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terça-feira, 20 de outubro de 2015
domingo, 11 de outubro de 2015
OS IRMÃOS BOVINOS DO PARÁ
Com o recente naufrágio do navio de 117 metros de comprimento (tamanho de um campo de futebol) carregado com 5.000 bois vivos no Pará, foi presenciado aterrorizantes momentos da população local abatendo esses animais ali mesmo, desconsiderando qualquer vestígio de compaixão com esses irmãos que passaram pelo trauma do afogamento. Como entender a selvageria de alguns seres humanos em sentir prazer por matar?
Em nossa sociedade atual, todas as destruições que fazemos em massa para com os animais são completamente desnecessárias. “Que se deve pensar da destruição, quando ultrapassa os limites que as necessidades e a segurança traçam? Da caça, por exemplo, quando não objetiva senão o prazer de destruir sem utilidade?” e a resposta categórica do Espírito da Verdade na questão 735: “Predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda destruição que excede os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. Os animais só destroem para satisfação de suas necessidades; enquanto que o homem, dotado de livre-arbítrio, destrói sem necessidade. Terá que prestar contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, pois isso significa que cede aos maus instintos.”
Quando mudamos nossa perspectiva de nos relacionarmos com os outros, com os animais e com planeta, chega o momento de abandonarmos o consumo animal e adaptarmos nossas atitudes de forma mais coerente com o que queremos ver no mundo. Um ambiente de mais tolerância, menos violência e de paz. Nós não podemos ficar presos a conceitos e padrões absolutamente ultrapassados e desnecessários. Na resposta da questão 729 do LE temos “Toda destruição antecipada obsta ao desenvolvimento do princípio inteligente.” na 734 vemos “O abuso [dos animais] jamais constituiu direito.” A vaidade do homem hoje exige que 70 bilhões de animais sejam abatidos anualmente, forçando que a maioria dos grandes animais terrestres, sensíveis com sentimentos, emoções e necessidades sejam forçados a viver em uma linha de produção industrial como se fossem apenas objetos. Se a indústria da carne não fosse tão financiada pelo consumo da maioria da população, este holocausto já teria sido proibido. Lembremos da A Gênese, cap. VII, item 32 em que diz que “O orgulho levou o homem a dizer que todos os animais foram criados por sua causa e para satisfação de suas necessidades(…)”.
Que Deus abençoe estes irmãos que se afogaram e aqueles que foram mortos para o consumo humano. Torcemos para que a demanda de comer carne diminua até seu tão esperado fim, a ponto de libertar a humanidade do vampirismo que prejudica nosso planeta e todos os seres viventes!
Equipe Animais e o Espiritismo
Trechos adaptados de The Guardian e Veggo. - Retirado do Facebook: Animais e o Espiritismo
Trechos adaptados de The Guardian e Veggo. - Retirado do Facebook: Animais e o Espiritismo
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VEGETARIANISMO
terça-feira, 3 de março de 2015
domingo, 10 de agosto de 2014
FALATÓRIO
Poucas expressões da vida social ou doméstica são tão perigosas quanto o falatório desvairado, que oferece vasto lugar aos monstros do crime.
A atividade religiosa e científica há descoberto numerosos fatores de desequilíbrio no mundo, colaborando eficazmente por extinguir-lhes os focos essenciais.
Quanto se há trabalhado, louvavelmente, no combate ao álcool e à sífilis? Ninguém lhes contesta a influência destruidora. Arruínam coletividades, estragam a saúde, deprimem o caráter.
Não nos esqueçamos, porém, do falatório maligno que sempre forma, em derredor, imensa família de elementos enfermiços ou aviltantes, à feição de vermes letais que proliferam no silêncio e operam nas sombras.
Raros meditam nisto.
Não será, porventura, o verbo desregrado o pai da calúnia, da maledicência, do mexerico, da leviandade, da perturbação? Deus criou a palavra, o homem engendrou o falatório. A palavra digna infunde consolação e vida. A murmuração perniciosa propicia a morte.
