e que precisamos aprender muito”.
   “O Espírito respondeu: “até que enfim alguém com coerência neste grupo, até que enfim alguém disse uma verdade. Concordo com você, realmente vocês são crianças espirituais e como crianças não deveriam se meter a fazer trabalho de gente grande porque vocês não dão conta”.

COMO AGEM OS ESPÍRITOS REPRESENTANTES DAS TREVAS EM NOSSOS NÚCLEOS ESPÍRITAS?
   Como vimos, os verdadeiros representantes das trevas além de maldosos são, também, extremamente inteligentes. São Espíritos que não estão muito preocupados com as Casas Espíritas.
   Eles têm suas bases nas regiões da Sub-Crosta. São Espíritos que estiveram envolvidos, por exemplo, na 1ª e 2ª guerras mundiais e no ataque às Torres Gêmeas nos Estados Unidos. São os mentores intelectuais de Bin Laden, de Saddam Hussein e de inúmeros outros ditadores que já passaram pelo mundo, porque eles têm um plano muito bem elaborado, que é o de dominar o mundo. Os grupos espíritas não apresentam tanto perigo para eles.
   Esses Espíritos estarão sim atacando núcleos espíritas desde que o núcleo realmente represente algum perigo para as intenções das trevas. Portanto, quando nós falamos das inteligências do mal, nós estamos falando destes Espíritos que têm uma capacidade mental e intelectual muito acima da média em geral. Normalmente não são esses Espíritos que se comunicam nas nossas sessões mediúnicas. Normalmente eles não estão preocupados com os nossos trabalhos, a não ser que esses trabalhos estejam bem direcionados, o que é muito difícil, e represente algum perigo para eles.
    Nós que vivemos e trabalhamos numa Casa Espírita sabemos bem dos problemas encontrados nas atividades desses grupos. Para ilustrar vou contar para vocês um fato verídico ocorrido numa Casa Espírita.
    Um Espírito obsessor incorporou na sessão mediúnica e disse para o grupo: “Nós viemos informar que não vamos mais obsediar vocês. Vamos para o outro grupo”.
Houve silêncio até que alguém perguntou: “Vocês não vão mais nos obsediar, por quê?”. O Espírito respondeu: “existe nesta casa, tanta maledicência, tanta preguiça, tanto atrito, tantas brigas pelo poder, tantas pessoas pregando aquilo que não praticam, que não precisamos nos preocupar com vocês, você mesmos são obsessores uns dos outros”. 
POR QUE REALIZAR UM SEMINÁRIO RESSALTANDO A AÇÃO DAS TREVAS? FALAR DO MAL NÃO É AJUDAR O MAL A CRESCER?
    No livro a “Arte da Guerra” está escrito: “se você vai para uma guerra e conhece mais o seu inimigo que a você mesmo, não se preocupe, você vai vencer todas as batalhas. Se você conhece a si mesmo, mas não conhece o inimigo, para cada vitória você terá uma derrota. Porém, se você não conhece nem a si mesmo e nem ao inimigo, você vai perder todas as batalhas”.
    Infelizmente, a grande maioria das pessoas não conhece a si mesma. Têm medo da reforma intima, têm medo do que vão encontrar dentro de si. Negam a transformação interior. Precisamos falar das trevas para conhecermos as trevas. Se não conhecermos como eles manipulam os tarefeiros espíritas como é que vamos saber nos defender deles. Para isso é preciso refletirmos nesta condição de nos conhecermos, até porque toda ação das trevas exteriores é um reflexo das trevas que nós carregamos dentro de nós. É preciso realmente realizarmos a nossa reforma interior para sairmos da sintonia dessas entidades.
      
E OS GUARDIÕES QUE CUIDAM DO CENTRO, 
COMO É QUE FICAM?
   Não podemos esquecer que os benfeitores espirituais trabalham respeitando o nosso livre arbítrio. Uma Casa Espírita como esta, possui o seu campo de proteção, uma cerca elétrica construída pelos benfeitores, porém, quem a mantém ligada são os trabalhadores encarnados. Toda vez que há brigas dentro do centro, toda vez que há grupos inimigos conflitando-se, toda vez que há maledicências, é como se houvesse um curto circuito nesta rede, é como se houvesse uma queda de energia, e as entidade do mal entram. Os benfeitores espirituais estão presentes, a rede é religada, mas, as entidades dos mal já entraram. O grande problema é que quase sempre nós não estamos sintonizados com o bem. A ação do bem em nossa vida é fundamental.
   Por exemplo: o Umbral não é causa, o Umbral é efeito. Só existe o Umbral, a zona espiritual inferior que cerca o planeta, porque os homens têm sentimentos medíocres e inferiores. No dia que a humanidade evoluir o Umbral desaparece, porque ele é conseqüência. Por isso que não podemos nos esquecer que as trevas exteriores são apenas uma extensão das nossas trevas interiores. Existe, sim, a proteção espiritual nas Casas Espíritas, porém, os Espíritos amigos respeitam o nosso livre arbítrio.

COMO É QUE OS GRUPOS ESPÍRITAS PODEM SE DEFENDER DAS TREVAS?
• Havendo muita sinceridade, amizade verdadeira e, principalmente, muito amor entre todos os colaboradores do grupo.
• Existindo a prática da solidariedade, carinho e respeito para com todas as pessoas que buscam o grupo ou para estudar ou para serem orientadas ou para receberem assistência espiritual..
• Havendo muito comprometimento com a causa espírita.
• Realizando, periodicamente, uma avaliação dos resultados obtidos, para verificar se os três itens anteriores estão realmente acontecendo .

"O mal não é essencialmente do mundo, mas das criaturas que o habitam". Emmanuel

quarta-feira, 2 de abril de 2014

20 EXERCÍCIOS PARA A REFORMA ÍNTIMA


1 - Executar alegremente as próprias obrigações.
2 - Silenciar diante da ofensa.
3 - Esquecer o favor prestado.
4 - Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco.
5 - Emudecer a nossa agressividade.
6 - Não condenar as opiniões que divergem da nossa
7 - Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária.
8 - Repetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume.
9 - Treinar a paciência constante.
10 - Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores.
11 - Buscar sem afetação o meio de ser mais útil.
12 - Desculpar sem desculpar-se.
13 - Não dizer mal de ninguém.
14 - Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência.
15 - Alegrar-se com a alegria dos outros.
16 - Não aborrecer quem trabalha.
17 - Ajudar espontaneamente.
18 - Respeitar o serviço alheio.
19 - Reduzir os problemas particulares.
20 - Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira.
O aprendiz da experiência terrena que quiser e puder aplicar-se, pelo menos, a alguns dos vinte exercícios aqui propostos, certamente receberá do Divino Mestre, em plena escola da vida, as mais distintas notas no curso da Caridade.
Chico Xavier/Scheilla (Retirado do Facebook "Chico Xavier e amigos")