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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

SUGESTÃO PARA LEITURA - 02/2017

1. A PEQUENA FLOR DO CAMPO (Luiz Gonzaga Pinheiro): Um ex chefe de tribo africana que fazia guerras de conquista e vendia negros bantos para que fossem escravizados no Brasil, depois reencarnado como comerciante cruel no Ceará, reencarna outra vez no Brasil_ agora sob roupagem feminina e, antes mesmo de nascer, começa a ser perseguido por falanges de inimigos. Assim, com apenas 45 dias de nascida, vemos a pequena Hortência chegar ao centro espírita nos braços da mãe, também ligada ao seu passado na tribo africana, dando início a um complexo caso de atendimento espiritual. Para tratar tantos espíritos sofridos, uma equipe de médicos benfeitores do mundo espiritual está sempre a postos. Temas como técnicas de obsessão, desobsessão, responsabilidade com a mediunidade, doutrinação e outros afins são estudados em sua prática, ensejando a que o leitor veja o o desenrolar da trama como em um filme e acompanhe o atendimento como se estivesse dentro da sala mediúnica.

2. A SACERDOTISA DO NILO (Maria Gertrudes): Uma revelação levou Smegrituh, uma criança de oito anos, de um casebre humilde, aos Palácios do Faraó Tutmés para ser educada e preparada a fim de assumir um lugar dentre os mais importantes e desejados de todo o Egito, como uma Sacerdotisa do Nilo. No Templo de  Amom-Rá, na Grande Pirâmide, uma luxuosa vida de devoção aos deuses foi transformada num vale de sofrimento e lágrimas quando Smegrituh, apaixonada por um jovem e gentil sacerdote, viu-se tomada pro inveja, ciúmes e ódio. Uma estrada de vaidades e crimes que levaram a jovem ao isolamento, fazendo-a trilhar novos caminhos, bem longe das riquezas palacianas, mas bem mais perto do que necessitava.

3. HOMENS &ALMAS (Lourdes Carolina Gagete)A mediunidade é inerente ao Espírito encarnado desde os primórdios das civilizações. Com base nesse tema, num desenrolar leve e ao mesmo tempo arrebatador e envolvente, a renomada autora nos oferece mais um romance, desta feita, vivenciado nos tempos do Brasil Colônia. Época em que as incontáveis superstições, as crendices e as arrepiantes e fantásticas narrativas ao anoitecer acabavam por se confundir com os verdadeiros casos de aparições, materializações e outras tantas modalidades de fenômenos mediúnicos. O amor quase impossível de Maria Pia, dividida entre Santiago e Tomaz, o segredo das índias Noêmia e Jandira, a doença de um menino... a morte pela ganância do ouro, a vida dura e sofrida dos tropeiros, a vidência de Ângelo... a cupidez de Tenório, as aparições de Espíritos perturbadores e o auxilio dos Espíritos do Bem... É o Brasil, desde o seu início, preparando-se para receber, de maneira natural e receptiva, a consoladora Doutrina dos Espíritos.

4. DIÁLOGO COM UM EXECUTOR (Rubens Saraceni): Este livro traz um diálogo aberto entre o autor espiritual, Mário Ventura, e o médium Rubens Saraceni, que mostra um quadro geral de como se desenrolou a queda do espírito Mário, seu suplício e seu resgate no mundo dos espíritos. Hoje ele é um espírito que vive na Luz e mostra ao leitor as trilhas negras que o ser humano abre para si quando toma em suas mãos os rigores que cabem somente à justiça Divina. Um dos esclarecimentos apresentados refere-se às marcas do desencarne. Ele explica que quando dizemos que alguém "descansou" (quando deixa o corpo material), essa afirmação nem sempre é verdadeira, uma vez que a dor e o sofrimento físicos estendem-se ao corpo espiritual, pelo menos até que o desencarnado receba o tratamento devido. Em outra parte, Mário deixa claro que esse atendimento é fundamental, porque a persistência no suplício gera uma animosidade emocional com conseqüências fatais para o mental do indivíduo. Em muitos casos, a não-observação dessa regra básica leva muitos espíritos de volta aos caminhos sombrios do ódio, da dor e da vingança. Mário não tinha afinidades aparentes com as Trevas mas, ao desencarnar, deu vazão ao seu desejo de vingança e a Lei o colocou em sintonia e a serviço de entidades negativas. Ao tomar para si o direito de interferir no carma de sua filha Priscila, provocou a transformação de todos aqueles que se envolveram com ele não só na última, mas também em outras encarnações. Diálogo com um Executor abrirá sua mente para muitas reflexões.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

SUGESTÃO P/ LEITURA - OUTUBRO/2016

1- O PARTIDO (Robson Pinheiro): A obsessão complexa atinge o mais alto grau de requinte e crueldade e quer acometer a sociedade inteira. Um projeto de poder alicia políticos, empresários e amplos setores da população. Magos negros, espectros e especialistas em hipnose coletiva atuam a partir da capital federal. Alastram as artimanhas de seu plano diabólico como tentáculos pelo território nacional, a fim de impedir que o país cumpra seu destino. Já chamado até de Coração do Mundo e Pátria do Evangelho, o Brasil tem um papel a desempenhar no concerto das nações. Cientes disso, inteligências das trevas voltam a artilharia para a Praça dos Três Poderes e, estendendo-se pelo Plano Piloto, fazem decolar os mais inescrupulosos estratagemas. Os guardiões superiores, agentes da justiça sideral, intervêm e enfrentam magos negros e sua horda. Mas os zeladores da ordem e do progresso não podem tudo: eles operam em consonância com as aspirações e realizações do cidadão. No auge da batalha, Miguel, o representante máximo da justiça divina, exerce sua autoridade sobre atores da justiça humana; concede proteção a quem merece e impõe limites ao mal. Porém, a história ainda está longe de terminar.


2- A BATALHA DOS ILUMINADOS (Osmar Barbosa): Nós já sabemos que algo esta acontecendo em nosso planeta, temos a consciência de que é chegada a hora da transformação planetária tão necessária ao equilíbrio evolutivo da humanidade. Jesus nos alertou através da parábola do joio e do trigo, que é chegada a hora desta tão sonhada transformação. Nosso planeta está mudando. Sabemos que muitos de nossos irmãos não terão mais a oportunidade de encarnar entre nós. Através desta obra, a tomamos conhecimento de como será o exílio daqueles espíritos que após receberem diversas oportunidades não se alinharam ao amor divino. Quem são os espíritos encarregados desta tarefa? Como tudo está acontecendo? Qual o critério de escolha daqueles que serão exilados de nosso planeta? Como tudo foi e está sendo organizado no mundo espiritual para que as palavras de Jesus se cumpram? Para onde irão esses espíritos que não evoluíram? Presídios, igrejas, hospitais, centros espíritas, será que há espíritos para serem resgatados nestes lugares? Nosso planeta está em mudança todos sabemos. Deixamos para trás as provas e expiações e estamos adentrando a uma nova era, a era da Regeneração. Você é meu convidado a conhecer um pouco mais da misericórdia divina. Ainda há tempo para a modificação? Saiba como você pode se livrar de ser exilado deste orbe.


