Mostrando postagens com marcador QUEIXA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador QUEIXA. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

NÃO COMENTE O MAL

          André Luiz, em seu livro Agenda Cristã, nos diz que o mal não merece ser comentado em momento algum.
     Realmente, os males de nossa existência têm o tamanho e a medida exata da importância que lhes damos. Comentar o mal é trazer de volta, viva, uma coisa que já passou e que não existe mais. Imaginemos um incêndio que já foi debelado e do qual só restam cinzas. Vem alguém e em vez de usar de uma mangueira com água joga um fósforo aceso e despeja álcool por cima. As chamas recomeçam e o fogo cresce, de novo, devastador.
     As pessoas que costumam comentar suas dores, seus problemas e o que os outros lhe fizeram de ofensas, estão revivendo os momentos infelizes e lhes dando vida real e forças. Mais ainda, com esses comentários estão enviando vibrações negativas para quem, possivelmente, já não se lembra do ocorrido. Para se ter idéia de como esse hábito é prejudicial, podemos fazer a seguinte comparação: É como se estivéssemos em cima de uma areia movediça, no deserto. Quanto mais nos debatemos, essa areia que representa os males que nos fizeram, mais aumenta e vai nos engolindo. Só poderemos nos livrar da areia movediça se nos mantivermos tranqüilos, calmos, em paz, e isso nos dará tempo para acharmos uma saída. Quanto mais nos agitarmos, mais nos afundamos na areia.
      A melhor política é seguir os ensinamentos de Jesus, o Mestre de Amor. O que ele nos ensinou? O amor a Deus e o amor ao nosso próximo. Esse amor implica no perdão incondicional das ofensas que nos são feitas. O mais interessante é o fato de que a maioria daquilo que consideramos agressões de nossos semelhantes para conosco são muitas vezes causadas apenas pelo nosso orgulho e amor próprio feridos por observações que nem sempre foram ditas com intenção de nos ferir.
    Deixemos de comentar o mal que ele vai desaparecer por sua própria insignificância, e nossos comentários só farão com que pequenas coisas se tornem gigantescas aos nossos olhos. Agindo assim, grande parte de nossos problemas estarão solucionados.
   Ary Brasil Marques "Um Sublime Peregrino" (Retirado do site: http://www.espiritbook.com.br)

domingo, 27 de novembro de 2011

   Vou listar alguns comportamentos que são verdadeiros ladrões de prosperidade, e que muitas vezes não temos a consciência do quanto são prejudiciais. Todos estão ligados, de uma forma ou de outra, ao pensamento de escassez. Portanto, se você quiser plantar problemas financeiros, pratique o seguinte:

- Fale mal dos ricos: Diga que são todos arrogantes, desonestos, corruptos, generalize mesmo, diga que não há exceção, e que se houver, você nunca conheceu uma. Assim, você fará de tudo para nunca ser um deles. Se você fala só um pouquinho mal dos ricos, então você também fará somente um pouquinho para não se tornar um deles.

- Fale mal do dinheiro. Diga que é fonte de todo mal, da ganância, que corrompe as pessoas. Associe todo tipo de pensamento e sentimento negativo a ele, dessa forma você desejará que ele fique bem longe.

- Reclame das contas que você tem a pagar: Sempre que chegar uma conta, se aborreça bastante. De preferência, tenha uma azia. Diga o quanto ela é absurda e o quanto as empresas são ladras e exploradoras. Pode ser qualquer conta: água, luz, telefone, condomínio, escola das crianças, cartão de crédito, parcela do carro. Nunca reconheça os benefícios que os serviços que utilizados trouxeram pra você. Reclame bastante, gaste muita energia com isso. Quem sabe assim na próxima vez a conta vem menor.

- Seja mesquinho: Não doe nada nunca. O que é seu é seu. Ajudar? Pra quê? Se a vida já estão tão difícil e você lutou tanto... Além do mais, tem muita corrupção nas instituições. Não dá pra confiar em ninguém, seu dinheiro vai ser roubado se você doar. Guarde tudo pra você, afinal de contas, não sabemos o dia de amanhã.

- Leia e colecione todo tipo de notícia ruim sobre a economia: Assista atentamente aos noticiários, leia todas as reportagens. Toda vez que tiver uma notícia ruim a respeito da economia, preste muita atenção. Se for revista ou jornal, recorte e guarde para você não esquecer. Isso não vai deixar você pessimista, mas sim, realista. Você é uma pessoa que precisa e gosta de estar bem informado para poder se prevenir.

- Atribua a sua situação econômica e a dos outros à sorte ou ao azar: Quando vir alguém muito bem financeiramente diga que foi sorte. Quando você estiver mal, diga que foi azar. Reze bastante para que a sorte bata à sua porta e você possa finalmente prosperar, quem sabe até mesmo, ganhar na loteria. A verdade é que você tem pouca ou nenhuma influência sobre a sua vida financeira e só é possível ter esperança contando com a sorte mesmo.

- Fique revoltado quando souber de alguém que ganha um salário altíssimo: Não é justo que um artista ou um jogador de futebol ganhe tanto. Afinal de contas, você e outras pessoas estudaram mais, são mais inteligentes e não ganham uma fração do que eles ganham. Fique bastante revoltado. Quem sabe assim o salário deles diminui e o seu cresce.

- Pechinche ao máximo, sempre: Quando for contratar alguém para realizar qualquer tipo de serviço, sinta-se feliz em conseguir fechar tudo a um preço inacreditavelmente baixo. Faço isso até mesmo quando for comprar coisas que têm valor irrisório, tipo o amendoim na praia ou pamonha na rua. Parta do princípio que todos são exploradores e oportunistas e que você precisa se proteger. Quando alguém prestar um serviço surpreendentemente bom, nada de dar gorjetas ou elogios, pois a pessoa não fez nada além da sua obrigação.

