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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

ÓDIO ENTRE OS ESPÍRITOS

Questão 292 do Livros dos Espíritos

    Existe ódio entre os espíritos, sim, mas, somente dentre os inferiores, que ainda alimentam as paixões que correspondem ao egoísmo. Foi por isso que Jesus desceu à Terra, por bondade de Deus, para trazer a mensagem de amor, no sentido de libertá-los dessa escravidão.
    O ódio, a inveja, o apego são forças negativas que pretendem empanar a verdade, mas, sendo ilusão, não conseguem. Disse o Evangelho que somente a verdade ficará de pé.
    Os espíritos superiores se esqueceram completamente do estado d'alma contrário à caridade. Não alimentam o ciúme, por não terem apego a ninguém e a nada. Não conservam o egoísmo, por serem desprendidos das coisas transitórias. Não têm orgulho, por terem entrado no esquema da humildade. Não mentem, por saberem que a verdade é luz de Deus que liberta as criaturas. Porém, quando trabalham no meio de almas infelizes, no que tange à inferioridade, eles não julgam nem maltratam, porque eles já passaram por caminhos idênticos.
     Sabemos porque na Terra não existe a felicidade. A humanidade que nela se encontra, mesmo as criaturas que se esforçam para melhorar, ainda deixam escapar do coração alguns reflexos de ódio para aqueles com quem não simpatizam, e os que desconhecem as verdades espirituais acham que a violência, que a inimizade, que o orgulho e egoísmo, devem formar o caráter do homem honrado.
    Nesse ambiente é que deixa de existir a solidariedade que fortalece a verdadeira fraternidade entre os povos. Já dissemos muitas vezes - e a repetição é consciente - que quando as nações adotarem o Evangelho de Jesus como Carta Magna para suas orientações, passando a viver a paz com o trabalho, a caridade como dever, e o amor como norma de vida, estarão plantando no mundo as sementes da felicidade de todos os povos.
    A Doutrina dos Espíritos tem a sagrada missão de fazer recordar o Evangelho na sua pureza primitiva, como soma de todos os esforços de muitos espíritos enviados por Jesus à face do planeta, cada qual fazendo brilhar, pelo exemplo, uma letra do Livro Sagrado. Todas juntas formam um sol, que aquece e dá vida a nações e povos.
    Somente entre os espíritos impuros há ódio, por desconhecerem o amor, mas, para tanto, existem mutirões de almas preparadas para que esse amor se estenda pelo reino humano. O culto do Evangelho no lar, sob a inspiração do Espiritismo, é capaz de levar a compreensão à família, e quando as famílias entenderem esse tesouro, a sociedade passará a reformar seus sentimentos, e a Terra tornar-se-á um paraíso.
    O Satanás, que as velhas religiões têm como inimigo, é o orgulho, o egoísmo e o ódio, chefes de tantos outros nascidos das suas presenças no coração das criaturas. O maior combate não é fora de nós; é, pois, na intimidade do nosso mundo interior. Se nos livrarmos desses inimigos internos, romperemos a sintonia com os inimigos externos.
    O céu, devemos repetir, sempre está dentro de nós. Vejamos que tesouro de luz foi dado por Cristo à humanidade, quando disse, sintetizando os dez mandamentos:
    - "Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a vós mesmo. Aí está toda a lei e os profetas."
    O amor isola o ódio e dá crescimento à presença de Deus e de Cristo no coração.
Livro: Filosofia Espírita VI - João Nunes Maia - Miramez
Retirado do site: http://www.espiritbook.com.br/

quarta-feira, 31 de julho de 2013

SUGESTÃO PARA LEITURA - JULHO/2013


1- SAÚDE E ECTOPLASMA (Matthieu Tubino)As páginas deste livro tratam da relação do ectoplasma com a nossa realidade vital. É feita uma correlação entre a exitência deste fluido e a nossa vida, a nossa saúde e as nossas doenças, propondo-se um método para tratamento. O ectoplasma, conhecido desde os mais remotos tempos pela humanidade, recebeu diversos nomes como, por exemplo, fluido vital, força vital, virtude, chi, prana. Vendo o ectoplasma de maneira mais ampla, podemos correlacioná-lo com o universo inteiro. Em tempo relativamente recente, cosmólogos identificaram no universo a existência de uma matéria a que se deu o nome de matéria escura.  Ela teria a função estruturadora de corpos estelares, tais como galáxias, estrelas etc, ou seja, a mesma função que o ectoplasma tem em nossos corpos. Pode-se, então, por extensão de idéias, propor que a matéria escura identificada no espaço interestelar não é senão o ectoplasma em dimensões astronômicas.
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2- NA PONTA DOS PÉS (Ana Cristina Vargas): Os vínculos entre mães e filhos ultrapassa as barreiras da matéria: são sentimentos densos que envolvem fatores psicológicos, emocionais, educacionais e espirituais. Conhecendo presente e passado da família Fontes Batista, o leitor desvendará os caminhos que os reuniram, como cada um vivenciou a experiência comum, construindo e transformando a si mesmo. Esse é um romance da atualidade, ambientado em uma pacata cidade do interior do Brasil, que mostra como a formação da saúde ou das patologias emocionais atravessam os tempos e se desenvolvem, tecidas com as linhas invisíveis do passado e dos sentimentos vividos sendo traduzidos muitas vezes, pela maneira de andar.