3- O ANFITRIÃO DO CAMPO SANTO (André Cozta): Esta obra pretende mostrar aos umbandistas, e a todos que se interessarem, que os Exus Guardiões, as Pombagiras e demais entidades da Esquerda em geral são trabalhadores da Luz, que promovem benfeitorias aos consulentes, reequilibram e ordenam os trabalhos espirituais e os templos umbandistas. O Anfitrião do Campo-Santo vem para mostrar que o trabalho realizado por esses amigos e amigas espirituais do ser humano é primoroso e fundamental. Traz, em quatro relatos, ensinamentos que nos levarão a uma profunda reflexão e, em alguns casos, a mudanças de conceitos e paralisação de preconceitos. Atentem para os mínimos detalhes desta obra, como, por exemplo, a visão de uma gira de Umbanda a partir do “lado de lá”, trazida a nós por este Mestre da Luz, o Senhor Exu Caveira. Aproveitem esta obra e retirem dela o néctar dos seus ensinamentos.


4- O CALVÁRIO DE TEREZA (Lúcia Cominatto): A vida do casal Tereza e Felipe prosseguia na normalidade, até que Isabela nasce com síndrome de Down e se vê desprezada e rejeitada por aquela que mais lhe devia amor e proteção - sua própria mãe, que, revoltada e inconformada, deixa a criança aos cuidados do pai e da babá. Conscientes de que nesta vida ninguém sofre sendo inocente, é no passado destas alas que vamos encontrar o motivo desse relacionamento conturbado e sofrido na presente existência. A família é orientada a frequentar um centro espírita e também a fazer uso da terapia de vidas passadas numa tentativa de ajudar a mãe a entender a importância do perdão em nossas vidas e, com esse entendimento, aceitar a presença da filha em sua vida.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - parte 2

Potter nunca esteve tão sozinho nem teve de enfrentar um futuro tão sombrio, de algum modo ele deve encontrar dentro de si próprio a força para completar a tarefa que lhe foi dada: sair do ambiente acolhedor e seguro da Toca para seguir em frente sem temor nem hesitação pelo inexorável caminho que lhe foi traçado.
Harry Potter (Daniel Radcliffe) e seus amigos Rony Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson) seguem à procura das horcruxes. O objetivo do trio é encontrá-las e, em seguida, destruí-las, de forma a eliminar Lorde Voldemort (Ralph Fiennes) de uma vez por todas.  
   Com a ajuda do duende Grampo (Warwick Davis), eles entram no banco Gringotes de forma a invadir o cofre de Bellatrix Lestrange (Helena Bonham Carter). De lá retornam ao castelo de Hogwarts, onde precisam encontrar mais uma horcrux. Paralelamente, Voldemort prepara o ataque definitivo ao castelo.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - parte 1

Prestes a completar 17 anos, Harry Potter (Daniel Radcliffe) precisa ser transportado da casa dos seus tios, os Dursley, até um local seguro. Lorde Voldemort (Ralph Fiennes) e seus comensais da morte sabem que a transferência está prestes a acontecer e aguardam sua realização para atacar. Para que ela ocorra vários amigos de Harry, como Rony Weasley (Rupert Grint), Hermione Granger (Emma Watson), Remo Lupin (David Thewlis), Hagrid (Robbie Coltrane) e "Olho-Tonto" Moody (Brendan Gleeson), tomam a Poção Polissuco e assumem a forma física de Harry. A intenção é despistar Voldemort sobre quem é o Harry verdadeiro, de forma que ele possa chegar seguro à Toca, casa dos Weasley. A missão é bem sucedida, mas logo a situação se torna ainda mais perigosa. O Ministro da Magia Rufus Scrimgeour (Bill Nighy) é morto e, em seu lugar, assume um dos asseclas de Voldemort. Harry e seus amigos passam a ser caçados impiedosamente, obrigando que ele, Rony e Hermione fujam. Precisando mudar constantemente de lugar, eles elaboram um plano para encontrar e destruir as horcruxes que podem eliminar Voldemort de uma vez por todas.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE


Lorde Voldemort (Ralph Fiennes) é uma ameaça real, tanto para o mundo dos bruxos quanto o dos trouxas. Harry Potter (Daniel Radcliffe) suspeita que o perigo esteja dentro da Escola de Artes e Bruxaria de Hogwarts, mas Alvo Dumbledore (Michael Gambon) está mais preocupado em prepará-lo para o confronto final com o Lorde das Trevas. Dumbledore convida seu colega Horácio Slughorn (Jim Broadbent) para ser o novo professor de Poções, já que Severo Snape (Alan Rickman) enfim alcançou o sonho de ministrar as aulas de Defesa Contra as Artes das Trevas. Paralelamente Harry começa a ter um interesse cada vez maior por Gina Weasley (Bonnie Wright), irmã de seu melhor amigo Rony (Rupert Grint), que também é alvo de interesse de Dino Thomas (Alfie Enoch).

sexta-feira, 11 de março de 2016

HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO

Em seu quarto ano da Escola de Bruxaria de Hogwards, Harry Potter é misteriosamente selecionado para participar do Torneio Tribuxo, uma competição internacional em que precisará enfrentar alunos mais velhos e experientes de Hogwards e também de outras escolas de magia. Além disso a aparição da marca negra de Voldemort ao término da Copa do Mundo de Quadribol põe a comunidade de bruxos em pânico, já que sinaliza que o temido bruxo está prestes a retornar.

sexta-feira, 4 de março de 2016

HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN

Durante 12 anos o forte de Azkaban, considerada até então como à prova de fugas, guardou o prisioneiro Sirius Black, acusado de matar 13 pessoas e ser o principal ajudante de Voldemort, o Senhor das Trevas. Agora ele conseguiu escapar, deixando apenas uma pista: seu destino é a escola de Hogwarts, em busca de Harry Potter. Para proteger a escola são enviados os Dementadores, estranhos seres que sugam a energia vital de quem se aproxima deles, que tanto podem defender a escola como piorar ainda mais a situação.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

DRÁCULA, A HISTÓRIA NUNCA CONTADA

Os habitantes da Transilvânia sempre foram inimigos dos turcos, com quem tiveram batalhas épicas. Para evitar que sua população fosse massacrada, o rei local aceitou entregar aos turcos centenas de crianças. Entre elas estava seu próprio filho, Vlad Tepes (Luke Evans), que aprendeu com os turcos a arte de guerrear. Logo Vlad ganhou fama pela ferocidade nas batalhas e também por empalar os derrotados. De volta à Transilvânia, onde é nomeado príncipe, ele governa em paz por 10 anos. Só que o rei Mehmed (Dominic Cooper) mais uma vez exige que 100 crianças sejam entregues aos turcos. Vlad se recusa e, com isso, inicia uma nova guerra. Para vencê-la, ele recorre a um ser das trevas (Charles Dance) que vive pela região. Após beber o sangue dele, Vlad se torna um vampiro e ganha poderes sobre humanos.

    "Quem quer ver um bom filme sobre o "lado sombrio" indico este que é o melhor filme sobre Drácula que já vi. O cinema está amadurecendo e realizando filmes realmente profundos. Este filme mostra que ninguém segue o caminho do mal apenas por pura maldade... em muitas vezes, se é impulsionado a isso pela dor causada pela própria maldade do mundo".  - Roger Bottini Paranhos

quinta-feira, 17 de julho de 2014

    Aquilo que é semeado é colhido, muitas vezes multiplicado pela repercussão que um desatino mediúnico causa aos seus familiares e dependentes. É deveras triste a situação dos medianeiros que perderam o trilho da caridade desinteressada quando retomam para o lado de cá. Imaginai a sintonia estabelecida pelo médium durante anos a fio de escambo mediúnico na crosta com as comunidades das trevas; estabelecem fortíssimos laços de imantação que várias encarnações sucessivas não dissolvem. O médium de outrora que costumeiramente se utilizava de escravos para a execução dos pedidos remunerados dos consulentes ou desrespeitava o livre-arbítrio alheio em proveito próprio ou de outros, no momento em que se vê diante dos antigos executantes do plano extrafísico, torna-se, agora ele e tão somente ele, escravo dos que antigamente lhe prestavam os serviços mais sórdidos do além-túmulo.
           Retirado do Facebook - Caboclo Pena Branca

terça-feira, 15 de abril de 2014

AÇÃO DAS TREVAS EM GRUPOS ESPÍRITAS

   Na mensagem abaixo não consta o autor e nem mesmo o Centro Espírita no intuito de preservar sua identidade e, assim sendo, evitar represálias daqueles que não crêem na vida após a morte. Encaminho a vocês para que repassem àqueles que acreditam e, principalmente, àqueles que fazem algum trabalho em alguma casa espírita.
   Infelizmente, muitos de nós acreditamos que pelo simples fato de sermos espíritas as “portas do paraíso” já estão escancaradas (hum....) e deixamos que nosso ego fale mais alto em nossos trabalhos quando deveríamos deixar que apenas o AMOR e a HUMILDADE fossem nosso guia.

   “Prezados irmãos. Que Jesus nos abençoe e nos fortaleça no seu amor.
   Quando nos propomos a falar da Ação das Trevas nos Grupos Espíritas, antes de tudo precisamos saber de quais Espíritos estamos falando, porque a grande maioria de Espíritos obsessores que vêm às Casas Espíritas são mais ignorantes do que propriamente maldosos.
   No livro “Não há mais tempo” de Agnaldo Paviani, organizado pelo Espírito Klaus, nós publicamos uma comunicação de um verdadeiro representante das organizações do mal e percebemos que há uma grande diferença entre o que nós classificamos como Espíritos obsessores e os verdadeiros representantes das trevas.
      Eu estava presente na reunião na qual essa entidade se manifestou. Quando o Espírito incorporou a doutrinadora disse: “Seja bem vindo meu irmão!”.
   Ele respondeu:  " em primeiro lugar não sou seu irmão, em segundo lugar eu conheço o seu sentimento. Sei que você não gosta nem das pessoas que trabalham com você na casa, que dirá de mim que você não conhece. Por isso duvido que eu seja bem vindo aqui”.
   Ela ficou um tanto desconsertada, porém, disse:  "mas meu irmão, veja bem, isto aqui é um hospital”. Ele respondeu: “muito bem, agora você vai dizer que eu sou o doente e que você vai cuidar de mim, não é isto”. Ela disse: “Sim”.
   “Pois bem, e quem garante para você que eu sou um doente? Só porque eu penso diferente de você. Aliás, o que a faz acreditar que possa cuidar de mim? Quem é que cuida de você? Porque suponho que quando alguém vai cuidar do outro, este alguém esteja melhor que o outro e, francamente, eu não vejo que você esteja melhor que eu. Porque eu faço o mal? Porque sou combatente das idéias de Jesus? Sim, é verdade, mas admito isto, enquanto que você faz o mal tanto quanto eu e se disfarça de espírita boazinha”.
     Outro doutrinador disse: “meu irmão, é preciso amar”.
   O Espírito respondeu: “acabou o argumento. Quando vocês vêm com esta ladainha que é preciso amar é que vocês não têm mais argumentos”.
    “Mas o amor não é ladainha meu irmão”.
    “Se o amor não é ladainha por que o senhor não vai amar o seu filho na sua casa? Aliás, um filho que o senhor não tem relacionamento há mais de 10 anos. Se o senhor não consegue perdoar o seu filho que é sangue do seu sangue, como é que o senhor quer falar de amor comigo? O senhor nem me conhece.
   Vieram outros doutrinadores e a história se repetiu até que, por último, veio o dirigente da casa e com muita calma disse: “Não é necessário que o senhor fique atirando estas verdades em nossas faces. Nós temos plena consciência daquilo que somos. Sabemos que ainda somos crianças espirituais e que precisamos aprender muito”.
   “O Espírito respondeu: “até que enfim alguém com coerência neste grupo, até que enfim alguém disse uma verdade. Concordo com você, realmente vocês são crianças espirituais e como crianças não deveriam se meter a fazer trabalho de gente grande porque vocês não dão conta”.

