Após perder a filha de 12 anos em um trágico acidente, o psicólogo Peter Bower e a esposa se mudam para Melbourne, na Austrália, onde se conheceram. Chegando lá, eles são ajudados pelo Dr. Duncan Steward, que encaminha alguns pacientes de uma clínica psiquiátrica a Peter, com o objetivo de ajudá-lo a recuperar a rotina de trabalho. Ao descobrir uma terrível coincidência entre as pessoas atendidas, no entanto, o psicólogo resolve voltar para sua cidade natal, onde vai ter que confrontar um problema que só ele poderá solucionar.
Página universalista voltada à divulgação de textos, mensagens, ensinamentos, sugestão de livros e filmes do universo espiritualista.
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sexta-feira, 30 de junho de 2017
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
SUGESTÃO P/ LEITURA - SETEMBRO/2016
1. E A VIDA CONTINUA... (Chico Xavier): Conta a história das famílias Serpa e Fantini, ligadas entre si a muitas encarnações, onde tiveram que perdoar os crimes acometidos uns contra os outros por vária encarnações. Ernesto e Evelina, indivíduos adoentados que se conhecem à serem submetidos a cirurgias de alto risco. Logo descobrirão que a enfermidade que compartilham é o início de uma trajetória de amor, amizade, esperança e fé, rumo ao progresso e à realização espiritual. Um livro que apresenta o retrato da criatura ao desencarnar e mostra como a convivência dos habitantes do plano espiritual está relacionada com a sua condição mental, além de ensinar a importância da prática da reforma íntima, na certeza de que a vida continua além da morte, permitindo de que cada um de nós seja capaz de traças novas diretrizes para sua própria conduta.
2. NO VALE DOS SUICIDAS (Evaristo Humberto de Araújo): Impressionante relato espiritual que traça o quadro de um dos lugares mais sofridos das moradas do Senhor: o Vale dos Suicidas. É nesse cenário de caos e dor que acompanhamos o desespero de Márcio, espírito sofredor que, quando encarnado, usou seu livre arbítrio para dar fim a um dos maiores bens que recebemos: vida. Arrependido e sem encontrar uma saída, conhece a abnegação de Elias, cuja fé inabalável no desenvolvimento da humanidade o incentiva a trabalhar incansavelmente, até mesmo nos piores lugares. Então, quando todas as esperanças parecem perdidas, o amor do Criador se faz sentir, e uma nova oportunidade de trilhar um caminho na Luz lhe é ofertada.
3. UM NOVO DIA PARA AMAR (Célia Xavier de Camargo): Quem nunca ouviu da boca de uma criança histórias sobre seus amigos invisíveis ou relatos de experiências vividas em outro período na Terra? Nesta obra, Valéria, diretora de uma escola de crianças e adolescentes, nunca tinha presenciado nada incomum entre eles, quando, de repente, começam a apresentar comportamentos estranhos. Profissional comprometida com o trabalho, Valéria fica desorientada. Ao buscar ajuda, conhece o médico Maurício, que a levará a compreender que apenas conhecimentos pedagógicos e psicológicos não são suficientes para ajudar seus alunos. Paulo Hertz, o autor espiritual, faz parte da Colônia Céu Azul e há tempos trabalha com jovens nos dois planos. Ele nos traz este romance para orientar pais, psicólogos e educadores a lidar com uma nova geração, cuja presença em nosso planeta tem o objetivo de auxiliar a humanidade em seu processo evolutivo. Leitura indispensável para se entender esse processo de transição.
4. A ÚLTIMA DANÇA (Mônica Agueiras Cortat): Alternando entre duas situações que se interagem – a narrativa de Edite e as conversas e esclarecimentos na Colônia – vamos nos encantar com a emocionante história de Cristine. Um atraente romance passado em Paris, no século XVIII, entre uma adolescente transformada em cortesã e um conde, perdidamente apaixonado, porém preso às convenções num casamento infeliz, mas de caráter permanente. Obrigada pelo conde a abortar por duas vezes, Cristine ressentida e amargurada, desejando ardentemente ser mãe, vê-se envolvida maldosamente por pessoas inescrupulosas que a induzem ao uso de narcóticos o que lhe acarretará sofrimentos terríveis. Acompanhando esse intenso romance conheceremos a doce Edite que de camareira se transforma em melhor amiga e que será para Cristine o grande apoio em todos os momentos de sua vida. Lances de muita emoção levarão o leitor a se enternecer e mergulhar fundo embalado pelo ritmo dessa última dança.
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sexta-feira, 15 de julho de 2016
A NOIVA CADÁVER
Em um vilarejo europeu do século XIX vive Victor Van Dorst (Johnny Depp), um jovem que está prestes a se casar com Victoria Everglot (Emily Watson). Porém acidentalmente Victor se casa com a Noiva-Cadáver (Helena Bonham Carter), que o leva para conhecer a Terra dos Mortos. Desejando desfazer o ocorrido para poder enfim se casar com Victoria, aos poucos Victor percebe que a Terra dos Mortos é bem mais animada do que o meio vitoriano em que nasceu e cresceu.
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terça-feira, 31 de maio de 2016
SUGESTÃO P/ LEITURA - MAIO/2016
1- TOQUE QUÂNTICO... O PODER DE CURAR (Richard Gordon): Todos os seres humanos possuem poderes naturais que podem passar despercebidos durante toda a sua existência, ou serem desenvolvidos por meio de métodos científicos. O autor nos mostra que a possibilidade da cura está literalmente em nossas mãos. Ele demonstra que, empregando apenas um toque em si mesmo ou em outras pessoas, é possível ao ser humano acelerar profundamente a resposta de cura do próprio corpo. Isso acontece porque cada um de nós possui uma força-vital natural capaz de estimular a cura. Qualquer pessoa pode realizar esse processo basta que aprenda algumas técnicas de respiração, meditações de despertar corporal e posições das mãos. O autor ressalta que para aprender o Toque-Quântico é fundamental que se tenha a vontade de auxiliar as pessoas, pois o princípio essencial da técnica está baseado no amor ao próximo.
2. O PODER TERAPÊUTICO DOS ORIXÁS E A FILIAÇÃO DIVINA (Alberto Marsicano e Lurdes de Campos Vieira): Todo ser humano é filho de Orixá. Conhecer as características dos nossos Orixás torna-se extremamente valioso e fundamental para o autoconhecimento e o desenvolvimento espiritual. Algumas de nossas características mais profundas e marcantes são herdadas de nossa filiação orixística e, quando estamos desequilibrados espiritual e emocionalmente, expressamos nossa natureza de forma contrária e negativa aos padrões condizentes com nossos Pais e Mães Orixás. A tese central da presente obra é a afirmação de que, à medida que uma pessoa conhece seus Orixás e suas características, pode amparar-se no poder e na força desses Pais e Mães Divinos, para seu autoconhecimento. O livro propõe a aplicação de uma terapêutica a partir do estudo dessas características dos Orixás da pessoa e do conhecimento dos aspectos positivos e negativos de sua filiação. A terapêutica orixística opera um entrelace entre arte, ciência, filosofia, religião, medicina e psicologia. Sua prodigiosa e sagrada psicoterapia centra-se no trivórtex: atendimento por meio da palavra (psicoterapia de cunho freudiano), desobsessão de espíritos trevosos (psicoterapia de cunho junguiano), imantação de energia orgônica (axé) e equilibrando energeticamente os praticantes (psicoterapia de cunho reichiano). O conhecimento do Orixá é uma das formas mais eficientes de chegarmos ao nosso Self e de nos realizarmos. Com isso, podemos entender como realmente somos, reconhecer nossos desequilíbrios, nossas deficiências e necessidades. Com a prática da terapêutica aqui proposta, é possível vislumbrarmos o que podemos chegar a ser e, a partir dessa constatação, darmos novos significados às nossas vidas.
