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domingo, 26 de agosto de 2018
segunda-feira, 10 de abril de 2017
quinta-feira, 17 de março de 2016
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Sua Santidade Gyalwang Drukpa
Sua Santidade o 12º . Gyalwang Drukpa (no português Guial.uang Drukpa), o líder e orientador espiritual de autoridade máxima da Linhagem Drukpa do budismo tibetano, é um mestre cuja versatilidade, inovação, determinção e alegria podem ser percebidas como características marcantes.
domingo, 10 de novembro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
HOJE NO GLOBO REPÓRTER - Matéria sobre o Budismo.
Nesta sexta-feira, dia 13, o Globo Repórter desvenda a magia e os mistérios das montanhas mais altas do mundo. A repórter Glória Maria embarca em uma viagem ao Nepal para mostrar a fé de um povo que não teme a pobreza e ensina como encontrar a paz interior. O programa da semana acompanha ainda os bastidores das gravações das primeiras cenas de Joia Rara e mostra como é a aventura de gravar uma novela em um país tão distante e diferente do nosso.
Na reportagem da semana, o público conhecerá a beleza dos monumentos budistas e hinduístas e do Templo dos Macacos. No roteiro, está ainda uma emocionante travessia pelas trilhas do Himalaia em pontes suspensas sobre verdadeiros abismos. A fascinante história de uma menina que é considerada deusa no local e passa a infância inteira trancada em um palácio também é mostrada. "Essa foi uma das viagens mas incríveis que já fiz em toda minha vida", conta Glória Maria. No set de gravação de Joia Rara, nova novela das 18h, das autoras Thelma Guedes e Duca Rachid, que estreia na próxima segunda-feira, dia 16, Glória acompanha algumas cenas e conversa com os atores, que falam sobre o desafio de gravar longe de casa em um cenário tão exótico.
Quais são os ensinamentos mais sagrados de Buda? Onde nasceu o príncipe que passou a vida em busca da iluminação? O programa mostra a impressionante força do budismo e apresenta o depoimento de um monge brasileiro, que deixou tudo o que tinha para se entregar à religiosidade.
A viagem do 'Globo Repórter' ao Nepal vai ao ar nesta sexta-feira, dia 13, logo após a novela 'Amor à Vida'. 22h30
domingo, 18 de agosto de 2013
A MORTE COMO COMBUSTÍVEL
Porque nós ocidentais temos tanto medo da morte? Comento alguns pontos de vista sobre a morte com algumas pessoas e percebo que elas querem sair correndo para evitar o assunto. Devem achar que eu sou um maluco ou suicida em potencial. Ao contrário do que possam pensar, dou muito valor a vida e uso a morte como combustível para ganhar foco e não perder tempo com coisas que estão “fora dos planos”. Parafraseando Diana Corso: não poderemos ser ou fazer tudo que queremos nesta vida.
O fim é inevitável
Não podemos parar a morte, mas podemos escolher como vamos nos comportar diante da vida. Penso muito no rumo que estou dando para a minha vida e sempre que começo a perder o foco, lembro que não tenho muito tempo.
Não iremos viver para sempre. Essa é a doce ilusão que muitas pessoas que conheço acreditam. É engraçado vê-las comemorando o aniversário e dizendo: parabéns por mais um ano de vida. Tenho outro ponto de vista em relação ao aniversário. Nós não ganhamos mais um ano, mas sim perdemos. Não no sentido pejorativo da palavra “perder”, mas pelo simples fato de que mais um ano de vida se foi e não irá voltar. Não sou pessimista em relação a vida, mas procuro não me iludir pensando que tenho todo tempo do mundo e que poderei fazer tudo que gosto ou ser tudo que quero. Nós não temos “todo tempo do mundo”, como dizia Renato Russo.
Tudo é impermanente
Não existe nada que conhecemos hoje que não irá acabar. No livro, "O que faz você ser budista", do grande mestre Dzongsar Jamyang Rinpoche, ele explica: “Assim Sidarta descobriu que impermanência não significa morte, como geralmente pensamos; significa mudança. Tudo o que muda em relação a uma outra coisa, ainda que seja a menor das alterações, está sujeito a lei da impermanência.”
Tudo o que é composto está sujeito a impermanência, a mudança. Todas as coisas que conhecemos são interdependentes. Nada existem por si só. Vou dar um exemplo simples. Uma camiseta depende de várias coisas para existir como, tinta, linha, costura, pessoas para fabricá-las, algodão para produzir as linhas, a terra para produzir o algodão e se eu decompor todo esse processo posso ficar aqui por um bom tempo listando vários itens. Isso é a interdependência. Tudo está interligado e tudo que é interligado e composto está sujeito a impermanência.
O lado bom do fim e da impermanência
Sem a mudança não há progresso. Entender e reconhecer a impermanência é fundamental para nos libertarmos do medo e da prisão das situações e experiências. O fim pode significar o final de algo ou um recomeço, tudo irá depender do seu jeito de olhar a situação.
Espero que você encare o fim de qualquer ciclo como algo positivo, assim como eu tento fazer. Já que somos os únicos responsáveis pelas nossas escolhas, podemos escolher um recomeço positivo para qualquer fim.
Citações de grandes mestres
“No budismo é assim: já que a morte é inevitável é melhor aproveitar a vida. E aproveitar como? Gerando lucidez.”
Lama Padma Samten
“O ritmo de nossas vidas é tão febril que a última coisa em que temos tempo de pensar é na morte. Abafamos nosso medo secreto da impermanência, cercando nossa vida de mais e mais bens, de mais e mais coisas, de mais e mais confortos, só para nos tornarmos escravos de tudo isso. Todo nosso tempo e energia se exaurem simplesmente para manter coisas. [...] Os efeitos desastrosos da negação da morte vão muito além da esfera individual: eles afetam o planeta inteiro. [...] As pessoas do mundo moderno não desenvolveram uma visão a longo prazo. Assim, nada as refreia de saquear o planeta em que vivem para atingir suas metas imediatas, e agem com um egoísmo que pode tornar-se fatal no futuro.”
Sogyal Rinpoche
Texto de Leonardo Ota, Retirado do site: http://leonardoota.com
O fim é inevitável
Não podemos parar a morte, mas podemos escolher como vamos nos comportar diante da vida. Penso muito no rumo que estou dando para a minha vida e sempre que começo a perder o foco, lembro que não tenho muito tempo.
Não iremos viver para sempre. Essa é a doce ilusão que muitas pessoas que conheço acreditam. É engraçado vê-las comemorando o aniversário e dizendo: parabéns por mais um ano de vida. Tenho outro ponto de vista em relação ao aniversário. Nós não ganhamos mais um ano, mas sim perdemos. Não no sentido pejorativo da palavra “perder”, mas pelo simples fato de que mais um ano de vida se foi e não irá voltar. Não sou pessimista em relação a vida, mas procuro não me iludir pensando que tenho todo tempo do mundo e que poderei fazer tudo que gosto ou ser tudo que quero. Nós não temos “todo tempo do mundo”, como dizia Renato Russo.
Tudo é impermanente
Não existe nada que conhecemos hoje que não irá acabar. No livro, "O que faz você ser budista", do grande mestre Dzongsar Jamyang Rinpoche, ele explica: “Assim Sidarta descobriu que impermanência não significa morte, como geralmente pensamos; significa mudança. Tudo o que muda em relação a uma outra coisa, ainda que seja a menor das alterações, está sujeito a lei da impermanência.”
Tudo o que é composto está sujeito a impermanência, a mudança. Todas as coisas que conhecemos são interdependentes. Nada existem por si só. Vou dar um exemplo simples. Uma camiseta depende de várias coisas para existir como, tinta, linha, costura, pessoas para fabricá-las, algodão para produzir as linhas, a terra para produzir o algodão e se eu decompor todo esse processo posso ficar aqui por um bom tempo listando vários itens. Isso é a interdependência. Tudo está interligado e tudo que é interligado e composto está sujeito a impermanência.
O lado bom do fim e da impermanência
Sem a mudança não há progresso. Entender e reconhecer a impermanência é fundamental para nos libertarmos do medo e da prisão das situações e experiências. O fim pode significar o final de algo ou um recomeço, tudo irá depender do seu jeito de olhar a situação.
Espero que você encare o fim de qualquer ciclo como algo positivo, assim como eu tento fazer. Já que somos os únicos responsáveis pelas nossas escolhas, podemos escolher um recomeço positivo para qualquer fim.
Citações de grandes mestres
“No budismo é assim: já que a morte é inevitável é melhor aproveitar a vida. E aproveitar como? Gerando lucidez.”
Lama Padma Samten
“O ritmo de nossas vidas é tão febril que a última coisa em que temos tempo de pensar é na morte. Abafamos nosso medo secreto da impermanência, cercando nossa vida de mais e mais bens, de mais e mais coisas, de mais e mais confortos, só para nos tornarmos escravos de tudo isso. Todo nosso tempo e energia se exaurem simplesmente para manter coisas. [...] Os efeitos desastrosos da negação da morte vão muito além da esfera individual: eles afetam o planeta inteiro. [...] As pessoas do mundo moderno não desenvolveram uma visão a longo prazo. Assim, nada as refreia de saquear o planeta em que vivem para atingir suas metas imediatas, e agem com um egoísmo que pode tornar-se fatal no futuro.”
Sogyal Rinpoche
Texto de Leonardo Ota, Retirado do site: http://leonardoota.com
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
SIMPLICIDADE COMO CAMINHO
Palestra proferida por Jorge Mello, Ordenado como monge no Zen Budismo sob o nome Koho. Brasileiro nascido nos pampas de Itaqui (RS), considera-se cidadão planetário e irmão de todos os seres. Há tempos trilha os caminhos do Viver Simples.
Vídeo retirado do site http://www.youtube.com
terça-feira, 16 de julho de 2013
PARA ABRIR O CORAÇÃO
Ao confrontar diretamente os dilemas e as incertezas que acometem as pessoas no mundo atual, Chagdud Rinpoche demonstra como qualquer pessoa pode seguir este treinamento e utilizar os seus métodos para descobrir a paz interior e despertar bom coração e, assim, viver no mundo de uma maneira que beneficie todos os que estão à sua volta.
Trecho do livro: "Passei por muitas dificuldades, mas em conseqüência do meu treinamento e prática, nenhuma delas foi esmagadora. Conheço pessoalmente o poder das bênçãos do lama e como a contemplação e meditação podem ser benéficas quando lidamos com as circunstâncias da vida. Quando era mais jovem, toda vez que recebia um ensinamento, eu revia o material vinte e cinco vezes naquele mesmo dia. Hoje, às vezes, esqueço os nomes dos meus familiares, mas nunca esquecerei os ensinamentos, por estarem tão firmemente impressos em minha mente.
Não importa quantos anos de vida eu tenha pela frente, estou em paz com o fato de que vou morrer. A morte não me amedronta, pois tenho confiança em minha prática espiritual e tenho tentado ajudar os outros o quanto posso. Sei, por experiência própria, que esses ensinamentos beneficiarão quem quer que os aplique, não apenas nesta vida, mas no momento da morte e em vidas futuras.
Do fundo do coração, eu lhe digo: um momento de bondade para com um outro ser ou um ato com intenção pura valerão mais do que toda a riqueza do mundo na hora da morte. Portanto, pratiquem agora, enquanto podem, da maneira mais ampla possível em cada situação. Isso realizará o propósito supremo de suas vidas e, na hora da morte, você não sentirá remorso". (Pág. 289)
Retirado do site: http://makara.com.br/
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SUGESTÃO PARA LEITURA,
TRECHOS de LIVROS
domingo, 7 de julho de 2013
COMO LIDAR COM OS VENENOS DA MENTE
O texto a seguir é um trecho do Livro “Para abrir o coração, Treinamento para paz de Chagdud Tulku Rinpoche”
Em vez de se concentrar no comportamento de todos os outros como quem olha por uma janela, observe sua mente como se olhasse num espelho. Se o que vir for julgamento, orgulho ou preconceito, pratique as meditações sobre a equanimidade. Se encontrar apego egoísta ou avareza, use o antidoto do compaixão. Se enxergar medo ou aversão, use o antidoto do amor e pratique a meditação do dar e tomar para si. Se notar inveja e competitividade, alegre-se com a felicidade dos outros. Se estiver confuso e inseguro sobre o que fazer, interna ou externamente, pergunta-se o que pode trazer benefícios e o que pode trazer danos.
Depois, deixe a mente descansar. Reze para ter clareza, e deixa a mente descansar mais uma vez. Lembre-se que a sua experiência, por mais vívida que possa parecer, é uma miragem, uma manifestação da sua mente. Examine cada aspecto de sua experiência externa e interna até se convencer de que ela é vazia, ilusória, como um sonho. Deixe a mente relaxar.
Retirado do site http://sobrebudismo.com.br
Em vez de se concentrar no comportamento de todos os outros como quem olha por uma janela, observe sua mente como se olhasse num espelho. Se o que vir for julgamento, orgulho ou preconceito, pratique as meditações sobre a equanimidade. Se encontrar apego egoísta ou avareza, use o antidoto do compaixão. Se enxergar medo ou aversão, use o antidoto do amor e pratique a meditação do dar e tomar para si. Se notar inveja e competitividade, alegre-se com a felicidade dos outros. Se estiver confuso e inseguro sobre o que fazer, interna ou externamente, pergunta-se o que pode trazer benefícios e o que pode trazer danos.
Depois, deixe a mente descansar. Reze para ter clareza, e deixa a mente descansar mais uma vez. Lembre-se que a sua experiência, por mais vívida que possa parecer, é uma miragem, uma manifestação da sua mente. Examine cada aspecto de sua experiência externa e interna até se convencer de que ela é vazia, ilusória, como um sonho. Deixe a mente relaxar.
Retirado do site http://sobrebudismo.com.br
sexta-feira, 5 de julho de 2013
SIDHARTHA
O jovem brâmane Siddhartha deixa a casa do pai; tem apenas 18 anos e busca o Nirvana, o estado eterno de paz e equilíbrio. Por anos, torna-se asceta, depois, cansa-se desta vida de jejuns, cânticos e total despojamento e parte para o mundo.
Com Kamasvami, aprende os princípios do comércio e a ganhar muito dinheiro; com a bela cortesã Kamala, descobre os segredos do amor carnal.
Na busca da verdadeira felicidade, Sidarta segue um caminho tortuoso que o leva das tentações à autocompreensão.
Baseado no famoso livro escrito em 1922 pelo alemão Hermann Hesse, que se tornou quase uma bíblia da contracultura em meados dos anos 60, por suas implicações filosóficas na busca do "Eu".
O filme Sidarta, baseado na obra de Hermann Hesse, não substitui o livro, nem poderia, e permite para quem leu a obra e se identificou com ela rememorá-la e invocar aquele espírito que tocou a quem leu o livro de Hesse. O filme é belo, tem belas cenas, os atores também são muito bons.
Este filme fará você compreender a história do Buda através da visão de um grande escritor, Hermann Hess
domingo, 2 de junho de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Tina Turner lançou na Europa um novo CD - "Beyond", da gravadora Decca - diferente de tudo o que fez até agora. Tina não canta, apenas recita textos próprios sobre o amor, acompanhada por orações budistas e cristãs interpretadas pela professora suíça de ioga Regula Curti e pela cantora tibetana de mantras Dechen Shak-Dagsay.
Para quem fica surpreso, Tina, de aparência enérgica e voz firme como se tivesse 30 anos, nota que, apesar de ter adotado a religião budista já adulta, adquiriu o hábito de meditar quando ainda praticava o credo batista, no Tennessee, nos Estados Unidos. Como disse em recente estada na Alemanha, onde lançou o CD: "Quem pensa que o rock é tudo na minha vida está enganado. Sempre gostei de meditar. Mesmo quando estou em hotéis, entre um show e outro, dedico parte do meu tempo à meditação".
Tina descobriu o budismo depois da separação de Ike Turner (1931-2007), com quem dividiu a cama e o palco por muitos anos. Ike era violento e chegava a espancar a companheira. Mesmo assim, ela quase sucumbiu com a separação.
"Eu estava no fim! Cheguei a pensar em suicídio. Minha vida pessoal estava arruinada, e a carreira tampouco dava certo". A crise acabou quando descobriu novas forças, através da religião. Com a adesão ao budismo, recuperou a autoconfiança e retomou de forma fulminante a carreira. Em 1989, aos 50 anos, reiniciou também a vida amorosa, com Erwin Bach, em Colônia, na Alemanha, onde viveu muitos anos. Há alguns anos mudou-se para Küsnacht, na Suíça, onde seu caminho se cruzou com os de Regula e Dechen. Tina é vizinha de Regula.
Regula, católica, terapeuta musical e professora de ioga, descobriu o budismo ao visitar o Tibete - o princípio budista da oração e da meditação é conciliável com as religiões cristãs. Ela diz que o objetivo de "Beyond" é mostrar uma espiritualidade global: "Queremos mostrar o ponto em comum das religiões, que, no fundo, são todas parecidas e pregam o amor".
Foi ela quem teve a ideia de telefonar para a vizinha famosa quando o projeto já estava mais ou menos definido. Tina diz que aceitou imediatamente: "Acho que já esperava".
O resultado é um CD de espiritualidade pura, o que não impede a rainha do rock de continuar o trabalho que a tornou conhecida. Em maio, ela encerrou uma turnê de 90 shows por várias cidades de Estados Unidos, Canadá e Europa.
Retirado do site: http://oglobo.globo.com/cultura/tina-turner-lanca-cd-que-recita-textos-sobre-amor-com-oracoes-budistas-cristas-3207763#ixzz2HiokHzu2 (08/07/2009)
Origin: Hindhuism Language: Sanskrit
Om Om Om
Sarvesham Svastir Bhavatu
Sarvesham Shantir Bhavatu
Sarvesham Poornam Bhavatu
Sarvesham Mangalam Bhavatu
Om, Shanti, Shanti, Shanti
_______________________________
A Vedic blessing for the world:
Oṃ. sarveśāṃ svastir bhavatu;
sarveśāṃ śāntir bhavatu;
sarveśāṃ pūrṇaṃ bhavatu;
sarveśāṃ maṅgalaṃ bhavatu
"Que todos desfrutem bem-estar; que todos possam desfrutar da paz; que todos possam
desfrutar da plenitude; que todos possam desfrutar do auspicioso. "
__________________________________
O Mantra significa:
Cantar para alcançar Bem-estar, integridade, paz, tranquilidade, felicidade, prosperidade
e harmonia.
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MEDITAÇÃO
terça-feira, 19 de junho de 2012
O SOFRIMENTO E O SEU FIM
Todas as coisas são ligadas. Os budistas sempre souberam o que os cientistas agora confirmam. Nada do que ocorre é isolado do resto, apenas parece ser. Quanto mais julgamos e rotulamos, mais isolamos as coisas. É o nosso pensamento que fragmenta o todo da vida. Mas a totalidade da vida denuncia esse fato. A vida é constituída pela rede de conexões que é o cosmos.
Na maioria dos casos, não conseguimos entender como um fato aparentemente insignificante pode exercer algum papel na totalidade do cosmos. Mas reconhecer que qualquer fato, por mais irrelevante que possa parecer, desempenha um papel dentro da vastidão do todo é começar a aceitar as coisas tais como são.
Você atinge a verdadeira liberdade e o fim do sofrimento quando vive como se o que sente ou o que experimenta neste momento fosse uma escolha completamente sua. Essa harmonização interna com o Agora é o fim do sofrimento. Será que o sofrimento é realmente necessário? Sim e não.
Se você não tivesse sofrido o que sofreu, não teria profundidade como ser humano, não teria humildade nem compaixão. Não estaria lendo este texto agora. O sofrimento rompe a casca do ego - do "eu" autocentrado - e promove uma abertura até atingir um ponto em que cumpriu sua função.
O sofrimento é necessário até que você se dê conta de que ele é desnecessário.
A infelicidade precisa de um "eu" construído pela mente, um "eu" com uma história e uma identidade. Precisa do tempo - passado e futuro. Quando você elimina o tempo da sua infelicidade, o que é que sobra? A situação daquele momento.
Pode ser uma sensação de peso, agitação, aperto no peito, raiva ou até enjôo. Isso não é infelicidade nem um problema pessoal. Não há nada de pessoal no sofrimento humano. Trata-se apenas de uma forte pressão ou uma grande energia que você sente em alguma parte do corpo. Se você concentra sua atenção nessa energia, a sensação não se transforma em pensamento e assim não reativa o "eu" infeliz.
Veja o que acontece quando você simplesmente permite que um sentimento exista. Há muito sofrimento e tristeza quando você acha que cada pensamento que passa por sua cabeça é verdadeiro. Não são as situações que causam infelicidade. São os pensamentos a respeito das situações que deixam você infeliz. As interpretações que você faz, as histórias que conta para si mesmo é que deixam você infeliz.