- Culpe aos outros pela sua situação financeira: Culpe o governo, seus pais, seu ex-marido ou sua mulher, os filhos, seu sócio e etc... Se possível xingue todos eles três vezes por dia. Assim, quem sabe eles tomam consciência e vão deixar de atrapalhar sua vida e você vai prosperar muito.

- Tenha vergonha de prosperar: Quando alguém elogiar algo que você tem, diga que comprou na promoção, dividido em dez vezes no cartão! Pode ser uma viagem que você fez, um relógio, uma roupa, não importa. Você é uma pessoa modesta, humilde e não quer ser confundido com um rico esbanjador e ganancioso. Além disso, você ainda vai evitar muita inveja.

- Sempre que puder, leve vantagem sobre algo ou alguém: O mundo é dos espertos. Só assim se conseguem ganhar bem. Sendo assim, falsifique carteira de estudante para pagar meia entrada (ou peça a de alguém emprestada, pra não correr o risco de ser preso), venda um serviço fazendo propaganda enganosa, prometa e não cumpra, peça uma grana emprestada e não pague... As pessoas não vão confiar em você depois, mas o que importa isso? Você já teve a vantagem e já se deu bem. Ah sim, quando a conta do restaurante vier faltando alguma coisa, não avise ao garçom de jeito nenhum! O restaurante já é muito rico e só quer se dar bem em cima de você; você merece dar esse pequeno troco neles.
   Bem, esses são apenas alguns comportamentos fantásticos para criar pobreza.
André Lima - EFT Practitioner, Terapeuta Holístico, Mestre de Reiki e Engenheiro.
Read more: http://passarinhosnotelhado.blogspot.com/search/label/Belos%20Texto...

domingo, 25 de setembro de 2011

NÃO ESTRAGUE SEU DIA

     "A sua irritação não solucionará problema algum. As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
    Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar. O seu mau humor não modifica a vida. A sua dor não impedirá que o Sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
    A sua tristeza não iluminará os caminhos. O seu desânimo não edificará a ninguém. 
    As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade. As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
    Não estrague o seu dia. Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitivamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito Bem."
     André Luiz (psicografia de Chico Xavier no livro: AGENDA CRISTÃ)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

QUEIXAS E RESSENTIMENTOS

    Queixar-se é uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer. Cada reclamação é uma pequena história que a mente cria e na qual acreditamos inteiramente. Não importa se ela é feita em voz alta ou apenas em pensamento. Alguns egos que talvez não tenham muito mais com o que se identificar sobrevivem apenas com queixas. Quando estamos presos a um ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claro, inconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo.
    Uma atitude típica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos às pessoas, seja na frente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmo apenas pensando nelas. Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e de mostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre os outros: "idiota", "desgraçado", "prostituta", “etc”, todas essas afirmações definitivas contra as quais não se pode argumentar.
    No nível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos. Não muito abaixo disso se encontra a violência física. O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego. Ressentir-se significa ficar magoado, melindrado ou ofendido. Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado. O ego adora isso. Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade. Quem é o responsável por isso? Nossa própria inconsciência, o ego em nós. Algumas vezes, a "falta" que apontamos em alguém nem mesmo existe. Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior.
    Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo o resto, nós a tornamos maior do que ela realmente é. E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro, o ego.
    Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais eficazes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo. No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana insana. Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece.
    Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada. Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes. Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas.
    Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes aqui e agora. Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência dele que é o ego. A não-reação não é fraqueza, mas força. Outra palavra para não-reação é perdão. Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo. E ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência.
     O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações. O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo. Os pontos implícitos são sempre os mesmos: “isso não deveria estar acontecendo”, “não quero estar aqui”, “estou agindo contra minha vontade”, “o tratamento que estou recebendo é injusto”, “etc”. E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si, o agora.
     Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas. Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento.
Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida - desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros.
    "Como você se atreve a me servir uma sopa fria?" Isso é se queixar, isso é ego. Nessa situação, existe um "eu" que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um "eu" que aprecia apontar o erro de alguém. A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes fica óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando e continuar existindo. Veja se você consegue capturar, ou melhor, perceber, a voz na sua cabeça - talvez no exato instante em que ela esteja reclamando de algo - e reconhecê-la pelo que ela é: a voz do ego, não mais do que um padrão mental condicionado, um pensamento.
    Sempre que a observar, compreenderá que você não é ela, e sim aquele que tem consciência dela. Na verdade, você é a consciência que está consciente da voz. Atrás, em segundo plano, está a consciência. À frente, se situa a voz, aquele que pensa, o ego. Dessa maneira você estará se libertando do ego, livrando-se da mente não observada.
    No momento em que você se tornar consciente do ego, a rigor ele não será mais o ego, e sim um velho padrão mental condicionado. O ego implica inconsciência. Ele e a consciência não conseguem coexistir. O velho padrão mental, ou hábito mental, pode sobreviver e se manifestar por mais um tempo porque tem o impulso de milhares de anos de inconsciência humana coletiva atrás de si. No entanto, toda vez que é reconhecido, ele se enfraquece.
    Só a prática da auto-observação consciente leva ao despertar da consciência e conseqüentemente com a eliminação do ego (para quem realmente que acordar da ilusão).
Extraído do livro: “O DESPERTAR DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA” de Eckhart Tolle
Retirado do site: http://portalarcoiris.ning.com