3. JOANA D'ARC _ O AMOR VENCEU (Osmar Barbosa): Segundo Humberto de Campos, pelo médium Chico Xavier, a última reencarnação de Judas Iscariotes na Terra, foi da conhecida heroína francesa Joana D'Arc, queimada nas fogueiras inquisitoriais do século XV, conforme mensagem apresentada no livro: Crônicas de Além Túmulo. Fiquei perplexo ao receber essa psicografia. Logo me preocupei em não discordar do amado Chico Xavier e Humberto de Campos. Procurei uma explicação questionando Nina Brestonini, o espírito que me passou este livro. Ela me disse o seguinte: “O livro que você está recebendo são informações preciosíssimas que devem ser publicadas. Nós estamos em perfeita harmonia com os irmãos mais sublimes. Essas instruções são necessárias a todos os espíritas que lerão essas obras. Chico Xavier ri muito quando você titubeia duvidando de sua missão. Siga em frente, às vezes coisas que causam polêmicas são necessárias para despertarem a curiosidade, que será prontamente utilizada para instruir corações aflitos. Os meios não importam, o que importa sempre é o fim, lembre-se disso. Humberto de Campos, quando dessa mensagem sobre Joana D'Arc, atingiu um nobre propósito. Agora publique-se: Joana D'Arc - O Amor Venceu. Verás que tudo tem um objetivo maior.”
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quinta-feira, 14 de abril de 2016
POR QUÊ ALGUNS ESPÍRITOS FICAM VAGANDO EM ESTADO DE PERTURBAÇÃO?
Um espírito não esclarecido, chega do outro lado praticamente sem consciência do que está acontecendo, não acredita já estar morto, continua a agir como se ainda estivesse vivo, assiste todo o funeral e acha que esta sonhando, fica ao redor do caixão com seu corpo ou entre os familiares. Depois do enterro, volta para casa e tenta se comunicar, como ninguém responde às suas perguntas fica desorientado, não aceita auxílio de outros espíritos que vieram para ajudar; como sempre lhe disseram que “os bons”, vão direto para o céu, e como uma pessoa nunca se julga má, ele fica esperando que os anjos venham buscá-lo. Como os anjos não aparecem, alguns ficam anos ou séculos na sua casa, no local da morte ou junto com os seus bens, tesouros ou pertences.
Presos a Matéria: Pessoas que viveram aqui só voltados aos prazeres materiais, sem se preocupar com o seu futuro espiritual, geralmente demoram-se na crosta terrestre, buscando ainda os mesmos tipos de prazer que costumavam cultivar quando encarnados, acomodam-se junto aos encarnados que apreciam os mesmos vícios, induzindo as pessoas a prática, para usufruir dos fluídos. Ex: bebidas, cigarros, etc... Aprendem a se alimentar da energia dos vivos, se “encosta” como dizem, numa pessoa que lhe ofereça condições, e muitas vezes, mesmo sem saber que está prejudicando, suga a sua energia. Deixando-a, cada dia mais debilitada, começam a surgir às doenças.
Região de Sombra e Dor: Quando o espírito comete delitos graves aqui na Terra (assassinatos, crimes) ele é atraído para regiões de sombra e dor, o chamado umbral, onde pelo sofrimento chegará um dia ao arrependimento e o desejo de reparar o mal praticado, e então será socorrido por espíritos bons que irão retirá-lo de lá e serão conduzidos a postos de atendimento espiritual conhecido como colônias.
Falta de preparo para morte: Tudo isso acontece porque as religiões não preparam as pessoas para essa passagem. Somente ensinam que o pecador, batizado, convertido ou morrendo sob confissão, extrema unção, encomendação do corpo ou tendo um funeral com os rituais religiosos, vai direto para o céu.
As pessoas nasceram e são livres para fazerem o que quiserem inclusive o mal, aí entram as religiões cuja missão é conduzir o homem à prática do bem e da justiça e conseqüentemente prepará-lo para voltar melhor do que quando veio. Por não admitir o renascimento a maioria das igrejas não tem outra saída, a não ser ensinar que o morto deve aguardar de braços cruzados dentro do caixão até o momento em que as trombetas vão soar e todos ressuscitarão, para o julgamento coletivo do juízo final. Como nada prende um espírito, ele sai por aí para fazer o que quiser. Esse é o motivo que incontáveis irmãos se encontram nessa situação há muito tempo. É obrigação dos vivos auxiliarem com suas orações e atos aqueles que já se foram principalmente convencê-los do arrependimento.
Daí a necessidade de se doutrinar e evangelizar esses espíritos para que no menor tempo possível lhes seja dado conhecer a Verdade que os libertará das falsas doutrinas e das falsas promessas.
Retirado do site http://www.espiritbook.com.br/
bibliografia: Textos de Jhon, Livro Céu e Inferno
Fonte:http:// espiritismoa morciencia. blogspot pt/2010/04/por-que-o- espirito-fica- vagando.html
domingo, 3 de abril de 2016
OS ESPÍRITOS VÃO AO PRÓPRIO ENTERRO?
Os Espíritos sempre nos disseram que a separação da alma e do corpo não se faz instantaneamente; ela começa, algumas vezes, antes da morte real, durante a agonia, quando a última pulsação se faz sentir, o desligamento não está ainda completo; ele se opera mais ou menos lentamente segundo as circunstâncias, e até a sua inteira liberdade a alma experimenta uma perturbação, uma confusão que não lhe permite conscientizar-se de sua situação; está no estado de uma pessoa que desperta e cujas idéias são confusas. Esse estado nada tem de penoso para o homem cuja consciência é pura; sem muito se explicar do que vê, é calmo e espera sem medo o despertar completo; ao contrário, é cheio de angústias e de terror para aquele que teme o futuro. A duração dessa perturbação, dizemos nós, é variável; é muito menos longa naquele que, durante a vida, já elevou seus pensamentos e purificou sua alma; dois ou três dias lhe bastam, ao passo que, em outros, é preciso, algumas vezes, oito ou mais. Freqüentemente, assistimos a esse momento solene, e sempre vimos a mesma coisa; isso não é, pois, uma teoria, mas um resultado da observação, uma vez que é o Espírito quem fala e quem pinta sua própria situação. Eis aqui um exemplo mais característico e tanto mais interessante para o observador, que não se trata mais de um Espírito invisível escrevendo por um médium, mas bem de um Espírito visto e ouvido na presença de seu corpo, seja na câmara mortuária, seja na igreja durante o serviço fúnebre.
O senhor X... vinha de ser atingido por um ataque de apoplexia; algumas horas depois de sua morte, o senhor Adrien, um de seus amigos, se encontrava em seu quarto com a mulher do defunto; ele viu distintamente o Espírito deste passear em todos os sentidos, olhar alternativamente seu corpo e as pessoas presentes, depois sentar-se numa poltrona; tinha exatamente a mesma aparência de quando vivo; estava vestido do mesmo modo, sobre-casaca preta, calça preta; tinha as mãos nos bolsos e o ar preocupado.
Durante esse tempo, a mulher procurava um papel na escrivaninha, seu marido a olha e diz: Procuras inutilmente, não encontrarás nada. Ela não desconfiava nada do que se passava, porque o senhor X... não era visível senão para o senhor Adrien.
No dia seguinte, durante o serviço fúnebre, o senhor Adrien viu de novo o Espírito de seu amigo perambular ao lado do caixão, mas não tinha mais o vestuário da véspera; estava envolvido com uma espécie de roupagem. A conversação seguinte se iniciou entre eles. Notemos, de passagem, que o senhor Adrien não é sonâmbulo; que nesse momento, como no dia precedente, estava perfeitamente desperto, e que o Espírito lhe aparecia como se fosse um dos assistentes do enterro.
- P. Diga um pouco, caro Espírito, que sentes agora? -
R. Do bem e do sofrimento. -
P. Não compreendo isso. -
R. Sinto que estou vivo, com minha verdadeira vida e, entretanto, sinto que vivo, que existo: sou, pois, dois seres? Ah! deixai-me sair desta noite, tenho pesadelo.
- P. Permanecerás por muito tempo assim?
- R. Oh! não; graças a Deus, meu amigo; sinto que despertarei logo: seria horrível de outro modo; tenho as idéias confusas; tudo é neblina: sonho na grande divisão que acaba de ser feita... não compreendo ainda nada.
- R. Oh! não; graças a Deus, meu amigo; sinto que despertarei logo: seria horrível de outro modo; tenho as idéias confusas; tudo é neblina: sonho na grande divisão que acaba de ser feita... não compreendo ainda nada.
- P. Que efeito vos fez a morte?
- R. A morte! eu não estou morto, meu filho, tu te enganas. Eu me levantei e fui atingido de repente, por um nevoeiro que me desceu sobre os olhos, depois despertei, e julguei meu espanto ao me ver, me sentir vivo, e de ver ao lado, sobre a lage, meu outro eu deitado. Minhas idéias eram confusas; enganei-me para me tranqüilizar, mas não pude; vi minha mulher chegar, velar-me, lamentar-se, e me perguntava por quê? Consolei-a, falei-lhe, e ela não me respondia e nem me compreendia; aí está o que me torturava e tornava meu Espírito mais perturbado. Só tu me fizeste bem, porque me ouviste e compreendes o que quero; ajudas-me a desembaraçar minhas idéias e me fazes grande bem; mas, por que os outros não fazem o mesmo? Eis o que me tortura... O cérebro está esmagado diante dessa dor... Vou vê-la, talvez me ouça agora... Até logo, caro amigo; chama-me e irei ver-te... Far-te-ei mesmo visita de amigo... Eu te surpreenderei... até logo. O senhor Adrien viu-o, em seguida, ir junto de seu filho que chorava... Inclinou-se para ele, ficou um momento nessa situação e partiu rapidamente. Não fora ouvido, e, sem dúvida, se figurou produzir um som; eu, eu estou persuadido, acrescenta o senhor Adrien, que o que dizia chegava ao coração da criança; eu vos provarei isso. Revi-o depois, ele está mais calmo.
- R. A morte! eu não estou morto, meu filho, tu te enganas. Eu me levantei e fui atingido de repente, por um nevoeiro que me desceu sobre os olhos, depois despertei, e julguei meu espanto ao me ver, me sentir vivo, e de ver ao lado, sobre a lage, meu outro eu deitado. Minhas idéias eram confusas; enganei-me para me tranqüilizar, mas não pude; vi minha mulher chegar, velar-me, lamentar-se, e me perguntava por quê? Consolei-a, falei-lhe, e ela não me respondia e nem me compreendia; aí está o que me torturava e tornava meu Espírito mais perturbado. Só tu me fizeste bem, porque me ouviste e compreendes o que quero; ajudas-me a desembaraçar minhas idéias e me fazes grande bem; mas, por que os outros não fazem o mesmo? Eis o que me tortura... O cérebro está esmagado diante dessa dor... Vou vê-la, talvez me ouça agora... Até logo, caro amigo; chama-me e irei ver-te... Far-te-ei mesmo visita de amigo... Eu te surpreenderei... até logo. O senhor Adrien viu-o, em seguida, ir junto de seu filho que chorava... Inclinou-se para ele, ficou um momento nessa situação e partiu rapidamente. Não fora ouvido, e, sem dúvida, se figurou produzir um som; eu, eu estou persuadido, acrescenta o senhor Adrien, que o que dizia chegava ao coração da criança; eu vos provarei isso. Revi-o depois, ele está mais calmo.
Nota. - Esta narração está de acordo com tudo o que já havíamos observado sobre o fenômeno da separação da alma; ela confirma, com circunstâncias todas especiais, essa verdade, que depois da morte o Espírito ainda está ali presente. Acredita-se não ter, diante de si, senão um corpo inerte, ao passo que ele vê e ouve tudo o que se passa ao redor dele, que penetra o pensamento dos assistentes, que não há, entre eles e ele, senão a diferença da visibilidade e da invisibilidade; os prantos hipócritas de ávidos herdeiros não podem lhe impor. Quantas decepções os Espíritos devem experimentar neste momento !
Revista Espírita, dezembro de 1858
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quinta-feira, 24 de março de 2016
MAS É ELA QUE NÃO ME DEIXA!!
O trabalho mediúnico é, entre outras coisas, surpreendente.
Certa feita, em uma sessão mediúnica destinada a orientação de espíritos desencarnados, fomos surpreendidos com o desenrolar de uma das conversações estabelecidas.
Anteriormente, havíamos sido procurados por uma pessoa, que relatava estar sendo vítima de determinada influência espiritual menos feliz, e isso a incomodava muito.
Percebia-se, a “vítima”, sempre acompanhada mesmo quando sozinha e, corriqueiramente, sentia-se invadida por determinadas angústias inexplicáveis. Direcionada ao tratamento fluído-terápico e ao fortalecimento da fé e da confiança por meio da prece, da leitura edificante e do esclarecimento proporcionado pelas palestras públicas, teve seu nome inserido nos círculos de oração do Centro Espírita.
