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sábado, 31 de dezembro de 2016
sábado, 2 de julho de 2016
segunda-feira, 29 de junho de 2015
"Permita que as coisas simplesmente sejam como são. Cada um vai enxergar o que é de uma forma, o que faz com que o que é seja algo muito relativo. Como você enxerga e julga o que acontece à sua volta diz muito mais de você do que das coisas em si - não se engane. Então eu te pergunto: como você enxerga e julga o que acontece à sua volta? Enxerga os desafios e aprendizados que são enfrentados por outras pessoas? Ou resume absolutamente todos os fatos e acontecimentos às suas necessidades e demandas? O quanto você respeita e compreende o momento que outras pessoas vivem? Você consegue entender que, por mais diferente que a sua realidade seja de uma outra pessoa, sempre existe algo a aprender - ainda que não seja capaz de identificar o quê, a princípio? O quanto você é capaz de aprender com o novo, com o diferente, inusitado?
O que mais tenho visto por aí são pessoas que, para não terem que mudar, querem que o mundo mude. Para não abandonar sua zona de conforto impõe seus desejos e vontades de forma tão rude que o que me vem à mente é: qual o recado que está sendo passado ao Universo? Amor ou medo? Abundância ou escassez? Prosperidade ou falta?
Reflita: todas as suas atitudes falam apenas de quem você é. Seus julgamentos revelam apenas seus valores e suas demandas falam apenas do que te falta. Esteja atento se você não vem pedindo do mundo algo que não vem sendo capaz de dar. Porque, se for o caso, não existe truque: o Universo te dá o mesmo que você já tem dentro de você. Paz e bem".
Sempre ♡ - Flávia Melissa
Retirado do Facebook, página Flavia Melissa
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
DRÁCULA, A HISTÓRIA NUNCA CONTADA
Os habitantes da Transilvânia sempre foram inimigos dos turcos, com quem tiveram batalhas épicas. Para evitar que sua população fosse massacrada, o rei local aceitou entregar aos turcos centenas de crianças. Entre elas estava seu próprio filho, Vlad Tepes (Luke Evans), que aprendeu com os turcos a arte de guerrear. Logo Vlad ganhou fama pela ferocidade nas batalhas e também por empalar os derrotados. De volta à Transilvânia, onde é nomeado príncipe, ele governa em paz por 10 anos. Só que o rei Mehmed (Dominic Cooper) mais uma vez exige que 100 crianças sejam entregues aos turcos. Vlad se recusa e, com isso, inicia uma nova guerra. Para vencê-la, ele recorre a um ser das trevas (Charles Dance) que vive pela região. Após beber o sangue dele, Vlad se torna um vampiro e ganha poderes sobre humanos.
"Quem quer ver um bom filme sobre o "lado sombrio" indico este que é o melhor filme sobre Drácula que já vi. O cinema está amadurecendo e realizando filmes realmente profundos. Este filme mostra que ninguém segue o caminho do mal apenas por pura maldade... em muitas vezes, se é impulsionado a isso pela dor causada pela própria maldade do mundo". - Roger Bottini Paranhos
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
UM TOQUE DE FELICIDADE
A neve cai em Manchester e todos estão se preparando para o Natal. Todos, exceto Anthony, um ser estranho e enigmático que acorda no meio da rua, sem saber onde está ou o que está fazendo ali. Mas, Anthony tem uma capacidade notável: o poder para encontrar os perdidos.
Sobre o curso de uma mágica noite de Natal, Anthony transforma a vida de cinco pessoas comuns, pessoas cujas vidas foram abaladas por decisões de seu passado. Mas, a capacidade de curar de Anthony é real, ou apenas uma ilusão terrestre mais profundamente como nunca antes imaginado. A história é pra se pensar em si à cada atitude que toma. Faz você olhar pra dentro e relembrar o que perdeu, ou como poderia ter sido todo o resto se algo apenas não tivesse acontecido daquela maneira. Trata-se de como o ser humano atua fundamentalmente em cada gesto, por mais simples que seja.
(Retirado do Facebook - Filmes espíritas/Frases espíritas)
Filme Completo e Dublado... http://www.youtube.com/
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
domingo, 20 de outubro de 2013
domingo, 22 de setembro de 2013
APRENDA A DIZER "NÃO" PARA QUEM VOCÊ AMA
Sabe aquela raiva que você sente quando alguém ultrapassa algum limite com você? Ou então quando alguém pede algo e depois não te restitui?