"As coisas em que estou pensando agora me deixam infeliz." Se conseguir constatar isso, você não se identifica com esses pensamentos.
"Que dia horrível."
"Ele não teve a consideração de retornar a minha ligação."
"Ela me rejeitou."
Contamos histórias para nós mesmos e para os outros, em geral em tom de reclamação. Inconscientemente, elas servem para reforçar a noção de que nós estamos "certos" e alguém ou alguma coisa está "errado". Achar que estamos "certos" e os outros "errados" nos coloca numa posição ilusória de superioridade, e com isso fortalecemos nossa falsa noção do "eu". Criamos assim uma espécie de inimigo, porque o "eu" precisa de inimigos para definir seus limites e sua identidade.
Julgar alguém ou algum fato é criar sofrimento para si mesmo. Somos capazes de criar todos os tipos de sofrimento para nós mesmos, mas não percebemos isso porque de certa forma esses sofrimentos satisfazem o ego. O "eu" autocentrado se sente mais confortável no conflito.
Como a vida seria simples sem essas histórias que o pensamento cria.
"Não fui bem recebida."
"Ele não telefonou."
"Eu fui lá. Ela não foi."
Quando você estiver sofrendo, quando estiver infeliz, fique totalmente com o Agora. A infelicidade e os problemas não conseguem sobreviver ao Agora. O sofrimento começa quando você classifica ou rotula uma situação de indesejável ou má. Você se ofende com alguma situação e essa ofensa desperta um ego que reage.
Classificar e rotular é um comportamento comum, mas é também um hábito que pode ser rompido. Comece procurando "não rotular" os pequenos acontecimentos. Se você perdeu o avião, se tropeçou e quebrou uma xícara, se escorregou e caiu na lama - será que é capaz de se conter e não rotular o fato como ruim ou desastroso? É capaz de aceitar a "situação" tal como é naquele momento?
Rotular alguma coisa como ruim provoca uma tensão emocional. Se você deixar que as coisas existam sem classificá-las, passa a dispor de um enorme poder. A tensão emocional separa você desse poder, que é o próprio poder da vida. Vá além do bem e do mal procurando não classificar qualquer coisa de boa ou má. Quando controlamos o hábito de rotular e classificar, o poder do universo nos invade. Quando nos relacionamos com as experiências procurando não reagir, o que antes chamaríamos de "mau" muda rapidamente através do poder da própria Vida.
Observe o que acontece quando, em vez de classificar algo como "mau", você o aceita e diz um "sim" interno, deixando que a experiência seja tal como é. Qualquer que seja sua situação, como é que você se sentiria se a aceitasse como ela é - exatamente Agora? Há muitas formas sutis e menos sutis de sofrimento, tão "normais" que não costumam ser consideradas sofrimento, e podem até parecer satisfatórias para o ego. Algumas delas: irritação, impaciência, raiva, enfrentamento, ressentimento, reclamação.
Você pode aprender a reconhecer todas essas formas de sofrimento na hora em que ocorrem e dizer para si mesmo: "Estou criando um sofrimento para mim." Se você tem o hábito de criar sofrimento para si mesmo, deve estar criando também para os outros. Para eliminar esses modelos mentais inconscientes, basta se dar conta deles, percebendo-os assim que aparecem. É impossível estar ao mesmo tempo consciente e criando sofrimento para si mesmo. O milagre é o seguinte: por trás de cada situação, pessoa ou coisa que parece "má" ou "perversa" está contido um profundo bem. Este bem se revela a você - interna e externamente - quando você aceita a situação tal como é. "Não resista ao mal" é uma das maiores verdades da humanidade. Um diálogo:
"Aceite o que é."
"Não posso. Eu me sinto irritado por causa disso."
"Então, aceite o que é."
"Aceitar que estou irritado? Aceitar que não consigo aceitar?"
"Isso mesmo. Aceite a sua não aceitação. Entregue-se à sua não entrega. E veja o que acontece."
A dor física crônica é um dos mestres mais duros que se pode ter. Ela nos ensina que "a resistência é inútil". É absolutamente normal não desejar sofrer. Mas, se você se desapegar desse desejo e aceitar a presença da dor, talvez note uma sutil separação interna, um espaço entre você e a dor. Isso significa que você passa a sofrer conscientemente, aceitando. Quando você sofre conscientemente, quando aceita a dor física, ela anula o ego, pois o ego é formado sobretudo por resistência. O mesmo ocorre com uma grande deficiência física. "Oferecer o seu sofrimento a Deus" é outra forma de fazer isso.
Não é preciso ser cristão para entender a profunda verdade universal contida de forma simbólica na imagem da cruz. A cruz é um instrumento de tortura. Ela simboliza um dos maiores sofrimentos, limitações e desampares que um ser humano pode experimentar. Então, de repente, esse ser humano se entrega, aceita sofrer conscientemente. É o que traduzem as palavras de Cristo na cruz: "Faça-se em mim segundo a Tua vontade, e não a minha." Nesse momento, a cruz, o instrumento de tortura, mostra sua face oculta: ela é também um símbolo sagrado, um símbolo do divino.
Ao se entregar, aquilo que parecia negar a existência de qualquer dimensão transcendental torna-se uma abertura para esta dimensão.
