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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

MÉDIUNS BRASILEIROS QUE VALEM A PENA CONHECER

BENJAMIN TEIXEIRA DE AGUIAREscritor, conferencista internacional, apresentador de televisão, médium e líder espiritual, Benjamin Teixeira de Aguiar Machado nasceu em 26 de outubro de 1970, em Aracaju, Estado de Sergipe.
Fascinado pelo assunto paranormal e pelo entendimento das angústias da condição humana, depara-se, aos apenas doze anos de idade, com o famigerado “Mito da Caverna”, de Platão, cujas implicações simbólicas, profundamente complexas e místicas, lhe aguçam enormemente a inteligência. Após uma série de estudos, a partir de então, em torno de filosofia oriental e ocidental, bem como sobre fenomenologia extrassensorial e diversas escolas de psicologia de profundidade, especialmente a arquetípica e a transpessoal, torna-se espírita, em fevereiro de 1988.
Inicia, no primeiro semestre de 1989, a faculdade de Direito da Universidade Federal de Sergipe (UFS), prosseguindo no curso até o último ano, quando decide suspender-lhe a conclusão, por sentir não ser este o campo em que deveria trabalhar, passando, desde então, a se dedicar exclusivamente às atividades que já vinha desenvolvendo na área da televisão, do livro e da oratória pública, todas voltadas para a divulgação em massa dos princípios espíritas, em sua feição moderna e progressista.
Em julho de 1988, sua Mentora espiritual, Eugênia, se lhe faz perceptível, pela primeira vez, em experiência de desdobramento, fato este que assinala o início do Instituto Salto Quântico, organização de feição ecumênica, com o fim de disseminação dos ideais espiritista-cristãos, conforme os padrões contemporâneos de pensamento e comportamento, através de uma abordagem racional, pragmática e com embasamento nas modernas descobertas da Ciência, tendo como meta maior a promoção da felicidade, por meio do esclarecimento das consciências, fazendo uso de comunicação de massa, com foco especial na televisão.
Somente em abril de 1989, todavia, ocorre seu primeiro contato, durante o estado de vigília, com o referido Guia espiritual, que o assiste diretamente em todas as atividades dirigidas à coletividade, e cujo nome, Eugênia, lhe é revelado apenas em 1991, quando se iniciam efetivamente os exercícios psicográficos, em crescente desenvolvimento desde então. Hoje, através de sua mediunidade, são lançadas, diariamente, neste sítio eletrônico, páginas de esclarecimento da sapientíssima “Mestra da Felicidade”, entre outros insignes Mentores componentes da “Escola de Sabedoria” (como é intitulada, no Plano Extrafísico), além de editados livros, periodicamente.
Seu primeiro artigo na imprensa, intitulado “A Dor”, vem a lume aos 26 de abril de 1990, no extinto Jornal da Manhã, quando contava exatos 19 anos e meio de idade, iniciando, efetivamente, seu trabalho com o público.
Em 1º de maio de 1991, aos 21 anos, profere sua primeira conferência, no Centro Espírita “Amor e Luz”, na Cidade de Itabaiana, Sergipe. No mesmo ano, começa a participar de atividades radiofônicas espíritas, no ainda existente programa “Momentos de Luz”, na Rádio Atalaia AM, de responsabilidade da Federação Espírita do Estado de Sergipe.
Funda a Sociedade Filantrópica Maria de Nazaré, em 4 de fevereiro de 1992, dando início ao trabalho de reuniões públicas semanais de debate, reflexão e oração, em torno de temáticas espirituais intemporais, com foco nas questões existenciais e necessidades da atualidade (mais informações, no ícone “Atividades” deste site).
Em 22 de janeiro de 1994, lança o programa de televisão – à época, denominado “Além da Morte” –, levado ao ar, ao vivo, ainda hoje, em Sergipe, semanalmente, com uma hora de duração, incluindo ilustrações audiovisuais e apresentando uma abordagem espiritual de cunho ecumênico e universalista, descontraído, moderno e pragmático. Em 3 de junho de 1995, e durante quatro meses, o programa é retransmitido, ao vivo, no mesmo estilo afinado com a contemporaneidade, em rede com o Estado da Bahia, pelas ondas da TV Aratu e suas 4 repetidoras, por aqueles dias, com isso se destacando como o primeiro programa regional televisivo, no âmbito da temática espiritista. Com nova denominação, “Perspectivas Além da Morte”, mas mantendo o mesmo formato, em 29 de janeiro de 1996, o programa passa à transmissão via satélite, pelo sistema TV Executiva, em ondas captáveis por parabólicas analógicas, para o Brasil e mais cinco países adjacentes pelo menos, tornando-se pioneiro, novamente, como o primeiro programa nacional da história do Espiritismo. Em 12 de agosto de 1997, é lançado, igualmente, como o primeiro programa espírita de televisão nos Estados Unidos da América, sendo também o primeiro internacional dos anais do Espiritismo, pelo canal 23 da Comcast, de Danbury, Connecticut, mantendo-se no ar, com periodicidade semanal, durante treze meses. Após duas transmissões em rede nacional, entre julho de 2001 e dezembro de 2004, pela Rede Brasil (TVE-RJ), e entre março de 2007 e janeiro de 2009, pela CNT, o programa então intitulado “Salto Quântico” volta a ser veiculado para todo o Brasil, pela mesma rede CNT (estendida em seu alcance, atualmente com 81 canais de TV), às 8h de domingos (mais informações, no ícone “Atividades”), sendo também disponibilizado aos internautas, semanalmente, por meio deste sítio eletrônico (na seção correspondente, exposta na página inicial).
Desde início de 1994, auxiliado por um grupo crescente de leais e ativos colaboradores, mantém um trabalho social em sua cidade natal, junto à comunidade carente do Bairro Santa Maria, nos arredores de Aracaju, levando a efeito diversas atividades (descritas na página “Atividades” deste mesmo site) voltadas para a promoção integral do ser, com foco principal na educação espiritual, profissionalização, assistência médica e odontológica, entre outros fatores de dignificação e reintegração do indivíduo à sociedade.
Vem a público, em 27 de maio de 1995, seu primeiro livro, o romance psicografado “A Princesa do Mediterrâneo”, que biografa a penúltima reencarnação de sua Mentora espiritual, Eugênia, ditado pelo espírito Gustavo Henrique. Logo após, recebe ensaios iniciais que dariam origem à obra “Andrômeda”, de autoria do próprio espírito Eugênia, retratando cidade homônima do plano extrafísico de vida, situada nas adjacências de Aracaju, mas que termina inacabada, por questões de foro íntimo do médium. A estes vêm se somar os livros dissertativos “Enteléquia”, “Metanoia” e “Alfa-Ômega”, lançados, respectivamente, em 2 de dezembro de 1996, 19 de janeiro de 1997 e 20 de novembro de 1997. Publica, em 25 de julho de 1998, a trilogia: “Retratos do Amor”, “Vincos de Luz” e “Sol de Esperança”, que colige mensagens de espíritos diversos, lançando, em seguida, em 1º de maio de 1999, mais uma obra de sua própria autoria: “Como Ser Feliz – Deus como seu Parceiro”. Em 30 de junho de 2000, é publicado o primeiro livro de mensagens da lavra mediúnica exclusiva de Eugênia, intitulado “Perspectivas”, ao qual se seguem as coletâneas “Em Busca da Transcendência” e “Alamedas”, que reúnem mensagens de espíritos diversos, datadas de agosto de 2000 a janeiro de 2001. “Reflexões Matinais”, primeiro livro-bolso eletrônico, ditado por espíritos diversos, vem a lume em 10 de maio de 2001. Nova coletânea de mensagens, “Em Busca do Si”, também de autores espirituais diversos, é editada em 2004. Em janeiro deste mesmo ano, registra-se a publicação de seu décimo quinto livro, o romance mediúnico “Almas Gêmeas”, de autoria do espírito Gustavo Henrique. Por fim, datado de julho de 2005, seu mais recente lançamento editorial, “Maria Cristo”, constitui obra ditada por sua Mentora espiritual, composta por dois tomos enfeixados em um mesmo volume: no primeiro, a tese que deu origem ao movimento homônimo, com grandiosos Eventos-Celebrações anuais, e, no segundo, o romance, redigido em linguagem agradável e escorreita.
Anualmente, desde 1996, realiza circuito de conferências nos Estados Unidos, fazendo preleções sobremaneira nos Estados de Nova York e Connecticut. Em 1997, a Suíça foi incluída na trajetória de conferências no exterior, pronunciando-se o líder espiritual nas Cidades de Berna, Zurique e Römlung.
Desde o ano de 2000, com o lançamento deste site, publica mensagens de sua lavra mediúnica, diariamente, brindando o público amiúde com verdadeiras pérolas de sabedoria, que bem evidenciam a procedência sobre-humana dos conceitos e ideias propostas, sempre a propiciarem o autoconhecimento em profundidade, a realização pessoal em todos os departamentos existenciais e a busca de comunhão com o Divino.


