domingo, 22 de fevereiro de 2009

"Que fim levaram aqueles entes humanos que presumivelmente atingiram a perfeção, tais como Buda, Zoroastro, Abraão, Jesus e Maomé? Segundo as doutrinas ocultas, tornaram-se Mestres; e tendo adquirido pleno desenvolvimento e controle sobre todos seus atributos humanos, puderam ser incumbidos a servir como Ministros da Hierarquia Espiritual que governa este planeta.
Como todo grande negócio, instituição ou nação, precisa haver uma diretoria ou gabinete com chefes executivos, responsáveis pela sábia e eficiente direção do mundo. Daí compreende-se que existe um governo espiritual e invisível, dirigido por administradores qualificados, que são influências poderosas nos assuntos de todas as nações. Silenciosamente guiam e estimulam a cooperação da humanidade em todos os ramos da atividade humana, tais como a agricultura, a indústria, a ciência, a arte, a filosofia, a religião e os mais profundos ensimentos dos mistérios.
Um determinado Mestre pode ser encarregado da direção de cada departamento, mas todos eles trabalham coordenados com os entes mais avançados, tais como o Manu ou Construtor da Raça, o Cristo ou o Mestre do Mundo. Acima de todos estes acha-se o Senhor Planetário, que é o Espírito Guia de toda a humanidade, está acima e além das raças, crença ou cor. Todos unidos constituem a Hierarquia Espiritual da Terra. Naturalmente há semelhantes Hierarquias de governo nos outros planetas. O chefe de cada um torna-se ex-ofício membro da Hierarquia Solar, de forma que o sistema solar inteiro é governado como uma unidade cooperativa sob a chefia do Logos Solar, que é o aspecto primário de nosso Pai Celestial.
Além desse poderoso Ser existem Logos das Constelações de ainda mais alto grau, todos trabalhando em harmonia com o Grande Pai-Mãe, a Divindade Criadora e Construtora de todos os universos. Ele é o "Único Procriado", a Primeira Manifestação da Divindade Absoluta, é o Controlador do Cosmos inteiro.
Assim, nós humanos, nunca podemos deixar de existir dentro dos limites do espaço infinito e da eternidade do tempo, mas tempos uma liberdade relativa de escolha quanto ao modo, tempo e lugar onde viveremos e trabalharemos no vinhedo do Pai. "
(Shabaz Britten Best _ Livro: O drama da Alma)

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