Echkart Tolle *Retirado do site www.portalarcoiris.ning.com
sexta-feira, 16 de março de 2012
KUNDUN
Em 1933, morre o décimo-terceiro Dalai Lama. Quatro anos depois, em uma remota área do Tibet, é encontrado um menino de dois anos, que é identificado como a reencarnação de Dalai Lama, o "Buda da Compaixão". Dois anos mais tarde, o garoto é levado para Lhasa, onde é educado como um monge e preparado para se tornar um chefe de estado. Quando tem 14 anos passa a enfrentar problemas com a China, que pretende tomar posse do Tibet.
quinta-feira, 8 de março de 2012
AME SEU INIMIGO
"Vocês ouviram o que foi dito: 'Ame seu próximo e odeie seu inimigo.' Eu, porém, lhes digo: amem seus inimigos, abençoem aqueles que os amaldiçoam, façam o bem àqueles que os odeiam e orem por aqueles que rancorosamente os usam e os perseguem. Assim vocês se tornarão filhos do Pai que está no céu: porque ele faz o sol nascer sobre os maus e os bons, e a chuva cair sobre os justos e os injustos."
Muitas pessoas rezam a Deus porque querem que Ele satisfaça algumas de suas necessidades. Se elas querem fazer um piquenique, pedem a Deus que lhes dê um dia claro e ensolarado. Ao mesmo tempo, os agricultores poderão estar rezando para pedir chuva. Se o tempo ficar bom, as pessoas que querem fazer o piquenique dirão: "Deus está do nosso lado; Ele atendeu às nossas preces." Mas, se chove, os fazendeiros dirão que Deus ouviu as preces deles. É dessa maneira que costumamos rezar.
Quando você reza apenas pelo seu piquenique, e não pelos fazendeiros que precisam de chuva, está fazendo o oposto do que Jesus ensinou. Jesus disse: "Amem seus inimigos, abençoem aqueles que os amaldiçoam." Se você examinar profundamente sua raiva, perceberá que o indivíduo que você chama de inimigo também está sofrendo. Tão logo você compreende esse fato, a capacidade de aceitar e ter compaixão por essa pessoa passa a estar presente. Jesus chamou essa atitude de "amar seu inimigo". Quando você é capaz de amar seu inimigo, ele deixa de ser seu inimigo. A idéia de "inimigo" desaparece e é substituída pela noção de alguém que está sofrendo e precisa de compaixão.
Fazer isso às vezes é mais fácil do que você poderia imaginar, mas é preciso praticar. Ler a Bíblia sem praticar não é muito proveitoso. No budismo, praticar os ensinamentos de Buda é a forma mais elevada de prece. O Buda disse: "Se alguém estiver numa margem e quiser ir para a outra, terá de usar um barco ou atravessar o rio a nado. Ele não pode simplesmente rezar: 'Oh, outra margem, por favor venha até aqui para que eu possa caminhar sobre você!'" Para um budista, rezar sem praticar não implica a verdadeira prece.
Na América Latina, os teólogos da libertação falam da preferência ou "opção" de Deus pelos pobres, pelos oprimidos e pelos marginalizados. Mas não acho que Deus queira que tomemos partido, mesmo que seja o dos pobres. Os ricos também sofrem, em muitos casos mais do que os pobres! Eles podem ter riquezas materiais, mas muitos são espiritualmente pobres e sofrem bastante. Conheci pessoas ricas e famosas que acabaram cometendo suicídio. Estou certo de que aqueles que possuem um elevado grau de entendimento serão capazes de enxergar o sofrimento tanto dos pobres quanto dos ricos.
Deus abraça tanto os ricos quanto os pobres, e ele quer que eles se compreendam uns aos outros, que compartilhem uns com os outros seu sofrimento e sua felicidade e que trabalhem juntos pela paz e pela justiça social. Não precisamos tomar partido. Quando o fazemos, interpretamos erroneamente a vontade de Deus. Sei que algumas pessoas poderão usar estas palavras para prolongar a injustiça social, mas isso será abusar do que estou dizendo. Temos de descobrir as verdadeiras causas da injustiça social e, quando descobrirmos, não condenaremos certo tipo de pessoas. Perguntaremos: por que a situação dessas pessoas permaneceu assim? Todos temos o poder do amor e do entendimento. Estas são nossas melhores armas. Qualquer resposta dualista ou qualquer reação motivada pela raiva só tornará pior a situação.
Quando nos acostumamos a examinar as questões em profundidade, temos o insight do que devemos e não devemos fazer para que a situação mude. Tudo depende da nossa maneira de ver as coisas. A existência do sofrimento é a Primeira Nobre Verdade ensinada pelo Buda, e as causas do sofrimento são a segunda. Quando examinamos profundamente a Primeira Verdade, descobrimos a segunda. Depois de enxergarmos a Segunda Verdade, veremos a seguinte, que é o caminho da libertação. Tudo depende de compreendermos toda a situação.
Uma vez que o façamos, nosso estilo de vida se modificará de acordo com isso e nossas ações jamais ajudarão os opressores a fortalecer sua posição. Examinar profundamente uma questão não significa ser inativo. Nós nos tornamos muito ativos com nosso entendimento. Não violência não significa não-ação. Não-violência significa agir com amor e compaixão.