JOSÉ RAUL TEIXEIRA: Natural da cidade de Niterói (RJ), Raul Teixeira é licenciado em Física, Mestre e Doutor em Educação. Professor aposentado da Universidade Federal Fluminense. É um dos fundadores da Sociedade Espírita Fraternidade, localizada em Niterói (RJ).
  A instituição mantém uma obra de Assistência Social Espírita denominada "Remanso Fraterno", que atende a crianças e família socialmente carentes, apoiando-as no seu soerguimento material e espiritual. Conferencista dos mais requisitados no Brasil e no Exterior, já levou a  mensagem espírita a  45 países, tendo servido como médium na recepção de 35 livros, publicados pela Editora Fráter. É um dos mais requisitados conferencistas espíritas da atualidade. Ao viajar para fazer suas palestras nos Estados Unidos, ele sofreu um AVC, ficando impossibilitado de proferir palestras até momento (2012).

sexta-feira, 30 de junho de 2017

VISÕES DO PASSADO

Após perder a filha de 12 anos em um trágico acidente, o psicólogo Peter Bower e a esposa se mudam para Melbourne, na Austrália, onde se conheceram. Chegando lá, eles são ajudados pelo Dr. Duncan Steward, que encaminha alguns pacientes de uma clínica psiquiátrica a Peter, com o objetivo de ajudá-lo a recuperar a rotina de trabalho. Ao descobrir uma terrível coincidência entre as pessoas atendidas, no entanto, o psicólogo resolve voltar para sua cidade natal, onde vai ter que confrontar um problema que só ele poderá solucionar.

sexta-feira, 31 de março de 2017

SUGESTÃO p/ LEITURA - 03/2017

1- CASTELOS DE MARZIPÃ (Lygia Barbiére Amaral)Existem mais de 340 milhões de pessoas vivendo com o diabetes no mundo. Calcula-se que este total irá saltar para 380 milhões até 2025 se nenhuma providência for tomada no sentido de prevenir a população e conscientizá-la da urgente necessidade de reverter este quadro. O diabetes, sobretudo o tipo 2, afeta 5,9 por cento da população adulta mundial. Quase metade deste imenso número de pessoas não sabe sequer que tem a doença, aumentando ainda mais o risco de suas possíveis complicações. O diabetes é a principal causa de cegueira no mundo e também a principal causa não traumática de amputações de membros inferiores. Enfartes são três a cinco vezes mais frequentes nos portadores da doença, dos quais 65 por cento apresentam pressão alta, para citar apenas algumas delas. Afinal, conteúdos genéticos à parte, será que existe uma explicação espiritual para o diabetes? Será possível que no mundo espiritual alguém programe, de livre e espontânea vontade, nascer ou vir a desenvolver essa doença ao longo da existência? Com que finalidade? Será que só quem come muito açúcar tem essa doença? Em que medida gostar muito de comer doces pode ser considerado uma compulsão? Todas as compulsões possuem uma raiz em comum? A resposta para essas e muitas outras perguntas é mais um dos temperos deste romance.

2- SOMENTE UMA LEMBRANÇA (Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho): Somente uma lembrança é uma coletânea de depoimentos que tocam a alma e explicam os mecanismos da reencarnação. Desfazendo mistérios, superstições e preconceitos, os relatos organizados pelo Espírito Antônio Carlos consegue alinhavar vários casos, exemplos que demonstram a imparcialidade da justiça divina, acionada pelo incorruptível tribunal da consciência.

3- TEM ESPÍRITOS NO BANHEIRO? (Tatiana Benites): Este livro não é dedicado a crianças, mas é justamente uma, bem sapeca por sinal, que envolve toda a trama como personagem central. Com deduções óbvias, peculiares de um mundo infantil e cheio de verdades atemporais, Laurinha se confunde e se supera a cada história. É ela quem pergunta, responde, argumenta e reflete sobre temas como psicografia, médiuns e passagens evangélicas, dentre outros temas, que vão recheando e conduzindo sua caminhada no aprendizado sobre a doutrina espírita. Aos jovens, este livro vai fazer rir. Aos adultos, além de divertir, vai também provocar uma revisão de conceitos, pela quebra do paradigma da austeridade, convidando-os ao aprendizado com humor, num desafio de se buscar explicações simples para coisas que são analisadas quase sempre de forma complicada.

4- A PROVAÇÃO DE MARIA INÊS (Sebastião Ancelmo): Maria Inês em sua última existência fora orgulhosa matrona, esposa de rico fazendeiro. Agora lhe competia reajustar o espírito vaidoso por meio de dolorosas experiências educativas. Tudo já estava combinado, nasceria na abastança, mas sua família passaria por vezes financeiros. Contracenaria no futuro palco terreno com desafetos do passado que iriam desempenhar papel decisivo em sua nova jornada. Só o que lhe doía, no entanto, era a inevitável separação de Mauro, o grande e verdadeiro amor de sua vida. Do sucesso desta empreitada dependeria o reencontro com o bondoso espírito afim. Maria Inês viveu, então, uma rica experiência na carne, marcada por grande sofrimento e muitas lágrimas derramadas. Mas a pureza e o equilíbrio foram a base deste coração sedento de amor e felicidade, que não se rendeu aos conluios daqueles que ainda patinavam na lama dos sofrimentos inferiores.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

SUGESTÃO PARA LEITURA - 02/2017

1. A PEQUENA FLOR DO CAMPO (Luiz Gonzaga Pinheiro): Um ex chefe de tribo africana que fazia guerras de conquista e vendia negros bantos para que fossem escravizados no Brasil, depois reencarnado como comerciante cruel no Ceará, reencarna outra vez no Brasil_ agora sob roupagem feminina e, antes mesmo de nascer, começa a ser perseguido por falanges de inimigos. Assim, com apenas 45 dias de nascida, vemos a pequena Hortência chegar ao centro espírita nos braços da mãe, também ligada ao seu passado na tribo africana, dando início a um complexo caso de atendimento espiritual. Para tratar tantos espíritos sofridos, uma equipe de médicos benfeitores do mundo espiritual está sempre a postos. Temas como técnicas de obsessão, desobsessão, responsabilidade com a mediunidade, doutrinação e outros afins são estudados em sua prática, ensejando a que o leitor veja o o desenrolar da trama como em um filme e acompanhe o atendimento como se estivesse dentro da sala mediúnica.

2. A SACERDOTISA DO NILO (Maria Gertrudes): Uma revelação levou Smegrituh, uma criança de oito anos, de um casebre humilde, aos Palácios do Faraó Tutmés para ser educada e preparada a fim de assumir um lugar dentre os mais importantes e desejados de todo o Egito, como uma Sacerdotisa do Nilo. No Templo de  Amom-Rá, na Grande Pirâmide, uma luxuosa vida de devoção aos deuses foi transformada num vale de sofrimento e lágrimas quando Smegrituh, apaixonada por um jovem e gentil sacerdote, viu-se tomada pro inveja, ciúmes e ódio. Uma estrada de vaidades e crimes que levaram a jovem ao isolamento, fazendo-a trilhar novos caminhos, bem longe das riquezas palacianas, mas bem mais perto do que necessitava.

3. HOMENS &ALMAS (Lourdes Carolina Gagete)A mediunidade é inerente ao Espírito encarnado desde os primórdios das civilizações. Com base nesse tema, num desenrolar leve e ao mesmo tempo arrebatador e envolvente, a renomada autora nos oferece mais um romance, desta feita, vivenciado nos tempos do Brasil Colônia. Época em que as incontáveis superstições, as crendices e as arrepiantes e fantásticas narrativas ao anoitecer acabavam por se confundir com os verdadeiros casos de aparições, materializações e outras tantas modalidades de fenômenos mediúnicos. O amor quase impossível de Maria Pia, dividida entre Santiago e Tomaz, o segredo das índias Noêmia e Jandira, a doença de um menino... a morte pela ganância do ouro, a vida dura e sofrida dos tropeiros, a vidência de Ângelo... a cupidez de Tenório, as aparições de Espíritos perturbadores e o auxilio dos Espíritos do Bem... É o Brasil, desde o seu início, preparando-se para receber, de maneira natural e receptiva, a consoladora Doutrina dos Espíritos.

4. DIÁLOGO COM UM EXECUTOR (Rubens Saraceni): Este livro traz um diálogo aberto entre o autor espiritual, Mário Ventura, e o médium Rubens Saraceni, que mostra um quadro geral de como se desenrolou a queda do espírito Mário, seu suplício e seu resgate no mundo dos espíritos. Hoje ele é um espírito que vive na Luz e mostra ao leitor as trilhas negras que o ser humano abre para si quando toma em suas mãos os rigores que cabem somente à justiça Divina. Um dos esclarecimentos apresentados refere-se às marcas do desencarne. Ele explica que quando dizemos que alguém "descansou" (quando deixa o corpo material), essa afirmação nem sempre é verdadeira, uma vez que a dor e o sofrimento físicos estendem-se ao corpo espiritual, pelo menos até que o desencarnado receba o tratamento devido. Em outra parte, Mário deixa claro que esse atendimento é fundamental, porque a persistência no suplício gera uma animosidade emocional com conseqüências fatais para o mental do indivíduo. Em muitos casos, a não-observação dessa regra básica leva muitos espíritos de volta aos caminhos sombrios do ódio, da dor e da vingança. Mário não tinha afinidades aparentes com as Trevas mas, ao desencarnar, deu vazão ao seu desejo de vingança e a Lei o colocou em sintonia e a serviço de entidades negativas. Ao tomar para si o direito de interferir no carma de sua filha Priscila, provocou a transformação de todos aqueles que se envolveram com ele não só na última, mas também em outras encarnações. Diálogo com um Executor abrirá sua mente para muitas reflexões.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

SUGESTÃO p/ LEITURA - 01/2017

1. UMA JANELA PARA O CÉU (Heitor Luiz Filho): Durante uma festa de aniversário, Beto se aproxima de Marília, dançando, trocam juras de amor. Para o adolescente, aquele instante parece um reencontro. Anos mais tarde, enfrentando a satisfação e o tédio da vida conjugal  e impedida de ter filhos, Marília ainda vive aquele momento de paixão. Sozinha em casa_ Beto está viajando a trabalho_ ela recebe uma visita assustadoramente inesperada: a antiga proprietária de sua residência, já desencarnada. Diante do sobrenatural, não imagina que está abrindo uma janela para o céu e que sua vida vai mudar completamente a partir desse instante. Fatos extraordinários envolve o casal, trazendo do mundo invisível a família do passado.

2. UMA HISTÓRIA DE FANTASMA (Laura Bergallo): Juninho tem 11 anos e morre de medo de fantasmas. Fica muito assustado quando ouve as histórias de Taís, a mais velha da turma de amigos da rua, que conta casos de assombração como ninguém. As férias estão quase acabando e eles querem aproveitar o máximo: de noite se encontram para ouvir histórias e de dia brincam no terreno baldio nos fundos da velha casa abandonada. Até que um dia acontece algo inesperado, que faz Juninho entender melhor tudo que passa quando a gente morre. Sobrevivência do espírito, carma, comunicação entre os planos e reencarnação... luminosas respostas para suas perguntas de menino. Com o mistério desfeito, será que ele vai continuar com seu medo de fantasma?

3. NA CASA DE MEU PAI (Carlos Baccelli): Os espíritos superiores disseram a Allan Kardec que o Mundo Espiritual é o nosso mundo normal e primitivo. Não obstante, pode você dizer que de fato, o conhece? Já leu o suficiente para saber o que o espera na Vida além da morte do corpo carnal? Neste livro, Dr. Inácio se esforça para, à luz dos novos conhecimentos no campo da Física, nos mostra que o mundo espiritual não passa de termo genérico para designar as infinitas moradas da casa do Pai. Afinal, que mundo espiritual você habitará ao deixar o corpo grosseiro pela desencarnação inevitável? Concebido na agradável forma de diálogo, esta obra modificará por completo nosso entendimento a respeito da Vida do outro lado da vida.