Passadas algumas sessões mediúnicas, um determinado Espírito se fez presente, apresentando através de suas informações, relação com a condição daquela pessoa. De imediato, o médium orientador buscou envolvê-lo, respeitosamente, no sentido de rever seus posicionamentos, valores e atitudes, e ver que aquela situação não lhe permitia dar continuidade ao seu progresso no plano espiritual, e isso lhe traria muitos prejuízos, além do prejuízo causado ao encarnado, do qual seria responsável em parte.
Foi quando o Espírito comunicante exclamou:
– Eu quero seguir minha vida, mas é ela que não me deixa!
E acrescentou:
– Já estou saturado dessa situação, mas o vínculo que foi criado entre eu e esta pessoa deverá ser rompido por nós dois, e eu já fiz a minha parte, mas ela ainda insiste em manter os mesmos hábitos, e estes me “chamam” para junto dela em função de termos estabelecidos essa sintonia conjuntamente.
Orientado ao fortalecimento de sua própria vontade e a orar com sinceridade, para livrar-se daquela situação, também foi informado a ele que a sua presença ali significava que já estava sendo amparado pelos Espíritos Socorristas.
Ao analisarmos, para aprendizado, o ocorrido, de imediato nos lembramos de algumas questões de O Livro dos Espíritos, como segue:
Questão 467(1) – Pode o homem se libertar da influência dos Espíritos que procuram arrastá-lo ao mal?
– Sim, porque apenas se ligam àqueles que os solicitam por seus desejos ou os atraem pelos seus pensamentos.
Evidencia-se, com a resposta dos Espíritos Superiores que nossas companhias espirituais dependem de nossos desejos, e se estes forem no sentido da satisfação de viciação física, atrairemos espíritos que portam os mesmos vícios, mas também os atrairemos pela viciação mental resultante de nossos pensamentos negativos; porém, sempre será possível revertermos a situação, desde que assumamos novos hábitos, mentais e comportamentais, em relação às viciações causadas pelas paixões humanas, como nos esclarece O Livro dos Espíritos:
Questão 469 – Como se pode neutralizar a influência dos maus Espíritos?
– Fazendo o bem e colocando toda a confiança em Deus, repelis a influência dos Espíritos inferiores e anulais o domínio que querem ter sobre vós. Evitai escutar as sugestões dos Espíritos que vos inspiram maus pensamentos, sopram a discórdia e excitam todas as más paixões. Desconfiai, especialmente, daqueles que exaltam o vosso orgulho, porque vos conquistam pela fraqueza. Eis por que Jesus nos ensinou a dizer na oração dominical: “Senhor, não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal!”.
Vai-te e não peques mais, orientou o Senhor Jesus (2), como solução para todos os nossos sofrimentos, ou seja, é preciso mudar, mas mudar a nós mesmos.
Querer livrar-se da influência ou perseguição dos espíritos através de um afastamento unilateral, acusando-os dos males que nos acometem é infantilidade espiritual, e não trará resultados favoráveis a nós outros.
Aquele Espírito saturou-se diante da situação e passou a desejar a liberdade, mas como era partícipe do conluio estabelecido, dependia também do encarnado, até o momento em que sua vontade de mudar tornou-se convincente a ponto de chamar a atenção dos Espíritos Socorristas, que representam a Misericórdia Divina, e que sem demora o socorreram.
E nós, o que temos feito para nos livrarmos de nossas viciações, sejam físicas ou mentais, para pleitearmos liberdade em relação aos espíritos inferiores?
Pensemos nisso.
Antônio Carlos Navarro - Retirado do site http://www.espiritbook.com.br/
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
SUGESTÃO P/ LEITURA - FEVEREIRO/2016
1. NO SILÊNCIO DAS LEMBRANÇAS (Elmir Resende): Muitas vezes a corrigenda nos parece rude, amarga e desagradável. No entanto, aos olhos daqueles que aceitam a luz, ela resulta em compreensão, conhecimento e justiça. 12 incríveis experiências humanas vivenciadas na Terra nos levam a refletir profundamente sobre a postura mental do homem encarnado em seu laborioso trajeto evolutivo. Cada história retrata as tempestades que se formam na vida dos personagens quando a ilusão, orgulho, vaidade e egoísmo deslumbram a visão da alma, aniquilando o senso de solidariedade e entorpecendo a razão nos abismos da indiferença. Depois, após o desencarne, abre-se a visão para a Verdade, e é somente após adentrar este outro continente vibratório, percebem o quanto trafegaram desatentos pelo veículo carnal.
2. O AMOR PELOS ANIMAIS (Ricardo Orestes Forni): O tema deste livro é um assunto polêmico e intrigante: refere-se à alma dos animais. Fartamente ilustrado com fatos extraídos da biografia espírita, ele nos mostra a cada capítulo, a grandeza da criação Divina, onde tudo se encadeia de maneira clara aos olhos de quem pretende enxergar a Verdade. Com exemplos tirados da vivência de Chico Xavier e Caibar Schutel no relacionamento com os animais, entendemos como essas criaturas, criadas por Deus para a evolução, são dotados de inteligência e sentimento capazes de grandes atos quando tratados com o respeito que merecem dentro da escala evolutiva. O autor busca nas obras de Kardec, subsídios suficientes para provar que de fato, toda a obra da Criação tem o objetivo único de progresso e todos alcançaremos a perfeição permitida por Deus após estagiar, através do princípio inteligente, em todos os reinos da natureza.
3. A REENCARNAÇÃO NA BÍBLIA E NA CIÊNCIA (José Reis Chaves): Existe incompatibilidade entre ser cristão e reencarnacionista? Crer na reencarnação implica negar a ressurreição? A doutrina da reencarnação está registrada na bíblia? Neste livro, a reencarnação é vista como uma realidade histórica, bíblica e científica. O autor, um teósofo cristão estudioso das religiões, faz um profundo mergulho na bíblia e na história do Cristianismo, buscando e encontrando referências da doutrina do renascimento do Espiritismo em todos esses textos sagrados. Sua tese tem o respaldo de sábios antigos e da ciência de nossos tempos. Pitágoras, Buda, Sócrates, Platão, Orígenes, São Clemente de Alexandria, Santo Agostinho, Ramakrishna, Giordano Bruno, Maomé, Kardec, Flamarion, Brian Weiss, Chico Xavier e muitos outros erguem suas vozes para proclamar e ensinar a crença do renascimento da alma.