Antes de o monge vietnamita Thich Quang Duc queimar-se vivo em 1963, ele meditou durante várias semanas e depois escreveu cartas muito carinhosas para seu governo, sua igreja e seus colegas monges e monjas explicando por que ele havia tomado aquela decisão. Quando somos motivados pelo amor e pela disposição de ajudar outras pessoas a alcançar o entendimento, até o auto-sacrifício pode ser um ato de compaixão. Quando Jesus se permitiu ser crucificado, Ele estava agindo da mesma maneira, motivado pelo desejo de despertar as pessoas, de restaurar o entendimento e a compaixão e de salvar as pessoas.
Quando estamos motivados pela raiva ou discriminação, mesmo que ajamos exatamente da mesma maneira, estaremos fazendo o oposto. Quando lemos as cartas de Thich Quang Duc, percebemos com extrema clareza que ele não estava motivado pelo desejo de se opor ou de destruir, e sim pelo desejo de se comunicar. Quando estamos presos numa guerra na qual as grandes potências possuem armas enormes e o controle total dos meios de comunicação, temos de fazer algo realmente extraordinário para nos fazermos ouvir. Sem termos acesso ao rádio, à televisão ou à imprensa, precisamos criar novas maneiras de ajudar o mundo a compreender a situação em que estamos. O auto-sacrifício pode ser uma dessas maneiras. Se o fizermos por amor, estaremos agindo de um modo bastante semelhante ao de Jesus na cruz e de Gandhi na Índia. Gandhi jejuou não com raiva, e sim com compaixão; não somente por seus compatriotas, mas também pelos ingleses. Esses grandes homens sabiam que é a verdade o que nos liberta, e fizeram todo o possível para tornar a verdade conhecida.
As práticas budista e cristã são as mesmas - tornar a verdade conhecida, a verdade sobre nós mesmos, sobre nossos irmãos, sobre nossa situação. Esta é a tarefa dos escritores, dos pregadores, dos meios de comunicação e também dos praticantes. Praticamos diariamente examinando profundamente a nós mesmos e a situação dos nossos irmãos. Se praticamos sem ter consciência de que o mundo está sofrendo, de que crianças estão morrendo de fome, de que a injustiça social reina em toda parte, não estamos exercendo a prática da mente alerta. Estamos apenas tentando escapar. Mas a raiva não é suficiente. Jesus disse que devemos amar nosso inimigo.
"Pai, perdoai-os, porque eles não sabem o que fazem." Este ensinamento nos ajuda a saber como olhar para o indivíduo que julgamos ser a causa do nosso sofrimento. Se nos acostumarmos a examinar profundamente a situação e o que fez com que ele se tornasse o que é agora, e se nos visualizarmos nascendo na condição dele, talvez possamos perceber que poderíamos nos ter tornado exatamente como ele. Quando fazemos isso, a compaixão surge naturalmente em nós, e compreendemos que a outra pessoa deve ser ajudada, e não punida. Nesse momento, nossa raiva se transforma na energia da compaixão. De repente, aquele a quem vínhamos chamando de inimigo torna-se nosso irmão. Este é o verdadeiro ensinamento de Jesus. Examinar profundamente uma questão é uma das maneiras mais eficazes de transformar nossa raiva, nossos preconceitos e nossa discriminação. Praticamos não apenas como indivíduos, mas também como grupo.
No budismo, falamos da salvação através do entendimento. Percebemos que é a falta de compreensão que gera o sofrimento. O entendimento é o poder capaz de nos libertar. É a chave que pode abrir a porta da prisão do sofrimento. Se não praticarmos o entendimento, não estaremos aproveitando o mais poderoso instrumento para libertar a nós mesmos e outros seres humanos do sofrimento.
O verdadeiro amor só é possível com o verdadeiro entendimento. A meditação budista - parar, acalmar-se e examinar profundamente - visa nos ajudar a compreender melhor as coisas. Em cada um de nós existe uma semente do entendimento. Essa semente é Deus. Ela também é o Buda. Se você duvidar da existência dessa semente, estará duvidando de Deus e de Buda. Quando Gandhi disse que o amor é a força libertadora, ele quis dizer que temos de amar nosso inimigo. Mesmo que nosso inimigo seja cruel, mesmo que esteja nos oprimindo, semeando o terror e a injustiça, temos de amá-lo. Esta é a mensagem de Jesus. Mas como podemos amar nosso inimigo? Existe apenas uma maneira compreendê-lo. Temos de entender por que ele é como é, como veio a ser assim, por que não vê as coisas do modo como nós vemos. Compreender uma pessoa nos confere o poder de amá-la e aceitá-la. E, no momento em que nós a amamos e aceitamos, ela deixa de ser nossa inimiga. É impossível "amar nosso inimigo" porque, no momento em que passamos a amá-lo, ele deixa de ser nosso inimigo. Para amá-lo, precisamos praticar o exame profundo a fim de compreendê-lo. Se o fizermos, nós o aceitaremos, amaremos e também aceitaremos e amaremos a nós mesmos. Na qualidade de budistas e cristãos, não podemos pôr em dúvida que o entendimento é o componente mais importante da transformação. Se conversamos um com o outro, se estabelecemos um diálogo, é porque acreditamos que existe uma possibilidade de compreender melhor a outra pessoa. Quando entendemos outra pessoa, nós nos compreendemos melhor. E, quando nos compreendemos melhor, passamos a entender também melhor a outra pessoa.
"Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido." Todo o mundo comete erros. Se formos observadores, perceberemos que algumas das nossas ações no passado fizeram outras pessoas sofrer, e algumas ações de outras pessoas nos fizeram sofrer. Queremos ser magnânimos. Queremos recomeçar. "Você, meu irmão ou irmã, foi injusto comigo no passado. Compreendo agora que isso aconteceu porque você estava sofrendo e não viu claramente o que estava acontecendo. Não sinto mais raiva de você." Você não pode se obrigar a perdoar. Somente quando entender o que aconteceu é que poderá sentir compaixão pela outra pessoa e perdoá-la. Esse tipo de perdão é fruto da consciência. Quando somos atentos, conseguimos perceber as inúmeras causas que levaram outra pessoa a nos fazer sofrer, e, quando enxergamos isso, o perdão e a libertação surgem naturalmente. É sempre proveitoso pôr em prática os ensinamentos de Jesus e do Buda.
(Do livro “Vivendo Buda, vivendo Cristo” – Thich Nhat Hanh)
Sangha Virtual Estudos Budistas - Tradição do Ven. Thich Nhat Hanh
Retirado do site: http://portalarcoiris.ning.com
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
SAMSARA
Conta a história de um monge budista que busca a iluminação. Desde os 5 anos de idade ele viveu sob a vida em um monastério, até o momento em que se torna um homem e decide conhecer a vida “mundana” material ao se apaixonar e sentir grande atração por uma camponesa chamada Pema. Mostra uma faceta do misterioso mundo da região do Tibet, em uma instigante história de uma busca profunda, que ocorre entre o dilema: procurar a verdade única do nirvana ou satisfazer a 1000 desejos do corpo e da mente de um homem “comum”…. Aclamado em toda a Europa vencedor de diversos festivais de cinema.
Filme parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=Wh6wHYK24rU
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=7SuV6G4B2PQ
Filme parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=Wh6wHYK24rU
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=7SuV6G4B2PQ
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
O PEQUENO BUDA
Um dia, ao voltar para casa, o arquitecto Dean Conrad (Chris Isaak) encontra dois monges budistas tibetanos, Lama Norbu (Ruocheng Ying) e Kenpo Tensin (Sogyal Rinpoche), sentados na sua sala de estar, conversando com Lisa (Bridget Fonda), a sua esposa.
Guiados por vários sonhos perturbadores, os monges viajaram do Nepal até Seattle pois acreditam que uma criança de 10 anos, Jesse (Alex Wiesendanger), o filho de Dean, possa ser a reencarnação de Lama Dorje (Geshe Tsultim Gyelsen), um lendário e místico budista. Inicialmente Dean e Lisa estão céticos, especialmente quando os monges manifestam interesse em levar Jesse para o Butão, na intenção de comprovar ou não se ele é a reencarnação de Lama Dorje.
Porém após o suicídio de Even, um sócio de Dean, este muda de ideia. Após deixar Lisa nos Estados Unidos, Dean viaja com o filho para o Butão.
É raro assistir a um filme em que você se sinta envolvido pela história mas também o deixe com um sentimento positivo ao final. "O Pequeno Buda" é um filme agradável, com uma bela fotografia, um roteiro muito bem escrito, e possuiu uma belíssima trilha sonora. Foi dirigido e escrito por Bernardo Bertolucci, ganhador do Oscar de melhor diretor por outro grande filme, "O Último Imperador". Ele entretêm ao mesmo tempo em que apresenta a vida de um dos grandes enviados por Jesus ao nosso planeta para exposição de suas verdades libertadoras.
O filme começa em Butão, um país situado na Cordilheira do Himalaia, onde um certo Lama budista começa a perceber sinais de que seu venerando professor, que havia falecido alguns anos antes, poderia estar reencarnado. Ele parte em busca dos três candidatos, sendo que um deles é um menino de Seattle, nos Estados Unidos. O filme propõe também este paralelo entre as duas culturas - ocidental e oriental - discutindo o ceticismo presente em nosso cotidiano, pela forma na qual se vive "modernamente". Esta narrativa principal é intercalada por outra história, a vida do Príncipe Sidarta, que vai sendo contada aos poucos pelo Lama ao menino americano. A história é contada de forma simples, em linguagem ao alcance de uma criança, e talvez por isso tenha um atrativo maior, emocionando pela beleza singela das cenas da vida do "Iluminado". A transformação de Sidarta em Buda, sob uma grande árvore, contém simbolismos que poderiam, por exemplo, ser analisados à luz do espiritismo sem prejuízo algum.
A compaixão de Sidarta pelo sofrimento alheio, causa que move sua busca pela Verdade, é uma das grandes forças apresentadas pelo filme. Os ideais transcendentes apresentados são o principal destaque para o espectador atento. Vê-se que o intento de superar as impermanências da vida é tão antigo quanto culturalmente abrangente, considerando que a meta a que todos almejamos é a conquista dos valores eternos e essenciais.
A compaixão de Sidarta pelo sofrimento alheio, causa que move sua busca pela Verdade, é uma das grandes forças apresentadas pelo filme. Os ideais transcendentes apresentados são o principal destaque para o espectador atento. Vê-se que o intento de superar as impermanências da vida é tão antigo quanto culturalmente abrangente, considerando que a meta a que todos almejamos é a conquista dos valores eternos e essenciais.
Marcelo J. de Sousa
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