4. O MATUTO (Zíbia Gasparetto)Raimundo é um menino criado na roça por seu pai, que não lhe ensinou a ler ou escrever, somente lhe instruiu que a vida urbana era ruim e que as mulheres não são confiáveis. Quando seu pai vem a falecer, ele descobre que sua mãe não tinha morrido quando ele era pequeno como seu pai havia dito. E sim que ela morreu a pouco tempo, que sempre esteve a sua procura e ainda deixou-lhe uma fortuna. No decorrer dos acontecimentos ele descobre se chamar Geraldo, e resiste a ir tomar posse de sua herança, mas no fim acaba concordando para que o dinheiro não caia nas mãos de desafetos de sua mãe. Geraldo vai sentir e conhecer diversas coisas até se sentir satisfeito com sua curiosidade. Fará amigos para uma vida inteira e eles lhe mostrarão toda a verdade sobre sua história. Porém como na vida nem tudo são rosas, ele percorrerá por muitos espinhos.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

SUGESTÃO P/ LEITURA - SETEMBRO/2016

1. E A VIDA CONTINUA... (Chico Xavier): Conta a história das famílias Serpa e Fantini, ligadas entre si a muitas encarnações, onde tiveram que perdoar os crimes acometidos  uns contra os outros por vária encarnações. Ernesto e Evelina, indivíduos adoentados que se conhecem à serem submetidos a cirurgias de alto risco. Logo descobrirão que  a enfermidade que compartilham é o início de uma trajetória de amor, amizade, esperança e fé, rumo ao progresso e à realização espiritual. Um livro que apresenta o retrato da criatura ao desencarnar e mostra como a convivência dos habitantes do plano espiritual está relacionada com a sua condição mental, além de ensinar a importância da prática da reforma íntima, na certeza de que a vida continua além da morte, permitindo de que cada um de nós seja capaz de traças novas diretrizes para sua própria conduta.

2. NO VALE DOS SUICIDAS (Evaristo Humberto de Araújo): Impressionante relato espiritual que traça o quadro de um dos lugares mais sofridos das moradas do Senhor: o Vale dos Suicidas. É nesse cenário de caos e dor que acompanhamos o desespero de Márcio, espírito sofredor que, quando encarnado, usou seu livre arbítrio para dar fim a um dos maiores bens que recebemos:  vida. Arrependido e sem encontrar uma saída, conhece a abnegação de Elias, cuja fé inabalável no desenvolvimento da humanidade o incentiva a trabalhar incansavelmente, até mesmo nos piores lugares. Então, quando todas as esperanças parecem perdidas, o amor do Criador se faz sentir, e uma nova oportunidade de trilhar um caminho na Luz lhe é ofertada.


3. UM NOVO DIA PARA AMAR (Célia Xavier de Camargo)Quem nunca ouviu da boca de uma criança histórias sobre seus amigos invisíveis ou relatos de experiências vividas em outro período na Terra? Nesta obra, Valéria, diretora de uma escola de crianças e adolescentes, nunca tinha presenciado nada incomum entre eles, quando, de repente, começam a apresentar comportamentos estranhos. Profissional comprometida com o trabalho, Valéria fica desorientada. Ao buscar ajuda, conhece o médico Maurício, que a levará a compreender que apenas conhecimentos pedagógicos e psicológicos não são suficientes para ajudar seus alunos. Paulo Hertz, o autor espiritual, faz parte da Colônia Céu Azul e há tempos trabalha com jovens nos dois planos. Ele nos traz este romance para orientar pais, psicólogos e educadores a lidar com uma nova geração, cuja presença em nosso planeta tem o objetivo de auxiliar a humanidade em seu processo evolutivo. Leitura indispensável para se entender esse processo de transição.


4. A ÚLTIMA DANÇA (Mônica Agueiras Cortat)Alternando entre duas situações que se interagem – a narrativa de Edite e as conversas e esclarecimentos na Colônia – vamos nos encantar com a emocionante história de Cristine. Um atraente romance passado em Paris, no século XVIII, entre uma adolescente transformada em cortesã e um conde, perdidamente apaixonado, porém preso às convenções num casamento infeliz, mas de caráter permanente. Obrigada pelo conde a abortar por duas vezes, Cristine ressentida e amargurada, desejando ardentemente ser mãe, vê-se envolvida maldosamente por pessoas inescrupulosas que a induzem ao uso de narcóticos o que lhe acarretará sofrimentos terríveis. Acompanhando esse intenso romance conheceremos a doce Edite que de camareira se transforma em melhor amiga e que será para Cristine o grande apoio em todos os momentos de sua vida. Lances de muita emoção levarão o leitor a se enternecer e mergulhar fundo embalado pelo ritmo dessa última dança.

terça-feira, 31 de maio de 2016

SUGESTÃO P/ LEITURA - MAIO/2016

1- TOQUE QUÂNTICO... O PODER DE CURAR (Richard Gordon): Todos os seres humanos possuem poderes naturais que podem passar despercebidos durante toda a sua existência, ou serem desenvolvidos por meio de métodos científicos. O autor nos mostra que a possibilidade da cura está literalmente em nossas mãos. Ele demonstra que, empregando apenas um toque em si mesmo ou em outras pessoas, é possível ao ser humano acelerar profundamente a resposta de cura do próprio corpo. Isso acontece porque cada um de nós possui uma força-vital natural capaz de estimular a cura. Qualquer pessoa pode realizar esse processo basta que aprenda algumas técnicas de respiração, meditações de despertar corporal e posições das mãos. O autor ressalta que para aprender o Toque-Quântico é fundamental que se tenha a vontade de auxiliar as pessoas, pois o princípio essencial da técnica está baseado no amor ao próximo. 

2. O PODER TERAPÊUTICO DOS ORIXÁS E A FILIAÇÃO DIVINA (Alberto Marsicano e Lurdes de Campos Vieira): Todo ser humano é filho de Orixá. Conhecer as características dos nossos Orixás torna-se extremamente valioso e fundamental para o autoconhe­cimento e o desenvolvimento espiritual. Algumas de nossas características mais profundas e marcantes são herdadas de nossa filiação orixística e, quando estamos desequilibrados espiritual e emocionalmente, expressamos nossa natureza de forma contrária e negativa aos padrões condizentes com nossos Pais e Mães Orixás. A tese central da presente obra é a afirmação de que, à medida que uma pessoa conhece seus Orixás e suas características, pode amparar-se no poder e na força desses Pais e Mães Divinos, para seu autoconhecimento. O livro propõe a aplicação de uma terapêutica a partir do estudo dessas características dos Orixás da pessoa e do conhecimento dos aspectos positivos e negativos de sua filiação.  A terapêutica orixística opera um entrelace entre arte, ciência, filosofia, religião, medicina e psicologia. Sua prodigiosa e sagrada psicoterapia centra-se no trivórtex: atendimento por meio da palavra (psicoterapia de cunho freudiano), desobsessão de espíritos trevosos (psicoterapia de cunho junguiano), imantação de energia orgônica (axé) e equilibrando energeticamente os praticantes (psicoterapia de cunho reichiano). O conhecimento do Orixá é uma das formas mais eficientes de chegarmos ao nosso Self e de nos realizarmos. Com isso, podemos entender como realmente somos, reconhecer nossos desequilíbrios, nossas deficiências e necessidades. Com a prática da terapêutica aqui proposta, é possível vislumbrarmos o que podemos chegar a ser e, a partir dessa constatação, darmos novos significados às nossas vidas.