Essa raiva acontece para você colocar limites, condições e acordo que te protejam de futuros e maiores abusos na relação.
Quando você não faz isso, seja por qual motivo for, a sua raiva vira medo. Raiva não aplicada para defesa pessoal transforma-se em medo e mágoa. Da próxima vez quando a mesma pessoa cometer outro abuso ela já será mais incisiva, desrespeitosa, exigente, porque percebeu que você não sabe dizer não.
Quando você evita o NÃO para alguém, de forma dutil, está enviando uma mensagem de que estará sempre disponível, e essa pessoa passará a fazer o “jogo do abandono” com isso, te manipulando e te explorando.
Diga NÃO aos seus amores. Amor de verdade tem muito mais a ver com desagradar do que agradar as pessoas que amamos.
E lembre-se: toda vez que sentir raiva é um grito da sua alma querendo te defender, aprenda a usá-la a seu favor. Há milhares de maneiras de dizer NÃO. Uma delas, talvez a principal, é não ser tão disponível.
Quer saber? Emite um aviso prévio escrito em um cartaz para quem você ama: DE HOJE EM DIANTE SEREI ALGUÉM DIFERENTE. NEM MELHOR, NEM PIOR, APENAS DIFERENTE. PORTANTO, MEUS AMORES ACOSTUMEM-SE.
Retirado do Facebook - Wanderley Oliveira
sábado, 31 de agosto de 2013
SUGESTÃO PARA LEITURA - AGOSTO/2013
1- ISABEL DE ARAGÃO, A RAINHA MÉDIUM (Valter Turini): Dona de beleza ímpar, aliada a excepcional inteligência, Isabel foi incomparável médium de efeitos físicos. Esta obra relata aspectos dessa sua existência e nos mostra atos de extrema renúncia, rara sabedoria e expressivas manifestações mediúnicas. Amada pelos seus súditos portugueses que a tinham à conta de criatura piedosíssima, sempre pronta a distribuir benesses entre os miseráveis e desvalidos das ruas. Sempre acompanhada de suas damas de companhia, saía diariamente exercendo a caridade e atendendo as necessidades materiais e espirituais dos mais necessitados. Admoestada certa vez pelo esposo, que a julgava perdulária pelo tanto que distribuía aos pobres, foi personagem de um caso célebre de transmutação da matéria ao transformar pães em rosas, diante dos estupefatos olhos do esposo que, a surpreendendo, intimara-a a revelar o que carregava oculto sob o manto.
TEMOS ESTE LIVRO EM NOSSA BIBLIOTECA
2- A CABANA DO PAI INÁCIO (Anna Ponzetti): Pai Inácio é o guia chefe responsável pela criação e expansão de um terreiro, nos primórdios da umbanda. Na estruturação do templo, vão sendo introduzidas as diversas linhas da umbanda: os pais e mães velhos com sua sabedoria, os caboclos, as crianças e para espanto dos encarnados, os guardiães ou exus e pombas-giras (vistos com a desconfiança habitual dos que desconhecem sua verdadeira natureza). A cada um deles, as explicações de Pai Inácio valem por um manual de entendimento da atuação dessas falanges. Paralelamente, a narrativa se desdobra no plano material: a cuda da vaidade mediúnica de um líder, a preparação de uma médium-chefe de terreiro, o papel transformador de uma doença, a sensitiva desarmonizada que foge do compromisso mediúnico_ um painel didático dos problemas típicos do universo mediúnico. Esta obra, de forma envolvente e agradável, é precioso compêndio prático sobre os bastidores do universo umbandista.