COMO AGEM OS ESPÍRITOS REPRESENTANTES DAS TREVAS EM NOSSOS NÚCLEOS ESPÍRITAS?
   Como vimos, os verdadeiros representantes das trevas além de maldosos são, também, extremamente inteligentes. São Espíritos que não estão muito preocupados com as Casas Espíritas.
   Eles têm suas bases nas regiões da Sub-Crosta. São Espíritos que estiveram envolvidos, por exemplo, na 1ª e 2ª guerras mundiais e no ataque às Torres Gêmeas nos Estados Unidos. São os mentores intelectuais de Bin Laden, de Saddam Hussein e de inúmeros outros ditadores que já passaram pelo mundo, porque eles têm um plano muito bem elaborado, que é o de dominar o mundo. Os grupos espíritas não apresentam tanto perigo para eles.
   Esses Espíritos estarão sim atacando núcleos espíritas desde que o núcleo realmente represente algum perigo para as intenções das trevas. Portanto, quando nós falamos das inteligências do mal, nós estamos falando destes Espíritos que têm uma capacidade mental e intelectual muito acima da média em geral. Normalmente não são esses Espíritos que se comunicam nas nossas sessões mediúnicas. Normalmente eles não estão preocupados com os nossos trabalhos, a não ser que esses trabalhos estejam bem direcionados, o que é muito difícil, e represente algum perigo para eles.
    Nós que vivemos e trabalhamos numa Casa Espírita sabemos bem dos problemas encontrados nas atividades desses grupos. Para ilustrar vou contar para vocês um fato verídico ocorrido numa Casa Espírita.
    Um Espírito obsessor incorporou na sessão mediúnica e disse para o grupo: “Nós viemos informar que não vamos mais obsediar vocês. Vamos para o outro grupo”.
Houve silêncio até que alguém perguntou: “Vocês não vão mais nos obsediar, por quê?”. O Espírito respondeu: “existe nesta casa, tanta maledicência, tanta preguiça, tanto atrito, tantas brigas pelo poder, tantas pessoas pregando aquilo que não praticam, que não precisamos nos preocupar com vocês, você mesmos são obsessores uns dos outros”. 
POR QUE REALIZAR UM SEMINÁRIO RESSALTANDO A AÇÃO DAS TREVAS? FALAR DO MAL NÃO É AJUDAR O MAL A CRESCER?
    No livro a “Arte da Guerra” está escrito: “se você vai para uma guerra e conhece mais o seu inimigo que a você mesmo, não se preocupe, você vai vencer todas as batalhas. Se você conhece a si mesmo, mas não conhece o inimigo, para cada vitória você terá uma derrota. Porém, se você não conhece nem a si mesmo e nem ao inimigo, você vai perder todas as batalhas”.
    Infelizmente, a grande maioria das pessoas não conhece a si mesma. Têm medo da reforma intima, têm medo do que vão encontrar dentro de si. Negam a transformação interior. Precisamos falar das trevas para conhecermos as trevas. Se não conhecermos como eles manipulam os tarefeiros espíritas como é que vamos saber nos defender deles. Para isso é preciso refletirmos nesta condição de nos conhecermos, até porque toda ação das trevas exteriores é um reflexo das trevas que nós carregamos dentro de nós. É preciso realmente realizarmos a nossa reforma interior para sairmos da sintonia dessas entidades.
      
E OS GUARDIÕES QUE CUIDAM DO CENTRO, 
COMO É QUE FICAM?
   Não podemos esquecer que os benfeitores espirituais trabalham respeitando o nosso livre arbítrio. Uma Casa Espírita como esta, possui o seu campo de proteção, uma cerca elétrica construída pelos benfeitores, porém, quem a mantém ligada são os trabalhadores encarnados. Toda vez que há brigas dentro do centro, toda vez que há grupos inimigos conflitando-se, toda vez que há maledicências, é como se houvesse um curto circuito nesta rede, é como se houvesse uma queda de energia, e as entidade do mal entram. Os benfeitores espirituais estão presentes, a rede é religada, mas, as entidades dos mal já entraram. O grande problema é que quase sempre nós não estamos sintonizados com o bem. A ação do bem em nossa vida é fundamental.
   Por exemplo: o Umbral não é causa, o Umbral é efeito. Só existe o Umbral, a zona espiritual inferior que cerca o planeta, porque os homens têm sentimentos medíocres e inferiores. No dia que a humanidade evoluir o Umbral desaparece, porque ele é conseqüência. Por isso que não podemos nos esquecer que as trevas exteriores são apenas uma extensão das nossas trevas interiores. Existe, sim, a proteção espiritual nas Casas Espíritas, porém, os Espíritos amigos respeitam o nosso livre arbítrio.

COMO É QUE OS GRUPOS ESPÍRITAS PODEM SE DEFENDER DAS TREVAS?
• Havendo muita sinceridade, amizade verdadeira e, principalmente, muito amor entre todos os colaboradores do grupo.
• Existindo a prática da solidariedade, carinho e respeito para com todas as pessoas que buscam o grupo ou para estudar ou para serem orientadas ou para receberem assistência espiritual..
• Havendo muito comprometimento com a causa espírita.
• Realizando, periodicamente, uma avaliação dos resultados obtidos, para verificar se os três itens anteriores estão realmente acontecendo .

"O mal não é essencialmente do mundo, mas das criaturas que o habitam". Emmanuel

terça-feira, 11 de março de 2014

    Acabei de ler um livro excelente e que recomendo a TODOS os frequentadores e principalmente aos trabalhadores de casas espíritas e afins. 

CONTATO IMEDIATO _ A alteridade como base dos relacionamentos (Agnaldo Paviani):  Muitos espiritualistas almejam o contato com extraterrestres, outros priorizam o contato com os espíritos superiores. Não obstante o respeito a estes, essa obra literária aborda um "Contato" mais Urgente. Um contato alteritário com aqueles que pensam diferente, um "contato" indulgente com aqueles que ainda sentem ódio, eis a proposta. Em se tratando de Movimento Espírita, esse "Contato Imediato e Amigável" entre os seareiros da Doutrina, é imprescindível para o "sucesso" de nossas atividades doutrinarias. Não se iludam...é hora de mudança. O Dirigente que reina absoluto nos domínios do Centro perderá sua "coroa" para o facilitador amável e os médiuns "principais" cederão o espaço para os grupos homogêneos e o trabalho em equipe. União, amizade, transparência, franqueza amabilidade são ingredientes indispensáveis quando falamos em Grupo de Trabalho. Portanto, queridos espíritas e espiritualistas, busquemos um contato imediato com o nosso próximo.
PS: Pelas palavras do próprio autor, Alteridade é o RESPEITO às diferenças, quando entendemos que cada um de nós está num degrau diferente de evolução, isso significa que cada um vai enxergar a vida sobre sua própria ótica pessoal, de acordo com a evolução que tenha alcançado.