3. JOANA D'ARC _ O AMOR VENCEU (Osmar Barbosa): Segundo Humberto de Campos, pelo médium Chico Xavier, a última reencarnação de Judas Iscariotes na Terra, foi da conhecida heroína francesa Joana D'Arc, queimada nas fogueiras inquisitoriais do século XV, conforme mensagem apresentada no livro: Crônicas de Além Túmulo. Fiquei perplexo ao receber essa psicografia. Logo me preocupei em não discordar do amado Chico Xavier e Humberto de Campos. Procurei uma explicação questionando Nina Brestonini, o espírito que me passou este livro. Ela me disse o seguinte: “O livro que você está recebendo são informações preciosíssimas que devem ser publicadas. Nós estamos em perfeita harmonia com os irmãos mais sublimes. Essas instruções são necessárias a todos os espíritas que lerão essas obras. Chico Xavier ri muito quando você titubeia duvidando de sua missão. Siga em frente, às vezes coisas que causam polêmicas são necessárias para despertarem a curiosidade, que será prontamente utilizada para instruir corações aflitos. Os meios não importam, o que importa sempre é o fim, lembre-se disso. Humberto de Campos, quando dessa mensagem sobre Joana D'Arc, atingiu um nobre propósito. Agora publique-se: Joana D'Arc - O Amor Venceu. Verás que tudo tem um objetivo maior.”

4. NAS FRONTEIRAS DA NOVA ERA (Suely Caldas Schubert): Como e quando ocorrerá  a tão propalada transição planetária? De onde virão os espíritos que irão reencarnar para ajudar nosso planeta? Como é o processo da reencarnação desses visitantes? Como são escolhidos os futuros pais desses espíritos? por que muitos espíritos desencarnados na tragédia do tsunami, ocorrido no Oceano Índico, ficaram presos, por algum tempo, aos despojos? Por que e como os espíritos ovóides se comunicam na reunião mediúnica? Estas e muitas outras perguntas são esclarecidas pela autora, ela inova ao comentar e desdobrar duas obras de Manoel Philomeno de Miranda: "Transição planetária" e "Amanhecer de uma Nova Era", psicografadas por Divaldo Franco, trazendo contribuições pessoais aos relatar casos de sua vivência mediúnica, proporcionando esclarecimentos de real interesse para os que desejam conhecer os aspectos fascinantes das comunicações mediúnicas. 

segunda-feira, 9 de maio de 2016

MEDIUNIDADE NA ANTIGUIDADE

A MEDIUNIDADE SEMPRE EXISTIU


    Certas pessoas consideram, sem razão, a mediunidade um fenômeno peculiar aos tempos atuais, outras acreditam ter sido inventada pelo Espiritismo. A fenomenologia mediúnica, entretanto, é de todos os tempos e de todos os países e religiões, pois desde as idades mais remotas existiram relações entre a humanidade terrena e o mundo dos Espíritos. A faculdade mediúnica sempre existiu desde o surgimento do homem na face da Terra, porque se trata de uma faculdade inerente ao espírito encarnado no organismo físico[1]. A humanidade tem sido guiada, desde sua origem, por leis do mundo oculto já comprovadas na face do orbe, graças a essa faculdade mediúnica inata no primeiro espírito aqui encarnado. Os fenômenos mediúnicos, no passado remoto eram tidos como maravilhosos, sobrenaturais, sob a feição fantasiosa dos milagres que lhe eram atribuídos, em razão do desconhecimento das leis que os regem, e os indivíduos que podiam manter o intercâmbio com o mundo invisível eram considerados privilegiados.

1. A MEDIUNIDADE NO HINDUÍSMO
1.1 – A relação entre os mundos, material e espiritual, tem sido registrada em todas as épocas da Humanidade. Como exemplo, temos o Código dos Vedas, o mais antigo código religioso que se tem notícia, onde se encontra o registro da existência dos Espíritos: “Os Espíritos dos antepassados, no estado invisível, acompanham certos Bramanes, convidados para cerimônia em comemoração dos mortos, sob uma forma aérea; seguem-nos e tomam lugar ao seu lado quando eles se assentam”.
1.2 – Desde tempos imemoriais, os sacerdotes brâmanes, iniciados nos mistérios sagrados, preparavam indivíduos chamados “faquíres” para a obtenção dos mais notáveis fenômenos mediúnicos, tais como a levitação, o estado sonambúlico até o nível de êxtase, a insensibilidade hipnótica a dor, entre outros, além do treino para a evocação dos PITRIS (espíritos que vivem no Espaço, depois da morte do corpo), cujos segredos eram reservados somente àqueles que “apresentassem quarenta anos de noviciado e de obediência passiva”.


A INICIAÇÃO ENTRE OS BRÂMANES COMPORTAVA TRÊS GRAUS

    No primeiro, eram formados para se encarregar do culto vulgar e explorar a credibilidade da multidão. Ensinava-se-lhes a comentar os três primeiros livros dos Vedas, a dirigir as cerimônias e a cumprir os sacrifícios;
    – o brâmanes do primeiro grau estavam em comunicação constante com o povo: eram seus diretores imediatos.
    – O segundo grau era composto dos “exorcistas, adivinhos e profetas evocadores de espíritos”, eram encarregados de atuar sobre o imaginação das massas, por meio de fenômenos sobrenaturais.
   – No terceiro grau, os brâmanes não tinham mais relações diretas com a multidão; quando o faziam sempre por meio de fenômenos aterrorizantes, e de longe.

2. A MEDIUNIDADE NO ANTIGO EGITO
    No Egito antigo, os magos dos faraós evocavam os mortos, e muitos comercializavam os dons de comunicabilidade com os mundos invisíveis para proveito próprio ou dos seus clientes; fato esse comprovado pela proibição de Moisés aos hebreus: “Que entre nós ninguém use de sortilégio e de encantamentos, nem interrogue os mortos para saber a verdade”. (Deuterônimo)
   De forma idêntica às práticas religiosas da antiga Índia, as faculdades mediúnicas no Egito foram desenvolvidas e praticadas no silêncio dos templos sagrados sob o mais profundo mistério, e rigorosamente vedadas a população leiga. A iniciação nos templos egípcios era cercada de numerosos obstáculos, e exigia-se o juramento de sigilo, e a menor indiscrição era punida com a morte.
   Saídos de todas as classes sociais, mesmo das mais ínfimas, os sacerdotes eram os verdadeiros senhores do Egito; os reis, por eles escolhidos e iniciados, só governavam a nação a título de mandatários. Todos os historiadores estão de acordo em atribuir aos sacerdotes do antigo Egito poderes que pareciam sobrenaturais e misteriosos. Os magos dos faraós realizavam todos esses prodígios que são referidos na Bíblia; é bem certo que eles evocavam os mortos, pois Moisés, seu discípulo, proibiu formalmente que os hebreus se entregassem a essas práticas.
    Os sacerdotes do antigo Egito eram tidos como pessoas sobrenaturais, em face dos poderes mediúnicos, que eram misturados maliciosamente com práticas mágicas e de prestidigitação. A ciência dos sacerdotes do Egito antigo ultrapassava em muito a ciência atual, pois conheciam o magnetismo, o sonambulismo, curavam pelo sono provocado, praticavam largamente a sugestão, provocavam a clarividência com fins terapêuticos e eram célebres pelas práticas de curas hipnóticas.