TEMOS ESTE LIVRO EM NOSSA BIBLIOTECA
3- AOS PÉS DO PRETO VELHO (Norberto Peixoto): Num trabalho conjunto com Ramatís, Pai Tomé elucida a fisiologia orgânica da mediunidade, discorrendo sobre a função dos cristais de apatita na glândula pineal dos médiuns, a mecânica e desmistificação da incorporação nos trabalhos de terreiro, os riscos dos rituais africanistas de que "fazem a cabeça" prometendo fortalecer a capacidade mediúnica, a eclosão natural da mediunidade no atual momento planetário e a prosperidade espiritual. O autor ainda esclarece como se dá a intercessão socorristas nas regiões umbralinas, neste processo de transição planetária em que também participam os irmãos intergalácticos encaminhando as consciências resistentes ao Evangelho de Jesus aos tribunais divinos. Assimilar o conhecimento destes dois sábios é garantir uma oportunidade de trabalho mediúnico seguro, baseado nos ensinamentos do Cristo.
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
SERÁ QUE TENHO UMA DÍVIDA DO PASSADO COM MEU FILHO?
Meu filho teve uma relação rápida e deste relacionamento nasceu um menino hoje com 10 anos, mas ele não o aceita, e nem convive com a criança. Eu sofro muito com isso. Sou espirita, acredito que nada é por acaso, mas pergunto: será divida de vida passada? Isso não poderia ser amenizado? Qual minha parcela de culpa. Obrigada sempre, se puder me amenizar esta dor
É exatamente essa necessidade de querer saber uma coisa impossível e que jamais será esclarecida aqui no mundo físico que te adoece, minha filha. É isso, aliás, que tem adoecido muitas pessoas que acreditam no Espiritismo e ficam alimentando "fantasias do passado", sem considerar ou buscar explicações no presente.
Existem dezenas de explicações para essa relação entre seu filho e seu neto, sem que isso envolva necessariamente reencarnações passadas. Essa mania de interpretar relações sob uma ótica de carmas que foram planejados está levando muita gente a um sofrimento voluntário e distante da realidade. É por essas e outras que tenho dito a muitos espíritas o quanto estão precisando de uma boa terapia, para centrar a mente na vida atual e colocar o pé no chão.
Informações como a que você está querendo só são fornecidas a pessoas que estejam muito prontas e preparadas para interceder na vida das pessoas que dizemos amar. E um dos itens que mais caracterizam a maturidade para isso é não sofrer com aquilo que é do outro, a ponto de entender que jamais as pessoas que amamos serão como gostaríamos que elas fossem. Além disso, quando queremos explicações sobre o passado, na verdade, estamos querendo saber o que teria gerado essa convivência entre os dois lá trás em outras vidas. E o que acha que isso vai adiantar a você ou a seu filho? O que passou, passou. Se realmente ele faz o que faz por conta do passado e não mudou, então o seu foco deveria ser o seguinte: o que fazer na vida presente para as coisas mudarem, mas nesse caso, não se iluda a respeito de uma coisa, ele tem que querer e decidir por isso. Se ele não quer, minha filha, viva sua vida, ame seu neto e seu filho como são.
Enquanto se tenta explicar espiritualmente a ligação entre os dois, você assume um papel que não é o seu nesse contexto. Tem muita coisa no presente que explica o que está acontecendo com os dois, mas isso é uma coisa que você precisa descobrir em terapia, porque primeiro vai ter que descobrir muita coisa sobre você. Esteja certa de que o fato de estar sofrendo com isso é um indício muito claro de que necessita fazer uma mudança profunda na sua forma de entender e praticar o amor. De fato, nada acontece por acaso. Isso, porém, não implica dizer que foi planejado ou que tenha relação com vidas passadas.
Minha palavra de esclarecimento e esperança para você é que esqueça essa expressão “dívida do passado” e procure se informar, por meio de uma ajuda especializada, o que você tem a aprender com tudo isso que está acontecendo. Fazendo isso, todo o quadro vai mudar no seu coração, mesmo que seu filho não mude em nada o que ele é e o que ele faz.
Retirado do site: http://www.wanderleyoliveira.blog.br
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quinta-feira, 11 de julho de 2013
O QUE EU SEI SOBRE LADY DIANA NO MUNDO ESPIRITUAL
Achei aquilo um absurdo e fui consultar os amigos espirituais, pois até àquela ocasião não tinha informações mediúnicas claras sobre o assunto. Na época, não me lembro exatamente quem foi, uma entidade espiritual me esclareceu que os políticos, pela responsabilidade que guardam e pela influência social que exercem, ao contrário, são alvos de muito amparo espiritual. Tarefas que envolvem multidões como a arte, política, educação e outras recebem um natural interesse dos amigos do bem considerando o que essas atividades podem criar na sociedade.
Mais adiante, alguns anos depois, fui informado pelo próprio Chico Xavier, que Gandhi amparava os ideais de Lady Diana. E muito tempo depois, Divaldo Franco, revelou que os olhos de Lady Diana no mundo espiritual foram abertos por Madre Tereza de Calcutá, que desencarnou 5 dias depois dela, encontrando-a ainda em recuperação da consciência após o acidente.
O fato de políticos receberem amparo especial não quer dizer que o mereçam ou que façam por onde merecê-lo. Isso depende da conduta e intenções de cada um. Todos, no entanto são alvo do maior interesse dos administradores espirituais do planeta. Mas o que gostaria de ressaltar nessa reflexão é que, em 1985, recebi informações de que da metade do século XX para frente, foram planejadas muitas reencarnações de espíritos, a pedido direto de Jesus, para cumprirem funções públicas que mudariam os destinos do mundo.
Muitos desses homens públicos, por confirmação dos benfeitores a mim revelada apouco tempo, estão hoje na política, na educação, na arte e na religião com a faixa de idade entre 40 e 60 anos desempenhando seus papéis transformadores. Não são almas redimidas, nem iluminados de altos planos, mas espíritos que congregam inteligência, mentalidade progressista e desejo sincero de um planeta melhor, condições limitadas, porém, suficientes para operar as mudanças necessárias na virada do milênio haja vista o futuro dos continentes.
Isso deveria servir a nós espíritas para baixar um pouco a nossa “bola” em relação a essa visão utópica da missão do Brasil como coração do mundo e Pátria do evangelho. Parece que muitos acreditam que essa missão será cumprida por pessoas dotadas com uma dilatada visão imortal da vida, como se nós espíritas fossemos os operadores exclusivos da regeneração do planeta. Sinceramente? Que a gente se cuide, porque senão a gente perde o bonde da história com essa visão ufanista e fora da realidade!
Que ao país foi entregue essa missão é inegável. Chico nos deixou isso límpido em livros e informações de diálogos. Que adianta visão imortal, conhecimento das leis reencarnacionistas e bagagem de informação espiritual distanciados da realidade social do mundo? O Espiritismo é uma proposta renovadora para o futuro da humanidade. Nós espíritas, no entanto, com honrosas, mas poucas exceções, estamos precisando rever nosso conceito do que seja participação social para um mundo melhor. A regeneração do planeta, com certeza, não virá somente de sopa fraterna, orações, desobsessões e palestras doutrinárias. Apesar de serem iniciativas valorosas, são muito pontuais. Precisamos mostrar o valor da nossa doutrina com ações claras, iniciativas inovadoras e posturas corajosas.
Lady Diana não era espírita. Ela amava. Ela fazia parte desse grupo da ação direta de Jesus a que me referi acima. O #BRASILACORDOU pessoal! Vamos acordar também espíritas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Jesus chama seus discípulos nos lugares mais diversos do planeta. Querida Lady a quem tanto amo, obrigado pela sua passagem breve pela Terra. Volte logo, precisamos de você.
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terça-feira, 9 de julho de 2013
texto de autoria de Divaldo Franco publicado no Jornal A Tarde de hoje, 20/06/13, sobre as manifestações estudantis pelo Brasil.
Segue texto de autoria de Divaldo Franco publicado no Jornal A Tarde de hoje, 20/06/13, sobre as manifestações estudantis pelo Brasil.
"Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas...
Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores. O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade.
Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior.
A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo. É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição. Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações.
O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas... porém, em ordem e em paz."
Retirado do Facebok - Antonio Carlos Lima postou na página UNIVERSALISMO CRÍSTICO
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quinta-feira, 20 de junho de 2013
O QUE A ESPIRITUALIDADE DIZ SOBRE O MOVIMENTO DE MANIFESTAÇÕES POPULARES QUE TOMA AS RUAS DO BRASIL
Benjamin Teixeira de Aguiar
em diálogo com o Espírito Eugênia-Aspásia.