terça-feira, 4 de março de 2014

O CARNAVAL E AS REPERCUSSÕES ESPIRITUAIS


    Pouquíssimas igrejas e centros espíritas se encontram abertos e em funcionamento no período do Carnaval. Usando dos mais variados estratagemas, boa parte das instituições religiosas não trabalha nessas ocasiões, numa demonstração de absurdo desconhecimento das leis espirituais.
    Na verdade, o que se observa é que boa parte de seus integrantes almeja desfrutar dos dias de folga longe dos trabalhos espíritas ou religiosos, onde os seus dirigentes omissos, irresponsáveis ou ambos, aceitam a conveniente sugestão da fuga dos deveres, sobretudo nos momentos em que a guerra se torna mais acirrada.
   A conduta de pessoas cujos conhecimentos, por serem mais vastos e mais abrangentes, mais responsabilidades deveriam ter na manutenção das tarefas religiosas e espirituais, como cooperadores do hercúleo esforço das equipes espirituais devotadas e luminosas.
    Mas a maioria dos dirigentes cedem às injunções intuitivas dos Espíritos sabotadores, das entidades inferiores na tarefa de preparar o terreno antes da chegada das hordas inferiores, através da interrupção do maior número de igrejas nos serviços da fé esclarecida, da sintonia com o Bem e do espírito de devotamento.
    Ainda que seja compreensível o desejo e a possibilidade de muitos trabalhadores de descansarem em períodos de feriado prolongado, não se deveria deixar a casa de oração entregue aos mosquitos e às sombras da inação, porquanto também ali se encontra o campo de batalha do Bem, que não deve ser desguarnecido dos verdadeiros soldados dispostos a defendê-lo, mesmo à custa do sacrifício dos próprios desejos.

                Contornos de verdadeira festa do abismo
     Em nenhuma época do ano se encontra tamanha perversidade e tamanha nocividade ao redor dos vivos quanto nesse período.  Os homens, em boa parte, se entregam aos excessos, descuidando-se do equilíbrio ou da vigilância mental. Também é propícia para a invasão das entidades mergulhadas nas furnas e abismos tétricos, emergindo dos bueiros, esgotos e passagens, como seres tétricos a invadirem a casa humana desguarnecida ou aberta para eles.
   Na grande festa carnavalesca, mais densas se tornam as emanações ao redor dos encarnados, sobretudo nas grandes cidades para onde se voltam às maiores atenções, ao mesmo tempo em que a realização de inúmeros bailes carnavalescos como combustível necessário para atiçarem as labaredas do grande incêndio se espalhando nas comunidades.
     As entidades negativas começam a surgir na superfície, vinda das dimensões vibratórias inferiores, como pipocas pulando na panela, salpicando em todos os lugares e ampliando a concorrência invisível junto aos encarnados mais invigilantes. As entidades que comparecem das dimensões inferiores se agitam para chegar à superfície pelos caminhos que lhes são abertos segundo as permissões dos Espíritos superiores, que, vibratoriamente, desobstruem certas passagens para que o Comandante supremo das trevas e seus asseclas possam atingir o nível do ambiente dos encarnados.
    A chegada de todas elas atende a convocação psíquica partida dos próprios vivos, ansiosos por se arrastarem aos precipícios da libertinagem e dos excessos, com a desculpa da diversão. Tudo é coordenado pelos líderes trevosos, atrelados aos seus representantes do mundo físico, que se valem dos diversos estímulos visuais, produzindo os efeitos devastadores na evolução de cada um dos que sintonizam com esse teatro dos horrores coberto de purpurina, confete e serpentina, o que corresponde ao adiamento de sua evolução por vários séculos e mantendo os infratores neste mesmo ambiente vibratório.
    Se você entender as forças envolvidas nesse panorama, observará que se trata de uma verdadeira guerra patrocinada pelas forças inferiores a fim de angariar e aumentar adeptos.

                   OS TRABALHADORES DO BEM
     Milhões de voluntários espirituais, todos os anos, se organizam para poderem estender suas mãos fraternas na direção dos aflitos que chegam em busca de prazeres ou da revivescência de seus vícios. Em todos os centros urbanos, dos mais populosos aos mais modestos, os dirigentes espirituais de cada comunidade transformam as rotinas de trabalho em uma verdadeira empreitada de resgate, uma ação em larga escala para ajudar os mais necessitados de esperança, Espíritos mais perdidos do que maus.
    A época de carnaval é vista com tamanho respeito pelos Espíritos Superiores, permitindo a vinda de tantas entidades ao convívio dos homens, mas com a finalidade de tê-los mais perto a fim de receberem maior amparo.
    Era de se esperar que essa elevada compreensão de Amor em ação fosse compartilhada pelos religiosos encarnados, como um comportamento natural e lógico decorrente do entendimento das funções do Bem na superfície do Mundo.
     No entanto, ao contrário do que se esperaria, os trabalhadores invisíveis que se mantêm na luta de resgate, enfrentando todos os tipos de recém-chegados, em vez de poderem contar com o trabalho de todos os encarnados sustentando-lhes o esforço por meio de orações ou das reuniões mediúnicas, pouco conseguem junto às agremiações religiosas de todos os tipos, notadamente espíritas, aquelas que mais poderiam cooperar justamente pela possibilidade do intercâmbio mediúnico ou atuação como pronto-socorro aberto e em funcionamento intensivo.
   Enquanto os Espíritos heróicos atendem às mais diversas necessidades, pouquíssimas igrejas e centros espíritas se encontram abertos e em funcionamento para que pudessem ser usados como UTIs, afastando as entidades mais dementadas do centro da demência, garantindo-lhes um ambiente de paz, serenidade e oração.
Livro consultado: Esculpindo o próprio destino - por André Luiz Ruiz
Retirado do site http://www.grupomensageirosdeluz.com.br/new/index.php?option=com_co...

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

SUGESTÃO PARA LEITURA - OUTUBRO 2013

1. O PRÓXIMO MINUTO (Robson Pinheiro): Sexo, sexualidade, afetividade, inclusão. Será que estamos preparados para falar desses temas, estudar e defender ideias associadas a esses conceitos? Sexualidade com espiritualidade ou espiritualidade do sexo, sem preconceitos, sem lavagem cerebral, sem imposições ou interpretações forçadas pelo dogma religioso ou social. Nas pegadas de cada personagem, experimente a dor, discriminação, os tabus e a culpa tanto quanto a descoberta da espiritualidade e do amor. Mais uma vez o autor explora um tema polêmico, desta vez a homossexualidade. O livro nos traz uma história com diversos personagens que vivem em conflito com relação a questões mau resolvidas sobre sexualidade. Em determinado momento de suas vidas eles têm a oportunidade de repensar e mudar seu trajeto, alguns conseguem e outros ainda precisarão de mais tempo e recurso para que isso aconteça. Trazendo conceitos importantes e interessantes, bem como quebra de paradigmas esse livro é interessante para a nossa reflexão sobre preconceitos e injustiças.
TEMOS ESTE LIVRO EM NOSSA BIBLIOTECA