4. NAS MALHAS DA OBSESSÃO (Valdemir Barbosa): Todos nós exercemos influência uns sobre os outros. O pensamento é uma energia, uma ligação entre emissor e receptor, caso este último esteja aberto para receber as ondas eletromagnéticas, pelo simples fato de pensar e direcionar o pensamento. Imperceptíveis para muitos, tais influências seguem numa frequência maior quando encontram sintonia. Para estar imune a elas, é preciso ter uma disciplina mental que possibilite identificá-las, antes. A vigilância do pensamento e uma vida regrada são fatores preponderantes para se manter em equilíbrio. Nesta obra, o leitor tomará contato com as influências negativas, tato de pessoas quanto de espíritos que se infiltram em meio à vida comum, espreitando os desavisados do caminho e a eles se "associando" de forma perniciosa. Mas também irá se deparar com as de cunho elevado, influências do bem atuando na vida de todos. A vivência espiritual é prática que todos podem exercer, independentemente da filosofia, doutrina ou religião. No entanto é necessário estar atento, uma vez que as perturbações espirituais atingem o seu ápice quando os perturbadores encontram terreno para semear suas discórdias, quando não, lançam no mar do desespero e do sofrimento aqueles que se deixam prender nas malhas da obsessão.
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
LINDA DE MORRER
Paula é uma famosa cirurgiã plástica, dona da Image Clínica e Laboratórios, que criou o Milagra, a primeira cura para a celulite. Prestes a lançar o remédio revolucionário, Paula sofre um estranho ataque de nervos, e acaba causando um acidente que a leva à morte. Seu espírito fica preso na Terra com a missão de impedir a venda do Milagra, pois Fran, seu sócio, visando dar um golpe milionário na empresa, havia trocado a matéria prima do produto por uma mais barata causando um enorme efeito colateral. O destino coloca no caminho de Paula um estabanado psicólogo, Dr. Daniel, que herdou da avó o dom da mediunidade. Juntos, eles formam uma divertida, porém atrapalhada, parceria para impedir Fran de lucrar às custas da droga sabotada.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS
Durante o carnaval de 1943 na Bahia, Vadinho, um mulherengo e jogador inveterado, morre repentinamente e sua mulher, Dona Flor, fica inconsolável, pois apesar de ele ter vários defeitos, era um excelente amante. Mas, após algum tempo ela se casa com Teodoro Madureira um farmacêutico que é exatamente o oposto do primeiro marido. Ela passa a ter uma vida estável e tranqüila, mas tediosa e, de tanto "chamar" pelo primeiro marido, um dia aparece wlw nu na sua cama. Então ela pede ajuda a uma amiga, dizendo que quase foi seduzida pelo finado esposo. Um pai de santo se prontifica a afastar o espírito de Vadinho, mas existe um problema: no fundo Flor quer que ele fique, pois há um forte desejo que precisa ser saciado.
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quinta-feira, 19 de março de 2015
sábado, 28 de fevereiro de 2015
SUGESTÃO p/ LEITURA - FEVEREIRO 2015
1- RECANTO DE LUZ (Luis Carlos Rapparini): O preconceito era a grande barreira que fazia hesitar Eusébio, o aprendiz do plano espiritual, diante da perspectiva de ingressar num centro de umbanda, onde seu mentor espiritual da casa espírita, lhe recomendara estagiar. Ao conseguir finalmente vencer os degraus que o retinham à entrada do templo, o espírito aprendiz Eusébio, inicia o o mergulho em um universo ignorado de trabalho espiritual, em que reina a caridade e a humanidade dos pretos velhos de sabedoria milenar ao lidar com energias e corações humanos. Cativado pelo imenso amor e pelos novos horizontes que vislumbra, Eusébio tem uma revelação sobre seu próprio passado reencarnatório, numa catarse que lhe faltava ao espírito até então. O universo umbandista é desvendado do "lado de lá" pela visão imparcial de alguém inicialmente refratário à ele, mas que a descobre como a grande religião brasileira, cristã e mediúnica que ainda está à margem do conhecimento de seus irmãos da seara da Luz.
2- PALÔ (Wilson Frungilo Júnior): Ele viu um mundo diferente: a amizade onde todos apontavam diferenças. Experimentou a paciência, onde todos agiam com intolerância. Tocou a face da esperança, quando muitos ao seu redor mostravam-lhe suas limitações. Amou, mesmo quando a distância lhe dizia que seria impossível. Palô era seu nome, menino sonhador, bondoso, querido e amável, nascido em uma família pobre e modesta. Envolto em necessidade, aprendeu cedo os valores do trabalho, da cooperação e compreensão. Arlete, encantadora menina pertencia a uma família rica. Inteligente que era, se destacou dentre as melhores alunas da escola. Duas crianças vizinhas que cresceram juntas e a amizade transformou-se em um grande amor na adolescência. Ela, com seu futuro brilhante. Ele, limitado por um pequeno, mas comprometedor atraso mental, viu muitas portas fecharem-se e também, o amor de sua vida distanciar-se.
4- A CRISE DA MORTE (Ernesto Bozzano): O que se sente no momento do desencarne? Como é o primeiro contato com a nova dimensão? Com quem realmente vamos encontrar? Qual será a nossa nova forma de vida no Além? Embora as religiões, filosofias e as tradições tenham procurado pesquisar, ao longo dos tempos, acerca desse "lugar inexplorado de onde nenhum viajante jamais retornou", a morte sempre manteve o seu semblante oculto. Nesta obra, o cientista espírita Ernesto reúne todas a revelações transcendentais que, do Além, nos apresentam uma panorâmica da verdadeira face da morte: ela não é tão terrível como supomos quando estamos presos à carne, os desencarnados nos mostram um mundo de eterna juventude onde espíritos felizes vivem em uma nova e real dimensão. Informações obtidas mediunicamente a respeito do ambiente e da existência espiritual pelo autor estão aqui publicadas para nos esclarecer sobre o momento da morte e a vida espiritual.
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quarta-feira, 2 de julho de 2014
229 – Pergunta (23/06/2014): Bom dia! Pela sua experiência, quando desencarnamos, o mundo espiritual é semelhante ao da Terra, no sentido religioso, ou seja, o muçulmano no mundo espiritual é muçulmano? O budista, no mundo espiritual é budista, O hinduísta é hinduísta, o espírita é espírita, quem frequenta a seicho-no-ie, no mundo espiritual continua nesta linha, o umbandista continua sendo umbandista, o evangélico continua sendo evangélico, e assim vai… Devemos nos preocupar com o que seremos no mundo espiritual????? Obrigado.
Roger: O mundo espiritual reflete exatamente as crenças, traumas e o crescimento espiritual de cada um. Se a pessoa ainda estiver aprisionada a crenças religiosas sectárias, terá exatamente esta mesma visão no mundo espiritual. Quanto mais expandirmos e libertarmos a nossa consciência, mais livre seremos. Portanto, nossa realidade nada muda ao retornarmos ao plano espiritual. Se somos alienados ou bitolados nessa vida, seremos igualmente no plano espiritual. Se buscamos estudar e desenvolver os valores da alma, naturalmente teremos essa conquista ao retornar à Pátria Maior.