3- O ATEU (Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho): O Ateu, como Jean Marie é conhecido na intimidade,reserva-se o direito de não apenas descrer do Criador, mas também de influenciar os outros com seus escritos: onde expõem sua absoluta descrença na vida além da morte. Com a ajuda de amigos que compartilham de suas idéias, distribui panfletos onde dissemina seu ideal materialista. Jean Marie e seus amigos são aventureiros que oferecem os prazeres mundanos àqueles que desejam realizar suas fantasias. Residentes na Toca (antiga Fazenda São Francisco), transformam o local em palco de festejadas reuniões, onde reinam os vícios e chantagens. Influenciado por um espírito obsessor e cada dia mais comprometido com o mal, pressente a aproximação de um grande perigo, sem saber que isto mudará por completo seu modo de pensar...
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4- UMA PROVA DO CÉU (Eben Alexander): Cético, defensor da lógica científica e neurocirurgião há mais de 25 anos, o autor viu sua vida virar do avesso quando passou por uma experiência que ele considerava impossível. Vítima de uma meningite bacteriana grave, ficou em coma por sete dias. Enquanto os médicos tentavam controlar a doença, Eben, sem consciência da própria identidade foi mergulhando cada vez mais fundo em uma realidade difusa, onde conheceu seres celestiais e fez descobertas transformadoras sobre a existência da vida após a morte e a profunda relação que nós temos com Deus. Quando os médicos já pensavam em suspender seu tratamento, seus olhos se abriram, ele estava de volta. Aquela experiência o levou a questionar tudo em que acreditava até então. Analisando as evidências à luz dos conhecimentos científicos, o autor compartilha essa incrível história para mostrar que ciência e espiritualidade podem_ e devem andar juntas. Livro emocionante sobre a cura física e espiritual e a vida que se esconde nas dimensões do Universo.
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5- O SONO DOS HIBISCOS(Lygia Barbiére): Será que alguém pode voltar à vida depois de quase 19 anos em coma? Romance que transita pelo universo das UTIs, das experiências de morte e de quase-morte, dos casos de coma prolongado e das questões que usualmente acompanham tais situações, sempre equilibrando suas personagens sobre o tênue e desconcertante fio que serve de divisa entre o que costumamos chamar de vida e morte.
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6- ILUSÕES, AS AVENTURAS DE UM MESSIAS INDECISO (Richard Bach): o autor nos leva a refletir sobre os aspectos mais simples, e ao mesmo tempo, tão importantes na nossa vida. A história começa com uma incrível aventura de Richard, um piloto itinerante que voava com seu biplano pelos campos do meio oeste americano vendendo passeios de dez minutos a três dólares. Richard tinha em sua mente o pensamento de que o mundo era mais do que aquilo que os olhos podem ver, sonhava em um dia encontrar alguém que lhe explicasse como o mundo e suas “ilusões” funcionam. Um dia encontra outro piloto, Dom Shimoda (o messias do título) fazendo o mesmo que ele, vendendo passeios, e logo tornam-se amigos. Richard percebe que este homem é justamente a pessoa que sempre quis conhecer. Dom logo passa a falar sobre as ilusões do mundo, ensina-lhe tudo que sabe, mostra-lhe como nossos pensamentos podem nos limitar e nos faz acreditar no impossível.    


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

AÇÕES DE ENTIDADES INFERIORES DURANTE O CARNAVAL


     Em "O Livro dos Espíritos", encontramos o esclarecimento das relações existentes entre o mundo físico e a ação do mundo espiritual sobre este. Dizem os imortais, que os Espíritos são atraídos pelos costumes, pelos hábitos, pelo caráter dominante dos homens e que estes são mais ou menos assistidos, rodeados e influenciados segundo a natureza de seus próprios pensamentos.
   A influência se estabelece de tal forma, que os Espíritos dizem que a população espiritual se acotovela e praticamente se confunde com a massa de encarnados, participando intensamente de suas atividades e ações. Para termos consciência da dimensão desta relação e dos processos que aí se estabelecem, acompanhemos narrativa do Espírito Manoel Philomeno de Miranda e sua equipe em uma excursão a determinada festa popular na sociedade terrestre, descrita na obra Entre os Dois Mundos:

  (...). Em face dos desconcertos emocionais que os exageros festivos produzem nas criaturas menos cautelosas, há uma verdadeira infestação espiritual perturbadora da sociedade terrestre, quando legiões de Espíritos infelizes, ociosos e perversos, são atraídas e sincronizam com as mentes desarvoradas. Nesse período instalam-se inumeráveis obsessões coletivas que entorpecem multidões, dizimam existências, alucinam valiosos indivíduos que se vinculavam a formosos projetos dignificadores.
   A seguir, convocou-nos a visitar uma das capitais brasileiras próxima, na qual a explosão de alegria popular, num denominado festival de verão, era ampliada pelo abuso do álcool, das drogas e do sexo desvairado. Imediatamente vimo-nos em movimentada artéria praiana, feericamente adornadas, na qual centenas de milhares de pessoas entregavam-se ao desbordar das paixões. A música ensurdecedora atordoava a massa informe, compacta e suarenta que se agitava ao ritmo alucinante, enquanto era estimulada por especialistas na técnica de agitação popular.
   Acurando a vista, podia perceber que, não obstante a iluminação forte, pairava uma nuvem espessa onde se agitava outra multidão, porém, de desencarnados, mesclando-se com as criaturas terrestres de tal forma permeada, que se tornaria difícil estabelecer fronteiras delimitadoras entre uma e outra faixa de convivência. A nudez predominava em toda parte, os movimentos sensuais e eróticos dos corpos com abundante transpiração exsudavam o forte cheiro das drogas ingeridas ou injetadas, produzindo estranho quanto desagradável odor às nossas percepções.
   No pandemônio natural que se fazia, esses espíritos, perversos uns, exploradores outros, vampirizadores em número expressivo, exploravam seus dependentes psíquicos em lamentável promiscuidade, submetendo-os a situações deploráveis e a prazeres grosseiros que nos chocavam, apesar da nossa larga experiência em relação a conúbios dessa ordem... Eu imaginava, como é possível que o ser humano destes formosos dias de cultura, de ciência e de tecnologia, se permitiam tantas sensações selvagens e irresponsáveis!
   O desfile parecia não ter fim, sempre aturdido pelos conjuntos musicais de textura primitiva, que os hipnotizavam, impedindo o discernimento. Era compreensível que se permitissem todos os tipos de lascívia e de perversão, já que a multidão era um corpo uniforme, no qual as pessoas não dispunham de espaço para a livre movimentação, ensejando a confusão dos sentidos e a mescla absurda dos atritos físicos. Tratava-se, porém, do culto à deusa Folia, numa enxurrada física e psíquica das mais vulgares e pervertidas, em cujo prazer todos entregavam-se ao olvido da responsabilidade, ao afogamento das mágoas e à liberação das paixões primitivas. Jovens e adultos pareciam haver perdido o direcionamento da razão, deixando-se enlouquecer pelo gozo exagerado, como se tudo ficasse centralizado naquele momento e nada mais houvesse após.
    Criminosos de várias classes misturavam-se aos foliões esfuziantes e tentavam furtá-los, roubá-los, agredindo-os com armas brancas, ao tempo em que psicopatas perversos utilizavam-se da confusão para darem largas aos distúrbios que os assinalavam. Altercações e brigas violentas, que culminavam em homicídios infelizes, misturavam-se aos disparates da festa que não cessava, porque, naquela conjuntura, a vida era destituída de significado e de valor.
    Não saíra da perplexidade em que me encontrava, quando o irmão Petitinga veio em meu auxílio, comentando:
- Passada a onda de embriaguez dos sentidos, os rescaldos da festa se apresentarão nos corpos cansados, nas mentes intoxicadas, nas emoções desgovernadas e os indivíduos despertarão com imensa dificuldade para adaptar-se à vida normal, às convenções éticas, necessitando prosseguir na mesma bacanal até a consumação das energias.
   “Amolentados pelas extravagâncias, saudosos da luxúria desmedida e ansiosos por novos acepipes, tentarão transformar todas as horas da existência no delírio a que ora se entregam... Tentarão investir todos os esforços para que se repitam os exageros, e porque as loucuras coletivas fazem-se com certa periodicidade e eles dependem desse ópio para esquecer-se de si mesmos, passam a viver exclusivamente o dia-a-dia do desequilíbrio em pequenos grupos, nos barzinhos, nos guetos e lugares promíscuos, nos subterrâneos do vício onde se desidentificam com a vida, com o tempo e com o dever.
    “Tornando insuportável a situação de cada uma dessas vítimas voluntárias do sofrimento futuro, os parasitas espirituais que se lhes acoplam, os obsessores que os dominam, explorando suas energias, atiram-nos aos abismos da luxúria cada vez mais desgastante, do aviltamento moral, da violência, a fim de mantê-los no clima próprio, que lhes permite a exploração até a exaustão de todas as forças. É muito difícil, no momento, estancar-se a onda crescente da sensualidade, do erotismo, da depravação nas paisagens terrenas, especialmente em determinados países. Isto porque, as autoridades que governam algumas cidades e nações, com as exceções compreensíveis, estão mais preocupadas com a conquista de eleitores para os iludir, do que interessadas na sua educação.
    A educação, que liberta da ignorância, desperta para o dever e a conscientização das massas, não sendo de valor para esses governantes, porque se o povo fosse esclarecido os desapeava do poder de que desfrutam, em face da claridade mental e do discernimento. Reservam então altas verbas para serem aplicadas no desperdício moral, disfarçando as doações sob a justificativa de que se trata de utilização para o lazer e a recreação, quando estes são opostos aos exageros dos sentidos físicos. Mais recentemente, foram encontradas outras explicações para a legalização das bacanais públicas, sob os holofotes poderosos da Mídia, como sejam as do turismo, que deixa lucros nas cidades pervertidas e cansadas de luxúria.
    É certo que atraem os turistas, alguns para observar os estranhos comportamentos das massas, que têm em conta de subdesenvolvidas, de atrasadas, de primitivas, permanecendo em camarotes de luxo, como os antigos romanos contemplando as arenas festivas, nas quais os assassinatos legais misturavam-se às danças, às lutas de gladiadores e ao teatro fescenino... Outros, para atenderem aos próprios tormentos, mal contidos, que podem ser liberados com total permissão, durante os festejos incomuns. E outros, porque necessitam de carnes novas para o comércio sexual, especialmente se está recheado de crianças vendidas por exploradores hábeis e pais infelizes.
   “Por outro lado, os veículos de informação de massa exaltam o corpo, fomentam as paixões sensoriais, induzindo as novas gerações e os adultos frustrados ao deboche, ao fetiche das sensações, transformando a sociedade em um grande lupanar. Não é do meu feitio entretecer considerações que possam tornar-se críticas destrutivas, mas havemos de convir que, sobreviventes que somos da morte, não podemos deixar de considerar que os enganos foliões de hoje serão os desencarnados tristes de amanhã, queiramos ou não, sendo de lamentar-se a situação na qual despertarão após a perda do corpo físico.
    Só a educação, em outras bases, quando a ética e a moral renascerem no organismo social, irá demonstrar que para ser feliz e para recrear-se, não se torna imperioso o vilipêndio do ser, nem a sua desintegração num dia, esquecendo-se de sua eternidade”. Nesse comenos, o nosso condutor convidou-nos para a primeira tarefa que se iniciara naquela cidade mesmo, embora o som terrível e flagelador da música agressiva e da algazarra dos seus aficionados.
Texto psicografado por Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, extraido da obra Entre os Dois Mundo, Capítulo 4, a qual recomendamos a leitura de toda a obra. Fonte : grupo Cia dos Anjos (Yahoo)