2. NO ESPELHO DO PASSADO (Daniela de Castro): Nesta obra acompanhamos uma alma que erra e sofre por distorcer o sentimento que a liga à sua alma gêmea e, nos mais diversos cenários, repete de vida em vida os mesmos equívocos. Nas montanhas da velha Esparta de duros costumes, na Roma antiga, em castelos medievais, nos tenebrosos séculos da Inquisição e do povo cigano, ao dantesco de um campo de concentração nazista, dois seres vivenciam juntos intrincados dramas e tremendas expiações_ como a paixão, o apego e o amor tecendo laços que no presente terão de ser finalmente compreendidos para libertar o espírito da prisão do egoísmo. Ao deleite de uma narrativa como esta soma-se o aprendizado fascinante dos mecanismos da Lei do Retorno e da eterna trajetória do espírito na busca da luz eterna, pelos caminhos escuros da inconsciência.
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3. LEMBRANÇAS ADORMECIDAS (Katia Ortega Noriega): Em sua família, Eleonara contava com a mãe viúva e carinhosa. Um dia, dona Eunice vai ao mercado e esquece onde mora. A filha a encontra sentada na praça, confusa. Começa então o lento drama do crepúsculo que vai, aos poucos, tomando conta da mente da mãe_ e que sombreia toda a família, envolvendo em cadeias pesadas a filha, principal responsável por aquela vida. A narrativa desvenda o desenvolvimento do Mal de Alzheimer, os dilemas, decisões, angústias e situações limite que vivenciam os envolvidos na situação. Extremamente didático no compartilhar da trajetória de uma vida que vai lentamente mergulhando na escuridão e dos dilemas comuns a todos os cuidadores, o livro proporcionará conforto e orientação aos que vivem situações parecidas, esclarecendo a todos que se interessam pelos dramas do espírito imortal na trajetória cármica rumo à libertação. 
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4. JUNTOS PARA SEMPRE (Walcir Carrasco): Alan é um advogado bem sucedido de São Paulo e leva uma vida aparentemente perfeita: mora em uma cobertura luxuosa, namora uma mulher lindíssima e pode ter tudo o que quiser. Mas todas as noites é atormentado por um sonho que o leva a um amor de outra vida, onde assiste à morte na fogueira de uma jovem onde promete ama-la para sempre. Quando desperta, o sonho permanece em sua cabeça e ele vive angustiado. Tudo mundo quando ele viaja e encontra uma moça semelhante àquela do sonho. Uma profunda emoção ao vê-la confirma ser a mesma pessoa, sendo esta a primeira de várias evidências de que na vida nada acontece por acaso. Alan precisa descobrir quem é essa mulher e qual a ligação entre eles, para isso terá que rever sua existência e descobrir que as coisas realmente importantes não podem ser compradas. Auxiliado pela Terapia de Vidas Passadas, ele se entregará a uma árdua jornada de autoconhecimento e entenderá que, embora o passado não possa ser mudado, há uma nova vida para superar os erros e refazer os laços de amor, em busca de um futuro luminoso.


5. ABADIA DOS BENEDITINOS (Wera Kryzhanovskaia): Europa, século XIII. Macabras tramas ocorrem na Abadia dos Beneditinos, orem religiosa imaginada pelo povo como um santuário de púdicos poderes e de orações, onde era prescrito para os monges uma vida de pobreza, castidade e obediência. Mas testemunhamos com esta obra um panorama de vingança, perseguições e assassinatos, que ultrapassam os limites da vida física. Em meio ao ambiente de medo e superstição medieval, vemos brotar as mais sinistras atividades do plano astral inferior por meio de invocações, aparições e obsessões, interpretadas à época por feitiçarias, e que hoje entendemos como mediunidade. O enredo, ditado pelo próprio Rochester à médium, demonstra que a ascensão espiritual é fruto de muito esforço no exercício do burilamento de nossas imperfeições, através de inúmeras reencarnações.
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A FILHA DA LUZ

     Viciada em drogas, uma jovem deixa sua filha para ser criada por sua irmã mais velha, Maggie O'Connor (Kim Basinger). Até que, anos mais tarde, ela retorna com seu marido rico, ambos praticantes de magia negra, e reinvidicam a filha de volta. Maggie passa então a lutar com todas as suas forças para continuar com a guarda da sobrinha, mas pega de surpresa quando ela passa a possuir inesperados e extraordinários poderes.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

AÇÕES DE ENTIDADES INFERIORES DURANTE O CARNAVAL


     Em "O Livro dos Espíritos", encontramos o esclarecimento das relações existentes entre o mundo físico e a ação do mundo espiritual sobre este. Dizem os imortais, que os Espíritos são atraídos pelos costumes, pelos hábitos, pelo caráter dominante dos homens e que estes são mais ou menos assistidos, rodeados e influenciados segundo a natureza de seus próprios pensamentos.
   A influência se estabelece de tal forma, que os Espíritos dizem que a população espiritual se acotovela e praticamente se confunde com a massa de encarnados, participando intensamente de suas atividades e ações. Para termos consciência da dimensão desta relação e dos processos que aí se estabelecem, acompanhemos narrativa do Espírito Manoel Philomeno de Miranda e sua equipe em uma excursão a determinada festa popular na sociedade terrestre, descrita na obra Entre os Dois Mundos:

  (...). Em face dos desconcertos emocionais que os exageros festivos produzem nas criaturas menos cautelosas, há uma verdadeira infestação espiritual perturbadora da sociedade terrestre, quando legiões de Espíritos infelizes, ociosos e perversos, são atraídas e sincronizam com as mentes desarvoradas. Nesse período instalam-se inumeráveis obsessões coletivas que entorpecem multidões, dizimam existências, alucinam valiosos indivíduos que se vinculavam a formosos projetos dignificadores.
   A seguir, convocou-nos a visitar uma das capitais brasileiras próxima, na qual a explosão de alegria popular, num denominado festival de verão, era ampliada pelo abuso do álcool, das drogas e do sexo desvairado. Imediatamente vimo-nos em movimentada artéria praiana, feericamente adornadas, na qual centenas de milhares de pessoas entregavam-se ao desbordar das paixões. A música ensurdecedora atordoava a massa informe, compacta e suarenta que se agitava ao ritmo alucinante, enquanto era estimulada por especialistas na técnica de agitação popular.
   Acurando a vista, podia perceber que, não obstante a iluminação forte, pairava uma nuvem espessa onde se agitava outra multidão, porém, de desencarnados, mesclando-se com as criaturas terrestres de tal forma permeada, que se tornaria difícil estabelecer fronteiras delimitadoras entre uma e outra faixa de convivência. A nudez predominava em toda parte, os movimentos sensuais e eróticos dos corpos com abundante transpiração exsudavam o forte cheiro das drogas ingeridas ou injetadas, produzindo estranho quanto desagradável odor às nossas percepções.
   No pandemônio natural que se fazia, esses espíritos, perversos uns, exploradores outros, vampirizadores em número expressivo, exploravam seus dependentes psíquicos em lamentável promiscuidade, submetendo-os a situações deploráveis e a prazeres grosseiros que nos chocavam, apesar da nossa larga experiência em relação a conúbios dessa ordem... Eu imaginava, como é possível que o ser humano destes formosos dias de cultura, de ciência e de tecnologia, se permitiam tantas sensações selvagens e irresponsáveis!
   O desfile parecia não ter fim, sempre aturdido pelos conjuntos musicais de textura primitiva, que os hipnotizavam, impedindo o discernimento. Era compreensível que se permitissem todos os tipos de lascívia e de perversão, já que a multidão era um corpo uniforme, no qual as pessoas não dispunham de espaço para a livre movimentação, ensejando a confusão dos sentidos e a mescla absurda dos atritos físicos. Tratava-se, porém, do culto à deusa Folia, numa enxurrada física e psíquica das mais vulgares e pervertidas, em cujo prazer todos entregavam-se ao olvido da responsabilidade, ao afogamento das mágoas e à liberação das paixões primitivas. Jovens e adultos pareciam haver perdido o direcionamento da razão, deixando-se enlouquecer pelo gozo exagerado, como se tudo ficasse centralizado naquele momento e nada mais houvesse após.
    Criminosos de várias classes misturavam-se aos foliões esfuziantes e tentavam furtá-los, roubá-los, agredindo-os com armas brancas, ao tempo em que psicopatas perversos utilizavam-se da confusão para darem largas aos distúrbios que os assinalavam. Altercações e brigas violentas, que culminavam em homicídios infelizes, misturavam-se aos disparates da festa que não cessava, porque, naquela conjuntura, a vida era destituída de significado e de valor.
    Não saíra da perplexidade em que me encontrava, quando o irmão Petitinga veio em meu auxílio, comentando:
- Passada a onda de embriaguez dos sentidos, os rescaldos da festa se apresentarão nos corpos cansados, nas mentes intoxicadas, nas emoções desgovernadas e os indivíduos despertarão com imensa dificuldade para adaptar-se à vida normal, às convenções éticas, necessitando prosseguir na mesma bacanal até a consumação das energias.
   “Amolentados pelas extravagâncias, saudosos da luxúria desmedida e ansiosos por novos acepipes, tentarão transformar todas as horas da existência no delírio a que ora se entregam... Tentarão investir todos os esforços para que se repitam os exageros, e porque as loucuras coletivas fazem-se com certa periodicidade e eles dependem desse ópio para esquecer-se de si mesmos, passam a viver exclusivamente o dia-a-dia do desequilíbrio em pequenos grupos, nos barzinhos, nos guetos e lugares promíscuos, nos subterrâneos do vício onde se desidentificam com a vida, com o tempo e com o dever.
    “Tornando insuportável a situação de cada uma dessas vítimas voluntárias do sofrimento futuro, os parasitas espirituais que se lhes acoplam, os obsessores que os dominam, explorando suas energias, atiram-nos aos abismos da luxúria cada vez mais desgastante, do aviltamento moral, da violência, a fim de mantê-los no clima próprio, que lhes permite a exploração até a exaustão de todas as forças. É muito difícil, no momento, estancar-se a onda crescente da sensualidade, do erotismo, da depravação nas paisagens terrenas, especialmente em determinados países. Isto porque, as autoridades que governam algumas cidades e nações, com as exceções compreensíveis, estão mais preocupadas com a conquista de eleitores para os iludir, do que interessadas na sua educação.
    A educação, que liberta da ignorância, desperta para o dever e a conscientização das massas, não sendo de valor para esses governantes, porque se o povo fosse esclarecido os desapeava do poder de que desfrutam, em face da claridade mental e do discernimento. Reservam então altas verbas para serem aplicadas no desperdício moral, disfarçando as doações sob a justificativa de que se trata de utilização para o lazer e a recreação, quando estes são opostos aos exageros dos sentidos físicos. Mais recentemente, foram encontradas outras explicações para a legalização das bacanais públicas, sob os holofotes poderosos da Mídia, como sejam as do turismo, que deixa lucros nas cidades pervertidas e cansadas de luxúria.
    É certo que atraem os turistas, alguns para observar os estranhos comportamentos das massas, que têm em conta de subdesenvolvidas, de atrasadas, de primitivas, permanecendo em camarotes de luxo, como os antigos romanos contemplando as arenas festivas, nas quais os assassinatos legais misturavam-se às danças, às lutas de gladiadores e ao teatro fescenino... Outros, para atenderem aos próprios tormentos, mal contidos, que podem ser liberados com total permissão, durante os festejos incomuns. E outros, porque necessitam de carnes novas para o comércio sexual, especialmente se está recheado de crianças vendidas por exploradores hábeis e pais infelizes.
   “Por outro lado, os veículos de informação de massa exaltam o corpo, fomentam as paixões sensoriais, induzindo as novas gerações e os adultos frustrados ao deboche, ao fetiche das sensações, transformando a sociedade em um grande lupanar. Não é do meu feitio entretecer considerações que possam tornar-se críticas destrutivas, mas havemos de convir que, sobreviventes que somos da morte, não podemos deixar de considerar que os enganos foliões de hoje serão os desencarnados tristes de amanhã, queiramos ou não, sendo de lamentar-se a situação na qual despertarão após a perda do corpo físico.
    Só a educação, em outras bases, quando a ética e a moral renascerem no organismo social, irá demonstrar que para ser feliz e para recrear-se, não se torna imperioso o vilipêndio do ser, nem a sua desintegração num dia, esquecendo-se de sua eternidade”. Nesse comenos, o nosso condutor convidou-nos para a primeira tarefa que se iniciara naquela cidade mesmo, embora o som terrível e flagelador da música agressiva e da algazarra dos seus aficionados.
Texto psicografado por Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, extraido da obra Entre os Dois Mundo, Capítulo 4, a qual recomendamos a leitura de toda a obra. Fonte : grupo Cia dos Anjos (Yahoo)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

1. DRIBLANDO A DOR (Irene Pacheco Machado): Este livro narra a história daqueles que gritam, choram, maldizem ou buscam nos vícios o alívio para suas dores. Tudo isso é perda de tempo, para enfrentar a dor precisamos ter fé, somente ela banha nosso Espírito, dando-nos força para viver. 
    O tóxico é o assunto principal nesta obra, que transmite as experiências feitas por espíritos inferiores na tentativa de burlar o planejamento divino. O autor espiritual adentra cidades no astral inferior, de onde recolhe muitos ensinamentos necessários para que o ser ainda na matéria tenha força para segurar a mão de Deus e lutar pelas adversidades, principalmente quando deseja tomar tranquilizantes ou algum outro tóxico que poderá levá-lo à dependência. Nada disso dribla a dor, precisamos transpor a dor com fé e amor, confiança em Deus.


2. O FIM DA ESCURIDÃO, REURBANIZAÇÕES EXTRAFÍSICAS (Robson Pinheiro): O tempo das profecias é chegado. É hora de implantar a política do Reino de Deus, ao menos na dimensão extrafísica. O mundo físico se ressente, agita-se numa época de efervescência e mudança. No plano espiritual a ordem já foi dada e está em pleno andamento a reurbanização da paisagem astral, o que faz com que vales de dor e sofrimento cedam lugar a hospitais, escolas e postos de de socorro. Quem quiser participar da nova Terra que se constrói vai ter de arregaçar as mangas e se envolver. De um e outro lado da vida, não há como ficar impassível diante dos apelos de transformação. os espíritos milenares que se opõem à política divina do Cristo _ amai-vos uns aos outros, enfrentam o fim do seu tempo na Terra. Confinados a dimensões de prisão, vêm seu reino ser abatido dia a dia. É a derrocada das forças da maldade.
TEMOS ESTE LIVRO EM NOSSA BIBLIOTECA número

3. PRECISO DE AJUDA (Célia Xavier de Camargo): Por quê certas pessoas desenvolvem a idéia do suicídio? O que as leva a um profundo desinteresse pela existência, que não vislumbrar outra alternativa senão a fuga aos compromissos assumidos? O que há por detrás desse insano propósito, nem sempre vis[ivel aos olhos humanos? Preocupados com estas questões, um grupo de jovens moradores da cidade espiritual "Céu Azul" se propôs a trabalhar ativamente no auxílio a irmãos encarnados com tendências à autodestruição.
     Este livro reúne casos verídicos ocorridos em várias localidades e com pessoas de diferentes classes sociais, traduzindo com fidelidade e linguagem acessível, os dramas vivenciados por almas em desalinho, mostrando o trabalho dos benfeitores espirituais, desde a investigação das origens dos problemas até a aplicação da terapêutica adequada. Revela-se assim, que nunca ficamos desamparados pela Misericórdia Divina, graças à ação de seus mensageiros e de parentes e amigos que, da Espiritualidade se preocupam conosco.

5. A QUEDA SEM PARAQUEDAS (Sérgio Bueno): Quando o avião levantou voo, o céu do Rio de Janeiro estava lindo, indicando que seria boa a viagem de Demétrius para Nova York. De repente, uma forte turbulência atingiu a aeronave e tudo se precipitou. O destino do grupo (passageiros e tripulantes) estava definido. Não houve sobreviventes. Os casos de mortes coletivas, à luz da Doutrina Espírita, revelam que tem uma razão para sr para esse tipo de acidente. São terremotos, tsunamis, guerras, inundações, atentados terroristas, acidentes que impôem resgate àqueles que redimem ações praticadas em grupo em vidas passadas. A história de Demétrius é a dos demais passageiros e tripulantes quando a Lei da Causa e Efeito reúne os grupos em um resgate coletivo. Este livro fala da dor dos que ficam e dos que partem, mas também da esperança na continuidade da vida.
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sexta-feira, 6 de julho de 2012

GHOST - DO OUTRO LADO DA VIDA

   Sam Wheat (Patrick Swayze) e Molly Jensen (Demi Moore) formam um casal muito apaixonado que tem suas vidas destruídas, pois ao voltarem de uma apresentação de "Hamlet" são atacados e Sam é morto. No entanto, seu espírito não vai para o outro plano e decide ajudar Molly, pois ela corre o risco de ser morta e quem comanda a trama, e o mesmo que tirou sua vida, é quem Sam considerava seu melhor amigo. Para poder se comunicar com Molly ele utiliza Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), uma médium trambiqueira que consegue ouvi-lo, para desta maneira alertar sua esposa do perigo que corre.

Filme Completo: http://www.youtube.com/watch?v=ZzFRbCSrsLI&feature=player_embedded

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

1. RESGATE NA CIDADE DAS SOMBRAS (Eliane Macarini): Virgínia é casada, tem filhos e uma família feliz, aparentemente. Seu mau temperamento, oscilações de humos e egoísmo, provocam conflitos dentro de casa. Essas atitudes atraem para si a companhia de espíritos ignorantes. Começa um intenso processo obsessivo que passa a ser comandado pelo Senhor das Sombras, o comandante supremo do local conhecido como Cidade das Sombras, um espírito que tem como único objetivo vingar-se de Virgínia em função de uma paixão do passado mal resolvida. Para resgatar o amor que existe no coração de cada um, uma equipe de abnegados amigos benfeitores que atuam nos planos físico e espiritual entra em ação para resolver este intrincado caso de obsessão.


TEMOS ESTE LIVRO EM NOSSA BIBLIOTECA NÚMERO 453

2. NO FINAL DA ÚLTIMA HORA (André Luiz Ruiz): Cada vez mais intenso se observa o esforço do mundo espiritual para o despertar dos encarnados, enquanto boa parte da humanidade prefere a hipnose alienante. Quando Jesus incitou ao trabalho da última hora, assegurou que os que a Ele se entregassem encontrariam a luta no bem como prova de sua determinação e, o salário do obreiro fiel como resultado de seus esforços. Entre os poucos acordados e os muitos adormecidos, este livro quer cooperar para que os que dormem despertem e os que já estão na lida do bem não se cansem, porquanto somente isso é que vai fazer com que, dentre os muitos chamados, alguns sejam escolhidos.

3. DEUS NUNCA CHEGA ATRASADO, NEM CEDO DEMAIS (Ian Graham): Por meio do médium, chegam os ensinamentos de Touro Branco. Suas palavras vêm enfatizar o valor do caminho demonstrado por Jesus e seus discípulos, propondo que construamos um templo para a Verdade em nossos próprios corações em vez de ficarmos ouvindo pregações (nem sempre verdadeiras) nas igrejas. Nesta obra encontramos orientações práticas inclusive para assuntos pessoais e de relações familiares, assim como encontraremos temas discorrendo sobre culpa, pobreza, oração e afirmações, além daqueles especificamente voltados ao apoio, doenças e mensagens de amor, compaixão e perdão. Seu propósito é fazer-nos acreditar que as nossas vidas se desenvolvem da maneira correta, que nada acontece antes nem depois e que tudo está certo como está.