AMENOPHIS – o sacerdote egípcio (A Iniciação do Codificador).
    No tempo em que Moisés libertou o povo hebreu do cativeiro egípcio, vamos encontrar o espírito daquele que um dia seria o Codificador da Doutrina Espírita envergando a túnica sacerdotal e já detentor de uma sabedoria que o colocava como sacerdote preferido do Faraó Ramsés II. O sacerdote Amenophis era médium de efeitos físicos, inclusive existem relatos sobre as sessões de materialização que eram realizadas naquela época.

3. MEDIUNIDADE NA SUMÉRIA
    A medicina entre os sumarianos era em curioso misto de ervanaria e magia, cujo receituário consistia principalmente em feitiços para exorcizar os maus espíritos que acreditavam ser a causa das suas moléstias.

4. MEDIUNIDADE NA BABILÔNIA
   Os babilônios primitivos viviam cercados de superstições. Acreditavam que hordas de espíritos malévolos se escondiam na escuridão e cruzavam os ares, espalhando em seu caminho o terror e a destruição, cuja única defesa eram os sacrifícios e os sortilégios mágicos. Se o antigo povo babilônio não inventou a feitiçaria foi ao menos o primeiro a dar-lhe um lugar de grande importância, a ponto do desenvolvimento da demonologia e da bruxaria terem exigido leis que prescreviam a pena de morte contra seus praticantes e há provas de ter sido bastante temido o poder dos feiticeiros.

5. A MEDIUNIDADE NA ANTIGA GRÉCIA
   Na Grécia a crença nas evocações era geral. Todos os templos possuíam chamadas pitonisas encarregadas de proferir oráculos, evocando os deuses, mas, as vezes, o consultante queria ele próprio ver e falar a “sombra” desejada e, como na Judéia, conseguia-se pô-lo em comunicação com o ser, ao qual desejava interrogar (Delanne, 1937).

6. A MEDIUNIDADE NOS CELTAS
     Celtas, povo pré-histórico que se espalhou por grande parte da Europa entre os séculos XXI a.C. a I a.C., atingindo o maior poderio do século VI a.C. ao III a.C., possuíram grupos fechados de sacerdotes, especializados em comunicações com além, chamados de “Druidas”.

ALLAN KARDEC – o sacerdote druida (Aquisição da Sabedoria)
     Segundo o Espírito de Zéfiro aproximadamente no ano 100 a. C., Denizar Rivail foi um chefe druida. Os druidas eram os sacerdotes do povo celta. A escolha dos futuros sacerdotes era feita entre a classe aristocrática e, desde criança, já se submetiam a rigorosa disciplina e intenso aprendizado junto aos druidas mais velhos. A sabedoria druídica já admitia a reencarnação, a inexistência de penas eternas, o livre-arbítrio, a imortalidade da alma, a lei de causa e efeito, as esferas espirituais. Marcou tanto essa etapa reencarnatória, que o Codificador decidiu assinar suas obras espíritas, com o nome de Allan Kardec.

7. ORÁCULOS GREGOS E ROMANOS
    Mediante a invocação de poderes sobrenaturais, o homem sempre recorreu a vários tipos de adivinhação. No mundo greco-romano, um dos meios mais difundidos foram os oráculos. Chamavam-se oráculos as respostas dadas pelos deuses a perguntas a eles formuladas de acordo com determinados rituais executados por uma pessoa que atuava como médium ou pitonisa. Os Oráculos eram núcleos de intercâmbio medianímico, onde trabalhavam sibilas, pítons e pitonisas. Gente de todas as classes sociais, inclusive autoridades públicas, visitavam estes lugares, recebendo orientações das mais diversificadas; O termo refere-se também à própria divindade que respondia e a seu intérprete, bem como ao local onde eram dadas as respostas. Os templos ou grutas destinados aos oráculos eram numerosos e dedicados a diversos deuses. Os rituais variavam dos mais simples, como tirar a sorte, aos mais complexos, executados por pessoas que atuavam como médium ou pitonisa. Antes da consulta, a pitonisa e o consulente banhavam-se na fonte Castália; depois, ela bebia água da fonte sagrada de Cassótis e entrava no templo, onde o deus era invocado por meio de um ritual.
    Em seguida, sentada numa trípode, entre vapores sulfurosos (enxofre) e mascando folhas de louro (a árvore sagrada de Apolo), entrava em transe ou “delírio divino”, quando transmitia as palavras do deus. Sua mensagem era anotada e interpretada pelos sacerdotes, que comunicavam-na ao consulente, com freqüência sob a forma de versos. As pessoas após o contato com os Espíritos, passavam por uma limpeza com enxofre, as emanações dessas substâncias tinha como função descontaminar as pessoas pela destruição dos miasmas ou fluidos deixados pelos mortos. O mais famoso oráculo da antiguidade foi o santuário de Apolo em Delfos, localizado nas encostas do monte Parnaso, no golfo de Corinto (Grécia) Embora sua existência já fosse conhecida por Homero, sua fama só se difundiu entre as comunidades helênicas nos séculos VII e VI a.C., quando começou a ser consultado por legisladores e chefes militares.
    Na Grécia existiam muitos outros, mas destacavam-se mais o oráculo de Zeus em Dodona, no noroeste, o oráculo de Epidauro com o deus Asclépio, o oráculo de Anficléia com o deus Dioniso. Os oráculos sibilinos consistiam em profecias realizadas por mulheres chamadas sibilas. As sibilas mais famosas eram a de Eritréia e a de Cumas. Os romanos também tiveram os seus oráculos, chamados arúspices, que interpretavam as disposições dos deuses pelo exame das vísceras de animais sacrificados ou pelos fenômenos da natureza, como raios, trovões e eclipses. A expansão do cristianismo pôs fim à atividade dos oráculos.

8. A MEDIUNIDADE NA BÍBLIA
    A Bíblia com o Velho e o Novo Testamento é uma fonte riquíssima de fenômenos mediúnicos, a própria tão propalada proibição de Moisés à evocação dos espíritos é uma das maiores confirmações da existência da mediunidade.

8.1. CASO DE ESCRITA DIRETA
    DANIEL (5:5) – Por ocasião em que se realizava um banquete oferecido pelo rei Balthazar (filho de Nabucodonosor), ao qual compareceram mais de mil pessoas da corte, no momento em que bebiam vinho e louvavam os deuses, apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam defronte do candeeiro, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via os movimentos da mão que escrevia.

