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sexta-feira, 29 de abril de 2016

THE MONSTER OF MANGATITI

    Esse filme/documentário não é espírita mas podemos tirar várias lições dele. 

    Baseado numa história real, ele narra a história de Heather Walsh, uma jovem de 19 anos que aceita trabalhar como professora do filho de um fazendeiro numa fazenda de difícil acesso, no Vale do Mangatiti_ Nova Zelândia. Após um  momento de carência, Heather mantêm relações sexuais por uma noite com Bill, no dia seguinte ela se dá conta do erro... mas já é tarde para arrependimentos. O patrão antes gentil, educado e cavalheiro se torna um pesadelo: violento, abusivo e dominador. O filme mostra a dominação psicológica, física e emocional do patrão para com a "empregada". 
     Um dia Heather vai visitar sua mãe e tem a oportunidade de fugir do cativeiro mas a impotência, a culpa e os sentimentos de proteção que ela nutre pelo filho de Bill a fazem desistir e voltar para a fazenda. Nessa cena eu percebi o exemplo real do carma, do estrago que o sentimento de culpa (de outras vidas) faz com as pessoas. Antes de perdoar aos outros, devemos primeiramente nos perdoar. Não precisamos mais (salvo algumas exceções) sofrer o que infligimos aos outros em encarnações passadas para aprendermos as lições da Vida.
PS: assisti pelo Netflix

terça-feira, 31 de março de 2015

SUGESTÃO para LEITURA - MARÇO/2015

1- TREZE ALMAS (Marcelo Cezar): Em 1974 o centro de São Paulo foi palco de uma tragédia marcante. Um incêndio no Edifício Joelma deixou aproximadamente 200 mortos_ entre eles, 13 pessoas que ficaram presas em um dos elevadores e cujas identidades nunca foram descobertas. Uma dessas almas revelou-se ao autor e narrou sua história: Lina, moça nascida no sertão nordestino, teimosa, inflexível e muito resistente às mudanças, apesar do bom coração, não se dá conta de que cultivar valores extremistas só lhe causa dor e sofrimento. A fim de construir nova vida, ela muda-se para São Paulo... é quando seu destino vai de encontro à tragédia do Edif. Joelma, local marcado por energias pesadas por ter sido cenário de muitas mortes com açoitamento de escravos durante os séculos XVII e XVIII e um assassinato envolto por mistérios conhecido como o "crime do poço", ocorrido na década de 40. Esta obra mostra a importância de superarmos padrões comportamentais fixos e nocivos e desvenda o mistério das 13 almas e de que forma os milagres acontecem.

2- LABIRINTOS DA CULPA (Roberto de Carvalho): Rosália desperta no plano espiritual 10 anos após seu desencarne, quando o esqueleto de seu corpo é encontrado num matagal, às margens de uma rodovia. Inconsciente, perambula a esmo, buscando aliviar suas dores por meio da aproximação  com os encarnados. Auxiliada por Bertoldo_ espírito devedor que vive fugindo da realidade equivocada do seu passado, é encaminhada a uma casa fraterna, onde recebe orientações resgata memórias de sua última encarnação. A lembrança dos equívocos cometidos a mantém prisioneira de um forte sentimento de culpa do qual Rosália só conseguirá se libertar a partir do momento em que acreditar que Deus é justiça, mas que é também amor e indulgência.

3- CONTATO (Carl Sagan): Uma mulher de meia idade, física, resolve se dedicar a um projeto que a comunidade científica não vê com bons olhos: passa os dias em frente a um computador conectado a um radiotelescópio, rastreando o espaço em busca de vida inteligente. Um dia sua rotina é quebrada por estranhos sinais vindos da Estrela Vega. Diferente de tudo o que já se observou, apresentam um padrão que não poderia ser gerado pela natureza_ alguém os produziu. Os sinais decodificados representam a sequência dos números primos, porém outras mensagens começam a surgir_ uma delas leva à reconstituição de uma das primeiras cenas televisionadas na Terra: Hitler durante a abertura dos Jogos Olímpicos em Berlim. Quem produziu aqueles sinais já vinha nos observando fazia um bom tempo. Por fim os sinais desenham um minucioso diagrama para a construção de uma espaçonave. Nenhum cientista compreende seu funcionamento na totalidade, mas a máquina é construída e nela vão embarcar 5 voluntários. Viajando pelo interior de um buraco negro, eles atingirão um lugar cuja existência ninguém, exceto eles mesmos, jamais acreditará.