Interessante que muitos ateus, ao desencarnarem, nem tomam consciência de que se encontram fora da vida humana. O livro “E a vida continua” de Chico Xavier mostra bem esta situação; onde pessoas muito materialistas ficam internadas em hospitais do plano espiritual acreditando que ainda estão vivas, convalescendo de uma difícil enfermidade ou algo assim. Muitos se encontram em regiões do plano espiritual onde acreditam ser cidades ou países do mundo físico. A alienação humana sobre a realidade espiritual cria civilizações de almas entorpecidas que creem estarem vivas… A ilusão prossegue após a transição para a vida espiritual…
Eis o motivo pelo qual o Universalismo Crístico trabalha com afinco pelo despertar e aquisição de consciência espiritual e humana dos homens. A inconsciência humana, focada exclusivamente na vida material e distanciada de elevadas filosofias espirituais, leva o homem a um atraso em sua evolução que prossegue após a morte do corpo físico.
Os meios de comunicação e a sociedade em geral cada vez mais se distanciam da compreensão e divulgação da vida imortal, levando a humanidade como um todo a uma alienação espiritual muito perigosa. Quando o mundo de ilusões se encerra, começa uma difícil jornada de despertar, que as vezes leva longos anos e gera uma carga muito grande de atos equivocados a resgatar. Por isto manifestei, um tempo atrás, a opinião de que a rigidez e ortodoxia das religiões me causam aversão, mas preferia que elas ainda estivessem norteando o rumo das almas primárias encarnadas na Terra. Já que estas são imaturas demais para buscarem espiritualidade autêntica e natural por suas próprias mãos. Antes seguirem seguras cerceadas pelo cabresto das religiões, do que peregrinarem sem rumo pela vida humana, focando suas existências em uma realidade ilusória.
Retirado do site: http://universalismocristico.com.br/
Roger: O mundo espiritual reflete exatamente as crenças, traumas e o crescimento espiritual de cada um. Se a pessoa ainda estiver aprisionada a crenças religiosas sectárias, terá exatamente esta mesma visão no mundo espiritual. Quanto mais expandirmos e libertarmos a nossa consciência, mais livre seremos. Portanto, nossa realidade nada muda ao retornarmos ao plano espiritual. Se somos alienados ou bitolados nessa vida, seremos igualmente no plano espiritual. Se buscamos estudar e desenvolver os valores da alma, naturalmente teremos essa conquista ao retornar à Pátria Maior.
Interessante que muitos ateus, ao desencarnarem, nem tomam consciência de que se encontram fora da vida humana. O livro “E a vida continua” de Chico Xavier mostra bem esta situação; onde pessoas muito materialistas ficam internadas em hospitais do plano espiritual acreditando que ainda estão vivas, convalescendo de uma difícil enfermidade ou algo assim. Muitos se encontram em regiões do plano espiritual onde acreditam ser cidades ou países do mundo físico. A alienação humana sobre a realidade espiritual cria civilizações de almas entorpecidas que creem estarem vivas… A ilusão prossegue após a transição para a vida espiritual…
Eis o motivo pelo qual o Universalismo Crístico trabalha com afinco pelo despertar e aquisição de consciência espiritual e humana dos homens. A inconsciência humana, focada exclusivamente na vida material e distanciada de elevadas filosofias espirituais, leva o homem a um atraso em sua evolução que prossegue após a morte do corpo físico.
Os meios de comunicação e a sociedade em geral cada vez mais se distanciam da compreensão e divulgação da vida imortal, levando a humanidade como um todo a uma alienação espiritual muito perigosa. Quando o mundo de ilusões se encerra, começa uma difícil jornada de despertar, que as vezes leva longos anos e gera uma carga muito grande de atos equivocados a resgatar. Por isto manifestei, um tempo atrás, a opinião de que a rigidez e ortodoxia das religiões me causam aversão, mas preferia que elas ainda estivessem norteando o rumo das almas primárias encarnadas na Terra. Já que estas são imaturas demais para buscarem espiritualidade autêntica e natural por suas próprias mãos. Antes seguirem seguras cerceadas pelo cabresto das religiões, do que peregrinarem sem rumo pela vida humana, focando suas existências em uma realidade ilusória.
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segunda-feira, 30 de junho de 2014
SUGESTÃO PARA LEITURA - JUNHO/2014
1- AS MÃES DE CHICO XAVIER (Saulo Gomes): Este livro registra toda a emoção do filme e ainda apresenta: making of com centenas de imagens, curiosidades, depoimentos, roteiro, entrevistas com a equipe e com os personagens reais. Além do excepcional conteúdo sobre o filme, o livro traz textos de grandes autores sobre temas delicados e tocantes: a morte, o aborto, o suicídio e as drogas. Só existe algo mais marcante do que perder um filho: descobrir que ele continua vivo! Neste belíssimo livro com produção gráfica superior, compreende-se como Chico Xavier e a vida tornaram essa surpreendente afirmação uma verdade incontestável. As mães de Chico Xavier expõe mais do que imagens, retratos de emoções; mais do que personagens, seres humanos; mais do que roteiros, histórias de amor. Enfim, desmistifica a morte e descobre a vida!
2- A HISTÓRIA DE PAI ARRUDA (Jennifer Dhursaille): Um jovem africano ágil, astuto e feliz chega ao litoral da Bahia por volta de 1750, como tantos outros trazidos pelo comércio escravista. Este, especificamente, tinha uma missão especial traçada pelo Alto: tornar-se sacerdote e levar a todos o bálsamo da cura. Mas cruza-lhe o caminho um ávido feiticeiro das trevas, um senhor de engenho manipulado por espíritos macabros e sua jovem cunhada, cuja presença na fazenda era sempre prenunciada pela visita de cobras, compondo todos o cenário de um drama humano em que brancos e negros são movidos por um doloroso resgate cármico. Esta é uma história real que expõe as adversidades por que passaram os negros escravos em solo brasileiro, particularmente aqueles que possuíam dotes mediúnicos. Mas não é somente a história de um escravo que tornou-se preto velho no Espaço, nem apenas mais um enredo envolvendo elos cármicos. A História de Pai Arruda mostra os escaninhos da evolução de muitos seres humanos ao longo de muitos séculos, em diversas partes do planeta, para chegar aos terreiros de umbanda da atualidade, grande cadinho onde se amalgamam almas comprometidas que resgatam dívidas pretéritas por meio da prática da caridade. Além de nos colocar como espectadores, por trás da visão de um menino-homem predestinado ao sacerdócio, podemos testemunhar, sob sua própria ótica, como se davam os primeiros rituais afro-brasileiros numa época em que a umbanda ainda não existia, e sentir na pele o desabrochar de suas experiências mediúnicas. A História de Pai Arruda é um romance muito envolvente e sobretudo um convite para que cada um tome a decisão de abandonar os porões escuros da própria alma, alçando voo a paragens mais luminosas, a que somente a libertação da consciência conduz.