8.2. CASOS DE LEVITAÇÃO
     O que se dá é que os Espíritos operantes envolvem a pessoa ou coisa a levitar em fluidos, isolando-os assim do ambiente físico. A ação do espírito sobre o material a levitar se realiza pela utilização das suas próprias mãos convenientemente materializadas ou condensadas.

EZEQUIEL (3:14) – Também o Espírito me levantou e me levou consigo; e eu fui cheio de amargura, na indignação do meu Espírito; porém a mão do Senhor estava comigo, confortando-me.
EZEQUIEL (8:2) – Olhei, e eis uma figura como de fogo; Estendeu ela dali uma semelhança de mão e me tomou pelos cachos da cabeça; o Espírito me levantou entre a terra e o céu, e me levou a Jerusalém em visões de Deus.

8.3. CASO DE INCORPORAÇÃO
    JEREMIAS (39:15) – O profeta da paz, era médium de incorporação, quando o Espírito o tomava, pregava contra a guerra aos exércitos de Nabucodonosor.

8.4. CASOS DE VIDÊNCIA
    DANIEL (8:15) – Havendo eu, Daniel tido uma visão, procurei entendê-la, e eis que se apresentou diante de mim com aparência de homem, veio, pois, para perto donde eu estava; ao chegar ele, fiquei amedrontado, e prostei-me com o rosto em terra; mas ele me disse: Entende, filho do homem, pois esta visão se refere ao tempo do fim.
    DANIEL (10:5) – Levantei os olhos, e olhei, e vi um homem vestido de linho, o seu rosto como um relâmpago. Só eu, Daniel, tive aquela visão; os homens que estavam comigo nada viram, não obstante, caiu sobre eles grande temor, e fugiram e se esconderam, contudo ouvi a voz das suas palavras, e ouvindo- a, caí sem sentido, com o rosto em terra.

8.5. CASOS DE MATERIALIZAÇÃO
    MOISÉS – Mediante fenômeno de materialização, recebe do Alto a Tábua dos Dez Mandamentos, manisfestação de uma vontade superior visando o despertamento moral dos povos;
         ANJO GABRIEL – Anunciação de Jesus feita pelo anjo Gabriel à Maria.
       DANIEL (6:1) – Todos os grandes da corte, por não acharem meios de acusar a Daniel, convenceram ao rei, que ele deveria estabelecer um decreto, que fizesse com que todo homem que, por espaço de trinta dias, fizesse petição a qualquer deus, e não ao rei, fosse lançado na cova dos leões.
     O rei Dario que simpatiza com Daniel, mesmo contrariado assinou a escritura de interdito. Daniel, mesmo sabendo sobre o decreto, três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer. Então aqueles homens tendo achado Daniel a orar e a suplicar, diante do seu Deus. Foram junto ao rei e o convenceram penalizar a Daniel. O rei ordenou que trouxessem a Daniel e o lançassem na cova dos leões. Disse o rei a Daniel: o teu Deus, a quem tu continuadamente serves, que ele te livre. Foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o rei com seu próprio anel, e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel.
    Então o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em claro, o sono fugiu. Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa à cova dos leões. Chegando-se ele à cova, chamou por Daniel – disse o rei: Daniel, servo do deus vivo, dar-se-ia o caso que teu Deus, a quem tu continuadamente serves, tenha podido te livrar-te dos leões? Então Daniel respondeu ao rei: O meu deus enviou o seu anjo, e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; O rei alegrou-se e mandou tirar a Daniel da cova e nenhum dano se achou nele. Ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel e foram atirados na cova dos leões.

9. OUTROS FATOS QUE EVIDENCIAM A PRESENÇA ESPIRITUAL NA HISTÓRIA:
   SÓCRATES, constantemente orientado pela guia espiritual, revela-se precursor do Cristianismo. “Desde a minha infância, graças ao favor celeste, sou seguido por um Ser quase divino, cuja voz me interpele a esta ou àquela ação. Os discípulos de Sócrates se referem, com admiração e respeito, ao amigo invisível que o acompanhava constantemente.
    PAULO DE TARSO, às portas de Damasco, tem a visão do nazareno em perfeita configuração luminosa, convertendo-se deste modo em apóstolo e medianeiro do Mestre. Na Bíblia, o apóstolo Paulo deixa claro o intercâmbio entre os dois mundos ao afirmar: “Não extingais o espírito; não desprezeis as profecias; examinai tudo. Retém o que é bom” (I Tessalonicensses).
   JOÃO – Também o apóstolo João mostra a possibilidade de comunicação entre os dois mundos, mas nos alerta para a qualidade dessa comunicação: “Não creais em todos espíritos, mas provai se os espíritos são de Deus” (I João).
    CÉSAR, o grande imperador romano, esteve com a pitonisa Spurina, informando-se que no dia 15 de março algo muito grave aconteceria em sua vida. Na data prevista, César segue para o Palácio e lá recebe 23 punhaladas, morrendo imediatamente.
    CALÍGULA – Neste relato encontramos claramente o caso de materilaizações, onde os Espíritos vingativos em torno de Calígula eram tantos que, depois de lhe enterrarem os restos nos jardins de Lâmia, eram ali vistos, frequentemente, até que se lhe exumaram os despojos para a incineração.
     NERO – nos últimos dias de seu reinado, viu-se fora do corpo carnal, junto de Agripina e de Otavia, sua genitora e sua esposa, ambas assassinadas por sua ordem, a lhe pressagiarem a queda no abismo;
     RAINHA VITÓRIA, a soberana que mais tempo permaneceu no Poder inglês, passou 30 anos mantendo diálogos com seu ex-esposo Alberto, através do médium John Brawn. As grandes decisões de seu governo tiveram a participação direta do Espírito;
    CATARINA DA RÚSSIA é chamada às pressas para ver o seu sósia fantasma, uma entidade materializada que se demora no trono da rainha, sendo cercada pela guarda do Palácio. Alvejado por dois tiros de fuzil desfez-se sem deixar qualquer sinal de sua presença.
     JOÃO HUSS – o reformador (O testemunho que estava pronto). Jean Hus ou João Huss, nasceu em Husinec em 1369 (Allan Kardec desencarnou exatamente 500 anos após, em 1869). Estudou na capital, formou-se bacharel em Arte e Teologia, obteve grande destaque como professor, foi nomeado Deão da Faculdade de Filosofia e, posteriormente, Reitor da Universidade. Foi profundamente impregnado pelas idéias de Wycliffe (futuramente, Léon Denis), professor da Universidade de Oxford, Inglaterra, e considerado um dos maiores sábios de sua época. Wycliffe chamava o papa de “Anticristo, mau sacerdote, corrupto, ladrão. Foi sob influência dessas idéias e vivendo esses problemas sociais e políticos, que João Huss desenvolveu seu pensamento e se tornou um grande pregador, recebia grande inspiração espiritual ao pregar. Pelos desrespeitos às regras canônicas e morais que a Igreja praticava naquela época, passou a atacá- la, publicamente. Aos 6 dias de fevereiro de 1415, foi condenado e executado. Levaram-no a um terreno baldio, despiram-no, amarraram-no a um poste, colocaram lenha ao redor e puseram fogo. Morreu aos 46 anos queimado vivo pela “Santa Inquisição”.
    JOANA D’ARC, nasceu no ano de 1412, numa pequena aldeia da França chamada Dom Remy. Filha de pobres lavradores, não sabia nem ler nem escrever. Desde pequena escutava vozes no silêncio dos bosques, que atribuía a São Miguel, Santa Margarida e Santa Catarina, os quais incentivaram a voltar-se para Deus e defender a França, cuja nobreza se encontrava esmagada na luta que durava quase cem anos contra a Inglaterra. Joana D’arc, heroína francesa, orientada pelas “vozes do Céu”, assume a missão de libertar a sua pátria do jugo inglês. Guiada por essas vozes, ela reorganizou o exército francês e conduziu Carlos VII ao trono. Seu triunfo motivou inveja e intrigas que culminaram na sua captura, foi perseguida como herege, submete-se ao sacrifício inquisitorial, e posteriormente sua condenação pelo fato de não querer negar essas vozes perante a Igreja, e mesmo, no momento extremo, ainda afirmava ouvir os espíritos; A sua voz chegava até à silenciosa multidão, que escutava, aterrada, as suas preces e gemidos. Por fim, num último grito de agonia de amor, Joana disse: – “Jesus”. Conta-se que um dos soldados, lançando-se entre a multidão gritou: “Estamos perdidos! Queimamos uma santa!” Posteriormente, a Igreja que a condenou e à qual Joana sempre foi fiel, declarou-a inocente. Foi canonizada, finalmente, em 1920, na basílica de São Pedro, em Roma. Cinco séculos atrás, no entanto, houve quem soubesse que no meio deles vivia uma santa.