4- PELA ESTRADA DO PERDÃO (Tania Queiroz)Camile, jovem e bela, vivia em seu reino com os pais e irmãos. Seu pai, um rei amoroso; sua mãe, uma rainha generosa; ambos desejosos de um futuro repleto de realizações, ensinavam-lhes os segredos do bem viver. Diálogo, carinho, amor, valores como verdade, compaixão, fé, perdão e esperança, fizeram parte do cenário da educação de Camile, que, ao longo de sua existência, fez questão de esquecer. Em razão de terríveis perdas que a vida a submeteu, perdeu-se no ódio e no desejo de vingança, desencadeando uma lamentável saga, que a condenou à morte na fogueira e a anos no umbral.As consequências de seus atos se refletiram em outras vidas e fizeram-na colher espinhos em forma de obstáculos, conflitos, fatalidades, infelicidades e amarguras. A educação que recebeu na infância e suas experiências dramáticas são úteis para todos os que desejam realização pessoal e maestria nos relacionamentos, pois, durante a sua árdua jornada, ela despertou para as verdades espirituais, renascendo, compreendendo a Lei Ação e Reação, a importância de vencer a si mesma por meio do autoconhecimento, da aceitação do imutável, do amor, do perdão, da fé, da esperança e da caridade.Pela estrada do perdão, do espírito Marcus Vinícius, pela psicografia de Tania Queiroz, revela-nos que o amor divino é infinito e nos dá oportunidades de aprendizado para assumirmos nosso compromisso com a consciência cósmica e com os guias espirituais, a fim de superarmos os desafios impostos a cada encarnação e vencermos nossas imperfeições rumo à evolução.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014


terça-feira, 30 de setembro de 2014

SUGESTÃO PARA LEITURA - SETEMBRO/2014

1- GRETA (Mônica de Castro): Um momento de distração da babá, um acidente, uma criança morre. Os pais inconformados, expulsam a babá, que esmagada pela culpa, não consegue mais emprego. A babá amorosa se transforma em Greta, mulher sensual que tenta sobreviver como pode. Por que uma criança saudável e alegre morre de repente? Como vencer a dor da perda e continuar vivendo? O que fazer quando a motivação vai embora e tudo parece perdido? Só a sabedoria da vida tem todas essas respostas. Quem parecia morto continua vivo em outra dimensão. O "nunca mais" é abolido, o que parecia injusto, tem uma razão justa. O que parecia ruim, diante das circunstâncias, foi o melhor que poderia ter acontecido. Compreendendo a perfeição e beleza da vida, a motivação volta e fica mais fácil conquistar a paz.

2- CANÇÃO DA ESPERANÇA (Robson Pinheiro): Franlklin, é um jovem que viveu e desencarnou com AIDS. Este livro traz o depoimento dele ao chegar no plano espiritual: o tratamento nos hospitais do além, a convivência com os espíritos, a volitação, as primeiras atividades de socorro de que participa, sua visita à crosta terrestre e a atuação junto aos encarnados _ especialmente em um caso de implante de larvas astrais no corpo espiritual. Esta história é um grito a favor da fé na vida, um testemunho que assegura ser proveitosa a luta contra contra os obstáculos considerados os mais graves. Direto da imortalidade, uma voz de otimismo genuíno, demonstrado por quem enfrentou a adversidade e venceu, nos ajudará a encontrar mais sentido na vida.


3- O QUE IMPORTA É O AMOR (Marcelo Cezar): Magnólia é uma mulher que, como muitas pessoas, enxerga a vida de maneira negativa. Ela não percebe que tudo aquilo a que dá importância, seja boa ou ruim, passa fazer parte do seu dia a dia. Quando acredita na força do mal, está alimentando essa energia dentro de si. Sobre essa influência, o medo anula sua ousadia, cria empecilhos para seu progresso e atrai tudo o que Magnólia mais teme. Contudo o mal é temporário e a evolução é fatal. A vida transforma erros em experiências e melhora o nível das nossas escolhas. Aprendemos que só o bem é real e capaz de nos proporcionar uma vida melhor. Magnólia entendeu essas verdade e descobriu que a coragem e o amor verdadeiro são essenciais para a conquista da felicidade.