(Benjamin Teixeira de Aguiar) – Estimada mestra Eugênia, poderia tecer algum comentário a respeito das últimas ocorrências de manifestações populares, Brasil afora? É de domínio comum que as reivindicações populares são um direito democrático constituído em toda sociedade dita civilizada, nos dias de hoje, desde que a ordem e a paz públicas não sejam perturbadas, mormente fazendo alusão aqui ao proibitivo uso de violência contra pessoas ou o patrimônio comum ou privado. Noticia-se que entre 200 a 250 mil manifestantes tomaram as ruas de grandes capitais brasileiras, ontem, segunda-feira 17 de junho, sobremaneira à noite. 100 mil apenas no Rio de Janeiro. 65 mil em São Paulo. Houve eclosões de violência e vandalismo.
Mais de 40 cidades do mundo, no exterior, também registraram manifestações de rua, com brasileiros (não residentes em território nacional) apoiando as reclamações de seus compatriotas, em nosso solo. Grandes e respeitáveis órgãos da imprensa internacional estamparam o país nas primeiras páginas, em manchetes alarmantes.
O movimento vem num crescendo desde a semana passada. Autoridades se contradizem, sem atinar os motivos da onda de sublevações, iniciada com um protesto aparentemente desprovido de força, contra o aumento no preço do transporte público, em alguns pontos do país. As razões estampadas em cartazes, muitos improvisados na via pública, incluem de tudo – desde a corrupção generalizada até os custos com a Copa das Confederações e a Copa do Mundo do próximo ano, que deveriam, pela proposta de alguns, transformar-se em maior investimento nos setores de educação e saúde para todos. Fica evidenciada, porém, a insatisfação popular com a representatividade política nos cenários municipal, estadual e federal, com o foco de maior desgosto voltado para o Poder Legislativo. Um dia histórico, com a rampa do Congresso Nacional tomada por manifestantes, em Brasília, e a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro servindo de palco a cenas impressionantes de baderna e caos que lembravam, em seus paroxismos, de algum modo, uma praça de guerra. Nem jornalistas conseguiam aproximar-se do local. Mais de setenta policiais foram acuados dentro da Casa Legislativa da antiga capital do país, vinte deles feridos, e populares exaltados, aos gritos de guerra, lançavam paus, pedras e mesmo coquetéis molotov contra expectantes (em sua esmagadora maioria) homens fardados.
Imagens atípicas no país. Embora a maior parte do movimento seja pacífica, políticos, jornalistas e analistas de todas as vertentes quedam-se perplexos, demonstrando estupor e incompreensão, em torno do que se passa em nossa pátria. Surpresa e confusões gerais. O protesto toma um nítido caráter apartidário e parece agregar gente de todos os segmentos da sociedade brasileira. Arriscamos delinear este quadro geral, para propiciar aos que nos leem no presente uma visão mais ampla do a que aludimos, como também para recordar tais acontecimentos àqueles que no futuro venham compulsar estas páginas. Depois desta contextualização de nossa pergunta, solicitamos-Lhe, querida Mestra, que, se julgar apropriado e justo, nos ajude a juntar as peças desse gigante quebra-cabeças, oferecendo-nos algum esclarecimento em torno do panorama enevoado em que estamos inseridos no Brasil, atualmente.
(Espírito Eugênia-Aspásia) – Questões complexas demandam abordagem interdisciplinar; e, se são também profundas, remetem às estruturas constitutivas da psique humana. A iniciativa multidimensional de interpretação do que se passa é o que se arriscará logo fazer, nos esforços conjuntos de acadêmicos e peritos, sobremaneira com perspectivas ao gosto da cultura hodierna do domínio físico de existência: de tom econômico, político e social. Tais pontos de vista não estarão equivocados: apenas permanecerão incompletos, se não considerarem o tecido profundo da alma popular e, basicamente, da alma humana, porquanto multidões são formadas de pessoas, com seus sentimentos e idiossincrasias, suas aspirações e desejos frustrados, sejam de caráter social, econômico, cultural, psicológico, espiritual etc.
Não se pode ignorar a força do inconsciente coletivo. As coletividades conformam estruturas psíquicas que, em alguns momentos, podem manifestar-se de modo pujante, irrompendo, por vezes com violência, de acordo com o grau de repressões sofridas no correr do tempo. É o caso do povo brasileiro, de perfil pacato e pouco belicoso, que, por isso mesmo, permitiu que tensões fossem acumuladas longamente, propiciando, por conseguinte, a conjuntura do “explodir a panela de pressão” da calma e ordem habituais. E os jovens, por serem menos atreitos a condicionamentos culturais e hipnoses sociais, menos comprometidos com carreiras profissionais, prole, reputação pessoal, além de portarem o natural calor juvenil dos hormônios e do idealismo peculiar à sua faixa etária, fazem-se excelentes condutores da insatisfação geral, canais vivos da potência psíquica represada, de dezenas de milhões de pessoas que, no momento, se sentem vítimas de injustiças seculares, no tecido da organização sociopolítico-econômica brasileira.
(EEA) – Dependendo do quanto se haja extravasado ou não desse potencial suprimido e de quantos dos seus propósitos (inconscientes – permita-nos afirmar) sejam atingidos. Levantes populares e revoltas, em diversos pontos do globo atualmente, como em outras épocas, dão nota do que estamos falando. E a História revela esse caldeirão profundo da etiologia de eventos sociais, de modo mais destacado, no princípio das revoluções – como particularmente ficou configurado na famigerada Revolução Francesa.
Por outro lado, ainda existe um elemento catalisador e integrador da mente coletiva, que muito lhe facilita a precipitação para o cenário externo dos acontecimentos históricos: a internet, sobretudo no que tange às redes sociais, que proporcionam o livre fluxo de informações, como nunca ocorreu na presença do ser humano sobre o planeta. A internet favorece, com seu alcance exponencial, que as mentes individuais se conectem umas às outras, numa espécie de massa psíquica, que funciona como um espectro colossal e indefinível que se pode entender, grosseiramente, como uma “Mente Maior” ou “Alma Nacional”. Essa realidade subjacente, com características particulares – o fenômeno psíquico sui generis das “estruturas pseudomentais”, que não são consciências humanas, espíritos eternos ou indivíduos espirituais –, confere tons pitorescos ao que se dá por detrás dos eventos mais óbvios, externos, relacionados ao movimento político de ruas no Brasil de hoje: não há propriamente coordenação definida, a liderança é difusa, pois que, em última instância, não parte de indivíduos isolados, mas deste “ente místico”, se assim podemos dizer. Algo muito próximo das ocorrências estudadas pela psicologia de massas, que, não por acaso, observa, com especial cuidado, o processo do degringolar do comportamento de conglomerados humanos para irrupções de violência, amiúde perpetrada por cidadãos que, fora de tais circunstâncias de “mergulho na multidão”, não seriam capazes de descambar para os atos de barbárie a que são “propelidos” – conforme as resistências definidas pelo grau de maturidade intelecto-moral e autodomínio de cada indivíduo.
O processo de influências mediúnicas deletérias pode ser considerado como fator etiogênico, igualmente, na medida em que psiquismos mais sensíveis, com disposições criminógenas, nessas situações especiais do “estar na multidão”, podem sintonizar com agentes tenebrosos da dimensão extrafísica de existência, que lhes exaltam as inclinações menos sãs. Além disso, existem as personalidades que, sem precisar de induções espirituais, agem por si mesmas, movidas por tendências primitivas e perversas que lhes são inerentes, propensões estas que se mantêm relativamente ocultas, no dia a dia, por força das relações em sociedade e seus efeitos civilizatórios.
(BTA) – Você diria, então, que este movimento tem ou terá desdobramentos construtivos?
(EEA) – Sem dúvida alguma! Não só porque denota o amadurecimento da consciência político-social do povo brasileiro, mas também porque acabará provocando uma aceleração em certos vetores evolutivos, que se mostram mais refratários do que seria de se esperar, em terras brasileiras. A forma de se fazer política, no país, por exemplo, está sendo severamente contestada e deverá sofrer um impasse em algumas vertentes de seu “modus operandi”. As hipocrisias de homens e mulheres na vida pública alcançaram um nível de saturação inaceitável para milhões de jovens cabeças pensantes (muitas não tão jovens assim, no corpo físico – risos), que querem um Brasil melhor, mais justo, mais lúcido, mais feliz.
Os jovens (em sua maioria) manifestantes estão de parabéns. Que cada vez mais utilizem as ferramentas da comunicação em rede, para fomentar o bem comum, além de expressar opiniões, sentimentos e valores de segmentos da sociedade, quanto da comunidade pátria como um todo, obviamente sem nunca descurar do empenho possível no sentido de alijar de seus trâmites democráticos as eclosões de violência e desrespeito a direitos civis constituídos. Afinal de contas, tal atitude atesta um total contrassenso: é pela melhoria do atendimento a direitos e necessidades básicos de todos que essas manifestações populares têm razão de ser e podem, assim, trazer benefícios para seus participantes, como para a comunidade inteira.
(Diálogo mediúnico entabulado em 18 de junho de 2013.)
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domingo, 9 de junho de 2013
“ Pensai numa mãe solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero batizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada.
Atentemos que esta mãe que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada.
Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas! E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos fazendo o bem às pessoas, ao Povo de Deus.
Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. (...)
Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé!"
Papa Francisco
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terça-feira, 14 de maio de 2013
VENCENDO O DESÂNIMO
Que a vida não é fácil todos nós sabemos. São lutas diárias no ambiente familiar, no trabalho e nas relações sociais. É preciso muita força e ânimo para vencer essas batalhas e ter uma vida mais feliz. Infelizmente nem todos conseguem se manter firmes. Alguns se deixam levar pelo desânimo e acabam se refugiando nos vícios. O desânimo também leva muitas pessoas à tristeza e à depressão. Sendo assim, este artigo relaciona algumas sugestões valiosas para vencer o desânimo.
Viva um dia de cada vez.
Para cada dia o seu mal, já nos dizia Jesus. Muitas vezes a ânsia para resolver todos os problemas acaba gerando um cansaço imenso e é neste momento que chega o desânimo. Quando identificar esses momentos, dê uma pausa e descanse. Entenda que você é apenas um e não conseguirá resolver todos os problemas do mundo. Viva um dia de cada vez e busque soluções para os problemas com serenidade e com a certeza de que cada desafio é uma oportunidade de crescimento valiosa.
Não fique sozinho.
A solidão não é uma boa ideia para quem pretende vencer o desânimo. Procure sair com os amigos, faça programas em grupo, visite lugares diferentes, enfim, fuja do isolamento. Nesses momentos também é muito importante ter a família por perto. É o apoio de parentes e amigos que nos dá força para continuar e não ceder às armadilhas do desânimo.
Faça uma atividade física.
Segundo a OMS, a prática de atividade física contribui para o aumento da qualidade de vida e eleva a autoestima. Se você gosta de algum esporte ou exercício, esse é o momento de se dedicar a ele. Além de distrair e afastar o desânimo, a prática de atividade física aumenta as relações sociais e faz muito bem para a saúde.
Reflita sobre as bençãos já alcançadas.
Isso é muito importante. Muitas vezes a vida parece cansativa e pensamos em desistir diante das dificuldades. Mas a verdade é que já percorremos um longo caminho e isso deve ser levado em conta. Reflita bastante sobre todas as vitórias já conquistadas, sobre as situações difíceis que já enfrentou e que hoje não fazem mais parte da sua vida. Essa reflexão o ajudará a conseguir mais forças e a continuar sem desanimar.
Fique atento para cada dica e reflita todos os dias sobre elas. Aos poucos as forças vão aumentando e a fé também. Inclusive, ter fé é um diferencial neste momento. Uma das coisas mais tristes para o ser humano é a perda da esperança, da fé. O desânimo tira isso da pessoa que se deixa dominar por ele. Seja firme nas suas aspirações e tente sempre ver o lado bom das situações, pois, por mais difícil que seja, sempre existe um lado bom pra tudo!
"A maior prova de coragem é suportar as derrotas sem perder o ânimo." Robert Ingersoll.
Lidiane Franqui (autora e criadora do Blog Lidiane Franqui e autora do livro "Ser feliz é possível").
Retirado do site http://portalarcoiris.ning.com
terça-feira, 7 de maio de 2013
O ESCORPIÃO
Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas às vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar. Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.
Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, não é problema nosso... é problema deles.
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sábado, 27 de abril de 2013
O que era para ser unicamente uma atitude pessoal ganhou o mundo graças a uma turista do Arizona que registrou com a câmera de seu celular e postou no Facebook a imagem de um ser humano agindo com humanidade. Estranho mundo esse nosso...