[1] – As faculdades mediúnicas se dão por predisposições orgânicas ainda desconhecidas. Manifesta-se também nos animais. Seu mecanismo está inteiramente no organismo físico, uns apresentam o gérmen e conseguem desenvolvê-la através do exercício que fazem dela, enquanto outros não.

AUTORIA DESCONHECIDA - JORNAL DE CIÊNCIA ESPÍRITA

sábado, 30 de abril de 2016

SUGESTÃO p/ LEITURA - ABRIL/2016

1. COPACABANA, POSTO 6 (Ana Maria de Almeida): Na década de 50, o jovem Ruy, primogênito de uma numerosa do sertão baiano, lutava para sobreviver com dignidade apesar da pobreza extrema. Seus pais, semi analfabetos, contavam com seu trabalho de ajudante de pedreiro para alimentar os irmãos menores. Ruy não se conformava com sua vida miserável e acalentava o sonho de ir para a cidade grande e fazer fortuna. E assim fez. Abandonou sua família sem remorso e, de menino pobre do interior baiano, se transformou em jornalista de destaque no Rio de Janeiro, sem medir esforços nem tampouco escrúpulos. Porém, ás vezes, é preciso uma grande dor para acordar o espírito que dorme esquecido de seus deveres. E isso aconteceu com Ruy. Será que ainda há tempo para ele se arrepender?

2. CIRURGIAS ESPIRITUAIS DE JOSÉ ARIGÓ (Leida Lúcia de Oliveira):  Diagnósticos sem anamneses, prescrições surpreendentes, cirurgias com cortes sem anestesia ou assepsia, e, no entanto, sem dor, infecção ou complicações cirúrgicas e com alto relato de eficácia. Dois processos e duas condenações por curandeirismo e exercício ilegal da Medicina. Um trabalho gratuito de amor e caridade por 21 anos. Este é um livro de memórias, nascido do coração de quem participou de perto e acompanhou por 13 anos um dos maiores fenômenos mediúnicos do Brasil e do mundo.: José Pedro de Freitas ou mais popularmente conhecido, Zé Arigó, através do qual atuavam o espírito alemão do Dr. Fritz e sua equipe, realizando curas e prodígios dignos de nota por cientistas, médicos, juristas e, sobretudo, pelo povo simples e humilde que acorria em toda parte do Brasil e do mundo a Congonhas-MG, em busca de socorro para o corpo e para a alma. Conheça o fenômeno e tire suas próprias conclusões.

3. O SOL VOLTOU A BRILHAR (Célia Camargo Xavier): Londres, século 19. Na capital do Império Britânico vive George Baker, um rico e respeitado comerciante. Helen, mimada pelo pai, sempre teve um comportamento exemplar. De repente, ela quer se divertir e vai ao encontro do perigo: um espírito perverso trama sua perdição. Arrastada pela obsessão, Helen se entrega-se ao prazer. Após seu pai resgatá-la, Helen é uma garota bem diferente, assume outra personalidade e apresenta sintoma de loucuras. O médico diz que nada mais pode fazer e aconselha a família a ter fé pois a medicina já havia feito todo o possível, orientando-os a se informarem sobre novos conhecimentos que poderiam ser úteis para curá-la. George não acredita em Deus, mas o desespero o conduz a uma sessão espírita. Diante de um fenômeno de materialização, ele entenderá que o sol um dia voltará a brilhar no horizonte de sua vida.

4. LAÇOS DE AMOR ETERNO (James Van Praagh): Perder um filho é a experiência mais devastadora pela qual um ser humano pode passar. A dor parece interminável e a vida perde o sentido. Desesperados, perguntamos a Deus porque Ele foi capaz de tirar a vida de uma criança inocente. Este livro nos ajuda a transpor o vão que separa o mundo material do espiritual, apresentando histórias inspiradoras de pessoas que conseguiram transformar a dor da perda em crescimento pessoal e espiritual ao se livrarem da culpa e praticarem o perdão. Com sua experiência de 30 anos em ajudar pessoas, o autor busca agora minimizar a dor de pais que enfrentam a tragédia da morte de um  filho, tenha ela sido causada por uma doença, acidente, assassinato, desastre natural ou suicídio. Este livro responde nossos questionamentos mais profundos sobre o porque de vidas tão promissoras serem precocemente interrompidas. Mais do que isso, ele revela que os laços de amor que unem pais e filhos são criados na eternidade e nem mesmo a morte é capaz de destruí-los.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL

Harry Potter (Daniel Radcliff) é um garoto órfão de 10 anos que vive infeliz com seus tios, os Dursley. Até que, repentinamente, ele recebe uma carta contendo um convite para ingressar em Hogwarts, uma famosa escola especializada em formar jovens bruxos. Inicialmente Harry é impedido de ler a carta por seu tio Válter (Richard Griffiths), mas logo ele recebe a visita de Hagrid (Robbie Coltrane), o guarda-caça de Hogwarts, que chega em sua casa para levá-lo até a escola. A partir de então Harry passa a conhecer um mundo mágico que jamais imaginara, vivendo as mais diversas aventuras com seus mais novos amigos, Rony Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson).