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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

GENTILEZA




quarta-feira, 10 de dezembro de 2014


domingo, 21 de setembro de 2014


terça-feira, 19 de novembro de 2013


terça-feira, 21 de maio de 2013

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sábado, 27 de abril de 2013

    O que era para ser unicamente uma atitude pessoal ganhou o mundo graças a uma turista do Arizona que registrou com a câmera de seu celular e postou no Facebook a imagem de um ser humano agindo com humanidade. Estranho mundo esse nosso...
    O que deveria ser corriqueiro casou espanto e admiração...
Foram mais de 400.000 compartilhamentos.

   O que era para ser unicamente uma atitude
                                                          pessoal ganhou
                                                          o mundo graças
                                                          a uma turista
                                                          do Arizona que
                                                          registrou com
                                                          a câmera de
                                                          seu celular e
                                                          postou no
                                                          Facebook a
                                                          imagem de um
                                                          ser humano
                                                          agindo com
                                                          humanidade.
                                                          Estranho mundo
                                                          esse nosso...
                                                          O que deveria
                                                          ser
                                                          corriqueiro
                                                          casou espanto
                                                          e admiração...
                                                          Foram mais de
                                                          400.000
                                                          compartilhamentos.
                                                          Tudo começou
                                                          quando o Larry
                                                          DePrimo um
                                                          policial de
                                                          Nova York de
                                                          25 anos fazia
                                                          sua ronda
                                                          normal pela 7º
                                                          Avenida na
                                                          altura da Rua
                                                          44... DePrimo,
                                                          observou
                                                          sentado numa
                                                          calçada um
                                                          morador de rua
                                                          que tremia de
                                                          frio... Sem
                                                          ter com que se
                                                          cobrir e
                                                          descalço o
                                                          homem tentava
                                                          se aquecer
                                                          mantendo-se
                                                          encolhido e
                                                          silencioso.
                                                          Diante da
                                                          cena, o jovem
                                                          policial se
                                                          aproximou
                                                          olhou, deu
                                                          meia volta,
                                                          entrou uma
                                                          loja e com o
                                                          dinheiro que
                                                          carregava em
                                                          seu bolso,
                                                          comprou um par
                                                          de meias
                                                          térmicas e uma
                                                          bota de
                                                          inverno –
                                                          gastou 75
                                                          dólares. De
                                                          volta à
                                                          presença do
                                                          morador de
                                                          rua, DePrimo,
                                                          lhe entregou
                                                          as meias e as
                                                          botas. O
                                                          homem, segundo
                                                          DePrimo, deu
                                                          um sorriso de
                                                          orelha a
                                                          orelha e lhe
                                                          disse: “Eu
                                                          nunca tive um
                                                          par de sapatos
                                                          em toda a
                                                          minha vida”.
                                                          No entanto, o
                                                          gesto não se
                                                          conclui na
                                                          entrega do
                                                          presente...
                                                          Percebendo que
                                                          o morador de
                                                          rua tinha
                                                          dificuldade em
                                                          se mover, o
                                                          policial se
                                                          agachou,
                                                          colocou as
                                                          meias, as
                                                          botas, amarrou
                                                          os cadarços e
                                                          pergunto:
                                                          ficou bom? A
                                                          resposta foram
                                                          dois olhos
                                                          felizes,
                                                          lagrimejados e
                                                          um novo
                                                          sorriso. Ao se
                                                          despedir,
                                                          DePrimo
                                                          perguntou se o
                                                          homem queria
                                                          um copo de
                                                          café e algo
                                                          para comer...
                                                          “Ele me olhou
                                                          e cortesmente
                                                          declinou a
                                                          oferta. Disse
                                                          que eu já
                                                          havia feito
                                                          muito por
                                                          ele”. Aqui
                                                          deveria ser o
                                                          fim da cena. O
                                                          pano cairia e
                                                          todos iriam
                                                          para casa...
                                                          Mas não foi.
                                                          Jennifer
                                                          Foster, autora
                                                          da foto, foi
                                                          para casa
                                                          abriu seu
                                                          computador e
                                                          postou em sua
                                                          página a foto
                                                          e escreveu o
                                                          seguinte
                                                          texto,
                                                          dirigido ao
                                                          Departamento
                                                          de Policia de
                                                          Nova York.
                                                          “Hoje, me
                                                          deparei com a
                                                          seguinte
                                                          situação.
                                                          Caminhava pela
                                                          cidade e vi um
                                                          homem sentado
                                                          na rua com
                                                          frio, sem
                                                          cobertor e
                                                          descalço.
                                                          Aproximei-me e
                                                          justamente
                                                          quando ia
                                                          falar com ele,
                                                          surgiu por
                                                          trás de mim um
                                                          policial de
                                                          seu
                                                          departamento.O
                                                          policial
                                                          disse: ‘tenho
                                                          umas botas
                                                          tamanho 12
                                                          para você e
                                                          umas meias. As
                                                          botas servem
                                                          para todo tipo
                                                          de clima.
                                                          Vamos
                                                          colocar’?”
                                                          “Afastei-me e
                                                          fiquei
                                                          observando. O
                                                          policial se
                                                          abaixou,
                                                          calçou as
                                                          meias no
                                                          homem, as
                                                          botas e
                                                          amarrou seus
                                                          cadarços.
                                                          Falou alguma
                                                          coisa a mais
                                                          que não
                                                          entendi,
                                                          levantou e
                                                          falou,
                                                          cuide-se”.
                                                          “Ele foi
                                                          discreto, não
                                                          fez aquilo
                                                          para chamar a
                                                          atenção, não
                                                          esperou
                                                          reconhecimento,
                                                          apenas fez”.
                                                          “Se foi sem
                                                          perceber que
                                                          eu o olhava e
                                                          que havia
                                                          fotografado a
                                                          cena. Pena, me
                                                          faltou coragem
                                                          para me
                                                          aproximar, lhe
                                                          estender a mão
                                                          e dizer
                                                          obrigado por
                                                          me fazer crer
                                                          que a policia
                                                          que sonho é
                                                          possível”.
                                                          “Bem, digam a
                                                          ele isso por
                                                          mim”. Jennifer
                                                          Foster. Em
                                                          poucas horas,
                                                          o texto e a
                                                          foto de
                                                          Jennifer
                                                          pipocaram por
                                                          todo o
                                                          território
                                                          americano e
                                                          por boa parte
                                                          do mundo.
                                                          Larry DePrimo,
                                                          soube por um
                                                          colega que lhe
                                                          telefonou para
                                                          contar...
                                                          Quando voltou
                                                          ao trabalho e
                                                          se preparava
                                                          para sair às
                                                          ruas foi
                                                          chamado por
                                                          seus
                                                          superiores,
                                                          ouviu um
                                                          elogio,
                                                          recebeu
                                                          abraços de
                                                          seus
                                                          companheiros e
                                                          quando seu
                                                          chefe lhe
                                                          disse que o
                                                          departamento
                                                          iria lhe
                                                          ressarcir o
                                                          dinheiro gasto
                                                          de seu próprio
                                                          bolso, Larry
                                                          recusou e
                                                          disse: “Não
                                                          senhor,
                                                          obrigado. Com
                                                          meu dinheiro,
                                                          faço coisas
                                                          nas quais
                                                          acredito”.
                                                          Fonte:
                                                          Elmundo.es/Nueva
                                                          York e
                                                          Newsday. 

   Tudo começou quando o Larry DePrimo um policial de Nova York de 25 anos fazia sua ronda normal pela 7º Avenida na altura da Rua 44. DePrimo, observou sentado numa calçada um morador de rua que tremia de frio. Sem ter com que se cobrir e descalço o homem tentava se aquecer mantendo-se encolhido e silencioso.
    Diante da cena, o jovem policial se aproximou olhou, deu meia volta, entrou uma loja e com o dinheiro que carregava em seu bolso, comprou um par de meias térmicas e uma bota de inverno – gastou 75 dólares. De volta à presença do morador de rua, DePrimo, lhe entregou as meias e as botas.
    O homem, segundo DePrimo, deu um sorriso de orelha a orelha e lhe disse: “Eu nunca tive um par de sapatos em toda a minha vida”.
    No entanto, o gesto não se conclui na entrega do presente. Percebendo que o morador de rua tinha dificuldade em se mover, o policial se agachou, colocou as meias, as botas, amarrou os cadarços e pergunto: ficou bom? A resposta foram dois olhos felizes, lagrimejados e um novo sorriso.
     Ao se despedir, DePrimo perguntou se o homem queria um copo de café e algo para comer. “Ele me olhou e cortesmente declinou a oferta. Disse que eu já havia feito muito por ele”.
     Aqui deveria ser o fim da cena. O pano cairia e todos iriam para casa. Mas não foi.
   Jennifer Foster, autora da foto, foi para casa abriu seu computador e postou em sua página a foto e escreveu o seguinte texto, dirigido ao Departamento de Policia de Nova York.

    “Hoje, me deparei com a seguinte situação. Caminhava pela cidade e vi um homem sentado na rua com frio, sem cobertor e descalço. Aproximei-me e justamente quando ia falar com ele, surgiu por trás de mim um policial de seu departamento.O policial disse: ‘tenho umas botas tamanho 12 para você e umas meias. As botas servem para todo tipo de clima. Vamos colocar’? Afastei-me e fiquei observando. O policial se abaixou, calçou as meias no homem, as botas e amarrou seus cadarços. Falou alguma coisa a mais que não entendi, levantou e falou, "cuide-se”.
    Ele foi discreto, não fez aquilo para chamar a atenção, não esperou reconhecimento, apenas fez. Se foi sem perceber que eu o olhava e que havia fotografado a cena. Pena, me faltou coragem para me aproximar, lhe estender a mão e dizer obrigado por me fazer crer que a policia que sonho é possível. Bem, digam a ele isso por mim”.
    Jennifer Foster.

    Em poucas horas, o texto e a foto de Jennifer pipocaram por todo o território americano e por boa parte do mundo. Larry DePrimo, soube por um colega que lhe telefonou para contar. Quando voltou ao trabalho e se preparava para sair às ruas foi chamado por seus superiores, ouviu um elogio, recebeu abraços de seus companheiros e quando seu chefe lhe disse que o departamento iria lhe ressarcir o dinheiro gasto de seu próprio bolso, Larry recusou e disse: “Não senhor, obrigado. Com meu dinheiro, faço coisas nas quais acredito”.
    Recebido por e-mail de Maísa Mazetto

segunda-feira, 11 de março de 2013

GENTILEZA GERA GENTILEZA


    Nestes tempos de muita preocupação consigo mesmo, e de pouco tempo para o outro, de tempos "sem-tempo", quero chamar a atenção para uma virtude que anda meio esquecida: a gentileza.
   Gentileza que não quer dizer fraqueza, nem é virtude só para mulheres. Gentileza que significa cortesia, amabilidade, fidalguia, bom tratamento. Tem um poder muito grande e tem relação direta com a inteligência bem como denota elevação moral.
   Muitos se desculpam dizendo "não tenho tempo para estas coisas". Porém, sempre é tempo para uma palavra de amizade, para um telefonema cordial, para um sorriso de afeto, dirigido mesmo àqueles que parecem endurecidos e impermeáveis às boas maneiras. A gentileza depende do hábito. Comece hoje a cultivá-la. Há muitas maneiras de adquirir esse hábito mas precisa ter disciplina e força de vontade. Pode-se ser gentil com os superiores, mas é muito mais difícil ser gentil com os subalternos ou com os familiares e amigos próximos, justamente aqueles com quem acabamos desdenhando as regras da conduta sadia. Pode-se ser gentil no trânsito, com os transeuntes, em casa, no trabalho, em todos os lugares.
    Cada vez é mais raro ver-se, por exemplo, uma pessoa que dê lugar a outra, dentro de um ônibus lotado. Ou numa fila. Não falo aqui de obedecer a sua vez na fila, mas de dar a vez para outra pessoa que pareça mais aflita ou necessitada. Pelo contrário: quando podem, as pessoas `furam' a fila, quase sempre invocando um título ou uma posição social que os outros não têm. Cada vez é mais raro ver as pessoas ajudando outras a carregar sacolas, a levantar objetos caídos, a ajudar um idoso a atravessar a rua, ou a empurrar um carro que não pega. As pessoas alegam que não têm tempo, mas na verdade o tempo é a gente que fabrica. Quantos passam horas à frente dos tele-jornais e das novelas e alegam não ter tempo para agradecer uma carta, um e-mail, um convite ou um favor recebido.
    Outro cuidado que a gente não tem: quando precisamos fazer um telefonema, não cogitamos se estamos a incomodar o outro na hora em que ele pode estar mais ocupado. É importante que não façamos ligações em horas tardias, nem tomemos o tempo por mais de dois minutos, em assuntos triviais. Quando esses pequenos gestos de fraternidade e reconhecimento vão sendo esquecidos, a pessoa vai ficando fria e áspera, acreditando que todos devem ser gentis para com ela, mas esquecendo que esse dever é recíproco e que devemos ser aquele que dá o primeiro passo. Quantas vezes, no trânsito, não esperamos o pedestre terminar de atravessar a rua, buzinamos impacientemente, não damos a vez ao que está pretendendo entrar numa via preferencial, nem damos carona à mulher grávida ou ao ancião.
    "Muito obrigado", "por favor", "está ótimo o seu café", "bom dia", "boa tarde", "desculpe", são expressões que estão se ouvindo cada vez menos. Nosso teste permanente é com os familiares. No tom de voz, no tempo que lhes damos, nas pequenas atitudes para com o cônjuge, seja oferecendo-se um dia para enxugar a louça, para passar o aspirador, ou surpreendê-lo com um café na cama. Nosso exemplo é seguido pelos filhos. Não podemos chamar-lhes a atenção por tratar rispidamente a empregada se nós próprios não os ensinamos, pelo exemplo, a respeitar e a pedir "por favor' mesmo àqueles a quem pagamos para trabalhar para nós. Na rua, outra maneira de demonstrarmos nossa civilidade é a forma como tratamos o pedinte. Mesmo que não possamos lhe dar nada, o importante é tratá-lo como ser humano, sem diminuir-lhe ainda mais a sua dignidade. Se não pudermos orientá-lo ou ajudá-lo, pelo menos vamos vibrar positivamente, em silêncio, certos de que o nosso pensamento poderá suavizar o seu padecimento.
    A gentileza tem um pouco de renúncia e muito a ver com a generosidade, e esta é irmã da caridade, por isso que quanto mais elevada a pessoa, mais gentil ela é. Aliás, segundo Joana, o culto à gentileza é uma preparação para a transferência às Colônias Espirituais, onde teremos residência e onde o respeito e a cordialidade preponderam nos círculos de Espíritos mais conscientes ("Celeiro de Bençãos", cap.53). Por isso, o Espírito Meimei diz que "o primeiro degrau do Paraíso chama-se gentileza" .
    Virtude que pertence à família do AMOR, é também a chave que abre as portas do sucesso, porque não há coração mais empedernido que a gentileza não consiga desarmar, nem situação mais desfavorável que não consiga reverter. Por isso dizer-se que a pessoa gentil usa da inteligência, por isso que é mais bem sucedida, sempre, ainda que não deva usar a gentileza com essa intenção oculta. A pessoa gentil tem paciência no ouvir as pessoas, mesmo aquelas cuja conversa parece não trazer nada de útil. Segundo Chico Xavier, às vezes é preciso peneirar muito cascalho para se obter uma grama de ouro. Mas em toda conversa sempre há alguma coisa que se aproveite... Por isso, o sinal de inteligência: a pessoa que ouve, aumenta o número dos seus conhecimentos. Só por aí já se vê quanto ganho temos por ouvir mais...
    Engana-se quem pensa que a gentileza é própria da mulher. Os espíritos precisam progredir em tudo e por isso a afabilidade e a gentileza têm vez em qualquer pessoa e em qualquer lugar, demonstrando o longo caminho já percorrido pelo Espírito. Um exemplo grandioso de gentileza vemos em Chico Xavier. Ele, com sua infinita paciência e humildade, sempre atendendo a todos, sem jamais demonstrar contrariedade ou cansaço, é o apóstolo da caridade. Sufocando a dor de angina, que às vezes se torna insuportável, Chico já passou dos 90 janeiros, sempre com uma palavra gentil e consoladora, para balsamizar os corações doridos que o procuram.
    E quando a pessoa adquire o hábito da gentileza, esse proceder se torna uma segunda natureza. Ela assim age porque se sente bem. Não o faz para se sentir virtuosa ou para que os outros a admirem, até porque `a virtude desconhece a si mesma' e, segundo o Padre Vieira, "o prêmio das boas ações é praticá-las". A pessoa gentil só tem um "defeito": é difícil a gente se aproximar dela, porque está sempre rodeada de muitas pessoas, que procuram se beneficiar desse seu halo de grandiosidade e nobreza. Ainda que você não acredite em tudo o que pode a gentileza, ainda que ache que tudo isso é exagero, se você for gentil, estará se presenteando a si mesmo, porque tornará sua vida bem mais prazeirosa. E viver de bem com a gente mesmo já é um grande passo para viver de bem com toda a Humanidade.
(Jornal Mundo Espírita de Novembro de 2000 - Retirado do site http://www.espirito.org.br)




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

GENTILEZA É VIRTUDE, NÃO RETRIBUIÇÃO


  Preocupa-me ver as pessoas não perceberem que contribuem com aquilo que desprezam. Explico...
     Vários foram os locais onde vi pessoas do bem postando e compartilhando uma frase que é um verdadeiro sofisma*, a qual diz, em suma, que serão gentis com quem se relaciona com elas se estas forem gentis primeiro. Essa afirmação PARECE dizer que se retribuirá um bom (gentil) comportamento com outro bom comportamento, o que seria, APARENTEMENTE, um estímulo ao relacionamento educado e saudável.
    Mas sou altamente crítica quando a mim mesma e tendo opiniões formadas divergentes de muitos, possuo coragem de dizer publicamente que não é assim.
    Quando conheci o Cristo, uma das primeiras coisas que consegui absorver foi que não se faz ao outro o que não gostaríamos que nos fizessem. Jesus nunca disse em complemento "mas se teu irmão for agressivo, seja igualmente e ele aprenderá". Vejo que atitudes do estilo "te trato como me tratas" somente estimulam a indiferença, o desrespeito, a vingança, o desamor, a desconfiança, provocando um círculo vicioso sem fim.
    Por isso afirmo que ser gentil somente com quem é gentil conosco, ainda que não tenhamos preconceito algum contra eles, é agir contra os preceitos cristãos. Entendo que gentileza é uma VIRTUDE que nasce na alma e é usada sem restrições ou motivações externas, ela existe porque é certo tratar bem o nosso próximo, ainda que ele seja bruto no trato, desagradável no falar, rústico em seus pensamentos, agressivo em sua forma de ser. Sem dúvida não é fácil, ainda, para quem carrega imperfeições fundadas no orgulho, característica da maioria dos indivíduos na humanidade, "engolir em seco" a má educação alheia. Mas enquanto nos permitirmos ser algo que achamos ruim porque o outro nos impõe isso, ou melhor, enquanto nos permitirmos dar apenas em retribuição, nunca sendo os primeiros a exemplificar, não conseguiremos possuir as virtudes que almejamos, a evolução que buscamos, a paz que lutamos por merecer e ver florescer no mundo.
    Quanto aos outros, que sejam como são.
   Quanto a mim, serei o que concluí que é certo ser. Isso significa ser uma pessoa boa sem que ninguém precise sê-lo antes de mim. É para aprender a aplicar isso que estou viva...

____________

* Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular a verdade, apresentando-a sob esquemas que aparentam seguir as regras da lógica. 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A CORRENTE DO BEM

    Como foi falado na aula de ontem sobre gentileza, caridade, fazer o bem e citamos o filme A CORRENTE DO BEM, resolvi colocar um resuminho da história ... É um filme meio antigo, mas acho que deve ter nas locadoras.

     A Corrente do Bem conta a história de um jovem que crê ser possível mudar o mundo a partir da ação voluntária de cada um. O professor de Estudos Sociais Eugene Simonet (Kevin Spacey) não espera que a turma da 7.ª série deste ano seja diferente das anteriores. Por isso, ele sugere o mesmo trabalho de sempre no primeiro dia de aula, sem maiores expectativas quanto aos resultados: os alunos têm de pensar num jeito de mudar nosso mundo e colocar isso em prática.
     Mas o garoto Trevor Mckinney (Haley Joel Osment) resolve levar o trabalho a sério. Aos 11 anos, ele mora num bairro de classe operária de Las Vegas com a mãe, Arlene, que trabalha à noite como garçonete numa boate de strip tease, de dia, num cassino e tem pouco tempo para ele O pai, então, raramente aparece.
     A paixão do professor Eugene inspira Trevor, que cria a corrente do bem. A idéia é baseada em três premissas: fazer por alguém algo que este não pode fazer por si mesmo; fazer isso para três pessoas; e cada pessoa ajudada fazer isso por outras três. Assim, a corrente cresceria em progressão geométrica.
      O garoto vai em frente com seu plano e as conseqüências começam a aparecer. Ele dá a um jovem sem-teto (Jim Caviezel, de Além da Linha Vermelha) um lugar para dormir e para tomar um banho. Isso emociona uma sem-teto mais velha, Grace (Angie Dickinson, de Caçada Humana e Vestida Para Matar) e acaba chegando até um jovem repórter (Jay Mohr), que tenta perseguir aquilo que acredita ser uma grande história.
      Sem que Trevor saiba, a concepção da corrente do bem iniciada em Las Vegas está se espalhando pelos Estados Unidos.


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

UMA BOA AÇÃO PARA CADA DIA

    Até na vida mais caótica há espaço para a gentileza cotidiana. A seguir, algumas sugestões de pequenos atos que não levam mais que 15 minutos para serem feitos e geram sentimentos bons (para quem recebe e principalmente para quem faz):

1. Cumprimente um estranho
2. Ponha uma moeda num brinquedo infantil que está prestes a expirar
3. Visite alguém doente em casa
4. Doe roupas  que você não queira mais
5. Ajude uma mãe ocupada a levar as compras até o carro
6. Seja um bom ouvinte para quem precisa falar
7. Leve um café fresco ou um copo de água/suco gelado para o prestador de serviço que está na sua casa (pedreiro, pintor, jardineiro, técnico em conserto)
8. Disponibilize-se a ajudar um casal que acabou de ter filho
9. Segure a porta para quem vem atrás
10. Ceda o lugar para quem tem mais pressa que você num estacionamento lotado
11. Doe sangue
12. Doe material de artesanato para uma creche
13. Cate o lixo de um lugar público
14. Seja voluntário numa casa de repouso para idosos
15. Deixe uma gorjeta generosa para o garçom
16. Tome conta do filho de alguém para que os pais possam passear ou fazer compras sozinhos
17. Mande um bilhete de apoio a quem passa por dificuldades
18. Doe livros a uma escola
19. Doe os brinquedos (em bom estado) que seus filhos não queiram mais
20. Recolha dinheiro com os amigos para uma instituição de caridade ou uma família que passe por dificuldades
21. Seja mentor de alguém no seu campo profissional
22. Ceda o seu lugar a alguém no transporte público
23. Telefone ou visite um idoso que more sozinho
24. Leve para o local de trabalho uma caixa de bombons, biscoitos ou faça um bolo e divida com os seus colegas
25. Dê carona a quem não tem carro
26. Varra a calçada daquela vizinha idosa
27. Escreva uma carta ao supervisor elogiando um funcionário que trabalha direito
29. Pague um lanche ou sorvete àquela criança ou adulto que está na lanchonete "só olhando" porque não tem dinheiro para comprar
30. Tricote sapatinhos de bebê ou meias de lã e doe para orfanatos e asilos
31. Sempre diga: Por favor, Com licença, Obrigado
32. Elogie mais seus amigos e familiares (elogios sinceros, do contrário a pessoa perceberá na hora a falsidade) 
33. Procure sempre ser pontual e cumprir o prometido

Lisa Bendall - Revista Seleções - Reader's Digest (09/2010)