3- CORPO FECHADO (Robson Pinheiro): Este livro aborda diversos aspectos da mediunidade e riqueza de manifestação na cultura espiritual brasileira. Auxilia na construção de diversos pensamentos, dissertações e influencia positivamente na forma de ver a mediunidade fora do âmbito espírita. Você vai analisar com outros olhos os chamados fantasmas ou, para nós espíritas, os espíritos desencarnados. Vai conhecer melhor a estória de Pai João, sentirá cativado pela sua forma simples, sincera e serena de encarar a vida e as dificuldades. Conhecerá mais sobre as energias negativas e o quão maléficas elas são em nosso dia a dia, e o quanto é importante o verdadeiro equilíbrio. Aprenderá muito com o Pai João e toda essa equipe espiritual que o acompanha. O autor espiritual escreve aos homens de boa vontade que a mediunidade e a paranormalidade não são propriedades exclusivas de ninguém e de nenhuma religião em particular. Nem mesmo as interpretações de tais fenômenos são únicos, ao contrário, são diversas as visões e os ângulos pelos quais se podem ver certas verdades relativas no mundo atual.
4- ELA SÓ QUERIA CASAR (Marcelo Cezar): O que você faria se morresse neste exato momento? Teria condições de deixar naturalmente e por tempo indeterminado a pessoa amada ou sua família, seus amigos, seu trabalho, sua casa, seus pertences? Como você reagiria se, em uma fração de segundos, a sua estadia no planeta chegasse ao fim? Aconteceu com Gláucia. Moça bonita, cheia de planos e prestes a se casar, ela descobriu que a Vida é muito mais do que parece e trabalha incansavelmente para que cada um desenvolva seus potenciais ocultos. Diante de um romance envolvente e personagens cativantes, Ela só queria casar... revela que só acontece o que Deus permite. E Ele só permite o que é melhor para nós!
3- CORPO FECHADO (Robson Pinheiro): Este livro aborda diversos aspectos da mediunidade e riqueza de manifestação na cultura espiritual brasileira. Auxilia na construção de diversos pensamentos, dissertações e influencia positivamente na forma de ver a mediunidade fora do âmbito espírita. Você vai analisar com outros olhos os chamados fantasmas ou, para nós espíritas, os espíritos desencarnados. Vai conhecer melhor a estória de Pai João, sentirá cativado pela sua forma simples, sincera e serena de encarar a vida e as dificuldades. Conhecerá mais sobre as energias negativas e o quão maléficas elas são em nosso dia a dia, e o quanto é importante o verdadeiro equilíbrio. Aprenderá muito com o Pai João e toda essa equipe espiritual que o acompanha. O autor espiritual escreve aos homens de boa vontade que a mediunidade e a paranormalidade não são propriedades exclusivas de ninguém e de nenhuma religião em particular. Nem mesmo as interpretações de tais fenômenos são únicos, ao contrário, são diversas as visões e os ângulos pelos quais se podem ver certas verdades relativas no mundo atual.
4- ELA SÓ QUERIA CASAR (Marcelo Cezar): O que você faria se morresse neste exato momento? Teria condições de deixar naturalmente e por tempo indeterminado a pessoa amada ou sua família, seus amigos, seu trabalho, sua casa, seus pertences? Como você reagiria se, em uma fração de segundos, a sua estadia no planeta chegasse ao fim? Aconteceu com Gláucia. Moça bonita, cheia de planos e prestes a se casar, ela descobriu que a Vida é muito mais do que parece e trabalha incansavelmente para que cada um desenvolva seus potenciais ocultos. Diante de um romance envolvente e personagens cativantes, Ela só queria casar... revela que só acontece o que Deus permite. E Ele só permite o que é melhor para nós!
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domingo, 18 de maio de 2014
OS OVNIS EXISTEM?
No livro "Pelos Caminhos da Mediunidade Serena", a médium Yvonne A. Pereira fala, numa entrevista, sobre o meio de transporte usado pela Legião dos Servos de Maria, no Vale dos Suicidas.
ALTIVO PANPHIRO PERGUNTA PARA A MÉDIUM YVONNE A. PEREIRA: "Na obra "Memórias de um Suicida", a senhora fala sobre as carruagens, o meio de transporte usado pela Legião dos Servos de Maria para transportar os espíritos suicidas. Poderia adicionar alguns comentários sobre isso?"
YVONNE A. PEREIRA RESPONDE: "Com relação aos meios de transporte, eu os vi de duas espécies. O primeiro tipo de veículo é para retirar os espíritos daquele vale, verdadeiro antro, que é quase a Terra. Quem retirava aqueles espíritos dali eram os servidores da colônia. Para isso, utilizavam um veículo redondo, cheio de janelinhas ao redor, no qual se subia por meio de uma pequena escada. Mas nem todos subiam. Alguns ficavam aos gritos do lado de fora, sem entrar. No interior, era todo acolchoado, muito bonito e muito cômodo. Parecia recoberto por cetim ou seda, pois o tecido reluzia. Os espíritos sentavam-se ali e ficavam muito bem acomodados. Eu acredito que esse conforto era, antes de tudo, um primeiro ato de caridade, para aqueles espíritos se consolarem. Em cada detalhe percebíamos a ação da misericórdia divina. Aqueles veículos subiam no ar e rodavam, como dizem que fazem os discos voadores. Quando eles chegavam na entrada da colônia, os passageiros desciam e entravam por um portão. Parecia um castelo fortificado. Havia muita desarrumação naquele pátio enorme. Eu tinha intuição de que ainda estava em construção. Todos, ao descerem, preenchiam uma espécie de ficha, onde se anotava tudo: o nome, o local em que viveram, o gênero de suicídio que tiveram, o grau da instrução, a orientação religiosa etc. Dali é que eles seguiam, finalmente, para a colônia propriamente dita. Ali era só a entrada. Nesse momento é que mudavam os meios de transporte, quando surgiam as tais carruagens, muito bonitas, muito artísticas."
Certa vez, Chico Xavier, contou ao amigo Divaldo P. Franco que, quando estava psicografando, André Luiz levou-o (durante o sono) para que conhecesse Nosso Lar. Chico tomou o AERÓBUS - que é um dos veículos que ali se utiliza - e que viaja em correntes aéreas muito especiais, semelhantes as da Terra, tendo verdadeiras estradas e pontos de parada, onde descem e sobem os Espíritos, como nos nossos pontos de ônibus. Explicou-me que o mesmo faz lembrar um grande cisne, contendo o que seria uma escada rolante, que se projeta para fora e pela qual os Espíritos se adentram. Tal veículo era necessário, por causa das várias camadas psíquicas e magnéticas da Terra, nas quais o Espírito, que não tem habilidade para volitar (flutuar), não conseguiria atravessá-las, semelhante a uma barreira atmosférica para nós outros, os encarnados.
No livro "Transição Planetária", o Espírito Manoel Philomeno de Miranda conta no cap. 8 "Socorros Inesperados" que interrompeu um diálogo porque "naquele instante, havia parado a regular distância um veículo do qual saltaram alguns lidadores do Bem que se aproximaram(...). Diversos desses operários da caridade adentraram-se em nosso campo de socorro e passaram a assistir os sofredores, conduzindo-os, um a um, ao transporte que pairava no ar, a um metro, mais ou menos, acima do solo(...). O responsável pela condução agradeceu ao nosso mentor e, de imediato, a nave decolou com velocidade, seguindo o roteiro estabelecido."
Estas curiosidades nos fazem pensar: "Será que, o que alguns vêem no espaço, identificando como Discos Voadores não são estes veículos utilizados pelo plano espiritual para transportar Espíritos desencarnados?"
Como vemos, não podemos responder categoricamente se os OVNIs existem ou não, por ausência de provas definitivas, porém, devemos seguir o bom senso de Allan Kardec, que dizia: "quando uma ou algumas pessoas dizem estar vendo algo, é perfeitamente possível que elas estejam enganadas. Quando muitas pessoas no mesmo local dizem estar vendo algo, é possível que estejam enganadas. Mas quando milhares ou milhões de pessoas estranhas entre si, em épocas diferentes e de todas as partes do mundo (no caso dos OVNIs, muitas delas seguidoras de ideologias dogmáticas e contrárias à existência de vida fora da Terra) dizem estar vendo a mesma coisa, há uma grande possibilidade de estarem vendo algo real." Mas alerta Richard Simonetti: "É preciso cuidado na apreciação dessas experiências, principalmente quando relatadas por curiosos que se propõem a evocar extraterrestres em locais ermos (desertos), sem nenhum conhecimento a respeito do intercâmbio com o além, sem compreender que há mistificadores desencarnados dispostos a alimentar nossas fantasias." Sendo o Espiritismo uma religião de livre pensamento e bom senso, pede-se deixar este estudo para a Ciência, porque sabemos que "há mistérios que 'ainda' não nos será revelado devido ao nosso grau evolutivo, mas que não é impossível sua confirmação."
(Texto de Rudymara) - Fonte: GRUPO DE ESTUDO "ALLAN KARDEC" - Retirado do site www.espiritbook.com.br
domingo, 20 de abril de 2014
AO MORRER, UM ARTISTA CONTINUA PRODUZINDO SUAS OBRAS?
Geralmente, quando um artista morre, continua seu trabalho artístico no mundo extrafísico. Pintores, artistas plásticos, atores, músicos, cantores, escritores e todos aqueles que lidam com a arte de alguma forma, continuam a produzir suas obras na outra dimensão.
Marco Aurélio [meu parceiro espiritual que me traz as histórias dos romances] já me dizia algo semelhante em relação aos escritores, à época que iniciamos nossa parceria na escrita, há mais de trinta anos. Claro que alguns desses cultivadores das belas-artes, ao constatarem que há vida após a vida, deslumbram-se de tal maneira que deixam por algum tempo de produzir suas obras e partem para outros tipos de experiências, colocando a sensibilidade da alma em contato com outras formas de manifestação artística.
Outros, perturbados emocionalmente, morrem muito mal e passam longos períodos em tratamento hospitalar, limpando-se das energias tóxicas de seus próprios pensamentos pesados e destrutivos. Estes, geralmente, são artistas que, ao morrer, também têm suas obras logo esquecidas ou são aqueles que logo o público esquece. Parece que nunca passaram pelo planeta.
Já aquele que morreu e se recupera rapidinho, toma logo consciência da nova realidade, não entra em pânico, aceita a “morte” numa boa e segue adiante sua nova trajetória, tem sua obra reconhecida, o público sente muito a sua morte; o artista recebe uma centena de homenagens e sua obra não para de ser reeditada (no caso de um cantor/músico, por exemplo) ou seus filmes sempre são reprisados ou relembrados com muito carinho, no caso de um ator/atriz.
Às vezes, o artista morre, fica mal, sua obra ou ele é esquecido do público, porque a energia dele não está nada boa e ele está revoltado, perturbado, não quer saber de nada, nega a obra que fez, não dá valor ao que construiu na Terra, essas crises todas… e então, depois de dez, vinte, trinta anos ele melhora, fica bem, sai do surto, resolve voltar a cantar, a atuar, dirigir, pintar, e esse ato no astral reflete rapidinho aqui no planeta. É aquela situação que ocorre, por exemplo, quando um artista é “redescoberto”. De repente, alguém redescobre fulano, ou a obra de sicrano é resgatada, a filmografia do ator tal é considerada uma obra-prima, a musicalidade do cantor tal é vista por uma nova geração como algo de genialidade sem precedentes e por aí vai. O artista passa a ser valorizado da noite para o dia, ganha uma dimensão até maior do que quando tivera em vida. Por quê? Porque ele está muito, mas muito bem do lado de lá.
Quem tem me falado muito sobre esses assuntos é o meu amigo Túlio. Desencarnado descolado, nas horas vagas ele sempre vai com a sua namorada a um concerto, um show, uma peça de teatro lá na cidade astral onde mora. Não costuma me dizer o nome dos artistas que vê nos palcos atuando ou cantando; Túlio é discreto, não precisa ficar fazendo alarde, dizendo que viu fulano de tal, beltrano ou sicrano.
Mas Túlio revelou-me algo que quero compartilhar com você: me assegurou que a música espanta, de fato, a energia negativa. Segundo meu amigo, a melodia tem certos elementos astrais que conseguem quebrar e fazer as energias tóxicas sumirem no ar, higienizando e restaurando o ambiente. E me garante que não só escutar como também cantar ajuda a melhorar e harmonizar a energia do ambiente. Então, trate de soltar a voz no banheiro, porque cantar, efetivamente, seus males espanta. Palavra dos espíritos!
Túlio me disse também que há muito artista que continua fazendo sucesso no astral e que na minha fan page eu poderia, assim, se quisesse, colocar um vídeo de vez em quando, preferencialmente de um artista ligado à música, que já tivesse desencarnado. Seria uma maneira de o público saber que o artista já se foi; obviamente haverá artista com o qual você vai se surpreender em saber que já morreu, porque é aquele tipo de cantor que nunca ouviu falar mas sempre escutou a música no rádio, sabe?, como também postarei os “clássicos” desencarnados e que são admiradíssimos na outra dimensão, como Elvis Presley, Elis Regina ou Michael Jackson, para citar alguns. Túlio também quer aproveitar para movimentar a página, deixá-la mais alegre, divertida, não só com mensagens e também com um objetivo que considerei nobre da parte dele: levantar o pique de um artista lá no astral que esteja precisando de uma “força” aqui da gente, do nosso carinho, da nossa lembrança, a fim de, quem sabe, se recuperar mais rapidamente de seus processos emocionais e voltar a cantar. De repente você clica, escuta, gosta, e o seu gesto produz uma energia boa que vai para esse artista que está precisando de um pouco de carinho.
Bom, vamos contribuir com mais alegria, porque música encanta e alegra o coração, restaura o sistema imunológico, traz jovialidade e, depois que soube que também ajuda a limpar o ambiente das energias pesadas, olha que coisa boa! Já vai uma dica para o dia que você receber aquela visita meio “cabeça pesada” em casa. A visita foi embora e…hum… liga o som e bota a música que você mais gosta, seja de um artista vivo ou morto!
Até a próxima.
Beijocas, Marcelo Cezar
Retirado do site blogdomarcelocezar.wordpress.com
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