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sábado, 15 de abril de 2017
domingo, 9 de março de 2014
A CULPA NÃO É DO OUTRO!
É muito comum, encontrarmos pessoas que estão vivendo conflitos intensos em seus relacionamentos, e por conta disto, estão vivendo momentos de profundo desequilíbrio emocional, que por sua vez, abalam todos os aspectos de sua vida, como saúde, finanças, trabalho e outros relacionamentos.
AS RECLAMAÇÕES MAIS RECORRENTES SÃO:
"O meu marido é muito pessimista e cético, assim não consigo evoluir".
"A minha esposa é muito negativa e não quer evoluir, assim fica difícil".
"Com o meu pai comportando-se deste jeito, eu não tenho como resolver o problema, fica muito difícil".
Confesso que se eu fosse anotar neste texto todos os comentários que recebi somente na última semana, faltaria espaço! E onde está o erro? Essas pessoas estão mentindo? É mentira que estes problemas existem?
Não, não é mentira não. Essas situações são comuns e ocorrentes na maioria dos relacionamentos, entretanto, a forma de lidar com tudo isso que é muito equivocada.
1- Atraímos pessoas para nossa vida por laços de afinidade e laços cármicos negativos (por que o carma também pode ser positivo);
2- No contexto da evolução espiritual e da missão da alma de cada ser humano, a missão das relações é produzir harmonização de sentimentos;
3- Automaticamente, pela ação de mecanismos naturais, as pessoas são gatilhos que podem disparar as emoções ruins que viemos curar. Portanto, elas não são as causadoras das emoções negativas, mas apenas reveladoras dos aspectos negativos que já existiam.
O PODER QUE VOCÊ DÁ AO OUTRO
O problema não é e nem nunca foi o que o outro faz e o seu conjunto de comportamentos, mas sim, como você se sente em relação ao que o outro faz. A partir disso, a chave desse processo é deixar ou não que os sentimentos negativos aflorados lhe dominem negativamente ou não.
Neste contexto, quando alguém diz que não consegue evoluir porque uma outra pessoa a influencia negativamente, este acontecimento revela que ela está sucumbindo ao sentimento aflorado e não necessariamente a pessoa que age de um jeito desconfortável (para ela).
A CULPA É DE QUEM?
O outro pode até ter comportamentos que não sejam sensatos e até condenáveis de acordo com o padrão moral médio de uma sociedade, mas a culpa nunca é de outra pessoa! Devemos entrar em contato com o sentimento negativo que uma pessoa pode ajudar a aflorar de dentro de nós, e com isso, agir no sentido de curá-lo ou ao menos, amenizá-lo. Nunca jamais é culpa do outro.
Colocar culpa no próximo é determinar e anunciar aos quatro cantos que você não tem forças para se reinventar. As situações normalmente são desafiadoras, porque pedem que você tenha novas atitudes e que encontre forças para desenvolver o amor e a tolerância sem sofrer com isso. Em outras palavras, são situações recheadas de "ciladas emocionais", todavia, se a sua disposição para vencer o comodismo for grande, você certamente encontrará êxito!
O caminho é para dentro de cada um, na construção da autoestima, da conexão ampliada com a sua própria essência, na espiritualização e principalmente em encontrar e realizar a missão da sua alma, a qual é o propósito da sua existência.
por Bruno J. Gimenes - sintonia@luzdaserra.com.br (Retirado do site http://portalarcoiris.ning.com)
terça-feira, 11 de junho de 2013
PROPEDÊUTICA DO COMPLEXO
Por que você reclama dos problemas? Problemas são presentes de Deus, a oportunizar alargamento da consciência, flexibilização da mente, abertura de novos conceitos, reforma de valores, revolução de vida.
Obviamente, não se pode, nem se deve viver à base de crise sistemática, nem “à corda bamba” ou “apagando incêndios”, como se diz no aforismo popular. Todavia, sucessão de desafios, questões que surgem paralelas a outras, dificuldades em todos os flancos da vida constituem fenômenos naturais e mesmo desejáveis da vida, assim como é útil e bom que a criança ou o jovem sejam submetidos a exercícios e testes em sala de aula, na vida estudantil, para aferir e expandir o aproveitamento das lições.
Assim, quando se vir em meio a um torvelinho de questões complicadas, não se desespere, nem clame por Deus, como se estivesse relegado a abandono, pelas Potências do Cosmo, porque é bem provável que justamente agora esteja você sendo mais amparado que nunca, recebendo as benesses de mais acentuado acompanhamento do Divino, com fito de acelerar seu progresso e lhe ser propiciado nível mais profundo de bem estar.
Não seja infantil na avaliação da vida. Somente mentes muito embotadas podem supor que felicidade e progresso se obtêm com facilidades e favores da sorte. Quem tem um mínimo de esclarecimento do que seja ser humano tem conhecimento de que não é possível crescer sem sofrer, ser pressionado e estar continuamente sendo desafiado pelas contingências do caminho evolutivo.
Hoje, você pode estar sendo bafejado por maior “sorte” (leia-se: graça divina), ao ter a crise intensificada, nos corredores de sua existência. Parabéns! Você recebeu maior ministério de confiança, partindo para as lições mais avançadas, de quem já pode assimilar o mais complexo. Se você não estuda mais aritmética do ensino fundamental, superou a geometria do segundo grau e termina o aprendizado de cálculo estrutural da universidade, não pode reclamar de Deus e das Forças que O representam, por estar sendo introduzido à propedêutica da Física Quântica, porque, devendo receber congratulações, não deve esperar muita iniciativa de consolação.
Benjamin Teixeira, pelo espírito Eugênia. (Texto recebido em 12 de setembro de 2004.)
Retirado do site http://www.saltoquantico.com.br
quarta-feira, 6 de março de 2013
O FIM DOS CICLOS E A MUDANÇA DE HÁBITOS
Um dos maiores desafios quando precisamos encerrar um ciclo é mudar os hábitos, porque o costume nos torna dependentes e nos acomoda. Com isso, fica difícil sair das situações. Mesmo vendo que o emprego o qual estamos não nos diz mais nada; ou que o relacionamento já acabou há muito tempo; relutamos em mudar.
Apegamo-nos a pequenas coisas e achamos um milhão de desculpas para não terminar o que de certa forma, já acabou. Como por exemplo, ficar com alguém que não temos mais afinidade e culpá-lo pela relação não estar boa; continuar exercendo uma atividade que não gostamos e dizer que o chefe não nos dá aumento; ir ao mesmo lugar sempre, mesmo não gostando mais dele e falar mal das pessoas que estão ali...
Toda mudança é traumática para o ser humano. E tomar a atitude é um grande desafio. Os condicionamentos e as convicções, muitas vezes, são a razão de não nos libertarmos, pois acreditamos nas “desculpas” as quais nos mantém presos a coisas, pessoas e lugares. Em contrapartida, não percebemos que permanecer nos tira as forças e o ânimo para inovar ou atrair coisas novas para nossa vida. Dentro deste universo (onde nos condicionamos a permanecer com o relacionamento ou o emprego), a situação se torna tão insuportável que focamos nossa energia inteiramente no lado ruim, nos tornando inseguros e sem coragem para agir. Sendo assim, aguardamos ser demitidos ou algo ruim acontecer, como um sinal de mudança, o que normalmente não acontece.
Quase sempre, o problema somos nós e não os outros. Nós é que precisamos de ajuda, nós é que precisamos mudar e não a situação ou as pessoas. Só que reclamar, achar que está ruim é bem mais fácil. Culpar o outro também, tomar remédios, como antidepressivos, que anulam nossa percepção de realidade é mais uma saída, porém nada disso solucionará. É necessário saber que essas “desculpas” (antidepressivos, reclamação, ser vítima) são paliativas, mas não curam e não resolvem por completo, porque reclamar não serve para nada, apenas como um grande desestimulante para enfrentar desafios. O medicamento auxilia para aliviar os sintomas, porém ele não vai fazer a mudança, nem vai nos ajudar a tomar uma decisão, se não quisermos. E culpar alguém só nos tornará vítimas: mais uma desculpa para não progredir.
Sem contar que agindo desta forma, deixamos de contemplar as oportunidades que poderão surgir ao mudar o nosso comportamento diante dos problemas. Precisamos parar de ver o lado “ruim” e contemplar o lado bom do acontecimento, para depois transformá-lo. Talvez mudar seja difícil, porque nosso foco está errado. Ao invés de pensar no emprego novo, culpamos o chefe; ao invés de pensar em terminar o relacionamento e vislumbrar uma nova oportunidade, ficamos presos aos defeitos do namorado ou da namorada e assim por diante. E isto só acontece porque somos muito apegados ao hábito de estar na situação e não temos coragem de terminá-la. Interessante que até queremos algo novo, porém não conseguimos sair do velho!
Para mudar, o primeiro passo é ver claramente o que está acontecendo e o quanto ficar na situação realmente nos contenta. Será que gostamos do nosso emprego? Será que amamos nosso parceiro? Pois assim, saberemos se poderemos continuar e apenas mudar nosso olhar com relação ao que estamos vivendo, ou se será necessário tomar uma atitude e encerrar o ciclo. Ou seja, acabar com o que está de certa forma “nos matando” aos poucos.
Depois de analisar e decidir, é preciso planejar para saber como agir, o que fazer. Sabendo o que quer, é meio caminho andando para chegar à realização. Agora, o desafio maior é focar inteiramente no que queremos e não no que não queremos; no que nos satisfaz e não no que não nos satisfaz. Quando se consegue; decidir, planejar e focar, naturalmente a resolução acontece, pois agindo assim, o Universo disponibiliza as melhores oportunidades para chegar ao fim. Depois de finalizar, logo as novidades aparecem, e não o contrário! Ou seja, ficar no novo e não sair do velho. Em alguns momentos, algo tem que acabar para o novo surgir.
Às vezes as pessoas reclamam que nada de diferente acontece na vida delas e quando analisam as mesmas, vêem que não querem inovar, estão acomodadas na vida que tem de tal forma que o Universo não disponibiliza coisas novas. Para ter força, vontade e vitalidade, precisamos de algo novo; para conquistar algo novo, precisamos terminar com as situações as quais nos aprisionam e para realizar, basta querer, focar no objetivo inteiramente, persistir e agir.
Por Cátia Bazzan (Retirado do site http://www.luzdaserra.com.br)
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sábado, 14 de julho de 2012
RECLAMAÇÃO
Você já parou para pensar na quantidade enorme de pessoas que reclamam... Pois é, já se deu conta de que você e eu também fazemos parte deste enorme contingente de pessoas?
Todos nós usamos desta prerrogativa, mas são muito poucos aqueles que se dão conta disso e usam a ferramenta RECLAMAR como instrumento de mudança de atitudes e forma de pensar. Só reclamar é muito melhor do que ficar depressivo, mas representa muito pouco além disso. Neste final de semana me deparei com o antigo Saul Jr. querendo se fazer presente em minha vida. Não permiti... mas, enquanto reclamava, eu percebia o que estava fazendo e consegui chamar minha própria atenção: - Saul Jr., este personagem em sua personalidade faz parte de seus valores do passado... Cara, você está morto...
Pensei e me posicionei de maneira decisiva. Não queria recaídas...
Reclamar faz parte de um vício de postura sem consequências construtivas. Reclamar, como a própria palavra define, é um ato de repetir o que cansamos de chamar. É o RE + CLAMAR. Isso posto, nos coloca numa situação de só chamar o que exige, acima de tudo, uma atitude ativa de estancar o processo agudo de mal-estar vigente. O ato e o momento de não estar bem, exigem alteração em nosso processo de vida. Resmungar, espernear, colocar a culpa em terceiros, nada agrega em nosso momento. Se olharmos pela ótica de energia, o reclamar é altamente negativo e sem propósito. Indica quase a postura de um fofoqueiro que só sabe propagar a má intriga e, portanto, passa os seus dias produzindo ações doentias... desagregadoras e nefastas.
Uma ótima maneira de parar de reclamar é fazer uma comparação entre o que somos e o que os outros são e têm. Na maioria das vezes somos superiores. Outro grande fator que nos ajuda a entender a vida -e assim pararmos de reclamar-, é sabermos diferenciar as duas palavras: SER e TER. Muitas pessoas pautam suas vidas no TER e com isso complicam a possibilidade de um dia virem a SER, ainda que seja em futuro distante. O SER vem de dentro para fora o TER vem do EGO para o bolso.
O outro lado que, por incrível que possa parecer, também é positivo para ser encarado, é descrito numa frase de Napoleão Bonaparte que afirma: Quando as pessoas param de reclamar elas param de pensar. Há um interessante duplo sentido na afirmação. Reclamo, portanto, vivo... Ora! Vivo, portanto, atuo, faço e decido o que quero de melhor para mim. Reclamar é estacionar e jamais faz sentido para manifestar a vida em seu real valor. A maior reclamação que uma pessoa pode fazer é consigo mesma, pois esta é a única que produz resultados. Uns reclamam para reivindicar e outros a fim de protestar.
O que aqui abordamos é o ato de reclamar da vida sem base e fundamento. Há os que reclamam tanto que se tornam coitadinhos de si mesmos... Eu procuro não reclamar de nada, porque sei que a Vida é Causa e Efeito. No entanto, confesso que se trata de um forte exercício de conscientização interior. E você, reclama muito? Cuide-se.
Saul Brandalise Jr. autor do livro: O Despertar da Consciência
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