Personagens de um livro* conversavam sobre a alternância de sexo nas várias encarnações (ora nascemos no sexo masculino, ora no feminino):
_ Será que todo mundo que troca de sexo vira homossexual?
_ Em absoluto! Isso ocorre muitas vezes porque o espírito ainda está muito apegado a determinado sexo e não consegue se adaptar à mudança que ele mesmo se impôs. Não consegue compreender que a felicidade não está ligada à forma física ditado pelo sexo, não aceita perder o masculino ou o feminino. Muitas vezes, sente-se um estranho em seu próprio corpo, como se o veículo carnal que ocupa não lhe pertencesse, como se fosse prisioneiro de um corpo físico que está em desacordo com seu desejo. Pensa que só nascendo como homem ou mulher é que se sentirá completo e inteiro, e não quer mudar. Não se conforma em experienciar coisas diversas, porque não quer se desapegar da situação de homem ou mulher que, um dia, foi a fonte de seus maiores prazeres. É como se a materialidade do sexo se embrenhasse em seu ser a tal ponto que ele não conseguisse perceber a sutiliza do espírito, despertando a consciência apenas para o que é carnal.
Mas isso não é uma regra, e cada um vive aquilo que precisa viver. Há vários motivos por que os espíritos escolhem nascer homossexuais. Há pessoas que só vêm viver o preconceito, há pessoas que abusaram do sexo, seu e dos outros; há pessoas até que já mataram em nome da chamada virilidade. Cada caso é um caso e não há como estabelecer uma regra.
_ E nada disso é errado?
_ Tudo está certo na criação de Deus, e todas as coisas que existem no mundo trabalham em favor de nosso crescimento. A vida dispõem de muitos métodos para nos auxiliar, cabendo a nós optar por aqueles que mais se adaptam a nossos própositos.
_ Não poderíamos chamar o homossexualismo de doença?
_ Não é uma doença. É claro que há um redirecionamento na energia que gera o desejo sexual, e a causa desse redirecionamento está associada às experiências que cada um precisa viver. Homens e mulheres são seres de dupla polaridade, onde vai predominar, energeticamente , o pólo que é próprio de seu sexo, permanecendo o outro em estado latente e germinal. Mas ninguém é só masculino ou só feminino. Todos nascemos dotados dessa duplicidade de forças, e é preciso que elas estejam em harmonia. Tudo em nós, como no universo, se manifesta em dualidade.
Se temos um ponto masculino, havemos de possuir o contraponto feminino, e vice-versa, o que é nosso equilíbrio e nos auxilia na utilização saudável dessas duas forças. Há homens heterossexuais que são extremamente femininos, assim como há homossexuais de atitudes pronunciadamente masculinas. E daí? Ambas as energias estão lá, na mesma proporção, embora vibrando em intensidades diferentes em cada um.
A vida coloca diante de nós situações que desafiam nosso feminino e nosso masculino, e o desejo sexual é uma delas. Se um homem se sente atraído por outro homem, é claro que algo de seu feminino vibra mais nesse momento, porque ele tem essa polaridade dentro dele, só que não latente. Por outro lado, na relação em família, por exemplo, pode ser o sustento do lar, não só financeira como emocionalmente, "segurando a barra" de todo mundo, como se diz por aí. Nesse momento, o feminino que vibra com mais intensidade no desejo sexual, cede lugar ao masculino, que precisa se sobrepor para garantir a subsistência.
Mas o que conta verdadeiramente para o espírito é a forma como o ser humano se conduz diante da vida, porque só aqueles que já aprenderam a abrir o coração para o amor é que são capazes de vivenciar todas essas experiências com dignidade e respeito.
_ Tudo isso é muito confuso... para mim, o que importa mesmo é o amor.
_ Tem razão. O amor transcende essas coisas todas e não faz distinção entre as pessoas. Pode até se revelar de formas diferentes, mas será sempre um só.
_ E nada disso é errado?
_ Tudo está certo na criação de Deus, e todas as coisas que existem no mundo trabalham em favor de nosso crescimento. A vida dispõem de muitos métodos para nos auxiliar, cabendo a nós optar por aqueles que mais se adaptam a nossos própositos.
_ Não poderíamos chamar o homossexualismo de doença?
_ Não é uma doença. É claro que há um redirecionamento na energia que gera o desejo sexual, e a causa desse redirecionamento está associada às experiências que cada um precisa viver. Homens e mulheres são seres de dupla polaridade, onde vai predominar, energeticamente , o pólo que é próprio de seu sexo, permanecendo o outro em estado latente e germinal. Mas ninguém é só masculino ou só feminino. Todos nascemos dotados dessa duplicidade de forças, e é preciso que elas estejam em harmonia. Tudo em nós, como no universo, se manifesta em dualidade.
Se temos um ponto masculino, havemos de possuir o contraponto feminino, e vice-versa, o que é nosso equilíbrio e nos auxilia na utilização saudável dessas duas forças. Há homens heterossexuais que são extremamente femininos, assim como há homossexuais de atitudes pronunciadamente masculinas. E daí? Ambas as energias estão lá, na mesma proporção, embora vibrando em intensidades diferentes em cada um.
A vida coloca diante de nós situações que desafiam nosso feminino e nosso masculino, e o desejo sexual é uma delas. Se um homem se sente atraído por outro homem, é claro que algo de seu feminino vibra mais nesse momento, porque ele tem essa polaridade dentro dele, só que não latente. Por outro lado, na relação em família, por exemplo, pode ser o sustento do lar, não só financeira como emocionalmente, "segurando a barra" de todo mundo, como se diz por aí. Nesse momento, o feminino que vibra com mais intensidade no desejo sexual, cede lugar ao masculino, que precisa se sobrepor para garantir a subsistência.
Mas o que conta verdadeiramente para o espírito é a forma como o ser humano se conduz diante da vida, porque só aqueles que já aprenderam a abrir o coração para o amor é que são capazes de vivenciar todas essas experiências com dignidade e respeito.
_ Tudo isso é muito confuso... para mim, o que importa mesmo é o amor.
_ Tem razão. O amor transcende essas coisas todas e não faz distinção entre as pessoas. Pode até se revelar de formas diferentes, mas será sempre um só.
*Trecho do livro: O preço de ser diferente (Mônica de Castro)
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