domingo, 3 de agosto de 2014

SOMOS RESPONSÁVEIS PELAS NOSSAS DORES

A seguir foi transcrito um texto do livro:
“Atlântida, no reino das trevas, vol2” de Roger Bottini Paranhos, onde um espírito negativo explica ao protagonista da obra como é feita a manipulação em massa para que a humanidade fique presa a ações de maldade gerando assim suas próprias sombras.
A fala é narrada em 3 tempos:
Queda da Atlântida, período nazista e Idade Moderna (antes do dia 21.12.2012, pois nessa última data foi quando as energias malignas perderam o poder na Terra); isso acontece porque os personagens estão em um espaço atemporal.
Boa leitura e boa Reflexão para todos nós.
Gabriel
------------------------------------------------------------

    Galeato (espírito negativo) se aproximou e falou-me com atenção:
    - Simples, caro Andrey a ação nazista que exercemos naquele período não chocou a ação alemã.
Somente depois, quando saíram do estado hipnótico em que se encontravam é que perceberam o tamanho da atrocidade que estavam cometendo.
    Mudou alguma coisa hoje em dia?
    Não, estão construindo novos cenários de dor e treva, mas a humanidade, hipnotizada por seus próprios interesses e valores imediatistas nada percebe. Dança conforme nossa música, sem se dar conta de suas atitudes anticrísticas. Entrega-se ao que acredita ser a “Nova ordem Mundial”, em matéria de valores. O homem, atualmente, vive inserido em uma grande ilusão que o leva para o abismo a médio e longo prazos. Muitos alegam não fazer o mal a ninguém, mas alimentam um sistema social excludente e do qual todos, sem exceção, são responsáveis.
   O assassino que mata ali na esquina de sua casa e que lhe causa horror é alimentado carmicamente pela forma de viver daquele que se diz cidadão correto, mas é indiferente aos valores morais,
sociais e espirituais. Os homens modernos vivem somente para si e para seus familiares e desejam que os reflexos de inconformidade e desequilíbrios de seus irmãos da família universal não os atinjam.
Além disso, estabelecem relação semelhante com a natureza:
eles a respeitam somente até onde isso não contraria seus interesses.
Não matam uma árvore de forma deliberada, mas alimentam um modelo econômico, industrial e social que atenta contra todo o ecossistema do planeta. Não torturam animais, mas estimulam com o consumo as carnificinas diárias dos frigoríficos, gerando vibrações cada vez mais densas na psicosfera do planeta. (...)
    O homem escolheu para si um sistema social e de vida individualista, materialista e de negação da existência de Deus. A civilização moderna diz que acredita em Deus, mas isso é mera hipocrisia. As pessoas pensam somente em si e em sua família, legando ao Estado a obrigação de estabelecer uma sociedade irmanada.
     Não foi Jesus quem disse: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” ou algo assim?
    Tu bem sabes que Ele falava sobre a importância da família universal e de estarmos todos interligados dentro desse organismo vivo que é a Terra, a Gaia. (...) A criminalidade e o caos da natureza são a resposta cármica correspondente ao padrão de vida que as sociedades pelo mundo elegeram para suas existências atuais. É a história da Atlântida que se repete nos tempos modernos. Em breve, cataclismos semelhantes aos da Grande Ilha repetir-se-ão por todo o planeta, em resposta às ações anticrísticas do homem.
    (...) E ainda colocam a culpa por suas desgraças em nós, os famosos “maus espíritos”. A humanidade é má, e isso faz com que colha o mau. Hipócritas! Medíocres! Quem vive verdadeiramente o caminho do bem não precisa despertar pela dor. Não estou correto?
     A dor visita somente aqueles que precisam dela para abrir os olhos. Não existo o acaso; ninguém sofre uma violência sem ter se sintonizado com ela.
Só precisa de armas de fogo para se defender quem alimenta uma sintonia com essa própria ação. Quem está verdadeiramente com Deus não sofre mal algum, salvo raras exceções de almas em missão pela Terra e que necessitam se símbolos de ação divina para redenção dessa multidão de alienados que povoa a Terra desde tempos remotos.

0 comentários: