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quinta-feira, 6 de junho de 2013

O LENHADOR E A RAPOSA

   
   
    Existiu um lenhador que acordava às seis horas da manhã e  trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses, e uma raposa, sua amiga, que tratava como bicho de estimação e de sua total confiança.
    Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites, ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e, portanto não era confiável. Quando ela sentisse fome, comeria a criança. O lenhador, sempre retrucando com os vizinhos, falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
    Os vizinhos insistiam: 
    - Lenhador abra os olhos! A raposa vai comer seu filho.
    - Quando sentir fome, comerá seu filho!
    Um dia, o lenhador, muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada. O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa. Ao entrar no quarto, desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e, ao lado do berço, uma cobra morta.
    (Autor desconhecido)

MORAL DA HISTÓRIA
   
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensam e dizem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar, mas principalmente nunca tome decisões precipitadas. A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las...
     Quantas vezes desistimos de pessoas por causa do que os outros falarem delas... Quantas vezes julgamos nosso semelhante pelos seus erros passados...
     Quantas vezes ainda vamos continuar a fazer isso??

domingo, 12 de maio de 2013

O SEMEADOR

    Relembrando a história do semeador...


     No campo do mundo tu és um semeador.
    Não podes fugir à responsabilidade de semear. Não digas que o solo é áspero, que chove frequentemente, que o sol queima ou que a semente não serve. Não é a tua função julgar a terra e o tempo. Tua missão é semear.
   A semente é abundante! Um pensamento, um sorriso, uma promessa de alento, um aperto de mão, um conselho, um pouco de água são sementes que germinam facilmente. Não semeies, porém, descuidadamente como quem cumpre uma missão desagradável! Semeia com interesse, com amor, com atenção, como quem encontra nisso o motivo central de sua felicidade!
   E ao semear não penses: Quanto me darão? Quanto demorará a colheita? Recorda que não semeias para enriquecer, aguardando o ganho multiplicado, semeias porque não podes estar inativo, porque não podes viver sem dar, porque não pode servir a Deus sem servir aos demais!
És dono de ti mesmo, da vida e do universo! Tua semente, pois não cairá no vazio. Sem esperar recompensa, receberás recompensa; sem esperar riquezas, enriquecerás; sem pensar em colheita, teus bens se multiplicarão. E tudo, porque semeias num Reino onde dar é receber, onde perder a vida é encontra-lá, onde gastar servindo é aumentar!
    Semeia sempre em todo terreno, em todo o tempo, a boa semente, com amor, com interesse, como se estivesse semeando o próprio coração!
    Sê, pois, um semeador...
Boletim da FEEU - Ano 2, número 5 - 1989

terça-feira, 7 de maio de 2013

O ESCORPIÃO



   Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:

   — Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas às vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
    O mestre respondeu:
    — A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar. Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.
     
    Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, não é problema nosso... é problema deles.

sábado, 2 de março de 2013

A ARANHA


    Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira: "Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!"
     Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:
     - "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar..."
     Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
    - "Vamos, entremos nesta trilha!"
    - "Não, não está vendo que tem até teia de aranha!? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas..."

                                                      * * *

     Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n'Ele para deixar que sua glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha(autor desconhecido)
       Retirado do site http://www.espiritbook.com.br

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

   O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
   "Qual é o gosto?" - perguntou o Mestre.
   "Ruim" - disse o aprendiz.
   O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
   "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou: "Qual é o gosto?"
    "Bom!" disse o rapaz.
    "Você sente o gosto do sal?" perguntou o Mestre.
    "Não" disse o jovem.
   O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse: "A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de Ser copo (ego) para tornar-se um Lago (Luz )."
   Somos o que fazemos, mas somos principalmente, o que fazemos para mudar o que somos...
   "NA VIDA, VOCÊ SEGUE UM CAMINHO OU ABRE UM!
       (autor desconhecido)

domingo, 29 de janeiro de 2012

VIDA APÓS O NASCIMENTO

    No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao irmão gêmeo :
   - Você acredita na vida após o nascimento?
   - Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
   - Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
   - Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
   - Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.
   - Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
   - Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
   - Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
   - Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
   - Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
   - Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
   - Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…

quarta-feira, 20 de abril de 2011

    Há uma história que ilustra bem o que é ter capacidade de estar em paz consigo mesmo. Conta-se que certo dia um grupo de pessoas raivosas se aproximou de Buda e começou a ofendê-lo. A cada impropério que eles diziam, Buda perguntava: “E do que mais vocês não gostam em mim?” Depois de nova ofensa, ele olhava as pessoas com maior interesse e ouvia tudo em silêncio respeitoso até que após algum tempo disse ao grupo: “Vocês me desculpem, eu preciso sair porque tenho um compromisso. Mas gostaria de marcar outro encontro com vocês amanhã para continuar a desabafar".


     As pessoas ficaram surpresas e uma delas perguntou: “Buda, o que está acontecendo? Nós o estamos ofendendo há algumas horas, você nos ouve com o maior interesse e ainda pede que voltemos amanhã para continuar com nossas ofensas? Pensamos que você fosse brigar conosco”.


     Buda então respondeu: “Vocês chegaram dez anos atrasados. Antes eu realmente reagia ao que as pessoas faziam ou diziam. Mas agora consigo agir baseado em minha consciência, e não nas ações dos outros”.

Extraído do livro “O Poder da Solução" – Roberto Shinyashiki

domingo, 20 de junho de 2010

DIZENDO ADEUS

     Pequena metáfora sobre o desencarne, retirada de uma comunidade do Orkut: Abençoados Seres Elementais

     "Conta-se que um rio nasceu no alto de uma enorme montanha e iniciou sua jornada. Foi descendo pela encosta e pouco a pouco foi crescendo, aumentando de volume.  Projetou-se numa maravilhosa cachoeira e atingiu o sopé da montanha.  Foi abrindo passagem entre as árvores e pedras, algumas mais facilmente, outras com dificuldades. 
    Admirava-se, ora de sua força, ora de sua habilidade para contornar obstáculos. E crescia. Passou por planícies e por áreas ressecadas... Umedeceu-as dando-lhes condições de acolher as sementes para florescerem e darem frutos.  Matou a sede da terra, de povos, de animais e de pássaros.  Conheceu outras correntes de água e as reuniu em si, tornando-se maior e mais fecundo. Os peixes multiplicavam-se em suas águas. Era feliz!
     Certo dia porém foi despertado para uma realidade: seu caminho seguia inexoravelmente em direção ao mar.  Chegaria o momento em que iria penetrar nele e, assim pensava, desaparecer para sempre.  Pensou num meio de fugir dessa realidade. Mas não havia como saltar sobre o mar, nem tampouco voltar atrás. Os rios não voltam. Ao fazer uma grande curva, avistou o mar. Era enorme, parecia não ter fim. Teve medo. Contudo, percebeu que esse era seu destino. E, temeroso, porém confiante, fez sua última descida. Entrou no mar. Descobriu então a grande verdade.   
    Entrar no mar não é desaparecer e sim tornar-se parte dele. O pequeno rio tornou-se parte do mar. Junto com tantos rios que haviam chegado de todos os cantos do mundo. Agora ele já não era só. Era parte de um todo, onde, de mãos dadas, todos eram UM. Desapareceu como rio, renasceu como mar..."         (autor desconhecido)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

TRABALHO INÚTIL

   Um velho monge e um jovem monge estavam andando por uma estrada quando chegaram a um rio que corria veloz. O rio não era nem muito largo nem muito fundo, e os dois estavam prestes a atravessá-lo quando uma bela jovem, que esperava na margem, aproximou-se deles. A moça estava vestida com muita elegância, abanava o leque e piscava muito, sorrindo com olhos muito grandes.

   - Oh _ disse ela, a correnteza é tão forte, a água é tão fria, e a seda do meu quimono vai se estragar se eu o molhar. Será que vocês poderiam me carregar até o outro lado do rio?

   E ela se insinuou sedutora para o lado do monge mais jovem. O jovem monge não gostou do comportamento daquela moça mimada e despudorada. Achou que ela merecia uma lição. Além do mais, monges não devem se envolver com mulheres. Então ele a ignorou e atravessou o rio. Mas o monge mais velho deu de ombros, ergueu a moça e a carregou nas costas até o outro lado do rio. Depois os dois monges continuaram pela estrada.
    Embora andassem em silêncio, o monge mais novo estava furioso. Achava que o companheiro tinha cometido um erro ao ceder aos caprichos daquela moça mimada. E, pior ainda, ao tocá-la tinha desobedecido às regras dos monges. O jovem reclamava e vociferava mentalmente, enquanto eles caminhavam subindo montanhas e atravessando campos. Finalmente, ele não agüentou. Aos gritos, começou a repreender o companheiro por ter atravessado o rio carregando a moça. Estava fora de si, com o rosto vermelho de tanta raiva.

– Ora, ora –, disse o velho monge. - Você ainda está carregando aquela mulher? Eu já a pus no chão há uma hora. E, dando de ombros, continuou a caminhar.

Livro de coletânea Contos Budistas, recontados por Sherab Chödzin e Alexandra Kohn, ilustrados por Marie Cameron, editado no Brasil pela Editora Martins Fontes, tradução de Monica Stahel, São Paulo, 2003

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

HOSPITAL DO SENHOR

Fui ao Hospital do Senhor fazer um check up de rotina e constatei que estava doente.
Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que estava baixa de Ternura. Ao medir minha temperatura, o termômetro registrou 40 graus de Egoísmo.
Fiz um eletrocardiograma e foi diagnostificado que eu necessitava de uma Ponte de Amor pois, minhas veias estavam bloqueadas e não abasteciam meu coração vazio. Ortopedicamente, tinha dificuldade de andar lado a lado e não conseguia abraçar os irmãos por ter fraturado o braço ao tropeçar em minha Vaidade. Tinha miopia, constatada por não enxergar além das aparências.
Queixei-me de não poder ouví-lo. Diagnosticou bloqueio em decorrência das Palavras Vazias do dia-a-dia.

Obrigado, Senhor, por não ter cobrado pela consulta. Pela grande misericórdia prometo, após ser medicado e receber alta do Hospital, somente usar os remédios que estão no seu Evangelho. Vou tomar, ao levantar, chá de "Obrigado Senhor" ao entrar no trabalho; uma colher de sopa de "Bom dia, Irmãos"; e de hora em hora, um comprimido de paciência com meio copo de Humanidade.
Assim, tenho certeza, não ficarei mais doente. Prometo prolongar este tratamento preventivo por toda a minha vida, para que, quando me chamar, seja por morte natural.
Obrigado Senhor e perdoe-me ter tomado seu tempo!
"Autor desconhecido"

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

VIVER COMO AS FLORES

Em um antigo mosteiro budista, um jovem monge questiona o Mestre:
_ Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das mentirosas. Sofro com as que caluniam...
_ Pois viva como as flores, advertiu o Mestre.
_ Como é viver como as flores? perguntou o discípulo
_ Repare nas flores, disse o Mestre enquanto apontava os lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável... mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.

domingo, 27 de setembro de 2009

ISSO TAMBÉM PASSA...

Certo dia um sacerdote percebeu a seguinte frase em um pergaminho pendurada aos pés da cama de seu mestre: "ISSO TAMBÉM PASSA", e com a curiosidade inerente de cada ser humano resolveu perguntar o seu significado.

E o mestre sem titubear lhe responde: "_ A vida nos prega muitas peças, que podem ser boas ou não tão boas assim, mas tudo significa aprendizado. Recebi esta mensagem de um anjo protetor num desses momentos de dor onde quase perdi a fé. Ela é para que todos os dias antes de me levantar e de me deitar possa ler e refletir, para que quando tiver um problema, antes de me lamentar eu possa me lembrar que "ISSO TAMBÉM PASSA", e para quando estiver exaltado de alegria, que tenha moderação e possa encontrar o equilíbrio, pois "ISSO TAMBÉM PASSA".
Tudo na vida é passageiro assim como a própria vida, tanto as tristezas como também as alegrias, praticar a paciência e perseverar no bem e nas boas ações, ter simplicidade, fé e pensamentos positivos mesmo perante as mais difíceis situações é saber viver e fazer da nossa vida um constante aprendizado.
É ter a consciência de que todas as pessoas erram, de que o ser humano ainda é um ser imperfeito em busca da perfeição e por isso ainda sofre, é saber que se muitas vezes nos decepcionamos com pessoas é porque esperamos mais do que elas estão preparadas para dar, dentro de seu contexto e grau de compreensão. Deste modo meu amigo, toda vez que olho para essa frase, meu coração se aquieta e a paz me invade, pois sei que "ISSO TAMBÉM PASSA."

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Quatro monges fizeram um pacto: ficariam em silencio meditando por 7 dias, durante os quais ninguém diria uma só palavra.
No primeiro dia, tarde da noite, a chama de sua única vela começou a tremular...
_Oh não, a vela vai apagar! _ disse um deles
_Lembrem-se de que não devemos falar..._ disse o outro
_Por quê continuam falando? _ perguntou o terceiro
_Sou o único que não disse nada! _ gritou o quarto monge


“Quando mostramos os erros dos outros, frequentemente nos esquecemos de que também podemos cometê-los.”

domingo, 26 de abril de 2009

" O guardião do castelo"

Certo dia num mosteiro Zan-Budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto. O Grande Mestre convocou todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela, e com muita tranquilidade disse:
_" Assumirá o posto o primeiro monge que resolver o problema que irei apresentar."
Então ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas:
_"Aqui está o problema!"
Todos ficaram olhando a cena: o vaso raro e belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?
Nesse instante um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e ... ZAPT... destruiu tudo, com um só golpe. Todos ficaram paralisados, espantados com a atitude tomada, enquanto que o discípulo retornou ao seu lugar.
O Mestre disse:
_" Você será o novo guardião do castelo."
Um dos discípulos ali presente questionou o Mestre. Porque ele que destruiu o vaso lindo e raríssimo e a rosa perfeita fora escolhido o guardião?
O Mestre explicou:
_ " Não importa qual seja o problema. Nem que seja algo lindíssimo. Se for problema, precisa ser eliminado. Um problema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou.
Por mais lindo que seja, ou tenha sido, se não existe mais sentido para ele em sua vida, tem que ser suprimido. Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam um espaço inútil em seus corações e mentes. Espaço esse indispensável para recriar a vida. Existe um provérbio oriental que diz: " Para você beber vinho em uma taça cheia de chá, é necessário primeiro jogar o chá fora, para então beber o vinho."
Limpe a sua vida, comece pelas gavetas, armários, até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estar ocupando espaço em seu coração. O passado serve como lição, como referência, experiência. Serve para ser relembrado e não revivido. Use as experiências do passado no presente, para construir o futuro. Necessariamente nesta ordem!"
Todos tiveram consciência que o castelo estava bem guardado.
(Autor desconhecido)

quinta-feira, 5 de março de 2009

Certa vez, um jovem príncipe disse ao seu mestre budista:
"Estou disposto a largar tudo. Por favor, me aceite como seu discípulo."
O mestre perguntou:
"E como um homem escolhe o seu caminho?
"Pelo sacrifício. Um caminho que exige sacrifício é um caminho verdadeiro", respondeu o príncipe.
O mestre então esbarrou numa estante e um vaso caríssimo despencou lá do alto. O príncipe atirou-se ao chão para agarrá-lo, caiu de mal jeito e acabou quebrando o braço. Mas conseguiu salvar o vaso.
"Qual é o maior sacrifício? Ver o vaso espatifar-se ou atirar-se no chão para salvá-lo?", perguntou o mestre.
"Nao sei", respondeu o príncipe.
"Então como quer orientar sua escolha pelo sacrifício? O verdadeiro caminho é escolhido por nossa capacidade de amá-lo, não de sofrer por ele", disse o mestre.


Em outras palavras, a lei divina não nos pede sofrimento para que cresçamos e evoluamos; pede-nos somente para que cresçamos e evoluamos.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A importância de se praticar os ensinamentos

Um dia, um jovem aluno de um curso de transformação chegou até o Mestre e disse:
- Mestre tenho notado o comportamento da nossa tuma e percebo que alguns conseguiram transformar suas vidas inteiramente, outros mudaram em alguma coisa e a maioria - inclusive eu nada mudou.

Após refletir alguns segundos, o Mestre respondeu:
- Meu caro, você vem todo dia de muito longe, não é?
- Sim Mestre.
- Você conhece bem o caminho?
–Claro que sim !
–Se alguém lhe perguntasse como chegar à sua cidade o que você diria?
–Eu explicaria o caminho de forma que a pessoa pudesse chegar lá sem problema.
- E você acredita que essa pessoa chegaria lá só com a explicação ou precisaria percorrer o caminho ?
–É claro que só chegará lá se percorrer o caminho.

Neste momento o Mestre concluiu: - Assim são meus ensinamentos.
Eu os ensino da melhor forma possível, mas só irão se transformar aqueles que realmente colocarem em prática tudo o que lhes é ensinado.

Todos têm oportunidade de aprender o caminho, mas só aqueles que fazem o percurso chegam!
(autor desconhecido)