Quantos inimigos da paz do homem se aproveitam do vozerio insensato, para cumprirem criminosos desejos? Se o álcool embriaga os viciosos, aniquilando-lhes as energias, que dizer da língua transviada do bem que destrói vigorosas sementeiras de felicidade e sabedoria, amor e paz? Se há educadores preocupados com a intromissão da sífilis, por que a indiferença alusiva aos desvarios da conversação? Em toda parte, a palavra é índice de nossa posição evolutiva. Indispensável aprimorá-la, iluminá-la e enobrecê-la.
Desprezar as sagradas possibilidades do verbo, quando a mensagem de Jesus já esteja brilhando em torno de nós, constitui ruinoso relaxamento de nossa vida, diante de Deus e da própria consciência.
Cada frase do discípulo do Evangelho deve ter lugar digno e adequado.
Falatório é desperdício. E quando assim não seja, não passa de escura corrente de venenos psíquicos, ameaçando Espíritos valorosos e comunidades inteiras.
Do cap. 73 do livro Vinha de Luz, de Emmanuel, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Aquilo que é semeado é colhido, muitas vezes multiplicado pela repercussão que um desatino mediúnico causa aos seus familiares e dependentes. É deveras triste a situação dos medianeiros que perderam o trilho da caridade desinteressada quando retomam para o lado de cá. Imaginai a sintonia estabelecida pelo médium durante anos a fio de escambo mediúnico na crosta com as comunidades das trevas; estabelecem fortíssimos laços de imantação que várias encarnações sucessivas não dissolvem. O médium de outrora que costumeiramente se utilizava de escravos para a execução dos pedidos remunerados dos consulentes ou desrespeitava o livre-arbítrio alheio em proveito próprio ou de outros, no momento em que se vê diante dos antigos executantes do plano extrafísico, torna-se, agora ele e tão somente ele, escravo dos que antigamente lhe prestavam os serviços mais sórdidos do além-túmulo.
Retirado do Facebook - Caboclo Pena Branca
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
"Todos nascem livres, porém morrem em cativeiro. No início de tua vida és totalmente desprendido e natural mas, depois, entra a sociedade, surgem as regras e os regulamentos, a moralidade, a disciplina e muitos tipos de treinamento. Assim, o desprendimento e a naturalidade, bem como o ser espontâneo, estão perdidos. Cada qual começa a reunir em torno de si uma espécie de armadura. Cada qual começa a tornar-se mais rígido. A suavidade interior já não mais é visível."
Osho - Retirado do Facebook "OSHO Brasil"
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
SONHOS
Todos os sonhos, desde os que têm uma causa fisiológica até os mais elevados, que são capazes de revolucionar a vida pessoal, são apenas os resultados das condições ou estados de consciência. Temos que entender a nós mesmos primeiro, se quisermos entender o significado dos nossos sonhos. Os sonhos que surgem do aspecto mais elevado da nossa natureza podem dar-nos uma ajuda e uma orientação reais. Este tipo de sonhos pode ser encorajado, e, se o assunto for adequadamente compreendido, é possível também evitar os sonhos sensoriais, que às vezes lançam uma sombra sobre toda a vida.
Em todos nós há três níveis de consciência – normal, subnormal e supranormal – assim como o corpo físico tem temperaturas normais, subnormais e supranormais. Nossos hábitos e nossos maneirismos, nossos preconceitos e predileções, pertencem ao nível normal e são mais ou menos os mesmos para o homem médio. Se agimos de modo infantil e mesquinho quando o curso normal das nossas vidas sofre uma interferência, ou quando não obtemos o que queremos, caimos abaixo do nível normal de inteligência. Um exemplo possível é o do homem que está acostumado a um tipo de pão e que em certa ocasião não consegue obtê-lo; se ele criar uma confusão e perder a calma por causa disso, cairá em um estado de espírito subnormal. Se aproveitar silenciosamente a oportunidade para mortificar o seu apetite, estará em um estado de espírito levemente supernormal.
O ser humano tem três aspectos, corporal, mental e espiritual. A própria palavra “humano” vem do termo sânscrito “Mana” ou “Manas”, que significa “mente”. O estado de espírito normal do ser humano é mental. O estado de espírito é subnormal quando um homem permite que sua inteligência seja afetada ou escravizada pelo corpo, ou por suas paixões e desejos terrestres. Quando o aspecto humano é colocado pelo menos durante algum tempo em harmonia com o Eu divino ou Espiritual, as tendências animais são controladas e o estado de espírito é supranormal. Em correspondência com essa classificação tríplice, nossos sonhos são: (a) corporais ou sensórios; (b) normais; ou (c) do tipo mais elevado, experiências verdadeiramente espirituais.