4- TRANSTORNOS MENTAIS (Suely Schubert): O objetivo desta obra é evidenciar  os esclarecimentos que o Espiritismo propicia para uma compreensão profunda acerca das causas das enfermidades mentais. A autora estabelece as necessárias áreas de ligação entre as obras de renomados cientistas, psiquiatras e psicólogos, ressaltando que neste confronto a Doutrina Espírita pontifica e antecipa as explicações de todos esses distúrbios. Seu trabalho esta fundamentado em bases doutrinárias e na importante contribuição de autores consagrados como Hermínio Miranda e de autores espirituais como André Luiz, Joanna de Ângelis e Emmanuel.

domingo, 6 de julho de 2014

   

      Chico Xavier: Minha filha, você já agradeceu à sua babá?
    Mãe: Não Chico. Eu já a perdoei de coração, mas agradecer não.
    Chico Xavier: Então agradeça minha filha. O destino do seu filho era morrer, essa mulher só o ajudou a fazer a passagem.
    A mãe fica confusa e Chico prossegue: "Você gostaria que fosse com você? Imagina a culpa que você sentiria se ele caísse do seu colo? (...)"
         Diálogo retirado do filme "As mães de Chico Xavier"


domingo, 9 de março de 2014

A CULPA NÃO É DO OUTRO!


       É muito comum, encontrarmos pessoas que estão vivendo conflitos intensos em seus relacionamentos, e por conta disto, estão vivendo momentos de profundo desequilíbrio emocional, que por sua vez, abalam todos os aspectos de sua vida, como saúde, finanças, trabalho e outros relacionamentos.

AS RECLAMAÇÕES MAIS RECORRENTES SÃO:
   "O meu marido é muito pessimista e cético, assim não consigo evoluir". 
   "A minha esposa é muito negativa e não quer evoluir, assim fica difícil".
    "Com o meu pai comportando-se deste jeito, eu não tenho como resolver o problema, fica muito difícil".

   Confesso que se eu fosse anotar neste texto todos os comentários que recebi somente na última semana, faltaria espaço! E onde está o erro? Essas pessoas estão mentindo? É mentira que estes problemas existem?
   Não, não é mentira não. Essas situações são comuns e ocorrentes na maioria dos relacionamentos, entretanto, a forma de lidar com tudo isso que é muito equivocada.

1- Atraímos pessoas para nossa vida por laços de afinidade e laços cármicos negativos (por que o carma também pode ser positivo);
2- No contexto da evolução espiritual e da missão da alma de cada ser humano, a missão das relações é produzir harmonização de sentimentos;
3- Automaticamente, pela ação de mecanismos naturais, as pessoas são gatilhos que podem disparar as emoções ruins que viemos curar. Portanto, elas não são as causadoras das emoções negativas, mas apenas reveladoras dos aspectos negativos que já existiam.

O PODER QUE VOCÊ DÁ AO OUTRO
    O problema não é e nem nunca foi o que o outro faz e o seu conjunto de comportamentos, mas sim, como você se sente em relação ao que o outro faz. A partir disso, a chave desse processo é deixar ou não que os sentimentos negativos aflorados lhe dominem negativamente ou não.
   Neste contexto, quando alguém diz que não consegue evoluir porque uma outra pessoa a influencia negativamente, este acontecimento revela que ela está sucumbindo ao sentimento aflorado e não necessariamente a pessoa que age de um jeito desconfortável (para ela).

A CULPA É DE QUEM?
   O outro pode até ter comportamentos que não sejam sensatos e até condenáveis de acordo com o padrão moral médio de uma sociedade, mas a culpa nunca é de outra pessoa! Devemos entrar em contato com o sentimento negativo que uma pessoa pode ajudar a aflorar de dentro de nós, e com isso, agir no sentido de curá-lo ou ao menos, amenizá-lo. Nunca jamais é culpa do outro.
  Colocar culpa no próximo é determinar e anunciar aos quatro cantos que você não tem forças para se reinventar. As situações normalmente são desafiadoras, porque pedem que você tenha novas atitudes e que encontre forças para desenvolver o amor e a tolerância sem sofrer com isso. Em outras palavras, são situações recheadas de "ciladas emocionais", todavia, se a sua disposição para vencer o comodismo for grande, você certamente encontrará êxito!
    O caminho é para dentro de cada um, na construção da autoestima, da conexão ampliada com a sua própria essência, na espiritualização e principalmente em encontrar e realizar a missão da sua alma, a qual é o propósito da sua existência.
por Bruno J. Gimenes - sintonia@luzdaserra.com.br (Retirado do site http://portalarcoiris.ning.com)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

AS BRUXAS DE SALÉM

   Nesta obra, juntam-se às excelentes interpretações, a poderosa história de paixão, ciúmes, paranóia, traição e maldade. Baseado em uma das melhores peças teatrais do Século XX, a história de AS BRUXAS DE SALEM se passa em Massachusetts no ano de 1692. Em um pequeno vilarejo puritano, onde a vida de todos é dedicada a servir a Deus, algumas adolescentes são vistas na floresta e acusadas de estarem a serviço do diabo. À medida que o tempo passa, o povoado é tomado pelos brados contra a bruxaria. Uma a uma, as inocentes vítimas dessa histeria em massa são arrancadas de seus lares e de suas famílias. 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A CULPA SEMPRE É DOS OUTROS?

     "É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro", já dizia Raul Seixas na sua música "Por quem os sinos dobram". E, de fato, não podemos negar que realmente é muito fácil colocarmos a culpa em alguém ou em alguma coisa pelas situações (principalmente as desagradáveis) que acontecem em nossas vidas. Colocar a responsabilidade em alguma coisa externa, que está fora, nos traz um alívio momentâneo. Mas será que este alívio nos traz crescimento? E você acha que vale mais a pena um alívio momentâneo ou de fato progredir no caminho evolutivo de consciência?
    A autorresponsabilidade, por mais desafiante que seja, tem a força de nos trazer a semente do desenvolvimento. Afinal, é praticamente impossível alcançarmos evolução sem nos responsabilizarmos pelos nossos atos. É preciso aceitar e se responsabilizar pelos desafios do nível presente onde nos encontramos.

ENCARE AS SITUAÇÕES COMO UM JOGO
    Para facilitar, vamos imaginar um jogo no qual precisamos andar de casa em casa até chegarmos ao final (o qual é representado pela própria energia do amor e da harmonia constantes em nossas vidas). Nesse jogo, cada casa representa um nível de consciência e a regra diz que a única forma de sairmos de uma casa e progredirmos para a próxima é absorvendo o aprendizado da casa que nos encontramos, integrando a consciência deste nível. Assim, caminharemos de passo em passo até a meta final, ou seja, a libertação!
    Por exemplo, podemos imaginar que o momento da vida que estamos passando nos exige aceitação. Isso significa que enquanto não desenvolvermos essa aceitação vamos continuar "sofrendo" no duro aprendizado. A partir do momento em que aceitarmos, conseguiremos então dar um passo a frente no jogo e em nossa jornada evolutiva.
    Visualizando esse jogo e fazendo uma relação com a nossa vida, podemos entender que as situações acontecem para nos mostrar em que casa/nível de consciência estamos. Se formos mais a fundo um pouco, poderemos perceber que algumas situações só se repetem em nossas vidas quando ainda não aprendemos de fato o que elas têm para nos ensinar. Quando esse aprendizado é assimilado, que maravilha! Avançamos uma casa e podemos então progredir um nível a mais na jornada do amor ou da harmonia.
    A autorresponsabilidade é uma chave poderosa para andarmos um passo neste jogo, pois ela traz consigo a verdade. Só quando assumimos onde estamos e passamos o que devemos passar é que a integração pode acontecer. Enquanto nossos medos, vergonhas e culpas nos afastarem daquilo que a vida tem para nos ensinar, ficará muito difícil progredirmos no caminho do amor.

AUTORRESPONSABILIDADE GERA TRANSFORMAÇÃO
    Sem essa chave mestra é impossível progredirmos, pois existirá sempre uma distração, uma propensão a culpar algo ou alguém que está fora. A autorresponsabilidade permite que a gente fique focado, traz consigo a semente da maturidade. E só assim conseguimos olhar para o nosso próprio umbigo e encarar a nossa "sombra" de forma íntegra, assumindo as nossas imperfeições.
   Cada dificuldade traz em si a semente do desenvolvimento e cabe a nós achar essa semente. Para começarmos essa busca é necessária a autoresponsabilidade, pois dela brotará a vontade de mudança. Tendo a vontade desperta, uma gama de virtudes começam a vir à tona: paciência, determinação, equilíbrio, fé, justiça, entre outras. A autorresponsabilidade lhe traz a real possibilidade de transformação, pois você aceita o que bate na sua porta. E é olhando de frente para as situações que conseguiremos mudar os velhos padrões por novos, virtuosos e bons hábitos.
    Bendita seja a virtude da autorresponsabilidade. Que ela possa despertar em cada um de nós.
(Extraído de: http://portalarcoiris.ning.com/) Retirado de Universo Violeta (Facebook)