O que deveria ser corriqueiro casou espanto e admiração...
Foram mais de 400.000 compartilhamentos.
Tudo começou quando o Larry DePrimo um policial de Nova York de 25 anos fazia sua ronda normal pela 7º Avenida na altura da Rua 44. DePrimo, observou sentado numa calçada um morador de rua que tremia de frio. Sem ter com que se cobrir e descalço o homem tentava se aquecer mantendo-se encolhido e silencioso.
Diante da cena, o jovem policial se aproximou olhou, deu meia volta, entrou uma loja e com o dinheiro que carregava em seu bolso, comprou um par de meias térmicas e uma bota de inverno – gastou 75 dólares. De volta à presença do morador de rua, DePrimo, lhe entregou as meias e as botas.
O homem, segundo DePrimo, deu um sorriso de orelha a orelha e lhe disse: “Eu nunca tive um par de sapatos em toda a minha vida”.
No entanto, o gesto não se conclui na entrega do presente. Percebendo que o morador de rua tinha dificuldade em se mover, o policial se agachou, colocou as meias, as botas, amarrou os cadarços e pergunto: ficou bom? A resposta foram dois olhos felizes, lagrimejados e um novo sorriso.
Ao se despedir, DePrimo perguntou se o homem queria um copo de café e algo para comer. “Ele me olhou e cortesmente declinou a oferta. Disse que eu já havia feito muito por ele”.
Aqui deveria ser o fim da cena. O pano cairia e todos iriam para casa. Mas não foi.
Jennifer Foster, autora da foto, foi para casa abriu seu computador e postou em sua página a foto e escreveu o seguinte texto, dirigido ao Departamento de Policia de Nova York.
“Hoje, me deparei com a seguinte situação. Caminhava pela cidade e vi um homem sentado na rua com frio, sem cobertor e descalço. Aproximei-me e justamente quando ia falar com ele, surgiu por trás de mim um policial de seu departamento.O policial disse: ‘tenho umas botas tamanho 12 para você e umas meias. As botas servem para todo tipo de clima. Vamos colocar’? Afastei-me e fiquei observando. O policial se abaixou, calçou as meias no homem, as botas e amarrou seus cadarços. Falou alguma coisa a mais que não entendi, levantou e falou, "cuide-se”.
Ele foi discreto, não fez aquilo para chamar a atenção, não esperou reconhecimento, apenas fez. Se foi sem perceber que eu o olhava e que havia fotografado a cena. Pena, me faltou coragem para me aproximar, lhe estender a mão e dizer obrigado por me fazer crer que a policia que sonho é possível. Bem, digam a ele isso por mim”.
Jennifer Foster.
Em poucas horas, o texto e a foto de Jennifer pipocaram por todo o território americano e por boa parte do mundo. Larry DePrimo, soube por um colega que lhe telefonou para contar. Quando voltou ao trabalho e se preparava para sair às ruas foi chamado por seus superiores, ouviu um elogio, recebeu abraços de seus companheiros e quando seu chefe lhe disse que o departamento iria lhe ressarcir o dinheiro gasto de seu próprio bolso, Larry recusou e disse: “Não senhor, obrigado. Com meu dinheiro, faço coisas nas quais acredito”.
Recebido por e-mail de Maísa Mazetto
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
domingo, 9 de dezembro de 2012
PERANTE A LEI DIVINA
Você tem recursos.
E o que faz pelos outros?
Tem cultura.
E ensina os ignorantes?
Tem fortuna.
E auxilia os miseráveis?
Tem roupa.
E favorece os pedintes?
Tem saúde.
E socorre os enfermos?
Tem privilégios.
E ajuda os deserdados?
Tem poder.
E pensa nos desvalidos?
Tem família.
E protege os órfãos?
Tem amigos.
E visita os solitários?
Tem alegria.
E ampara os tristes?
Tem equilíbrio.
E orienta os incautos?
Tem fé.
E atende os descrentes?
Tem esperança.
E conforta os aflitos?
Diante do mundo, conquistando glórias e vantagens, você é aplaudido como vencedor. Entretanto, insulado no egoísmo e distante da caridade para com o próximo, perante a Lei Divina, é apenas um vencido.
(Mensagem extraída do livro Vivendo o Evangelho - volume II, IDE Editora)
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