Nossos estados de espírito são os sonhos da vida de vigília. Um estado de espírito medianamente bom corresponde a sonhos normais, um estado de espírito sensual corresponde a sonhos subnormais, e um estado de espírito elevado, como a de uma verdadeira meditação, tem a mesma substância que os sonhos puros e inspiradores. Sonhar acordado com base em fantasias é subnormal. As pessoas tecem histórias em torno de si mesmas como personagens centrais, ou têm conversas imaginárias em que elas sempre têm a última palavra, etc. A razão fica de lado quando imaginamos estar no centro da cena. Construir castelos no ar é mera perda de tempo, e se continuamos a construí-los eles se tornam perigosos, porque a fantasia pode evoluir por canais errados, levando a práticas corporais equivocadas.
A fantasia é uma característica da adolescência e não deveria ser levada até a vida adulta. Na adolescência, garotos e garotas deveriam ser ajudados a colocar suas fantasias em canais corretos. Para isso, eles devem estar rodeados de uma atmosfera de pureza, e deve ser dado um ideal nobre para a sua tendência de adorar heróis. Eles devem ter algo para fazer, de modo que não haja oportunidade para passarem muito tempo sonhando acordados. Infelizmente, nesta idade os jovens têm a permissão de ler livros indesejáveis e de ir indiscriminadamente ao cinema, o que intensifica as suas tendências subnormais. A fantasia é a antítese da verdadeira imaginação, aquela ação-de-fazer-imagens que pertence à Alma e durante a qual a Razão está extremamente ativa.
A diferença entre a consciência desperta e a consciência adormecida está apenas no fato de que, durante o sono, as impressões externas não existem. Não há interrupção das funções corporais orgânicas, nem da consciência corporal. A mente, no entanto, funciona à parte do corpo físico, em um estado inteiramente subjetivo, isto é, a mente está voltada para dentro, para si mesma, e não tem consciência de quaisquer objetos que rodeiem o corpo fisico.
Há dois tipos principais de sonhos corporais – os que são causados por desconforto corporal e os que têm como base impressões corporais causadas por indulgência errada, de fato ou em fantasia, durante a vida desperta. Nossos pensamentos e sentimentos afetam constantemente o corpo. Eles fazem o coração bater mais rápido, ou tornam a respiração irregular, ou fazem com que ela seja rítmica. As experiências em sonhos que são reações a pensamentos tidos em estado de vigília podem ocorrer muito mais tarde, como quando uma pessoa sonha que está comendo carne, vários anos depois de adotar o vegetarianismo. No homem normal, a mente está tentando libertar-se dos sonhos corporais e viver nos termos da sua própria ideação. Isso é inicialmente impossível, e por isso ele tem sonhos confusos. Quando alguma impressão do Eu Espiritual é acrescentada à mistura de sonhos mentais e corporais, pode surgir um sonho alegórico. A verdade é captada pelo cérebro, mas é distorcida por imagens corporais e mentais.
A mente pura, controlada e auto-concentrada, pode receber as impressões do Eu Espiritual, e as impressões são então transferidas para o cérebro. Assim ocorrem os sonhos que são avisos, para si mesmos e para os outros, e os sonhos retrospectivos, que descrevem encarnações passadas. Os sonhos proféticos são ainda mais elevados. Eles procedem do Eu Superior, e são possíveis mesmo durante o estado de vigília, se o corpo tiver sido mantido puro como o Templo de um Deus Vivo. Em um estado ainda mais alto de calma e concentração purificadas, o homem que possui um firme desejo de beneficiar a humanidade pode receber sonhos dos Grandes Gurus cuja religião, filosofia e ciência é a Fraternidade.
A coisa mais importante a lembrar é que as experiências durante os sonhos dependem da consciência em estado de vigília. Para termos sonhos elevados, devemos controlar e purificar os sentidos e estudar e meditar sobre princípios universais.
Retirado do site: http://www.espiritbook.com.br/
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