terça-feira, 30 de abril de 2013

SUGESTÃO PARA LEITURA - ABRIL 2013

1- ECTOPLASMA, DESCOBERTA DE UM MÉDICO PSIQUIATRA (Luciano Munari): Livro ímpar por relatar a experiência de um médico psiquiatra ao descobrir, após anos de observação e estudo, que a origem de diversos sintomas apresentados por seus pacientes eram decorrentes da influência de uma substância fluídica ainda desconhecida pela medicina clássica, o ectoplasma. O autor descreve e analisa patologias como úlcera, artrite, enxaqueca, labirintite, fibromialgia, TPM, depressão, síndrome do pânico, transtorno da somatização (a "bola" na garganta) entre outras, esclarecendo de forma clara e objetiva de que maneira o ectoplasma e sua produção excessiva colabora para a formação desses sintomas físicos e psíquicos tão comuns nos dias de hoje. E mais, como a alimentação  adequada, o exercício da paranormalidade direcionada para o bem e uma reformulação do comportamento psíquico podem colaborar para o controle dos sintomas ectoplasmásticos e consequente cura de enfermidades.
TEMOS ESTE LIVRO EM NOSSA BIBLIOTECA número 521


2- O CÃO DE GUARDA (Sebastião Anselmo): História que aborda o tema da "licantropia" ou seja, a transformação do homem em lobo. No plano espiritual existem muitos fenômenos de licantropia em virtude da fragilidade das mentes enfermiças mergulhadas no arrependimento por erros cometidos em experiências físicas. O fenômeno não se restringe apenas à transformação em lobos, expandem-se a outros animais (cobras, lagartos), segundo os sentimentos de culpa que espíritos sofredores nutrem intimamente, desprovidos do perdão a si próprios e da esperança no Amor Divino. Espiridião é um menino que habitou o paraíso em seus primeiros anos de vida e acordou para a realidade da dura existência de seus pais. Sempre que ficava introspectivo, movido pela saudade de "coisas" distantes, um imponente cão negro aparecia para lhe consolar com brincadeiras e carinhos, era um puro amor que parecia brotar de séculos de convivência. Esta obra passa-nos uma bela mensagem de confiança nas leis justas e sábias do Criador.

3- 11:11 A ABERTURA DOS PORTAIS (Solara): O que é 11:11? O que existe por trás dessa expressão, numericamente tão simples, para originar um livro? 11:11 é muito mais que o nome de um portal dimensional, é uma energia forte, poderosa e vibrante que tem se manifestado entre nós. Muitos a têm sentido sob as diversas formas: quão numerosos são os que tiveram suas vidas pautadas por súbita pausa no que quer que estivessem fazendo para, ao olhar ao relógio, constatar ser 11h e 11 minutos? O 11:11 nos fala, nos absorve e envolve para permitir-nos acessar uma outra dimensão, forma um canal direto com a nossa Divina Presença EU SOU onde cada um pode tirar aquilo que necessita dessa fonte de energia cristalina, pois a partir do momento em que estamos unos com a Consciência Divina e nos abrimos para a Luz, nossas palavras, pensamentos e ações passam, conscientemente, a serem divinos e sagrados e tal como deuses, somos criadores dos nossos caminhos, responsáveis pela presença da Luz em nossas vidas.
               TEMOS ESTE LIVRO EM NOSSA BIBLIOTECA, número 451


4- UMA JANELA PARA A FELICIDADE (Sônia Tozzi): Nancy nasceu em uma família extremamente amorosa. A irmã Clara era sua grande amiga e companheira. As duas tinham muita afinidade e Clara era capaz de qualquer sacrifício pela adorada irmã. Hugo era irmão das duas, gostava de Nancy mas algo o impedia de se aproximar e ter um contato mais carinhoso. Os pais eram presentes e compreensivos. A jovem nascera com uma deficiência física e até os 15 anos, quando seu pai desencarnou, ela vivia fechada em casa. Sua única diversão era passear às margens do rio que circundava a residência da família. Cansada de viver sem propósito, Nancy, com a ajuda de Clara e Vilma, sua acompanhante, transforma sua vida quando passa a frequentar uma casa espírita e a colaborar. 
    Este romance traz grandes ensinamentos acerca da vida e do preconceito, mostrando também a resignação e força dos personagens que entendem como a luta pela superação dos nossos defeitos é importante para a nossa própria evolução.
                  TEMOS ESTE LIVRO EM NOSSA BIBLIOTECA, número 888

terça-feira, 23 de abril de 2013


     A culpa nos faz sentir inferiores...
   Muitas vezes as pessoas lhe transmitem mensagens negativas porque é a forma mais fácil de manipulá-lo. Se alguém tentar lhe fazer se sentir culpado, pergunte para si mesmo: “ O que eles querem? Por que fazem isso?” Faça essas perguntas ao invés de concordar internamente dizendo: “Sim, sou culpado, devo fazer o que dizem”.
   Muitos pais manipulam seus filhos com a culpa, porque assim foram criados. Dizem mentiras aos filhos para fazê-los se sentirem menores. Algumas pessoas ainda são manipuladas por parentes e amigos depois de adultos porque primeiro: não se respeitam; senão isso não aconteceria. Segundo: porque elas próprias são manipuladoras.
    Muitos vivem sob a nuvem da culpa, sempre se sentindo errados, acreditando que não fazem a coisa certa ou pedindo desculpas a alguém por alguma coisa. Você não se perdoa por algo que fez no passado e se deprecia por muito que acontece em sua vida. Deixe a nuvem se dissipar. Você não precisa mais viver assim.
   Aqueles que se sentem culpados agora podem aprender a dizer NÃO e chamar a atenção das pessoas a seus disparates. Não estou dizendo para ficar bravo com elas, mas para não entrar mais em seu jogo. Se dizer NÃO for uma novidade, apenas diga NÃO. “Não, não posso fazer isso”. Não dê desculpas ou o manipulador terá munição para lhe fazer mudar de opinião. Quando as pessoas virem que manipular você não funciona, irão parar. As pessoas só controlam enquanto você deixa. Você pode e sentir culpado na primeira vez em que disser não, mas ficará mais fácil depois.
    Louise L. Hay (Trecho do livro: O Poder está em você)

quarta-feira, 6 de março de 2013

O FIM DOS CICLOS E A MUDANÇA DE HÁBITOS

    
     Um dos maiores desafios quando precisamos encerrar um ciclo é mudar os hábitos, porque o costume nos torna dependentes e nos acomoda. Com isso, fica difícil sair das situações. Mesmo vendo que o emprego o qual estamos não nos diz mais nada; ou que o relacionamento já acabou há muito tempo; relutamos em mudar.

   Apegamo-nos a pequenas coisas e achamos um milhão de desculpas para não terminar o que de certa forma, já acabou. Como por exemplo, ficar com alguém que não temos mais afinidade e culpá-lo pela relação não estar boa; continuar exercendo uma atividade que não gostamos e dizer que o chefe não nos dá aumento; ir ao mesmo lugar sempre, mesmo não gostando mais dele e falar mal das pessoas que estão ali...
    Toda mudança é traumática para o ser humano. E tomar a atitude é um grande desafio. Os condicionamentos e as convicções, muitas vezes, são a razão de não nos libertarmos, pois acreditamos nas “desculpas” as quais nos mantém presos a coisas, pessoas e lugares. Em contrapartida, não percebemos que permanecer nos tira as forças e o ânimo para inovar ou atrair coisas novas para nossa vida. Dentro deste universo (onde nos condicionamos a permanecer com o relacionamento ou o emprego), a situação se torna tão insuportável que focamos nossa energia inteiramente no lado ruim, nos tornando inseguros e sem coragem para agir. Sendo assim, aguardamos ser demitidos ou algo ruim acontecer, como um sinal de mudança, o que normalmente não acontece.
    Quase sempre, o problema somos nós e não os outros. Nós é que precisamos de ajuda, nós é que precisamos mudar e não a situação ou as pessoas. Só que reclamar, achar que está ruim é bem mais fácil. Culpar o outro também, tomar remédios, como antidepressivos, que anulam nossa percepção de realidade é mais uma saída, porém nada disso solucionará. É necessário saber que essas “desculpas” (antidepressivos, reclamação, ser vítima) são paliativas, mas não curam e não resolvem por completo, porque reclamar não serve para nada, apenas como um grande desestimulante para enfrentar desafios. O medicamento auxilia para aliviar os sintomas, porém ele não vai fazer a mudança, nem vai nos ajudar a tomar uma decisão, se não quisermos. E culpar alguém só nos tornará vítimas: mais uma desculpa para não progredir.

   Sem contar que agindo desta forma, deixamos de contemplar as oportunidades que poderão surgir ao mudar o nosso comportamento diante dos problemas. Precisamos parar de ver o lado “ruim” e contemplar o lado bom do acontecimento, para depois transformá-lo. Talvez mudar seja difícil, porque nosso foco está errado. Ao invés de pensar no emprego novo, culpamos o chefe; ao invés de pensar em terminar o relacionamento e vislumbrar uma nova oportunidade, ficamos presos aos defeitos do namorado ou da namorada e assim por diante. E isto só acontece porque somos muito apegados ao hábito de estar na situação e não temos coragem de terminá-la. Interessante que até queremos algo novo, porém não conseguimos sair do velho!
Para mudar, o primeiro passo é ver claramente o que está acontecendo e o quanto ficar na situação realmente nos contenta. Será que gostamos do nosso emprego? Será que amamos nosso parceiro? Pois assim, saberemos se poderemos continuar e apenas mudar nosso olhar com relação ao que estamos vivendo, ou se será necessário tomar uma atitude e encerrar o ciclo. Ou seja, acabar com o que está de certa forma “nos matando” aos poucos.

    Depois de analisar e decidir, é preciso planejar para saber como agir, o que fazer. Sabendo o que quer, é meio caminho andando para chegar à realização. Agora, o desafio maior é focar inteiramente no que queremos e não no que não queremos; no que nos satisfaz e não no que não nos satisfaz. Quando se consegue; decidir, planejar e focar, naturalmente a resolução acontece, pois agindo assim, o Universo disponibiliza as melhores oportunidades para chegar ao fim. Depois de finalizar, logo as novidades aparecem, e não o contrário! Ou seja, ficar no novo e não sair do velho. Em alguns momentos, algo tem que acabar para o novo surgir.

   Às vezes as pessoas reclamam que nada de diferente acontece na vida delas e quando analisam as mesmas, vêem que não querem inovar, estão acomodadas na vida que tem de tal forma que o Universo não disponibiliza coisas novas. Para ter força, vontade e vitalidade, precisamos de algo novo; para conquistar algo novo, precisamos terminar com as situações as quais nos aprisionam e para realizar, basta querer, focar no objetivo inteiramente, persistir e agir.
Por Cátia Bazzan (Retirado do site http://www.luzdaserra.com.br)

sexta-feira, 1 de março de 2013

UM OLHAR DA ESCURIDÃO

Um grupo de crianças se prepara para uma apresentação de dança e todos os pais estão presentes, com exceção de um. Mark Samuels (Patrick Bergin) chega tarde e perde todo o recital. A filha, Nikki, está nervosa e profundamente magoada com o pai, não aceitando suas desculpas. Recusando-se a ir com ele para casa, acaba indo num carro com a mãe; chove na estrada e um caminhão bate no carro delas. Logo atrás, Mark presencia tudo, mas fica incapaz de prever as consequências do acidente: a morte da menina. Mark penetra em total depressão, culpando-se pelo ocorrido. Abatido, ele descobre Miss Florence (Vanessa Redgrave), uma misteriosa cega que tem estreitas ligações com o mundo espiritual. Um enigma para Mark, Miss Florence faz uma ponte entre ele e Nikki, buscando a reconciliação entre pai e filha.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A ÁRVORE DA VIDA

Os O'Brien (Brad Pitt e Jessica Chastain) tiveram três filhos, criados com grande rigidez pelo pai. O mais velho deles, Jack (Sean Penn), sempre teve atritos com o pai, em parte por reconhecer em si mesmo um pouco dele. Além disto, já adulto, Jack enfrenta um forte sentimento de culpa devido à morte de seu irmão.
A Árvore da Vida aproxima o foco na relação entre pai e filho de uma família comum, e expande a ótica desta rica relação, ao longo dos séculos, desde o Big Bang até o fim dos tempos, em uma fabulosa viagem pela história da vida e seus mistérios, que culmina na busca pelo amor altruísta e perdão.

domingo, 27 de maio de 2012

PARE DE SE SENTIR CULPADO POR TUDO

    Claro que, quando erramos, temos que nos desculpar. Ser humilde e reconhecer os próprios erros faz parte da vida. Mas, muitas vezes, nos sentimos culpadas sem termos feito nada errado! Veja como se livrar desse sentimento e sinta um alívio instantâneo.
    Você já reparou que a grande maioria das pessoas vive às voltas com a culpa? Culpa por não dar a atenção devida ao amigo. Culpa por não acolher tal pessoa. Culpa por ter (ou não) tomado tal atitude… Os motivos variam, mas lá está a culpa sempre nos atormentando. Pois eu digo que a paz interior só será conquistada se você ouvir a própria alma e der espaço para o bom-senso. A culpa, minha gente, assim como a tristeza, a angústia, a pena e todas as sensações ruins, são puro sentimentalismo.
    A sociedade nos obriga a sermos bonzinhos, e sofremos com essa imposição. A culpa traz dor e desconforto. Significa que estamos agindo inadequadamente, dando uma farta atenção às cobranças infundadas que são feitas nas nossas vidas. “Você tem que ser assim, você tem que fazer assado”, nos dizem. Por exemplo: temos que fazer algo pelo outro porque ele é coitadinho. A ameba do “tem que” aparece e diz que você “tem que ajudar’. Ela pressiona, traz a culpa e você acaba cedendo. Veja bem: culpa nada tem a ver com a sua vontade, que é genuína e vem da alma.
    Quando a gente dá ouvidos a essas amebas perdemos o entusiasmo, bloqueando nossos caminhos. Ora, dê uma basta nisso. Lembre-se: você não é obrigada a fazer nada que sua alma não queira de fato. Você notará um alívio ao ficar em sintonia com sua alma. Não importa o que dizem a seu respeito. Você está bem consigo mesma. Com o tempo, sentirá ainda mais coragem pra ser autêntica com as pessoas. Pare de pedir desculpas e assuma-se. O respeito por si mesma fará você aperfeiçoar suas habilidades sem sofrer. Agora você pode perguntar: como ficar do lado da minha alma? Simplesmente sendo você mesma! Confie no próprio taco, não faça tipos para agradar ninguém, faça só o que gosta. Quem não está bem consigo mesmo, não vai pra frente. Quem está, se realiza.
    Meu recado é: ouça a voz que vem do seu coração. Não subestime sua intuição. O desafio é administrar a nossa alma de um lado e, do outro, tudo o que se aprendeu e as cobranças. Imponha-se! Assim, você encontrará a paz e se libertará das falsas culpas.
Luiz Gasparetto (Retirado do site http://mdemulher.abril.com.br/blogs/luiz-gasparetto/)

