sábado, 11 de março de 2017

ACEITAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO NÃO NOS OBRIGA A CONVIVER COM ELAS

É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada. A tolerância é uma necessidade urgente neste mundo violento de hoje, em que uma simples discussão no trânsito pode chegar a provocar mortes. A intolerância é a mãe do preconceito, da exclusão, do racismo, de tudo, enfim, que segrega, separa e agride o que não se aceita, o que não se acha normal, o que incomoda sem nem haver razão. Sim, é preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.
Podemos entender que o outro tem a própria maneira de pensar, que sua história de vida é peculiar e suas bagagens podem ser totalmente diferentes das nossas. Podemos compreender que as verdades alheias, por mais que nos soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e não necessariamente nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não nos dizem respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não temos como tentar intervir em estilos de vida que não são nossos. Devemos saber discordar sem ofender, sem tentar impor o que pensamos como verdade absoluta – isso é arrogância burra. Necessitamos ouvir o que o outro tem a dizer, por mais que não enxerguemos ali razão alguma, mesmo que o que disserem ou fizerem seja exatamente o contrário de tudo o que temos como certo. Desde que não nos ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa dignidade pessoal, os outros terão o direito de viver o que bem quiserem.
Por força maior, como o emprego ou a família, inevitavelmente estaremos sujeitos à obrigação de conviver ao lado de pessoas com quem não simpatizamos ou cujas idéias não se afinem minimamente com as nossas. No entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos momentos mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história de vida, de luta e de amor. Da mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada, afastando-nos das pessoas que nada nos acrescentam, sem precisar criticá-las ou brigar com elas. Sim, podemos – e devemos – aceitar as pessoas como elas são, pois isso é o mínimo que se requer, em se tratando de sociedade, porém, não seremos obrigados a conviver além do necessário, além do suportável, além do adequado, com gente que enche a paciência e nos irrita. Isso seria masoquismo.
Por Prof. Marcel CamargoRetirado do site http://www.resilienciamag.com

sexta-feira, 3 de março de 2017

O ESCAFANDRO E A BORBOLETA

História baseada em um fato real, narra a vida de Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric), homem de 43 anos, editor da revista Elle e um apaixonado pela vida. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo. Bauby se recusa a aceitar seu destino. Aprende a se comunicar piscando letras do alfabeto, e forma palavras, frases e até parágrafos. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.
Como lição, o filme nos ensina a valorizar o que temos e principalmente a superar os obstáculos que vem pela frente.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Retirado da páina do Facebook Hierophant

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

SUGESTÃO p/ LEITURA - 01/2017

1. UMA JANELA PARA O CÉU (Heitor Luiz Filho): Durante uma festa de aniversário, Beto se aproxima de Marília, dançando, trocam juras de amor. Para o adolescente, aquele instante parece um reencontro. Anos mais tarde, enfrentando a satisfação e o tédio da vida conjugal  e impedida de ter filhos, Marília ainda vive aquele momento de paixão. Sozinha em casa_ Beto está viajando a trabalho_ ela recebe uma visita assustadoramente inesperada: a antiga proprietária de sua residência, já desencarnada. Diante do sobrenatural, não imagina que está abrindo uma janela para o céu e que sua vida vai mudar completamente a partir desse instante. Fatos extraordinários envolve o casal, trazendo do mundo invisível a família do passado.

2. UMA HISTÓRIA DE FANTASMA (Laura Bergallo): Juninho tem 11 anos e morre de medo de fantasmas. Fica muito assustado quando ouve as histórias de Taís, a mais velha da turma de amigos da rua, que conta casos de assombração como ninguém. As férias estão quase acabando e eles querem aproveitar o máximo: de noite se encontram para ouvir histórias e de dia brincam no terreno baldio nos fundos da velha casa abandonada. Até que um dia acontece algo inesperado, que faz Juninho entender melhor tudo que passa quando a gente morre. Sobrevivência do espírito, carma, comunicação entre os planos e reencarnação... luminosas respostas para suas perguntas de menino. Com o mistério desfeito, será que ele vai continuar com seu medo de fantasma?

3. NA CASA DE MEU PAI (Carlos Baccelli): Os espíritos superiores disseram a Allan Kardec que o Mundo Espiritual é o nosso mundo normal e primitivo. Não obstante, pode você dizer que de fato, o conhece? Já leu o suficiente para saber o que o espera na Vida além da morte do corpo carnal? Neste livro, Dr. Inácio se esforça para, à luz dos novos conhecimentos no campo da Física, nos mostra que o mundo espiritual não passa de termo genérico para designar as infinitas moradas da casa do Pai. Afinal, que mundo espiritual você habitará ao deixar o corpo grosseiro pela desencarnação inevitável? Concebido na agradável forma de diálogo, esta obra modificará por completo nosso entendimento a respeito da Vida do outro lado da vida.

4. O MATUTO (Zíbia Gasparetto)Raimundo é um menino criado na roça por seu pai, que não lhe ensinou a ler ou escrever, somente lhe instruiu que a vida urbana era ruim e que as mulheres não são confiáveis. Quando seu pai vem a falecer, ele descobre que sua mãe não tinha morrido quando ele era pequeno como seu pai havia dito. E sim que ela morreu a pouco tempo, que sempre esteve a sua procura e ainda deixou-lhe uma fortuna. No decorrer dos acontecimentos ele descobre se chamar Geraldo, e resiste a ir tomar posse de sua herança, mas no fim acaba concordando para que o dinheiro não caia nas mãos de desafetos de sua mãe. Geraldo vai sentir e conhecer diversas coisas até se sentir satisfeito com sua curiosidade. Fará amigos para uma vida inteira e eles lhe mostrarão toda a verdade sobre sua história. Porém como na vida nem tudo são rosas, ele percorrerá por muitos espinhos.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

“Toda a alegria que você almeja está dentro de você. Você sofre como alguém que tem vastas riquezas em um cofre de ferro, mas não tem ideia de onde está a chave! As chamas de raiva, orgulho, ódio, inveja, etc. são mais devastadoras que o fogo natural. Elas surgem na mente furtivamente e, em jorros, sempre exigem se alimentar mais e mais. O fogo é chamado "anala", que significa "não basta". Você teme o fogo quando ele salta ao longe. O que se diz, então, do fogo que está dentro de seu próprio eu? Como apagar essas chamas perigosas? Há extintores comprovadamente testados pela experiência e garantidos pelos sábios, e eles são: Verdade, Retidão, Paz e Amor (Sathya, Dharma, Shanthi e Prema). Examine dentro de você que características e hábitos que você deve descartar e os que deve manter. Somente aquelas tendências e atitudes que o lembram do Divino no qual você deve se fundir devem ser mantidas e desenvolvidas.” Sathya Sai Baba (Retirado da página do Facebook "Mensagens canalizadas")