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sábado, 11 de março de 2017

ACEITAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO NÃO NOS OBRIGA A CONVIVER COM ELAS

É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada. A tolerância é uma necessidade urgente neste mundo violento de hoje, em que uma simples discussão no trânsito pode chegar a provocar mortes. A intolerância é a mãe do preconceito, da exclusão, do racismo, de tudo, enfim, que segrega, separa e agride o que não se aceita, o que não se acha normal, o que incomoda sem nem haver razão. Sim, é preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.
Podemos entender que o outro tem a própria maneira de pensar, que sua história de vida é peculiar e suas bagagens podem ser totalmente diferentes das nossas. Podemos compreender que as verdades alheias, por mais que nos soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e não necessariamente nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não nos dizem respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não temos como tentar intervir em estilos de vida que não são nossos. Devemos saber discordar sem ofender, sem tentar impor o que pensamos como verdade absoluta – isso é arrogância burra. Necessitamos ouvir o que o outro tem a dizer, por mais que não enxerguemos ali razão alguma, mesmo que o que disserem ou fizerem seja exatamente o contrário de tudo o que temos como certo. Desde que não nos ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa dignidade pessoal, os outros terão o direito de viver o que bem quiserem.
Por força maior, como o emprego ou a família, inevitavelmente estaremos sujeitos à obrigação de conviver ao lado de pessoas com quem não simpatizamos ou cujas idéias não se afinem minimamente com as nossas. No entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos momentos mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história de vida, de luta e de amor. Da mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada, afastando-nos das pessoas que nada nos acrescentam, sem precisar criticá-las ou brigar com elas. Sim, podemos – e devemos – aceitar as pessoas como elas são, pois isso é o mínimo que se requer, em se tratando de sociedade, porém, não seremos obrigados a conviver além do necessário, além do suportável, além do adequado, com gente que enche a paciência e nos irrita. Isso seria masoquismo.
Por Prof. Marcel CamargoRetirado do site http://www.resilienciamag.com

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA

De férias na casa de seus tios Dursley, Harry Potter (Daniel Radcliffe) recebe a inesperada visita de Dobby, um elfo doméstico, que veio avisá-lo para não retornar à Escola de Magia de Hogwarts, pois lá correrá um grande perigo. Harry não lhe dá ouvidos e decide retornar aos estudos, enfrentando um 2º ano recheado de novidades. Uma delas é a contratação do novo Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Gilderoy Lockhart (Kenneth Branagh), que é considerado um grande galã e não perde uma oportunidade de fazer marketing pessoal. Porém, o aviso de Dobby se confirma e logo toda Hogwarts está envolvida em um mistério que resulta no aparecimento de alunos petrificados.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL

Harry Potter (Daniel Radcliff) é um garoto órfão de 10 anos que vive infeliz com seus tios, os Dursley. Até que, repentinamente, ele recebe uma carta contendo um convite para ingressar em Hogwarts, uma famosa escola especializada em formar jovens bruxos. Inicialmente Harry é impedido de ler a carta por seu tio Válter (Richard Griffiths), mas logo ele recebe a visita de Hagrid (Robbie Coltrane), o guarda-caça de Hogwarts, que chega em sua casa para levá-lo até a escola. A partir de então Harry passa a conhecer um mundo mágico que jamais imaginara, vivendo as mais diversas aventuras com seus mais novos amigos, Rony Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson).

quarta-feira, 1 de julho de 2015

QUANTO À VERDADE

     Guarde contigo a convicção de que a Verdade não é patrimônio de ninguém em particular. Todos estamos a caminho da Verdade Integral através das múltiplas experiências no corpo físico. Mantenha-se sempre receptivo a luz Divina, sem se prender a fanatismos e preconceitos. 
    Não menosprezes a maneira de pensar de quem quer que seja, procure compreender que cada um se encontra em determinado degrau evolutivo. Quando o homem se conscientiza, espontaneamente vislumbra o que antes lhe era vedado enxergar. O sofrimento amadurece a alma para a Vida, enquanto somente a dor consegue nos despertar para a realidade do mundo íntimo. Não queira forçar os outros a pensar como você pensa.
    Vive a sua vida e exemplifica a sua verdade , deixando ao tempo a tarefa de convencer os que se trancam dentro de si mesmos, recusando-se a avançar na direção do progresso espiritual. Não se preocupe em converter ninguém ao teu modo de ser. Acredite que o Amor é mais importante do que a Verdade, porque “Deus é Amor”. São muitos os que conhecem, poucos os que sabem e raros os que amam.
     Diante da Verdade, os intelectuais se exaltam, mas os sábios se curvam. O Estudo, aliado ao Trabalho, é o caminho para a Verdade, mas o Amor é a Luz que te permite contemplá-la. Por agora, os homens se dividem em diferentes facções religiosas, mas tempo virá em que todos formarão um só rebanho de Deus.
    Sarava a Umbanda.
Retirado do Facebook, página TENDA Espírita Zurykan

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015


"Não haverá paz no mundo se não houver paz nas religiões e não haverá paz entre as religiões se não houver diálogo"




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

ParaNorman

   Em 'ParaNorman', o menino solitário e introvertido de 11 anos Norman Babcock passa a maior parte dos seus dias apreciando detalhes de filmes de terror e estudando crenças sobre fantasmas. Ele é visto como um estranho por onde passa, tanto na escola como dentro de casa. De fato, Norman tem a habilidade de ver e falar com os mortos, como a sua amada avó. No colégio, Norman se esquiva do bullying de Alvin, troca confidências com o impressionável Neil e tenta não prestar muita atenção em sua professora petulante, a senhora Henscher. Norman é contatado inesperadamente por seu estranho tio Prenderghast, que o derruba com a revelação de que a praga de séculos de uma bruxa é verdadeira e está prestes a se tornar realidade e que apenas Norman é capaz de impedir que isso possa atingir o povo da cidade.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

LIMITES DA TOLERÂNCIA

     Tudo tem limites, também a tolerância, pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer: "Não te é permitido fazer o que fazes...". Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa, insensibildade ética ou comodismo.
     Não devemos ter tolerância com aqueles que têm poder de erradicar a vida humana do Planeta e de destruir grande parte da biosfera. Há que submetê-los a controles severos.
     Não devemos ser tolerantes com aqueles que assassinam inocentes, abusam sexualmente de crianças, traficam órgãos humanos. Cabe aplicar-lhes duramente às leis.
     Não devemos ser tolerantes com aqueles que escravizam menores para produzir mais barato e lucrar no mercado mundial. Aplicar contra eles a legislação mundial.
     Não devemos ser tolerantes com terroristas que em nome de sua religião ou projeto político cometem crimes e matanças. Prendê-los e levá-los às barras dos tribunais.
     Não devemos ser tolerantes com aqueles que falsificam remédios que levam pessoas à morte ou instauram políticas de corrupção que delapidam os bens públicos. Contra estes devemos ser especialmente duros, pois ferem o bem comum.
     Não devemos ser tolerantes com as máfias das armas, das drogas e da prostituição que incluem seqüestros, torturas e eliminação física de pessoas. Há punições claras.
     Não devemos ser tolerantes com práticas que, em nome da cultura, cortam as mãos dos ladrões e submetem mulheres a mutilações genitais. Contra isso valem os direitos humanos.
     Nestes níveis não há que ser tolerante, mas decididamente firme, rigoroso e severo. Isso é virtude da justiça e não vício da intolerância. Se não formos assim, não teremos princípios e seremos cúmplices com o mal.
     A tolerância sem limites liquida com a tolerância, assim como a liberdade sem limites conduz à tirania do mais forte. Tanto a liberdade quanto a tolerância precisam, portanto, da proteção da lei. Senão, assistiremos a ditadura de uma única visão de mundo que nega todas as outras. O resultado é raiva e vontade de vingança, fermento do terrorismo.
     Onde estão então os limites da tolerância? No sofrimento, nos direitos humanos e nos direitos da natureza. Lá onde pessoas são desumanizadas, aí termina a tolerância. Ninguém tem o direito de impor sofrimento injusto ao outro.
     Os direitos ganharam sua expressão na Carta dos Direitos Humanos da ONU, assinada por todos os países. Todas as tradições devem se confrontar com aqueles preceitos. Se práticas implicarem violação daqueles enunciados, não podem se justificar. A Carta da Terra zela pelos direitos da natureza. Quem os violar perde legitimidade.


     Por fim, é possível ser tolerante com os intolerantes? A história comprovou que combater a intolerância com outra intolerância leva à aspiral da intolerância. A atitude pragmática busca estabelecer limites. Se a intolerância implicar crime e prejuízo manifesto a outros, vale o rigor da lei e a intolerância deve ser enquadrada. Fora deste constrangimento legal, vale a liberdade.
     Deve-se confrontar o intolerante com a realidade que todos compartilham como espaço vital. Deve-se levá-lo ao diálogo incansável e fazê-lo perceber as contradições de sua posição. O melhor caminho é a democracia sem fim, que se propõe incluir a todos e a respeitar um pacto social comum.
    Leonardo Boff (Fonte: Filosofando e Historiando) - Retirado do site www.portalarcoiris.ning.com

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

COMPREENSÃO E TOLERÂNCIA

Amados filhos da Terra,Meus irmãos:

Muitos homens pensam que a compreensão é tolerância, ou vice-versa. No entanto, existe uma grande diferença entre compreender e tolerar. A compreensão e a tolerância são Virtudes Divinas de grande auxílio no aperfeiçoamento humano.


Compreensão, para quase todo mundo, é julgar que um fato, um comportamento, uma atitude que encontrou ressonância em seu interior e que está claro e definido teve o beneplácito de sua compreensão.


Na verdade, a compreensão pregada pelas Leis Divinas não envolve a razão como juiz mas, sim, os ditames do amor. A Compreensão é o fruto de um amor profundo que, menosprezando o lado negativo da questão, do comportamento e dos fatos, encontra sempre o lado positivo, daí desculpando e entendendo uma ação tida como incompreensível.


Nada existe que não se possa compreender. Se todos os seres possuem em si o Deus Interior e foram feitos "à imagem e semelhança de Deus", basta que se consulte pela meditação e quietação dos sentidos, a voz silente de Deus em nós todos. Se entrarem no silêncio da meditação encontrarão a compreensão total, porque Deus é Amor-Compreensão! Compreensão não é tolerância, embora a Compreensão leve à Tolerância, uma vez que se obtenha a orientação segura, a orientação Divina.


A Tolerância é uma virtude que tem grande mérito porquanto envolve outras mais como caridade, paciência e humildade. A tolerância de que falo é aquela que se deve dedicar a fatos, comportamentos e atos que, aparentemente e no primeiro momento, parecem procedimentos irracionais, monstruosos, errados e imperfeitos, quando não imperdoáveis.


Antes de se tomar uma posição condenatória é preciso que se encontre, pela meditação, os motivos reais que pudessem ter norteado tal procedimento inexplicável! Tenha muito cuidado e lembre-se: "não julgueis para não serdes julgados". O verdadeiro juiz é Deus. As raízes dos acontecimentos que rodeiam a humanidade são profundas e inúmeras. Tudo o que ocorre tem a sua razão de ser, seja pela vontade de Deus ou pelo peso do resgate de culpas passadas.


Se não se é capaz de saber qual a raiz do todo, o acertado é que se aceite com amor, que se tolere o que se julga errado. Na decisão de tentar compreender, exercita-se a humildade, pois se põe a questão nas mãos do Todo Poderoso, sabendo-O capaz de tudo entender e saber! Quem ama de verdade, com o amor Divino, compreende e tolera com humildade, dada a sua incapacidade de ser juiz. Antes de emitir um conselho visando a dar um meio melhor de viver e atuar, analise-se, coloque-se na mesma situação que não aceita ou condena.


Verá como é difícil a tarefa! Daí, chega-se à conclusão de que o Amor é o melhor caminho para se viver em Paz, Compreendendo, Tolerando com humildade, à semelhança de Francisco de Assis. No "Amai-vos uns aos outros" está a esperança de dias mais venturosos.


EU SOU
HILARION

terça-feira, 31 de agosto de 2010

TOLERÂNCIA

     "Em termos espirituais, ter êxito significa ser capaz de permanecer estável, neutro e positivo frente às diversas circunstancias e desafios que se apresentam. O êxito é a habilidade da alma em manter-se em um estado elevado em todas as situações.
     A fim de obter êxito em cada tarefa, a principal virtude, que é essencial integrar em nossa vida, junto com ser fácil e flexível é a tolerância. Do mesmo modo que uma pessoa com muita paciência leva a cabo uma tarefa depois de cuidadosa consideração, da mesma forma, quem é tolerante, é capaz de acalmar as almas com padrões fortes de personalidade e fazer que uma tarefa difícil se torne fácil.
      No rosto daqueles que tem o poder da tolerância se verá que estão contentes e satisfeitos. Seus olhos e feições nunca serão de descontentamento. E quem permanece contente fará os demais contentes e leves. A virtude da tolerância é um aprendizado importante. Quanto mais enraizamos o poder da tolerância em nós mesmos, mais contentes permanecemos e vivenciaremos também a satisfação dos outros conosco. Uma pessoa tolerante valoriza a riqueza que representa para a vida a diversidade de opiniões e perspectivas e por isso se mantém tranqüila e satisfeita. Estar contente significa conseguir êxito a nível espiritual.
 
     Quem é tolerante pode explorar a profundidade do conhecimento espiritual e aplicá-lo em sua vida, através disso é capaz de obter muito poder e fortaleza. Do mesmo modo quando vamos ao fundo do oceano podemos descobrir tesouros valiosos, a alma que tem o poder da tolerância possui a sabedoria necessária para ir ao fundo do significado e a essência das situações. O poder da tolerância nos permite desabrochar muitas virtudes, tirar beneficio e aprendizagem de cada situação, assim como permanecer neutro e equânimes em cada situação.
     Quanto mais nos aprofundamos no valor dessa virtude, mais compreenderemos sua importância e suas implicações práticas. Ali onde reina o verdadeiro Amor, a tolerância é ilimitada."

Brahma Kumaris World Spiritual University
(Traduzido por: Lucia Gualdi)     Retirado do site http://portalarcoiris.ning.com