quarta-feira, 30 de março de 2011

     Muito já foi falado em nossas aulas sobre a culpa. Após a leitura do livro Giselle, a amante do inquisidor, transcrevo um excelente trecho do livro que nos fala sobre este sentimento inútil para o nosso crescimento espiritual.

     (...) Com lágrimas nos olhos, Giselle voltou de suas reminiscências, foram dolorosas as lembranças de sua vida passada, e ela ficou imaginando o quanto gostaria de ter feito tudo de forma diferente. Conversa entre Giselle e seu pai, desencarnado:
     _ Se soubesse disso antes, não teria feito o que fiz. E agora, pai, o que farei?
     _ Se soubesse disso antes, não teria feito esforço algum. Aceite o seu destino. Foi o que você escolheu para você.
     _ Não posso mudar? Estou presa a minhas escolhas?
    _ Não. Mudamos o tempo todo. Mas é preciso que essa mudança parta do seu coração, não do seu medo. Você só quer mudar porque está com medo de sofrer e de morrer. Não quer mudar o destino porque já aprendeu aquilo que quer aprender. Sua alma não quer, porque ela sabe que você, em seu íntimo, ainda não está pronta para compreender e aceitar-se, a si mesma, como uma alma em evolução, que erra e cai, mas que não perde jamais.
    _ Está enganado, pai. É por compreender e me aceitar que não quero mais ficar aqui...
    _ O que sente agora com relação a tudo isso?
    _ Culpa, sinto-me culpada por tudo o que aconteceu.
    _ Como vê, você ainda não compreendeu e, por isso, não pôde se aceitar. Se tivesse mesmo compreendido, não se sentiria culpada. Ao contrário, perdoar-se-ia, a si mesma, sem nenhuma restrição. Mas você pode. Sua alma pesa de tanta culpa. 
    _ Se isso não é compreender, então não sei o que é. Se não compreendesse, não me sentiria culpada pelo que fiz.
    _ Não, Giselle, é o contrário. Se você compreendesse, diria a si mesma que agiu por ignorância e não precisaria sofrer para aprender. É como a criança, que cai e bate no amiguinho porque ainda não aprendeu que não deve bater em seus semelhantes. Ela é má? Não, é apenas inexperiente. Quando entender que não deve bater nas outras crianças, vai aprender, mas sem nenhuma culpa ou remorso. Simplesmente não vai bater mais, porque vai internalizar o que é certo. E não vai precisar apanhar para deixar de bater. Vê como é diferente?
    Com doloroso suspiro, Giselle abraçou-se ao pai. Ele tinha razão, ela estava morrendo de remorso pelo que fizera e achava que merecia mesmo aquele sofrimento todo. Por mais que temesse e não o quisesse, não se julgava merecedora do perdão.
    _ Ah! pai, ajude-me! O que será de mim?
  _ Em primeiro lugar, tente vencer a culpa quando desencarnar. Se não, você não vai conseguir me acompanhar e vai sintonizar com os espíritos que a rodeiam, sequiosos de vingança. Eles vão arrastá-la, e eu não terei como evitar. Não é só porque você levou uma vida de desencontros que precisa ir para as trevas. Isso, nesse momento, você já entendeu. O que lhe falta é acreditar-se merecedora de alçar a um plano de luz. Acredite nisso com fé, e ninguém conseguirá arrastá-la. 
Trecho do livro: Giselle - a amante do inquisidor (Mônica de Castro)