domingo, 8 de julho de 2012

INFELICIDADE É VIVER PARA IMPRESSIONAR OS OUTROS


  Nós nascemos com um potencial infinito de realizações. Porém, à medida que vamos sendo educados, durante a infância e adolescência, perdemos a rota original de nossa própria existência. Deixamos de fazer aquilo que nos realiza e passamos a agir em função dos outros: pais, professores e depois toda a sociedade.
  Nosso objetivo de vida nos é imposto e passamos a condicionar nosso sucesso ao aplauso das pessoas que nos cercam. Para continuar merecendo essa aprovação, progressivamente abandonamos nossas vocações e passamos a realizar os desejos alheios.
  A maioria das pessoas vive para ser admirada por uma multidão de olhos vorazes que, muito provavelmente, não se cruzarão mais. Quando elas param para perceber o rumo dado às suas vidas, verificam que apenas colecionaram cupons que não servem para nada.
  Quem consegue realizar as metas de sua alma é feliz e desperta admiração devido a sua integridade como pessoa.
Ao contrário, quem vive para ser admirado sempre será infeliz, porque está deixando de lado o compromisso consigo mesmo.
   Roberto Shinyashiki 

   Não se consegue ser feliz valorizando mais a opinião dos outros do que seus próprios sentimentos. Alguns se sentem infelizes, mas raciocinam: "Se os outros estão aplaudindo é porque estou no caminho certo". E avançam nas suas frustrações. Você é mais importante do que qualquer julgamento alheio. Para ser feliz, viva para surpreender a si próprio, e não aos outros.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

   Como vocês sabem, o infinito Amor de Deus por todos da criação significa que ninguém pode jamais se perder, ser abandonado, condenado ou descartado, e qualquer um que sugira o contrário está extremamente confuso e mal orientado.
  É desnecessário dizer que muitos têm empregado comportamentos extremamente desagradáveis e desamorosos que eles julgam ser um direito ou uma necessidade, e antes de poderem deixar a ilusão eles precisarão drasticamente alterar as atitudes que os levaram ou encorajaram a se comportar dessas maneiras. Isto é porque qualquer um que mantiver tais atitudes ou crenças sentir-se-ia completamente desconfortável e deslocado em um ambiente que é completamente pacífico e amoroso - a Realidade - e contenderia com todas as suas forças para evitar ou mudar o estado dela para que ela fosse compatível com seu próprio estado escolhido de hostilidade - e mudar a Realidade é impossível! 
   Para despertar e ter a ilusão dissolvida é necessário liberar toda a hostilidade e todo julgamento negativo para que o amor, o amor incondicional possa preencher seus corações.
Se vocês não amam a humanidade, então vocês não podem amar Deus, porque o amor não discrimina ou separa; ele é totalmente inclusivo e reúne todas as partes da criação.

   Vocês são magoados - todos são magoados - mas recusar a perdoar o perpetrador simplesmente alimenta e mantém a mágoa.
   Talvez aquele que magoou vocês aparente ser feliz e bem sucedido e vocês se ressentem com isso e ficam infelizes - seu ressentimento os torna infelizes, e isso alimenta o seu ressentimento, colocando-os num contínuo círculo de reações negativas. Se vocês liberarem o ressentimento e perdoarem aquele que os magoa, então sua infelicidade irá se dissipar. Vocês não podem ser felizes enquanto guardarem um rancor.
   Às vezes vocês ficam satisfeitos quando ficam sabendo que alguém que os magoou foi magoado, mas é uma satisfação muito amarga e não remove sua dor ou lhes traz felicidade. O único caminho para a felicidade é através do perdão, não há outro modo.
  Não é possível ser feliz se vocês estiverem nutrindo quaisquer ressentimentos ou rancores porque eles provocam tumulto interior e raiva, os quais são inimigos da felicidade.
   Alguns podem sentir que perdoar é impossível porque parece que o sofrimento que o perpetrador causou jamais poderá ser curado por ter sido tão extremo. Mas não é assim; todo sofrimento pode ser curado quando a causa é removida.
   O sofrimento continua após isso somente se o sofredor se recusar a liberá-lo e insistir nele e na aparente deslealdade ou injustiça dele. Fazer isto é viver no passado ao invés de no agora, em que tudo acontece, e é se autoaprisionar, causando ainda mais dor.
   Quando o perdão é acolhido, aquele que perdoa não mais carrega o pesado fardo que o não perdão impõe - a busca pela justiça, reparação ou punição - e se liberta das obrigações insalubres que, caso contrário, ocupariam muito tempo.
   A leveza experimentada é frequentemente edificante e muito satisfatória, e pavimenta o caminho para o autoperdão que, por sua vez permitirá que o amor cresça e floresça.
   O Amor é a força vital, o campo da energia divina de Deus que inclui tudo enquanto flui constante e abundantemente por toda a criação. 
  Individualmente vocês podem obstruir, restringir ou bloquear o Seu fluxo através de vocês prendendo-se a atitudes desamorosas. Entretanto, vocês foram criados do Amor e vocês precisam que ele flua fácil e suavemente através de vocês para estarem livres para seguir sua alegria. 
   Atitudes desamorosas impedem que vocês participem totalmente desta dádiva divina e maravilhosa - a vida - e os oprimem com medo, ansiedade e amargura, dando-lhes a impressão de que vocês foram tratados incorretamente e que merecem recompensa. E pode muito bem parecer que a vida passou por vocês, quando na verdade foram vocês que escolheram se separar dela pelas suas atitudes inflexíveis e negativas. 
   A chave para a felicidade e satisfação na vida é aceitar o fluxo dela tal como ela acontece, agora, e estar aberto e disposto a entender e aprender as lições que o momento oferece. Nada do que acontece em sua vida é acidental, vocês escolheram a ocorrência pelas lições que ela lhes apresentaria. 
  Aceitando isto e abrindo-se para o entendimento e aprendizado delas, vocês se libertam das tensões autoimpostas e das ansiedades que podem tornar suas vidas tão infelizes. 
   Parem de segurar coisas que precisam ser liberadas e desfrutem a sensação de liberdade resultante, porque este é o seu verdadeiro desejo, e também é a Vontade de Deus para vocês. 
   Seu amoroso irmão, Jesus.



fonte: http://johnsmallman2.wordpress.com/
Tradução: SINTESE
http://blogsintese.blogspot.com/
Respeite os créditos

terça-feira, 18 de outubro de 2011

COMO LIVRAR-SE DOS ERROS DA ILUSÃO?

   Primeiramente os erros inexistem, são apenas tentativas de manter o homem de boa fé na ilusão. Como admitir o que se plantou de ilusão e se colheu em sofrimento? Com humildade e conhecimento da eternidade da alma. Então, por que temos a ilusão dos erros? Porque eles nos ajudam a enxergar o que é certo, o que é verdadeiro e o que é falso em nós mesmos.
   Como não errar? Plantando sempre boas sementes e tirando a ilusão que não nos deixa amar, cativar e trabalhar. A única maneira de colher bons frutos é plantando boas sementes, mas se hoje você colhe frutos azedos, tenha paciência consigo, pois toda mudança é gradativa. O melhor seria que, vendo a verdade, livrasse imediatamente seu ser da ilusão, porém, queira sempre aprender, o aprendizado constante o elevará ao céu. Tenha boa vontade no cumprimento das leis de Deus, e mesmo quando seu sentimento não for o melhor, obedeça quem o guia, pois permanecer na teimosia dificulta sua elevação e pode comprometer sua vibração. Lembre-se das verdades já aceitas em seu cérebro e leve-as para sua vida, plantando boas sementes, mesmo depois da colheita dos espinhos que machucaram-lhe as mãos, lembre-se de seguir inclusive nos momentos difíceis o seu pensamento superior.
    Deixe que lhe conduza o que o ilumina, guarda e protege, esforce-se por esvaziar seu peito de sentimentos menores, pensamentos impuros, para que não seja escravo de ilusões, liberte-se delas ouvindo seu "Eu Superior", seu ente querido, seu amigo, seu amado mestre, lembre-se de suas lições e o calor passará e a serenidade instalar-se-a em seu interior. Cuidado com cada semente, observe cada ação sua, cada intenção sua, cada pensamento furtivo que lhe brota, pois controlando a si, os erros desaparecem.
   A culpa serve a Deus, quando persiste em um ser que não aprendeu com seu erro, aprenda logo sua lição, mande embora a culpa e renove seu ser em atitudes condizentes com aquelas que escolheu para seguir.
   O primeiro trabalho é conhecer um mestre iluminado que lhe favoreça as qualidades e o liberte da casca em que se enfiou, através de seu esforço em aprender sempre. Se já obteve este grande benefício, siga os ensinamentos de seu mestre e quando não conseguir nem raciocinar, lembre-se de seu olhar e sua mão sempre a lhe guiar.
    Faça uma oração e recorde ao menos uma frase que saiu da boca santa de seu amado mestre e siga confiando. Tenha fé em você, como nós temos, como seu mestre tem. Continue seu trabalho com perseverança, pois seu querer pode libertá-lo de tudo.
    Fé em seu coração, na verdade e no amor em qualquer momento.
    Irmãos de Órion.

domingo, 16 de outubro de 2011

AGINDO COMO O DESERTO

   A nossa tendência é negativar ao primeiro sinal de adversidade. Isso porque o nosso egoísmo nos ensinou a primeiro enxergar os resultados, antes de todo o caminho a ser seguido para se alcançar os mesmos. Isso pode ser explicado: quando surge a situação problema, o pensamento fica centrado não no real, mas sim no nosso imaginário do que irá ocorrer em seguida. 
   Isso quer dizer, que a maioria de nós não enxerga o evento real e sim, o que esperamos que o evento seja. No caso do egoísta extremo, ele sempre espera o pior, porque tudo está centrado nele, ele não aprendeu a compartilhar e não observou que há pessoas ao seu lado que querem ajudá-lo.
   Nosso egoísmo está presente tanto nos momentos bons quanto nos ruins. Mas, precisamente nos eventos ruins, é comum se limitar a culpar aos outros ou a circunstâncias externas a nós, afinal o egoísta sempre livra a sua cara primeiro.
   Sentir-se perseguido pelo mundo também é outra particularidade do egoísmo, tal qual o estigma do mártir, com o qual tudo acontece pela intriga da oposição. Isso faz com que nossa vida seja vista pela ótica da negação e não da afirmação, o que quer dizer, "vou ser bem sucedido para provar aos meus opositores que estou certo".
   Ao viver dessa forma, mesmo os sucessos materiais não trazem bênção, por serem criados por uma estética de egoísmo e revolta. Como nossos pensamentos e sentimentos têm enorme significado para as leis universais, a resposta quem vêm para isto só pode ser idêntica. Nisto está a chave das doenças contemporâneas e fatos inexplicáveis que só acontecem a "ele".
  Nossas realizações devem ser fruto de bons pensamentos, não importa o quanto haja oposição, siga o seu caminho desejando o melhor a você e ao próximo e sua vida será coberta de sucessos em todos os sentidos.
Rafael Chiconeli

sábado, 25 de junho de 2011

ENTREVISTA REALIZADA PELA EDITORA DUFAUX COM O MÉDIUM WANDERLEY OLIVEIRA


WANDERLEY OLIVEIRA É AUTOR  DO LIVRO “OS DRAGÕES” – O DIAMANTE NO LODO NÃO DEIXA DE SER DIAMANTE, PELO ESPÍRITO MARIA MODESTO CRAVO

Qual o tema central da obra?
   O livro é um romance cujo tema central é a história de Matias, uma alma atormentada que serviu durante séculos à comunidade dos dragões. A autora espiritual tece um enredo leve e comovente no qual Matias, após o arrependimento, reencarna como médium sob orientação do Espiritismo.
   A cronologia do romance revela fatos ocorridos no movimento espírita brasileiro entre os anos de 1936 a 1964, período em que ocorreu o clímax de uma ação organizada pelos benfeitores no mundo espiritual, para reencarnar milhões de corações que foram libertados de um dos mais tristes locais de maldade na erraticidade: o Vale do Poder. O tema central do livro nos levará a perceber que, a maioria dos seguidores da mensagem do Evangelho, nos mais diversos segmentos cristãos, guardam algum tipo de laço com os dragões.

Quem são os dragões?
   É a mais antiga comunidade da maldade que se organizou socialmente nas regiões chamadas subcrostais ou submundo astral. Segundo o romance, ela existe a 10.000 anos. Essa comunidade administrada por inteligências do mal criou a Cidade do Poder e sua hierarquia é composta pelos dragões legionários, justiceiros e conselheiros. São espíritos que fazem o mal intencionalmente.

Os dragões podem reencarnar?
   Muitos desses espíritos não conseguirão mais reencarnar na Terra devido à sua condição mental desequilibrada. Não haveria como manter uma gestação em tal nível de vibração. Serão deportados para outros mundos onde reiniciarão o seu progresso. Contudo, muitos deles, quando tomados pelo arrependimento, reencarnam aqui no planeta e se melhoram.

No livro é abordado um modelo de psicologia usado pelas trevas. Que modelo é este?
   Os dragões já utilizam um modelo de psicologia há mais de 300 anos para dominar e explorar. Esse modelo pode ser compreendido da seguinte forma: imagine três círculos, um dentro do outro. No primeiro círculo de dentro escreva baixa autoestima. No círculo a seguir está a idealização. E no último círculo estão o melindre, o perfeccionismo e a intolerância.
   Os dragões sabem que a doença psicológica básica em um planeta como a Terra é a escassez de estima pessoal, como um resultado de milênios no egoísmo. Quem tem baixa autoestima, idealiza a vida, as relações, as metas. Vive uma vida muito imaginária e distante do que é real. E quem idealiza em excesso torna-se muito melindroso, perfeccionista e intolerante. Claro que colocando de forma tão sintética talvez surjam muitas dúvidas, mas o livro tece muitas abordagens sobre o assunto.
Costumo dizer que Os Dragões, é um romance de autoconhecimento porque, na verdade, a autora espiritual faz estudos muito profundos e fáceis de entender sobre o psiquismo humano.

Então a baixa autoestima é o núcleo deste modelo?
    Sim. Sob enfoque espiritual essa doença não é apenas o resultado de traumas e limitações sofridas na infância. Além disso, Maria Modesto Cravo explica no livro que esse estado psicológico caracteriza a maioria esmagadora dos habitantes terrenos, em maior ou menor escala, conforme os compromissos assumidos por cada criatura em sua consciência.

Qual o ponto de maior fragilidade nos Centros Espíritas que é explorado pelos dragões?
   A convivência. Os dragões sabem muito bem que não lidamos bem com nosso mundo interior e, consequentemente, projetamos isso nos relacionamentos. As condutas mais exploradas para gerar conflitos na convivência são: maledicência, culpa, mágoa, rigidez, preconceito, irritação, julgamento, entre outras.

Quais os laços entre a comunidade espírita e os dragões?
    A obra nos informa que muitos dragões reencarnaram nas religiões cristãs, e deixa claro que inúmeros regressaram ao solo brasileiro, inclusive no seio do movimento espírita. Reencarnaram arrependidos e ansiosos pelo recomeço. Retornaram e foram iluminados pelo conhecimento espírita para sua remição consciencial. Depois deste retorno de multidões ao movimento espírita brasileiro, a comunidade dos dragões passaram a uma perseguição implacável aos espíritas, no intuito de inviabilizar as noções sobre como o mal organizado pretende dominar as sociedades e impedir o esclarecimento espiritual dos povos.

Fique à vontade para nos dar uma mensagem final sobre o livro Os Dragões?
   Gostaria de reproduzir uma pergunta que fiz à autora espiritual, Maria Modesto Cravo, e a sua resposta repleta de bom-senso e sabedoria: “Vemos muitas pessoas que não conseguem ler livros cujo conteúdo versa sobre as trevas. Nesse sentido, a senhora teria algo a dizer sobre Os Dragões, o trabalho que terminamos há pouco tempo?”
    “Nossa reflexão nesta obra é apenas uma pequena fresta para que o homem, iluminado com o conhecimento espírita, perceba a natureza de nossos desafios e compromissos com as esferas subcrostais. Falamos menos das trevas de fora que daquelas que trazemos por dentro. Para quem deseja implantar a luz e o bem, é no mínimo uma obrigação conhecer nossos laços com as comunidades dos dragões.”

domingo, 22 de maio de 2011

MUITOS DE VOCÊS ACREDITAM OU TÊM ACREDITADO EM CÉU E INFERNO

    Enquanto vocês continuam sua jornada em direção ao despertar, saibam que são apoiados nessa jornada o tempo todo. Não há um momento sequer em que vocês estão sozinhos porque, como todos são Um com todos os outros e com Deus, estar sozinho é impossível.
    Entretanto, vocês bem podem sentir-se sozinhos, e a intensidade dessa sensação está diretamente relacionada à força da sua crença na ilusão - quanto mais forte sua crença nela, e em todo medo, sofrimento e dor que parecem ser partes dela, mais forte será sua sensação de isolamento e sua necessidade de lutar para se defender das ameaças sempre presentes à sua sobrevivência naquilo que os cerca. Lá no fundo vocês sabem que é uma ilusão, e quando vocês experimentam o amor sob qualquer forma - compaixão, bondade, gentileza, perdão, aceitação - uma consciência desse conhecimento começa a surgir.
    Até mesmo a observação de outros recebendo amor os cutuca para essa consciência, e quando vocês sentem amor, vocês não se sentem sozinhos.
    Estar sozinho É impossível porque na Realidade, onde vocês têm sua existência eterna, vocês são Um com Deus e com toda a Criação d'Ele. Isolamento, separação é um estado ilusório que vocês criaram e que mantêm, tal como suas irmãs e irmãos que, coletivamente, experimentam a ilusão com vocês. Este estado imaginário faz com que o medo intenso os leve a tentarem se proteger e se defender dos outros que parecem querer lhes tomar o que vocês mais prezam, e então destruí-los.
    Esta é a ilusão de que vocês precisam despertar, e de que vocês despertarão. O Amor de Deus por vocês é imensurável, totalmente além da sua capacidade de entender enquanto vocês mantiverem sua crença e apoiarem a ilusão em que vocês pensam que podem criar paz e harmonia por viver corretamente.
    Quando vocês viverem com amor, perdão e aceitação em seus corações, a ilusão, e tudo que ela lhes apresenta como real, sólido, mensurável e, portanto, inegavelmente crível, se dissolverá. Vocês se encontrarão em Casa e em Unidade com Deus e seus irmãos e irmãs, todos da Criação divina, numa canção interminável de alegria infinita, um lugar de felicidade suprema, onde a perfeição divina os envolve e nenhuma outra experiência é possível.
    Muitos de vocês acreditam, ou têm acreditado em céu e inferno, em bem e mal, em felicidade e sofrimento, como estados de experiência para os quais vocês passam quando se separam de seus corpos na morte, dependendo de como vocês viveram, e de como Deus julgar suas vidas. Isso também é ilusão!
    Vocês são infinitamente amados pelo seu Pai Celestial, e o Amor d'Ele por vocês é infinito e imutável. O que vocês vivenciam na ilusão é irreal, não existente, e nunca existiu. Somente existe Deus e Seu infinito Amor, de quem todos vocês são partes essenciais, permanentes e insubstituíveis. Nada pode mudar isso, e Ele espera ansiosamente que vocês despertem e saibam disto. Enquanto vocês permanecem adormecidos na ilusão, mas movendo-se para despertar, treinem observar somente o bom, o amável, o compassivo e o clemente que há em cada um.
    Perdoem-se e amem-se para que possam fazer o mesmo com todos os outros. Liberem sua necessidade egóica de estar certo e provar que os outros estão errados, e experimentem a paz que isto lhes traz. Na ilusão não há certo, nem há errado - não há nada, apenas o faz-de-conta - libere e se dissolverá. Então vocês irão encontrar e reconhecer o Céu, Só o que Deus já criou, onde vocês experimentarão uma existência feliz permanentemente. Vocês são divinamente amados, estão absolutamente seguros, e têm um valor infinito como Criações divinas.
    Vocês foram criados para experimentar isto eternamente, e nenhum outro resultado é possível. Com muito amor, Saul.

fonte: http://johnsmallman.wordpress.com/    Tradução: SINTESE wttp://blogsintese.blogspot.com